Questões de Concurso
Foram encontradas 24.556 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Acerca do assunto abordado no referido texto, julgue os itens a seguir com relação à análise de composição de imagem.
Cenas cinematográficas de qualidade podem ser definidas como resultado de composições planejadas e movimentos significativos de atores e(ou) câmeras.
Acerca do assunto abordado no referido texto, julgue os itens a seguir com relação à análise de composição de imagem.
Entre os elementos para uma boa composição da imagem estão as linhas, as formas, os movimentos, a unidade dos elementos e a continuidade.
A qualidade da imagem dos primeiros Avids já era excelente, sendo equivalente à da película.
Em função dos avanços na tecnologia de armazenamento do computador, tornou-se possível, já no final dos anos 1980, digitalizar as imagens dos filmes diretamente no disco rígido do computador.
A edição não linear (NLE) em vídeo ou em película permite que qualquer parte de uma versão editada possa ser substituída, transportada ou ajustada em sua duração.
As imagens que representam os sonhos, por serem muito fragmentadas, entrelaçam-se, por intermédio de cortes, de um jeito muito mais abrupto do que as da realidade. E isso já é uma justificativa plausível para o funcionamento do corte no cinema.
Todos os planos têm “pontos de corte" potenciais, mas podem ser escolhidos pontos diferentes, dependendo do que se quer que o público pense ou sinta.
Em um filme, um plano apresenta uma ideia, ou uma sequência de ideias, e o corte, que representa o encerramento de uma ideia e o começo de algo novo, é uma piscadela que separa e pontua essas ideias.
Para a fotografia em preto e branco, a nitidez e a textura dos objetos fotografados dependem da quantidade de luz que incide sobre esses objetos.
As superfícies escuras absorvem menos partículas do que refletem, ao contrário do que ocorre com as superfícies claras, que refletem menos do que absorvem.
Considerando que a luz projetada seja branca, parte das partículas é absorvida e parte é refletida de acordo com as propriedades de cor desse objeto.
O excesso de luz acentua o contraste entre as superfícies claras e as escuras, mantendo nos objetos os seus detalhes e texturas.
No cinema, encontra-se a vantagem de a câmera captar as imagens e as registrar em três dimensões, em vez de duas como ocorre na percepção visual humana, menos limitada do que a documentada pela câmera.
Há formas de se compensar o tamanho limitado da tela e sua tendência para deixar tudo plano: exercitar-se o enquadramento da cena, trabalhar-se com a ilusão de profundidade e buscar-se obter equilíbrio e significado temático em cada composição.
Muitas vezes, faz-se necessário aproximar exageradamente os personagens da câmera, para que pareçam estar a uma distância normal na tela; outras vezes, alteram-se o posicionamento dos móveis e as distâncias entre objetos para se produzir uma aparência desejada na tela.
A proeza da edição digital está em fazer que, a partir do momento em que o telespectador esteja olhando para monitores de televisão, ele passe a acreditar que esteja diante de telas de cinema.
A edição analógica é feita na ordem cronológica, ou seja, o editor precisa começar o trabalho pelo início e seguir até o final.
A montagem de filmes para o cinema até a chegada do vídeo analógico e posteriormente digital era feita de forma não linear, com fita adesiva e tesoura, tudo sendo cortado e colado à mão.
Para atrair a atenção do telespectador, a televisão usa os ângulos da imagem bem mais limitados do que os utilizados no cinema, o que justifica a necessidade de cortes mais lentos e planos mais abertos na TV.
O trabalho do diretor de arte, juntamente com a sua equipe, é concretizar o projeto inteiro dos cenários, do figurino, da justaposição de cores, do sequenciamento e da iluminação.