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As operações de crédito, sob o ponto de vista do banco, são denominadas operações ativas.
O BACEN, por meio dos dealers, realiza operações de compra e venda de moeda estrangeira. Se, em determinado dia, a taxa de câmbio estiver subindo além das expectativas oficiais, o BACEN poderá intervir, comprando moeda estrangeira para fazer a taxa baixar e voltar aos níveis desejados pela autoridade monetária.
As contas garantidas assemelham-se em funcionamento ao cheque especial e destinam-se, prioritariamente, às empresas (pessoas jurídicas).
O desconto de títulos é uma modalidade de empréstimo bancário em que é feita uma antecipação de recursos aos quais o cliente do banco apenas iria ter acesso em data futura, recursos esses provenientes da liquidação de títulos de crédito cujo credor/beneficiário é esse cliente.
A posição de câmbio do sistema bancário é resultado das somas das posições compradas e vendidas de todos os bancos. Operações de compra ou venda entre bancos não alteram a posição de câmbio do sistema, modificando apenas a posição comprada e vendida de cada banco.
Se um turista trocar dólares por reais, estará trocando moedas, o que é denominado câmbio manual.
Se um banco autorizado a operar no mercado de câmbio fizer um contrato de compra de moeda estrangeira junto ao BACEN, isso alterará a sua posição de câmbio e a do sistema, aumentando a posição comprada do banco ou diminuindo a sua posição vendida.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é uma das principais entidades supervisoras do SFN.
A área normativa do SFN tem como órgão máximo o Banco Central do Brasil (BACEN).
O SFN atua na intermediação financeira, ou seja, no processo pelo qual os agentes que estão superavitários, com sobra de dinheiro, transferem esses recursos para aqueles que estejam deficitários, com falta de dinheiro.
II. Há alguns meses, o site do jornal "O Dia" divulgou um vídeo da comemoração do aniversário de um traficante no Complexo do Alemão. Havia uma tal concentração de armas nas mãos dos participantes da festa que pareciam preparados para dominar uma boa parte da cidade.
III. Fuzis pendurados no peito, o aniversário parecia um momento de descanso de um exército tropical e descamisado.
IV. Aquilo passou. Afinal é preciso tocar as obras do PAC. Agora, no auge da crise do helicóptero abatido, surgiu uma outra despretensiosa notícia no jornal da rádio Bandeirantes: um potencial candidato a deputado foi assassinado em Rio das Pedras, região dominada pelas milícias. O corpo foi encontrado na Cidade de Deus, com perfurações de bala e sinais de tortura.
V. Às vezes, quando se dá a crise, a sensação que temos é que tudo vai mudar. O governo anuncia medidas, Brasília envia mais dinheiro e todos tentam dormir tranquilos.
VI. O processo não para. Enquanto se discute se a précampanha presidencial está nos limites da lei, uma outra pré-campanha está em curso. Ela começa com a eliminação física de adversários. Tanto no Complexo do Alemão como em Rio das Pedras, os vínculos entre política e crime passam ao largo e, quando surgem acontecimentos espetaculares, parecem relâmpago em céu azul.
VII. Todos esses fuzis e metralhadoras estarão diante de nós na campanha de 2010. Não é difícil saber a quem servem. O foco atual é o comércio de drogas. Mas, durante o período não eleitoral, esquecemos do comércio de votos, ao qual as armas servem com grande eficácia.
VIII. Servem a quem?
Fernando Gabeira. Folha de São Paulo. 30/10/2009.
No texto da Folha, o autor
1. O crescimento econômico é uma condição suficiente para o desenvolvimento econômico.
2. O crescimento econômico é uma condição necessária para o desenvolvimento econômico.
3. O desenvolvimento econômico é marcado por um crescimento contínuo do produto em taxa superior à taxa do crescimento demográfico que envolve mudanças nos indicadores econômicos e sociais.
Está(ão) correta(s)
Taxa de juros nominal é a taxa cujo período de divulgação coincide com o período em que será feita a incorporação dos juros ao principal. Como exemplos de taxa nominal, podem-se citar os juros de 2% ao mês, capitalizados mensalmente, e os de 19% ao ano, capitalizados anualmente.
Y = K L
onde:
Y = volume total de produção.
K = quantidade do fator de produção capital.
L = quantidade do fator de produção trabalho.
A especificação dessa função permite concluir que, caso a quantidade utilizada dos fatores de produção seja aumentada em 50%, a produção
Diante do aprofundamento da crise internacional, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, fez previsão sombria acerca do desempenho da economia global neste ano. Segundo sua estimativa, o Produto Interno Bruto (PIB) de todos os países somados encolherá entre 1% e 2% em 2009.
Correio Braziliense, 13/3/2009, p. 14 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo aos aspectos mundiais e brasileiros da crise econômica mundial.
Infere-se do texto um quadro bastante pessimista para a economia inglesa.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo aos aspectos mundiais e brasileiros da crise econômica mundial.
O Brasil apresenta-se imune à crise, não tem seu PIB abalado pelo atual momento econômico mundial e tem sinais de elevado crescimento econômico para 2009.
I. Além desse ponto E existem mais dois pontos A e B ao longo dessa mesma curva de indiferença. Porém, estes dois últimos pontos não são tangenciados pela linha da restrição orçamentária, e que podemos defini-los também como sendo cestas de mercadorias. Em função desses três pontos (ou cestas de mercadorias), o consumidor é indiferente ao consumir tanto as cestas A e B, quanto a cesta E, pois todas essas cestas estão dentro da sua restrição orçamentária.
II. Suponha um efeito renda obtido através da queda dos preços das unidades de vestuário e dos alimentos. O poder aquisitivo do consumidor aumenta, e a quantidade demandada deve aumentar pelos dois produtos sendo eles bens de consumo normal. Para isso, a linha da restrição orçamentária irá se deslocar para a esquerda, tangenciando uma nova curva de indiferença e fazendo com que um novo equilíbrio do consumidor (ponto E') fique mais perto da origem dos eixos das coordenadas das unidades de vestuário e das quantidades de alimentos.
III. Havendo um aumento dos preços das unidades de vestuário, mas ocorrendo, nas mesmas proporções percentuais, uma queda dos preços dos alimentos, isso faz ocorrer um efeito substituição das unidades de vestuário por maiores quantidades de alimentos, e a posição da linha da restrição orçamentária (bem como a posição do ponto E para E') tende a ficar mais para a horizontal com referência ao eixo das abscissas. O consumidor, então, em relação à limitação do seu orçamento, acaba diminuindo a sua demanda por unidades de vestuário e tendendo a comprar mais alimentos.
IV. Estando o consumidor equilibrado com a cesta E, este consumidor maximiza a sua satisfação escolhendo esta cesta que contém uma determinada quantidade de alimentos e de unidades de vestuário. Isso demonstra que a inclinação da linha do orçamento do consumidor é igual à inclinação da curva de indiferença e que a taxa marginal de substituição entre unidades de vestuário e quantidades de alimentos é igual à razão dos seus preços (ou seja, a razão entre o preço do vestuário e dos alimentos).
Em função dessas proposições, está correto o que se afirma em: