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I. O déficit público fiscal ou primário é um conceito obtido através do cálculo da subtração entre as despesas (ou dos gastos) correntes do governo com a sua receita corrente.
II. O déficit público operacional diz respeito ao saldo negativo entre as receitas correntes do governo com as despesas correntes do governo, somando-se a estas despesas a correção monetária e cambial e os juros da dívida pública.
III. Odéficit público nominal refere-se ao resultado negativo entre as receitas correntes do governo com os gastos correntes do governo, somando-se a estes gastos os juros reais da dívida pública do país.
> curva IS:Y= 137 – 170r
> demanda real pormoeda: (M/P) = 0,3Y– 0,3r
> renda real (Y) de pleno emprego = $ 120,00
Supondo, hipoteticamente, como um percentual; ou seja, uma taxa de juros de n% implica em r = n. Neste sentido, assinale a alternativa correta, a que mostra o valor da oferta real de moeda (M/P) no pleno emprego.
I. Em uma armadilha de liquidez, a taxa de juros é constante porque a demanda por moeda é completamente elástica no que tange à taxa de juros. Neste sentido, a política monetária não tem nenhum efeito sobre a economia, enquanto a política fiscal tem seu efeito multiplicador sobre a produção e nenhum efeito sobre a taxa de juros.
II. No caso clássico, a demanda por moeda é independente da taxa de juros. Neste caso, as variações no estoquemonetário fazema renda variar. Entretanto, a política fiscal não tem nenhum efeito sobre a renda, ela afeta somente a taxa de juros. Neste sentido, há um efeito deslocamento completo dos gastos privados pelos gastos do governo.
III. Em uma economia que opere abaixo do pleno emprego, o efeito deslocamento não precisa ocorrer. As autoridades monetárias podem promover uma política monetária acomodativa que evite o aumento nas taxas de juros associado à expansão produtiva.
I. A empresa de concorrência perfeita maximiza o lucro total quando produz no nível de produção em que a receita marginal, que é igual ao preço unitário do produto, equivale ao customarginal.
II. A curva de oferta no curto prazo de uma empresa perfeitamente competitiva, coincide com o segmento de sua curva de custo marginal situado acima do valor mínimo do custo variávelmédio.
III. No longo prazo, o ponto de equilíbrio do setor perfeitamente competitivo situa-se no ponto de mínimo da curva de custo médio de longo prazo; na verdade, esta é a condição de lucro econômico nulo.
Sejam PL e PK os preços do trabalho (L) e do capital ( K ) , respectivamente, e que CT = PL . L + PK.K representa o orçamento de custos que a firma tem disponível para gastar na compra dos dois insumos – L e K. Ao mesmo tempo, seja Q = 20L + 65K - 0,5L2 - 0,5K2 a função de produção desta firma. Sabe-se que esta firma deseja determinar a forma mais eficiente pela qual pode-se alocar o orçamento na contratação de capital e trabalho, de forma a maximizar a quantidade produzida (Q) sujeita à restrição de que o dispêndio total deve ser igual ao CT.
Sabendo-se que CT = $ 2.200; PL = $ 20,00;
PK = $ 50,00, e diante de tais informações, os
valores de K e L que irão fazer com que Q seja
máxima, são:
I. A crítica que os economistas marginalistas enfatizaram sobre a teoria clássica, era de que os preços também dependiam de um certo grau de demanda, que por sua vez dependiam da satisfação dos consumidores emrelação às mercadorias ( bens e serviços) , individualmente.
II. Os marginalistas forneceram modernos conceitos microeconômicos, utilizando ferramentas básicas de demanda e oferta, satisfação dos consumidores e uma base matemática para a uti l ização dessas ferramentas.
III. Os marginalistas mostraram também que em uma economia aberta, os fatores de produção – terra, trabalho e capital – têm retornos equitativos às suas contribuições para a produção. Este princípio foi, algumas vezes, utilizado para justificar a existência de distribuição de renda: os agentes ganhavam exatamente o que contribuíam para a produção.
I - Atuação governamental direta, via empresas estatais.
II - Créditos de longo prazo, a juros baixos, para os investidores privados.
III - Aumentos das tarifas alfandegárias sobre as importações de bens duráveis de consumo.
IV - Avais governamentais para obtenção de empréstimos externos.
V - Subsídios governamentais volumosos para as exportações de commodities agrícolas.
Concorreram para o processo de industrialização APENAS