Questões de Concurso
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A introdução da nova moeda, o real, ocorreu após todos os preços estarem expressos em termos de unidade real de valor.
Nos períodos em questão, o crescimento do produto interno ficou acima dos 10% ao ano, e a inflação oscilou entre 20% a.a. e 35% a.a.
Uma opção de resposta ao choque do petróleo poderia ter sido a desvalorização do câmbio, que manteria os preços relativos e alteraria o valor social das exportações.
O choque do petróleo de 1973 está entre os fatores externos que contribuíram para o fim do período que compreendeu o milagre econômico.
O período do milagre econômico abrangeu os governos de Costa e Silva e Médici, sendo Antônio Delfim Netto o ministro da Fazenda de então.
O milagre econômico causou pressões inflacionárias e outros desequilíbrios que, em virtude da piora na situação externa, tiveram de ser enfrentados a partir de 1974. O II Plano Nacional de Desenvolvimento foi a resposta dada pelo governo à dicotomia ajuste versus financiamento.
Sempre que a propensão marginal a consumir for inferior à unidade, o efeito multiplicador dos gastos do governo sobre a demanda agregada será negativo.
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, a quantidade de moeda disponível determina o nível de preços e a taxa de crescimento da quantidade de moeda disponível determina a taxa de inflação, independentemente de a velocidade de circulação da moeda ser estável ou não.
As expectativas adaptativas são formadas não só com base em informações presentes, mas também com base na média da inflação passada, o que faz que a curva de Philips de longo prazo seja vertical.
Na versão aceleracionista da curva da Philips, incorpora-se a expectativa dos agentes em relação à inflação esperada.
De acordo com a teoria da preferência pela liquidez, a taxa de juros se ajusta para equilibrar a oferta e a demanda por moeda.
Caso a elasticidade da demanda por moeda em relação à taxa de juros seja infinita, um aumento da renda somente será alcançado por meio de uma política fiscal expansionista.
Somente depois de alcançar um nível de renda mínimo que lhe permita sobreviver, um consumidor é considerado neutro em face do risco, ou seja, indiferente a acontecimentos certos ou incertos com a mesma renda esperada.
A utilidade marginal da renda de um consumidor avesso ao risco diminui à medida que a renda aumenta.
A inclinação da linha do orçamento é também denominada de preço de risco, pois indica o quanto de risco extra um investidor deverá correr para desfrutar de um retorno esperado mais elevado.
A utilidade esperada de renda incerta de 15 unidades monetárias, com utilidade de 7 e probabilidade de 0,7, e de um emprego com renda de 35 unidades monetárias, com utilidade de 12 e probabilidade de 0,3, equivale a 8,5.
O prêmio do risco corresponde ao valor que o consumidor necessita receber para aceitar assumir níveis de risco mais elevados
O aumento dos gastos do governo resulta em aumento de renda equivalente ao resultado da multiplicação do aumento de gasto pelo multiplicador keynesiano, o que provoca o deslocamento da curva IS para a direita.
A elasticidade da demanda de moeda em relação à taxa de juros é um dos fatores que determinam a inclinação da curva LM.
A curva IS como um todo é deslocada tanto por variáveis exógenas quanto por variáveis induzidas pela variação de renda.