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ROCHA, Júlia. Ensino (contemporâneo) da Arte Contemporânea – similitudes e enfrentamentos entre metodologia e conteúdo. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS – ANPAP, 27., 2018, São Paulo. Anais eletrônicos [...]. São Paulo: ANPAP, 2018. p. 2208–2223. Disponível em: https://anpap.org.br/anais/2018/content/PDF/27encontro_ ROCHA_Julia.pdf. Acesso em: 05 fev. 2026.
Sobre as produções artísticas contemporâneas e o ensino de Arte na contemporaneidade, assinale a alternativa CORRETA.
“Como articular o que estudamos e produzimos em arte, ultrapassando os conteúdos sequenciais e estanques? Da cartografia inicial, no exercício de mapear e mirar para a arte&cultura, uma problematização: Com quais territórios elas funcionam? Mediação cultural. Patrimônio cultural. Saberes estéticos e culturais. Conexões transdisciplinares. E... e... e...”.
MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria Terezinha Telles. Teoria e prática do ensino de arte: a língua do mundo. São Paulo: FTD, 2010. (Coleção Teoria e Prática).
O texto acima discute a "Proposta cartográfica de territórios da arte&cultura", desenvolvida por Martins, Picosque e Guerra. Com relação a essa proposta, analise as afirmativas abaixo e julgue (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.
( ) A “Proposta cartográfi ca de territórios da arte&cultura” é baseada em eixos norteadores, chamados territórios, que funcionam como demarcadores de perspectivas muito específicas e limitadas sobre o ensino da arte.
( ) Sendo uma proposta exclusiva para o ensino de Arte, seus territórios foram desenvolvidos a partir de uma sequência restrita e específica de conteúdos denominados de Linguagens artísticas, Processo de criação, Materialidade, Formaconteúdo, Mediação cultural, Patrimônio cultural e Saberes estéticos e culturais.
( ) Mesmo ampliando as conexões dentro do ensino de Arte, a “Proposta cartográfica de territórios da arte&cultura” ainda mantém suas bases fincadas exclusivamente na Abordagem triangular de Ana Mae Barbosa, ao incorporar seus eixos na forma dos territórios “Mediação cultural” (Leitura), “Saberes estéticos e culturais” (Contextualização) e “Processo de criação” (Produzir).
( ) Ao elaborar a "Proposta cartográfica de territórios da arte&cultura", Martins, Picosque e Guerra se fundamentaram no conceito de rizoma proposto por Deleuze e Guattari, que sugere a construção do pensamento por meio de ligações com diversos conteúdos não hierarquizados.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Leia, com atenção, o texto a seguir:
“Símbolo de identidade, memória e expressão cultural, os grafismos indígenas carregam histórias e pertencimento étnico. As pinturas tradicionais são caracterizadas por linhas e formas geométricas, que podem ser aplicadas em diferentes objetos e, também, usada como pintura corporal” (Projeto Seta, 2025, grifo do autor).
IDENTIDADE ancestral e resistência: saiba mais sobre os grafismos indígenas. Projeto Seta, Rio de Janeiro, 2025. Disponível em: https://projetoseta.org.br/noticia/identidade-ancestral-e-resistencia-saiba-mais-sobre-os-grafismos-indigenas/#:~:text=1:%20Qual%20o%20significado%20 dos,resist%C3%AAncia%20de%20cada%20um%20deles. Acesso em: 03 fev. 2026.
Sobre os grafismos indígenas, assinale a alternativa CORRETA:
( ) A arte indígena brasileira vem passando por um processo de superação de visões estereotipadas, impulsionada pelo afastamento que alguns artistas contemporâneos estabelecem em relação às suas tradições.
( ) A exaltação da ancestralidade, o fortalecimento da identidade, a defesa do meio ambiente, a demarcação de terras e a denúncia da colonização são alguns dos temas abordados na arte indígena contemporânea brasileira.
( ) A arte indígena contemporânea brasileira inserese nos pensamentos contracoloniais e descoloniais, por meio de ações voltadas para a preservação de estilos de vida próprios, fundamentados na ancestralidade, compartilhamento e coletividade.
( ) A ideia de que as produções de um artista indígena representem todos os povos nativos do Brasil constitui um equívoco, ainda que estejam inseridas em um contexto de lutas coletivas.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.
RICHTER, Ivone Mendes. Interculturalidade e Estética do Cotidiano no ensino das Artes Visuais. 2000. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2000.
Considerando o conceito de macroestética e microestética, discutido nessa metodologia, identifique a afirmativa CORRETA:
SILVA, Everson Melquiades Araújo; ARAÚJO, Clarissa Martins de. Tendências e concepções do ensino de arte na educação escolar brasileira: um estudo a partir da trajetória histórica e sócio-epistemológica da arte/ educação. In: 30ª REUNIÃO ANUAL DA ANPED, 2007, Caxambú, MG. GE01 – Educação e Arte [...]. [S. l.: s. n.], 2007.
Sobre a última classificação, apresentada por Silva e Araújo, a saber, a tendência pós-modernista ou pós-moderna, é CORRETO afirmar que:
Frans Kracberg (1921 – 2017) denuncia a destruição da natureza ao transformar restos da devastação em esculturas monumentais, convidando o público à reflexão crítica sobre os modelos de desenvolvimento, consumo e exploração que ameaçam a vida no planeta.
Analise os itens a seguir e julgue (V) para alternativas VERDADEIRAS e (F) para a alternativas FALSAS:
( ) O trabalho de Krajcberg não busca representar a paisagem, mas incorporar os vestígios reais da devastação ambiental, transformando-os em linguagem artística.
( ) Ao transformar resíduos da destruição em obras de arte, o artista realiza uma forma de transmutação poética e política da matéria, convertendo ruína em denúncia e devastação em consciência crítica.
( ) Frans desenvolveu uma importante produção através das instalações artísticas, land art e intervenções, não se interessando por qualquer linguagem artística que utilizasse tecnologia, fortalecendo assim sua crítica ao desenvolvimento humano em detrimento da destruição da natureza.
( ) Apesar de sua atuação constante da arte ecológica, Frans Krajcberg não pode ser considerado um ativista, pois suas obras não fi zeram parte do mercado artístico, dificultando sua circulação e relação com o público.
Assinale a sequência CORRETA:
“A obra de arte se apresenta como um interstício social, no interior do qual se elaboram relações humanas que escapam às formas hegemônicas de troca.”
BOURRIAUD, Nicolas. Estética relacional. São Paulo: Martins, 2009.
Partindo dessa análise sobre a arte contemporânea, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com esse pensamento:
DANTO, Arthur C. Após o fim da arte: a arte contemporânea e os limites da história. Trad. Saulo Krieger. São Paulo: Odysseus Editora; EDUSP, 2006.
A partir das reflexões sobre arte contemporânea, seus desafios e subjetivações, leia os itens a seguir:
I. Com o surgimento da arte contemporânea, intensificam-se as reflexões sobre o que pode ser considerado arte, enfraquecendo as narrativas dominantes que anteriormente orientavam as produções artísticas.
II. Pós década de 60, com a arte conceitual, o objeto de arte por si só tem a autonomia de se definir como arte ou não, através de sua materialidade e função, sem depender dos conceitos ou críticas que o circundam.
III – A arte contemporânea é posta em risco quando surgem conceitos, como o fim da arte, prevendo que, no futuro, não haverá mais proposições artísticas verdadeiras.
IV- O fim da arte, discutido por alguns teóricos contemporâneos, diz respeito a uma narrativa em que a arte caminha para uma autoconsciência de sua própria natureza, chegando ao fim somente as narrativas dominantes que antes a controlavam.
Assinale a alternativa em que todos os itens VERDADEIROS foram apontados
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) afirma que o patrimônio cultural brasileiro é constituído por bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, que são portadores de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/. Acesso em: 04 fev. 2026).
Assinale, a seguir, a única alternativa VERDADEIRA:
Com o advento das tecnologias, a arte toma uma proporção ampliada, sem limites claros quanto a sua reprodução, expansão e acesso ao público. Com o surgimento da fotografia e das tecnologias audiovisuais, houve uma aceleração constante da produção artística, aproximando-a do público em massa.
Walter Benjamin ( 2018), em "A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica", nos convida a refletir sobre o declínio do conceito de “aura” que anteriormente acompanhava as obras e as definia como únicas, ligada a um valor ritual, espiritual e tradicional.
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Tradução: Gabriel Valladão Silva. Porto Alegre:2018.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a única VERDADEIRA:
Nesse contexto, assinale a única alternativa que NÃO condiz com o pensamento de Rancière sobre a emancipação do espectador na contemporaneidade:
Ailton Krenak apresenta, em seu livro, “Ideias para adiar o fim do mundo” (2017), parte da cosmovisão indígena Krenak, em diálogo com outras vivências indígenas. Em certo trecho do livro ele afirma: “Eu não percebo onde tem alguma coisa que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza”.
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017).
Considerando a reflexão proposta pelo pensador e a mediação das obras a partir dessa cosmovisão, julgue os itens VERDADEIROS (V) ou FALSOS (F).
( ) As comunidades indígenas brasileiras, historicamente, apresentam-se como protetoras da Terra. Desse modo, a representação da natureza em suas obras supera uma simples mimese da realidade, e apresenta uma ligação ancestral. Logo, esta perspectiva tem que ser considerada em práticas arte-educativas.
( ) A cosmovisão indígena é muito ampla, apresentando diversas entidades e simbologias as quais não fazem parte do ideário cotidiano. Desse modo, em práticas arte-educativas, é melhor vivenciar somente a contemplação/fruição, considerando a dificuldade de compreender essa produção não contemporânea.
( ) Os povos indígenas possuem um grande corpo de produções artísticas que representam essas cosmovisões, contudo, devido à sua diversidade cultural, é indicado somente tratar sobre essas obras na presença de pessoas indígenas. Desse modo, o momento indicado é na semana dos povos indígenas.
( ) A cosmovisão indígena é muito rica e diversa, formada por diversas cosmovisões. Desse modo, é importante buscar diálogos com os povos indígenas nos quais essas obras se originam, respeitando os seus saberes, mas isso não deve ser um empecilho para práticas arte-educativas durante diversos períodos do ano.
Assinale a alternativa cuja sequência aparece CORRETA:
Leia com atenção os textos a seguir:
“A colonização é uma engenharia de destroçar gente, a descolonização, não somente como conceito, mas enquanto prática social e luta revolucionária, deve ser uma ação inventora de novos seres e de reencantamento do mundo”.
RUFINO, Luiz. Pedagogia das Encruzilhadas. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2019.
AmarElo
“Por fim, permita que eu fale
Não as minhas cicatrizes
Achar que essas mazelas me definem
É o pior dos crimes
É dar o troféu pro nosso algoz e fazer nóis sumir,
aí”
Emicida, 2019.
De acordo com os trechos citados acima, em diálogo com uma perspectiva contracolonial ou descolonial, julgue as afirmativas.
I. A arte e a cultura afrobrasileira são de grande importância para nossa constituição enquanto nação, porém, muitas vezes, artistas que tratam dessa temática são menos discutidos ou estigmatizados pela sua produção, resumidos a uma temática ou período histórico.
II. Uma ótica descolonial da discussão artística é superar o ideário de que a arte e a cultura afrobrasileira se restrinjam somente à temática escravidão, reconhecendo outros momentos históricos e as tecnologias culturais que decorrem dessa produção poética.
III. O colonialismo reforça a estigmatização e simplifi cações do colonizado. Ao olhar eurocentrado, a arte afrobrasileira se resume a um grupo homogêneo de produções, quando, na prática, reconhecemos uma diversidade de saberes e vivências negras que devem ser valorizadas.
IV. Uma resposta contracolonial à discussão da arte afrobrasileira é reforçar o período escravocrata e seu impacto na produção poética, sendo ele um dos maiores motores temáticos dessa produção. Logo, uma discussão afrocentrada deve partir desse contexto.
Assinale a alternativa CORRETA:
Antônio Bispo dos Santos, quilombola piauiense mais conhecido como Nego Bispo, apresenta o conceito de contracolonialismo. Embora se assemelhe a outros conceitos, como descolonial, ele se difere no sentido conceitual e político associado ao termo.
Considerando o conceito de contracolonial e/ ou descolonial no ensino de arte afrobrasileira, assinale a alternativa em que reconhecemos a aplicação coerente de pelo menos uma dessas perspectivas teóricas:
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Dossiê para o reconhecimento da Arte Santeira em madeira do Piauí e da Igreja Nossa Senhora de Lourdes e acervo (Teresina/PI). Brasília, DF: IPHAN, 2022. Disponível em: https://bcr.iphan.gov.br/wp-content/uploads/tainacanitems/65968/104128/SEI_01450.004866_2008_10.pdf. Acesso em: 31 jan. 2026.
Essa publicação aponta uma prática representativa que não se limita à imagética colonial, mas à apropriação da cultura popular piauiense sobre esses códigos. Em respeito às características visuais e/ou culturais da Arte Santeira, é CORRETO afirmar que:
Considere o texto abaixo:
“Assim, os entraves a que as mulheres participassem nas ’artes maiores’ contrastavam com o incentivo a que se dedicassem às ‘artes menores’, compreendendo nelas todas as formas de produção artística onde não se considerava tão necessário o uso do intelecto, da imaginação, da invenção e da originalidade. Ao longo deste período, as denominadas artes menores, quer praticadas de forma profissional, quer no interior dos lares, foram caracterizadas como sendo ‘artes femininas’. Num círculo vicioso de atribuição de valores, o facto de estas artes ocuparem um lugar inferior nas hierarquias artísticas fez com que as mulheres nunca fossem impedidas de as praticar; por outro lado, o facto de serem identificadas como lavores femininos também contribuiu para a sua desvalorização. Ou seja, quando a prática artística das mulheres não era excluída, tendia a ser inferiorizada” (Vicente, 2012, p. 27)
VICENTE, Felipa Lowndes. A arte sem história: Mulheres e cultura artística (Séculos XVI - XX). Lisboa: Athenas, 2012.
Sobre a temática mulheres e cultura artística, julgue (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO:
( ) Historicamente, temos um grande número de mulheres artistas; diversos são os autores que discutem a respeito da temática, um deles é Ernst Gombrich, o qual dedica em seu livro “A história da Arte” um capítulo sobre o assunto.
( ) Ao tratarmos sobre a história das mulheres na Arte, vemos uma grande lacuna histórica, devido a diversos fatores de gênero. Quando não era negado o acesso a uma formação em arte, era não classifi cada como Belas-Artes.
( ) No sentido histórico, ao tratarmos sobre a história das mulheres na arte, grande parte dos autores focou na compreensão cisgênera do conceito de mulher, contudo, em uma ótica contemporânea, esse conceito é ampliado, compreendendo o papel da mulher trans no fazer poético feminista.
( ) Uma das discussões praticadas na ótica revisionista feminista é retomar nomes e artistas apagadas da história da Arte, pois, mesmo as artistas reconhecidas em vida, por vezes, deixaram de ser estudadas ou são menos citadas na história da arte.
Assinale a alternativa CORRETA:
Tendo em vista a necessidade de melhorar a preservação dos patrimônios artísticos em locais, como Oeiras, Serra da Capivara e o Centro de Teresina, que são parte do cotidiano da comunidade escolar do IFPI. Uma forma de melhorar este processo consistem em:
I. Frans Krajcberg utilizava troncos e raízes de árvores calcinadas por queimadas para criar esculturas que servem como um grito de denúncia contra a destruição das florestas brasileiras.
II. Robert Smithson, ao criar a 'Spiral Jetty', na década de 70, focou exclusivamente na sustentabilidade e na recuperação biológica desconsiderando intenções de alterar o espaço geológico.
III. O artista brasileiro Jaider Esbell, em suas obras, frequentemente utiliza os conceitos de sua cultura autossustentável para promover uma refl exão sobre a conexão espiritual e física entre o ser humano e a natureza.
IV. O Monumento Mínimo de Néle Azevedo expõe a fragilidade da vida diante do aquecimento global. As figuras derretidas humanizam a crise climática e clamam pelo cuidado com a Terra; seu caráter efêmero é um alerta sobre a urgência da responsabilidade ambiental coletiva.
V. O artista Jaime Prades demonstra uma postura inusitada ao criar pinturas, grafites e instalações com foco na sustentabilidade, utilizando apenas os materiais tradicionais apesar de fazer o público repensar o desperdício e a relação com a natureza.
A correlação na ordem apresentada de afirmações verdadeiras e falsas está CORRETA em:
Considerando esse contexto, associe os nomes dos artistas a suas produções:
1. Tarsila do Amaral
2. Anita Malfatti
3. Candido Portinari
4. Di Cavalcanti
( ) Com a série Retirantes, utiliza uma estética expressionista para denunciar a miséria, a fome e o êxodo rural decorrentes das secas no Nordeste, elevando a dor do sertanejo ao status de tragédia universal.
( ) Em sua fase social, exemplificada pela obra Operários rompeu com o subjetivismo antropofágico para retratar a industrialização e a diversidade étnica da massa trabalhadora brasileira, evidenciando o cansaço e a despersonalização do indivíduo na fábrica.
( ) Diferente da elite, focou sua obra na representação das classes populares, mulatas, operários e a vida boêmia dos subúrbios, buscando uma estética que fosse brasileira sem ser folclórica.
( ) Em obras, como A Mulher de Cabelos Verdes, seus retratos de tipos populares, deu dignidade e protagonismo a figuras que a arte acadêmica ignorava, focando na expressividade psicológica em vez da beleza clássica.
Assinale a sequência que expressa a ordem CORRETA das alternativas: