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Q1043967 Artes Plásticas
Fonterrada (2008) aponta para uma teoria no período barroco que concebia a música como análoga à retórica, isto é, à “arte do bem falar”. A estreita relação entre música e palavra propiciava ao emprego de recursos da retórica na composição musical. Essa teoria era denominada
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Q1043966 Artes Plásticas
Para Fonterrada (2008), a noção de “Obra de Arte Total” (Gesamtkunstwerke), forma de arte em que a música, a poesia e as outras artes se juntam colaborando umas com as outras na composição da unidade, foi uma criação de
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Q1043965 Educação Artística
Para Costa (2004), o desenvolvimento dos meios de comunicação de massa e da indústria cultural colocaram a arte diante de uma situação nova. Segundo a autora, transformaram-se seus conceitos, empresários adquiriram maior importância, a obra tornou-se reproduzível, os artistas tiveram que pensar em amplos públicos e o ritmo de transformações do gosto adquiriu maior velocidade. A arte, à medida que se integra aos meios de comunicação de massa, acaba submetendo-se a condições próprias de seus veículos. Em última instância, para a autora, o resultado disso é
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Q1043964 Artes Plásticas
Segundo Costa (2004, Adaptado), do ponto de vista desta estética, uma “manifestação artística era tanto mais bela quanto permitisse ao homem desligar-se da natureza através de uma emoção essencialmente mística. Em razão disso, a música e a arquitetura foram consideradas suas atividades mais nobres”.
Para a autora, trata-se da caracterização da estética
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Q1043963 Educação Artística

Observe a ilustração.

Imagem associada para resolução da questão


Por meio dessa ilustração, Guernica (1937) traz a ideia do repúdio aos horrores de uma guerra específica. Uma pessoa que não conheça as intenções conscientes de seu autor pode ver Guernica e sentir ou não impactos marcados pela intenção do artista; pode sentir outros gerados pela relação entre as imagens da obra e os dados de sua experiência pessoal, como o adolescente que, vendo essa imagem, a relaciona a uma explosão nuclear.

(PCN: Arte, 1998)


Seu autor é

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Q1043961 Artes Cênicas
O sistema de jogos teatrais, difundido a partir dos anos 1960, enfatizava a dimensão improvisacional do fazer teatral e destacou a importância das interações intersubjetivas na construção do sentido da representação cênica e na apropriação de algumas convenções teatrais. Seu criador foi
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Q1043960 Artes Cênicas
“Consiste em atuar representando papéis em lugares públicos, sem que haja conhecimento prévio das pessoas que lá se encontram de que se trata de uma atuação teatral. É a proposição mais radical e polêmica de Boal, contestada por muitos estudiosos do teatro – que não a consideram válida por entenderem que ela prescinde do acordo indispensável entre espectador e público que funda e justifica o ato teatral. Polêmica à parte, essa modalidade se revelou muito eficaz na conscientização, mobilização e agitação pública.” (Japiassú, 2001)
Essa modalidade, proposta por Augusto Boal, é denominada
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Q1043959 Artes Cênicas
Inicialmente dedicado à pesquisa cênica com o objetivo de renovacão da linguagem teatral, J. L. Moreno questionava a tradição ocidental das convenções teatrais e terminou por descobrir o valor terapêutico do teatro na cura de distúrbios do comportamento.
A descrição, de Japiassú (2001), define o
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Q1043958 Educação Artística
Para Barbosa (A imagem no ensino da Arte: anos 1980 e novos tempos, 2012), a proposta de Edmund Feldman para a apreensão da linguagem da arte implica em desenvolver técnica, crítica e criação. Na teoria desse autor, o desenvolvimento crítico para a arte é o fundamento. Para ele, a capacidade crítica desenvolve-se por meio do ato de ver, associado a princípios estéticos, éticos e históricos, ao logo de quatro processos, distinguíveis mas interligados: prestar atenção ao que vê, descrição; observar o comportamento do que se vê, análise; dar significado à obra de arte; interpretação. O quarto processo é
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Q1043957 Educação Artística
Costa (2004) aponta para o diferencial dos recursos eletrônicos na produção artística desde o século XX. Entre eles, as criações poéticas eletrônicas feitas ao mesmo tempo de textos e de imagens denominadas
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Q1043956 Educação Artística
A noção, desenvolvida por Umberto Eco, de que “se é o artista quem imprime uma série de significados em seu trabalho, e se é a obra que os porta e exibe, é no observador que ela finalmente se fecha. O universo de significados e de possibilidades criado pelos artistas adquire enfim um certo sentido. Mas essa obra continuará portando esses possíveis significados até o próximo observador”. (Costa, 2004. Adaptado)
O excerto refere-se à noção de
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Q1043955 Educação Artística
Bredariolli (In: Barbosa & Cunha, 2010) aponta as concepções de Ana Mae Barbosa sobre o predomínio das imagens sobre o conhecimento informal, que é adquirido sem qualquer discernimento, indicando para a necessidade de alfabetização para a leitura de imagem, provável caminho para sua democratização. Segundo Bredariolli, essa alfabetização realiza-se pelo exercício de leitura como análise crítica articulada ao contexto, caminho para um olhar ativo sobre o mundo e suas imagens. Essa concepção de leitura tem como origem a noção de leitura presente em
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Q1043954 Educação Artística
Segundo Barbosa, A imagem no ensino da Arte: anos 1980 e novos tempos, 2012, no início da década de 1970, paralelo ao ensino para a formação de professores na universidade, havia o Movimento das Escolinhas de Arte, com atuação desde 1948. Seu objetivo era
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Q1030153 Educação Artística

O termo “apreciação” costuma ser utilizado na arte educação como processo ou ato de designar e decodificar a obra de arte. De acordo com a Abordagem triangular de Ana Mae Barbosa, o termo “leitura” de obra de arte seria mais preciso que o anterior evitando, desta maneira, possíveis erros interpretativos. 


Ante os argumentos de Barbosa a favor da substituição da nomenclatura “Apreciação” por “Leitura”, é INCORRETO afirmar: 

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Q1030152 Artes Plásticas

Considere a correspondência abaixo.


"Rio de Janeiro, 12 de abril de 1926


Caro Mário


Atualmente estou escrevendo coisas que te vão interessar muito (...). "Escrevi uma longa série de 20 peças cujas formas e processos novos dei o nome de Cirandas. São todas para piano ou pequena orquestra; e por fim, uma outra série para canto e piano, intitulada Serestas. (...)


A partir dos dados apresentados na carta, o nome do remetente e o movimento artístico que ambos fizeram parte são: 

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Q1030151 Educação Artística

A Base Nacional Curricular Comum − BNCC centraliza o componente curricular de artes voltado para o ensino fundamental nas linguagens de artes visuais, dança, teatro e música. Tal documento propõe que a abordagem das quatro linguagens citadas articule de maneira indissociável e simultânea às seguintes dimensões do conhecimento: criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão.


Dentro desse contexto é possível compreender a dimensão “expressão” como: 

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Q1030149 Educação Artística
O ensino de arte na escola, quando abordado de maneira intercultural, possibilita uma educação na qual são valorizadas as seguintes características: 
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Q1030148 Educação Artística

O conhecimento dos outros sujeitos do processo, os alunos, não deve se restringir às questões psicológicas. Como indivíduos, eles fazem parte de segmentos culturais diferenciados, com seus códigos e articulações particulares que precisam ser localizados e respeitados. Trabalhar com a alternância de valores culturais e sociais é um exercício salutar e democrático. Aprendemos também com Paulo Freire que a hegemonia cultural é uma arma que deve ser conhecida para ser combatida e desmascarada tanto quanto possível.


(Adaptado de: COUTINHO, Rejane. A formação de Professores de Arte)


O conceito de “hegemonia cultural” a que se refere Coutinho se relaciona com a atuação do professor de artes como um tipo de dominação  

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Q1030147 Educação Artística

E é esse programa inicial que funda o pensamento e a prática das “vanguardas” dos anos 1920: suprimir a arte enquanto atividade separada, devolvê-la ao trabalho, isto é, à vida que elabora seu próprio sentido.


(Adaptado de: RANCIÈRE, Jaques. A partilha do sensível: estética e política)


Considerando o excerto acima, são exemplos de vanguardas dos anos 1920:

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Q1030146 Educação Artística

Essa artista possui um talento vigoroso, fora do comum. Poucas vezes, através de uma obra torcida em má direção, se notam tantas e tão preciosas qualidades latentes. Percebe-se, de qualquer daqueles quadrinhos, como a sua autora é independente, como é original, como é inventiva, em que alto grau possui umas tantas qualidades inatas, das mais fecundas na construção duma sólida individualidade artística.


Entretanto, seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna, penetrou nos domínios de um impressionismo discutibilíssimo, e pôs todo o seu talento a serviço duma nova espécie de caricatura.


O trecho acima pertence à crítica “Paranóia ou mistificação”, publicada em O Estado de São Paulo em 20/12/1917, escrita por Monteiro Lobato.


A artista autora da exposição à que a crítica se refere é:  

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Respostas
12461: D
12462: B
12463: E
12464: C
12465: E
12466: C
12467: B
12468: A
12469: E
12470: D
12471: C
12472: C
12473: D
12474: A
12475: B
12476: E
12477: E
12478: C
12479: D
12480: B