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I. O conhecimento técnico-científico da Psicologia não dispensa o respeito à singularidade da pessoa. É preciso dar voz à pessoa adoecida e escutar como ela dimensiona seu processo saúde-doença.
II. Existem políticas públicas que requerem diagnóstico para a pessoa ter acesso a direitos.
III. Patologia e diagnóstico não são questões circunstanciais e multifatoriais.
IV. Diagnóstico de doenças graves e com urgência de iniciar tratamento medicamentoso deve ser informado de forma clara e direta, sem precisar de avaliação sobre o suporte emocional da pessoa adoecida ou de sua família.
A análise do processo saúde-doença implica olhar
o sujeito considerando algumas dimensões.
Nessa perspectiva, é correto afirmar que
I. No transtorno fóbico, o objeto ou situação fóbica quase invariavelmente provocam uma resposta imediata de medo ou ansiedade.
II. Na esquizofrenia, a perturbação não pode ser atribuída aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou a outra condição médica.
III. No transtorno psicótico devido a outra condição médica, a perturbação não ocorre exclusivamente durante o curso de delirium.
I. O relatório psicológico não corresponde à descrição literal das sessões, atendimento ou acolhimento realizado, salvo quando tal descrição se justifica tecnicamente. Esse relatório deve explicitar a demanda, os procedimentos e o raciocínio técnico-científico da(o) profissional, bem como suas conclusões e/ou recomendações.
II. Nos casos em que a(o) psicóloga(o) atue em equipes multiprofissionais, e havendo solicitação de um documento decorrente da avaliação, o laudo psicológico ou informações decorrentes da avaliação psicológica poderão compor um documento único.
III. O resultado do parecer psicológico precisa ser conclusivo.
Encontrei hoje em ruas, separadamente, dois amigos meus que se haviam zangado. Cada um me contou a narrativa de por que se haviam zangado. Cada um me disse a verdade. Cada um me contou as suas razões. Ambos tinham razão. Ambos tinham toda a razão. Não era que um via uma coisa e outro, outra, ou um via um lado das coisas e outro, um lado diferente. Não: cada um via as coisas exatamente como se haviam passado, cada um as via com um critério idêntico ao do outro. Mas cada um via uma coisa diferente, e cada um, portanto, tinha razão. Fiquei confuso desta dupla existência da verdade.
Qual a ideia central do excerto, considerando as funções de um mediador de conflitos?
• Processo que envolve sofrimento psíquico de origem social, política e/ou escolar que é interpretado como problema de origem biológica e médica.
Conforme Benedetti et al. (2018), essa é a definição de qual conceito?
Silvia Lane, ao se referir às teorias de grupo, opta por nomear esse dispositivo de Processo Grupal, devido ao seu movimento e desenvolvimento. Essa revisão crítica permitiu levantarmos algumas premissas para conhecer o grupo, ou seja: 1) o significado da existência e da ação grupal só pode ser encontrado dentro de uma perspectiva histórica que considere a sua inserção na sociedade, com suas determinações econômicas, institucionais e ideológicas; 2) o próprio grupo só poderá ser conhecido enquanto um processo histórico, e nesse sentido talvez fosse mais correto falarmos em processo grupal, em vez de grupo. LANE, S. & CODO, W. (Orgs.) Psicologia Social: O homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1986.
Considerando a citação acima, quais cuidados precisam ser considerados ao se trabalhar com protocolos de intervenção em grupo?
Observe a imagem a seguir.

Disponível em:<https://www.google.com/search?q=ataques+escolas&sxsrf=APwXEdcSN4
b3WhAurVmXlzVaIKJ_fHATig:1681584021658&source=lnms&sa=X&ved=2ah
UKEwi7hZXSxKzAhXfq5UCHfzDB1MQ_AUoAHoECAEQAg&biw=1280&bih=577&dpr=1.5 >. Acesso em 15 abr. 2023.
Por que, diante dos recentes casos de ataques às escolas,
recomendou-se às mídias e aos canais de comunicação não
propagar imagens e dados dos agressores?
Perguntar por sofrimento e por felicidade no estudo da exclusão é superar a concepção de que a preocupação do pobre é unicamente a sobrevivência e que não tem justificativa trabalhar a emoção quando se passa fome. Epistemologicamente, significa colocar no centro das reflexões sobre exclusão, a ideia de humanidade e como temática o sujeito e a maneira como se relaciona com o social (família, trabalho, lazer e sociedade), de forma que, ao falar de exclusão, fala-se sobre desejo, temporalidade e de afetividade, ao mesmo tempo que de poder, de economia e de direitos sociais.
BADER, S. (Org.) As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da exclusão. Petrópolis: Vozes, 2002.
Qual é a importância da dimensão do sofrimento ético-político nas discussões sobre exclusão/marginalização social?