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A condição mental de um indivíduo não se conecta diretamente com seu estado físico, especialmente em idosos. Portanto, enfermidades degenerativas não constituem uma ameaça para a saúde mental do idoso, contanto que ele receba o suporte apropriado de um grupo de profissionais da saúde especializados.
O plantão psicológico, é um espaço de acolhimento e escuta para qualquer pessoa, abordando questões emergentes. Não limita temas e destina-se a atendimentos emergenciais, como crises, tomadas de decisão, luto, sem configurar um processo psicoterapêutico. Se necessário, encaminha-se para profissionais terapeutas.
O psicodiagnóstico representa uma forma de avaliação psicológica que visa a analisar os sintomas, hábitos e comportamentos dos pacientes, buscando uma compreensão aprofundada e estudo detalhado para identificar possíveis diagnósticos psicológicos. Nesse processo, é empregada a aplicação de diferentes testes, com o intuito de fornecer uma análise abrangente do estado psicológico do indivíduo.
O Aconselhamento Psicológico visa a facilitar as escolhas do paciente em decisões relacionadas à profissão, família e relacionamento, consistindo em dar conselhos. Há diversidade nos casos, desde aqueles que buscam apenas conversar até aqueles com quadros graves, que podem ser encaminhados para psicoterapia.
Os pacientes que apresentam picafagia têm uma tendência a ingerir materiais atóxicos, como papel, argila, terra, cabelo, giz, barbante ou lã. Em crianças com menos de 2 anos, esse comportamento não é considerado inadequado para o desenvolvimento, pois é comum que crianças nessa faixa etária ingiram uma variedade de objetos. A picafagia é mais prevalente durante a gestação.
Existem diferentes subtipos de transtorno bipolar, cada um com características distintas que influenciam o tratamento: 1. Tipo I: Caracterizado por episódios maníacos e hipomaníacos, o que exige abordagens específicas no tratamento. 2. Tipo II: Caracterizado por episódios de hipomania, com sintomas maníacos mais amenos e a ausência de episódios de mania. O diagnóstico desse tipo pode ser desafiador, demandando considerações específicas no tratamento. 3. Ciclotimia: Caracterizada por períodos de sintomas de hipomania e depressão leve, sem intensidade suficiente para diagnóstico de episódios hipomaníacos ou depressivos. O tratamento deve considerar essa variabilidade de sintomas. 4. Outro transtorno bipolar e transtorno relacionado especificado ou não especificado: Quando os sintomas não atendem aos critérios para o diagnóstico de transtorno bipolar, podem ser enquadrados nesses diagnósticos mais amplos.
Estudos demonstram que, para que meninas desenvolvam o Transtorno do Espectro Autista (TEA), é necessário uma carga genética mais significativa ou variantes genéticas com impactos mais severos em comparação aos meninos. Essa constatação contribui para a compreensão da discrepância na prevalência do TEA entre os gêneros, observando-se que atualmente existem aproximadamente 3 a 4 vezes mais diagnósticos de autismo em meninos do que em meninas.
Pessoas com deficiência enfrentam desafios mínimos no cotidiano. A acessibilidade a serviços básicos, esferas sociais e ambientes é universal, eliminando estigmas. Portanto, a saúde mental dessas pessoas é menos suscetível à deterioração, não havendo correlação significativa entre deficiência e ansiedade, preocupação, desânimo, estresse ou limitações ambientais.
A inserção do psicólogo na saúde pública não tem passado por modificações ao longo dos anos. A psicologia sempre teve uma presença consolidada nesse contexto, desde os primórdios do sistema de saúde no Brasil. A inserção da psicologia na saúde pública não foi influenciada por transformações no sistema de saúde ou pelo crescimento da profissão no país. Além disso, a saúde mental nunca foi percebida como um fator crucial de cuidado.
O encontro grupal supera o desamparo, oferecendo identificação e apoio emocional. Os grupos de ajuda-mútua, alinhados à psicanálise, adotam padrões técnicos individuais, utilizando a fala como ferramenta. O psicanalista interpreta conteúdos individuais e dinâmicas grupais, ampliando a abordagem para o contexto coletivo.
O transtorno bipolar, embora difícil de ser identificado, inicia-se geralmente na infância e pode manifestar-se simultaneamente com outros problemas, como abuso de substâncias e comportamento irregular na escola. A presença de hipomania pode ser considerada como um sinal precoce da doença, levando a pessoa a experimentar pensamentos grandiosos, ideias e comportamentos impulsivos.
O trabalho psicopedagógico, sendo terapêutico e centrado na aprendizagem, não se configura como reeducativo. Ele se destina apenas ao público das crianças, contribuindo para a evolução da humanidade. É evidente que a Psicopedagogia desempenha um papel crucial no atual contexto educacional ao facilitar a inserção e manutenção de alunos com necessidades educativas especiais (NEE) no ensino regular, promovendo a prática comumente denominada inclusão.
Os transtornos de saúde mental induzidos por substâncias são alterações mentais resultantes do uso ou abstinência de substâncias, assemelhando-se a transtornos psiquiátricos como depressão, psicose ou ansiedade. Para serem considerados induzidos por substâncias, é necessário o conhecimento prévio de que a substância pode causar o transtorno. As substâncias abrangem categorias como álcool, ansiolíticos, cafeína, canabis, alucinógenos, inalantes, opioides, estimulantes, tabaco e outras. Além dessas, diversas substâncias, como anticolinérgicos e corticosteroides, podem provocar transtornos de saúde mental.
De acordo com o DSM-IV, as desordens intelectuais eram agrupadas sob a denominação de Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), englobando condições como Autismo, Síndrome de Rett, Síndrome de Asperger, Síndrome de Heller, entre outras. Contudo, com a introdução do DSM-V, todas essas condições foram consolidadas sob a categoria Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo a única diferenciação realizada em termos de graus de severidade, a saber, leve, moderado e severo.
Na Idade Média, ocorreu um retorno ao pensamento mágico-religioso, com a ascensão da Igreja Católica, que associava saúde e doença a punições divinas por pecados. A cura envolvia penitências e exorcismos. Indivíduos discordantes sofriam perseguição. A proliferação de doenças, como a Peste Negra, marcou esse período.
No transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), a obsessão refere-se a pensamentos, ideias e imagens intrusivos que persistem involuntariamente, assemelhando-se a um disco riscado. Para aliviar a ansiedade causada por esses pensamentos, indivíduos realizam rituais compulsivos, seguindo regras rígidas. Alguns temem consequências negativas se não seguir os rituais. Contudo, a prática compulsiva pode agravar os pensamentos obsessivos, tornando-se um obstáculo para a rotina diária e afetando a vida familiar. Os rituais, relacionados à limpeza, checagem, contagem, organização, simetria e colecionismo, podem evoluir ao longo da doença.
A Lei 8.080/90 define que o conjunto de ações e serviços de saúde prestados por órgãos e instituições públicas da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público constitui o Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa privada não pode participar do SUS em caráter complementar.
Na Avaliação Psicológica, o profissional utiliza métodos e instrumentos a fim de realizar a coleta de dados, estudo e interpretação das informações obtidas. Além disso, busca compreender as relações entre os fenômenos psíquicos, o indivíduo e a sociedade. Os principais instrumentos de Avaliação Psicológica são: Entrevista Psicológica, Testes Psicológicos.
Os sintomas da esquizofrenia variam entre os tipos e de pessoa para pessoa, não havendo um sintoma específico para esse transtorno. Os principais incluem delírios, alucinações, pensamento desorganizado, anormalidades no movimento (como catatonismo), alterações comportamentais (surto psicótico, agressividade), sintomas negativos (perda da vontade, isolamento), falta de atenção, alterações na memória e dificuldades de aprendizado.
Quando uma criança ultrapassa os 2 anos de idade, é comum observar sua familiaridade com atividades e brincadeiras, bem como o reconhecimento das pessoas em seu convívio. Na vida escolar, ela pode manifestar suas habilidades psicomotoras e pedagógicas. Contudo, a falta de interesse nas atividades em sala de aula, pouca interação com colegas e professores, dificuldades na coordenação motora, na identificação de letras, no desenvolvimento da fala e na adaptação a diferentes ambientes, bem como a perda ou esquecimento de habilidades previamente adquiridas, podem ser sinais indicativos de desafios ou dificuldades que requerem atenção e avaliação mais aprofundada.