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Aguiar, In: Mazorra e Tinoco (2005), compilou as contribuições de diversos autores que formularam orientações no sentido de favorecer a abordagem de crianças em fase final de vida, com o propósito de ajudá-las a expressarem suas fantasias, diluindo seus temores.
Um dos pontos destacados por essa autora é o de
João e Miguel, ambos com oito anos, foram diagnosticados com câncer há um ano, e se tornaram amigos durante os vários meses que permaneceram internados para tratamento na mesma enfermaria. Em função do agravamento de sua condição, Miguel faleceu, e João ficou muito abalado.
Torlai, In: Mazorra e Tinoco (2005), enfatiza que a melhor maneira de possibilitar que João elabore o luto pelo falecimento de Miguel é
A Resolução No 005/2007, do Conselho Regional de Psicologia da 8a Região, estabelece as normas para preenchimento de prontuários pelos psicólogos dos serviços de saúde.
De acordo com essa Resolução,
Kovács (2003) discute as implicações de se manter tratamentos invasivos em pacientes sem possibilidade de recuperação, situação que condena essas pessoas a uma morte lenta, ansiosa e sofrida.
Essa atitude, como destaca a autora, é conhecida como
Kovács (2003) afirma que um dos assuntos mais críticos para os profissionais de saúde, e para os familiares de pacientes que descobrem que têm uma doença fatal, é quando eles manifestam seu desejo de antecipar o processo de sua morte, para não sofrerem.
A autora enfatiza que, nesses casos, é importante
Entre os pacientes oncológicos, como destaca Kovács, In: Kamers; Marcon e Moretto (2016), podem ser identificadas diferenças nas formas de enfrentamento da situação de adoecimento.
Com relação a essa questão, os profissionais da área de psico-oncologia consideram que
A bioética principialista, como destaca Franco, In: Kamers; Marcon e Moretto (2016), preconiza que se os profissionais de saúde precisarem adotar alguma ação, na qual provoque mal-estar em seus pacientes, que ele seja proporcional aos efeitos benéficos que irá promover.
O texto apresentado enuncia o princípio da
A avaliação psicológica no contexto de saúde, como enfatiza Remor, In: Hutz et al. (2019), pode se valer de vários métodos para coletar dados sobre os vários domínios da vida do paciente.
Segundo o modelo de avaliação biopsicossocial, é correto afirmar que
Dalgalarrondo (2018) descreve que o delírium é um dos distúrbios mais frequentemente identificados em situações de hospitalização e entre pacientes idosos ou com doenças somáticas.
Para o diagnóstico desse quadro, é fundamental identificar-se
Coelho; Barbosa; Lacerda e Amorin, In: D’Alessandro et al. (2023), apresentam as recomendações que devem orientar os profissionais de saúde durante a comunicação em Cuidados Paliativos.
Uma dessas recomendações reforça a importância de
Foi solicitado à psicóloga que atua em uma unidade hospitalar em oncologia a avaliação psicológica da autoimagem e do autoconceito de um adolescente de treze anos em acompanhamento nessa unidade. A equipe de saúde acredita que esses aspectos de sua personalidade estão prejudicando a sua adesão aos tratamentos propostos.
Com esse objetivo, a psicóloga propõe ao adolescente a realização do teste do desenho da casa, da árvore e da pessoa (HTP).
Segundo orientações de Freitas e Cunha, In: Cunha (2008), esses aspectos podem ser avaliados, fundamentalmente,