Questões de Concurso
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Qual(ais) das práticas abaixo é(são) considerada(s) correta(s)?
O código dispõe que todos que atuam na Instituição devem agir dentro dos padrões de conduta que reflitam sua integridade pessoal e profissional, observando e cumprindo as diretrizes e princípios previstos no Código de Conduta e Ética.
Avalie se, por isso, todos devem, entre outras condutas:
I. manter a conformidade com a lei, a transparência, a honestidade, a moralidade, a lealdade, a eficiência, a imparcialidade e a colaboração no ambiente de trabalho;
II. assegurar o respeito no ambiente de trabalho, nas relações, bem como a diversidade e a inclusão, oferecendo-se oportunidades justas e equitativas para todos, independentemente de sua etnia, gênero, orientação sexual, aparência, religião ou opinião;
III. garantir a qualidade dos serviços prestados aos parceiros, atendendo seus usuários com prontidão, respeito e profissionalismo; respeitar o princípio do sigilo profissional da sua área de formação e de atuação;
IV. preservar o meio ambiente e atuar preventivamente em relação aos riscos ambientais, à saúde, à segurança das pessoas, evitando perdas e ações inseguras;
Estão corretas as condutas
Imunizações têm sido uma das principais ferramentas, nas últimas décadas, para controle, eliminação e erradicação de doenças. A vacina da febre amarela está, atualmente, recomendada no Brasil para todas as idades.
Segundo o Ministério da Saúde, ela pode ser aplicada:
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"
O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.
Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.
Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.
Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.
Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.
Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.
No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/
Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"
O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.
Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.
Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.
Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.
Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.
Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.
No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/
Com base no disposto na Lei nº 11.350/2006, é CORRETO afirmar que:
Com base nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I.A educação em saúde fortalece vínculos entre profissionais e usuários, facilitando a adesão a tratamentos e programas de prevenção.
II.A educação em saúde deve envolver comunicação efetiva, respeito às diversidades culturais e sociais e o uso de informações baseadas em evidências.
III.A atuação do ACS é essencial para a tradução do conhecimento técnico em ações práticas no território.
É CORRETO o que se afirma em:
I.Falta de empatia. II.Excesso de paciência. III.Falta de espaço para que o paciente se expresse e exponha as suas dúvidas e receios.
É CORRETO o que se
(__)Ações educativas têm como foco exclusivo a transmissão de informações, sem necessidade de participação ativa da população.
(__)O objetivo principal das ações educativas em saúde é diminuir custos do sistema, não havendo relação com a promoção de autonomia.
(__)Os hábitos culturais da comunidade devem ser ignorados, já que podem atrapalhar a adesão às práticas de saúde recomendadas.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Segundo a Lei nº 11.350/2006, o exercício das atividades de ACS:
(__)O cadastramento das famílias é uma atividade opcional, realizada apenas em áreas rurais.
(__)O cadastramento das famílias consiste em uma etapa essencial para o trabalho do agente em sua microárea de atuação.
(__)As informações obtidas no cadastro não têm utilidade prática para o planejamento da equipe de saúde.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
(__)Relatórios incompletos ou inconsistentes comprometem a tomada de decisão, a alocação de recursos e a avaliação de políticas públicas.
(__)O compromisso ético do profissional com a qualidade dos registros é parte integrante da humanização do atendimento e da garantia dos direitos da população.
(__)Os sistemas de controle, como prontuários, fichas e plataformas informatizadas, não demandam precisão, sigilo e padronização.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
(__)A articulação com a família e a comunidade fortalece vínculos e promove um ambiente seguro e saudável.
(__)A atuação integrada com serviços públicos e programas sociais assegura proteção e bem-estar à criança.
(__)O acompanhamento da criança deve se limitar apenas ao tratamento de doenças já instaladas, sem monitoramento preventivo.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
I.Reduzir o sedentarismo ou melhorar a alimentação não apresenta efeito relevante na prevenção de hipertensão e diabetes.
II.A educação em saúde e orientação sobre hábitos de vida saudáveis aumentam a adesão a medidas preventivas.
III.O controle do estresse e sono adequado não possuem impacto significativo na prevenção dessas doenças.
É CORRETO o que se afirma em: