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Q3748643 Saúde Pública
Humaniza SUS é a Política Nacional de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS), lançada em 2003 para qualificar a gestão e a atenção à saúde, promovendo um atendimento mais ético, humano e acolhedor para todos os usuários.
São Objetivos do Humaniza SUS:

I. Melhorar a relação entre as pessoas: fazer com que a humanização seja uma qualidade presente no dia a dia dos serviços, fortalecendo o diálogo entre gestores, trabalhadores e pacientes.

II. Fortalecer a autonomia e corresponsabilidade: incentivar a participação ativa de todos os envolvidos, promovendo a autonomia dos profissionais e dos usuários.

III. Aprimorar a gestão e o cuidado: implantar mudanças nos processos de gestão e na forma como o cuidado é prestado.

IV. Promover a cidadania: reconhecer o paciente como cidadão de direitos, valorizando sua atuação no processo de produção de saúde.


Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3748557 Saúde Pública
Com base nos percentuais de estudos sobre prevalência de parasitoses intestinais em crianças nas regiões brasileiras apresentadas no mapa a seguir, referentes ao período de 2010 a 2019, analise as afirmativas: 

  Imagem associada para resolução da questão
Fonte:  https://cienciasveterinarias.ufes.br/sites/cienciasveterinarias.ufes.br/files/fi  eld/anexo/topicos_especiais_em_ciencia_animal_xi.pdf#page=48. 

I. A região Sudeste concentrou a maior proporção de pesquisas sobre parasitoses intestinais em crianças, ultrapassando 40% do total de estudos realizados no país.
II. As regiões Norte e Centro-Oeste apresentaram, somadas, menos estudos do que a região Sul.
III. A região Nordeste apresentou percentual inferior ao da região Norte.
IV. A região Sul contabilizou mais estudos do que a região Centro-Oeste.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3748382 Saúde Pública
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Compreende‑se do texto que as ações determinantes para o controle dos surtos da febre amarela ocorridos na região cafeeira incluíram  
Alternativas
Q3748271 Saúde Pública
Em algumas localidades e regiões brasileiras, a oferta de água potável e o saneamento básico são muito precários e com percentual verdadeiro, duvidoso e, algumas vezes, não positivo, quando publicado na mídia extensiva a essas pessoas. Com isso, os(as) ACEs terão a notificação, com mais frequência, das doenças parasitárias do tipo 
Alternativas
Q3748270 Saúde Pública
Na Epidemiologia, quando pessoas com deficiências físicas são reabilitadas, buscando diminuir as doenças já estabelecidas através das intervenções de fisioterapeutas, essa é a prevenção, do tipo 
Alternativas
Q3748269 Saúde Pública
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação, o SINAN, vinculado ao SUS, faz, obrigatoriamente, o registro de casos de doenças, tais como HIV, AIDS, hanseníase, tuberculose, sífilis, hepatites virais, leptospirose, sarampo, rubéola, cólera, raiva humana, leishmaniose, meningite etc. além de acidentes com animais peçonhentos e laborais, no trabalho. Sobre esses registros supracitados, as doenças, que se agravam muito mais com as condições socioeconômicas nessas pessoas, são especialmente a 
Alternativas
Q3748268 Saúde Pública
A saúde pública tem reflexos de registros da letalidade e da mortalidade, como conceitos diferentes, mas frequentes para a utilização expressiva da análise direcionada na condição específica de
Alternativas
Q3748267 Saúde Pública
A saúde comunitária é uma obrigação, um dever exercido pelos(as) ACEs, ao informarem sobre as maneiras saudáveis para a longevidade e o bem-estar de todos, assim como deve alertar sobre os fatores de risco para doenças agravantes, assim como fazer a promoção e a conscientização na mudança de hábitos diários no ambiente que causem transtornos às pessoas. Sobre essas medidas preventivas, destacamos a
Alternativas
Q3748266 Saúde Pública
Numa área atendida pelos(as) ACEs, havia algumas pessoas que faziam uso excessivo de bebidas alcóolicas e utilizavam inveteradamente o tabagismo; consumiam tipos de drogas ilícitas; havia sedentarismo; desempregos; alimentação bastante desiquilibrada e também práticas sexuais de risco, sem cuidados normativos para a saúde. Na Epidemiologia, isso faz parte, unicamente, dos fatores 
Alternativas
Q3748265 Saúde Pública
Os(As) ACEs precisam entender sobre a importância da Epidemiologia como estudo da distribuição e dos determinantes das condições relacionadas à saúde na populações específicas que atuam ou atuarão, cujo objetivo é de controlar alguns problemas de saúde. Essa ciência analisa como o tempo, o local e as características individuais, buscando entender como e o porquê das doenças ocorrerem, e como podem ser prevenidas na população assistida. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que a Epidemiologia visa 
Alternativas
Q3748264 Saúde Pública
Algumas doenças negligenciadas, desde o século passado, ainda são muito transmitidas e causam nas pessoas medo da morte, quando não tratadas com assistência médica adequada, sendo, ainda hoje, muito discriminadas nas comunidades. Dentre elas, tem-se a
Alternativas
Q3748263 Saúde Pública
Os conglomerados são aglomerados, isto é, concentração de casos de doenças identificadas e notificadas em um tempo e em lugares específicos, para que consigam implementar as medidas de segurança.
Essa aglomeração de doença pode ser um alerta para a ocorrência de uma
Alternativas
Q3748262 Saúde Pública
Na Epidemiologia, ao se utilizarem dados obtidos de pesquisas científicas para o planejamento, a implementação e o monitoramento das ações de saúde pública, os(a) ACEs visam 
Alternativas
Q3748261 Saúde Pública
A respeito dos indicadores de saúde, existem as Doenças Crônicas não Transmissíveis, as DCNT. Elas não são causadas por agentes infecciosos e podemos destacar algumas, tais como as doenças cardíacas, os cânceres, os diabetes e as doenças respiratórias crônicas. Para os(as) ACEs, é importante saber que essas doenças 
Alternativas
Q3748260 Saúde Pública
Uma determinada doença está presente de forma constante em uma determinada área geográfica ou mesmo numa comunidade de num município, sendo causada por vetores e por má condição sanitária. Entre algumas dessas doenças, destacamos: a dengue, a doença de Chagas, a leptospirose, a leishmaniose e a esquistossomose, sendo consideradas doenças
Alternativas
Q3748259 Saúde Pública
Quando os(as) ACEs fazem monitoramento das ocorrências de doenças consideradas transmissíveis e não transmissíveis numa região municipal e avaliam os fatores de risco para a saúde da população, estão buscando prevenir e controlar as doenças. Esse processo faz parte, exclusivamente, do(da) 
Alternativas
Q3748258 Saúde Pública
Para o SUS, quando se faz o levantamento de dados do número total de casos de uma doença em um determinado período de tempo numa comunidade, estamos diante, especificamente, do tipo de uma 
Alternativas
Q3748256 Saúde Pública
Sobre os indicadores de saúde, observe as lacunas abaixo:

________________________ Mensuram a dinâmica populacional, como taxa de natalidade, mortalidade, crescimento populacional, índice de envelhecimento e taxa de fecundidade.
________________________ Avaliam e analisam a qualidade e a adequação dos serviços prestados.
________________________ Mensuram e avaliam o acesso e a utilização dos serviços de saúde pela população.
________________________ Mensuram o impacto dos serviços de saúde na saúde da população.

Assinale a alternativa cujas lacunas são preenchidas CORRETAMENTE pelos termos nela existentes.
Alternativas
Q3748255 Saúde Pública
No SUS, os indicadores e os coeficientes são importantes e utilizados em processos de gestão, tais como planejar, programar, regular, contratar, controlar, avaliar, auditar, atuar nos sistemas de informação e financiamento de ações nos serviços de saúde. Tudo isso é fundamental na elaboração de
Alternativas
Q3748254 Saúde Pública
O combate às doenças negligenciadas é de extrema importância para a vivência dos(as) ACEs nas comunidades, sabendo-se que deve ser reduzida a pobreza, melhorar a saúde pública, para poderem alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS. A equidade em saúde deve ter muito mais os investimentos em
Alternativas
Respostas
6981: A
6982: A
6983: A
6984: A
6985: C
6986: E
6987: B
6988: C
6989: E
6990: B
6991: C
6992: D
6993: A
6994: B
6995: A
6996: D
6997: C
6998: C
6999: D
7000: A