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No que se refere a práticas e processos de museologia social, julgue o item a seguir.
A museologia social adota uma nova tipologia de museus,
classificando-os em museus de território, museus de percurso,
museus comunitários e ecomuseus.
No que se refere a práticas e processos de museologia social, julgue o item a seguir.
Ao propor a inclusão de novos objetos — igualdade étnica e de
gênero — e temáticas contemporâneas socialmente
comprometidas, a museologia social amplia o campo de estudo
e de ação museal.
No que se refere a práticas e processos de museologia social, julgue o item a seguir.
A metodologia de identificação e registro do Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), embasada
no Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), tem
sido adaptada às ações de museologia social, pois estas
favorecem a identificação de referências culturais de natureza
material e imaterial.
A partir das considerações da citada Declaração, nos países pobres, como os museus do presente podem contribuir para o amplo acesso aos recursos naturais e promover a sustentabilidade por meio da educação permanente?
A Documentação Museológica é algo que ocupa boa parte das preocupações e do trabalho dos profissionais de museus. Helena Barbuy (2008) pondera que os sistemas de informação nos museus podem ter graus diferenciados de complexidade e sofisticação. No entanto, defende que existiria uma função ideal (um objetivo central) para um sistema desses. Qual?
“Depois de uma tensa reunião do Conselho Consultivo do SPHAN, em Salvador, na tarde de 30 de maio de 1984, o Terreiro Casa Branca foi oficialmente tombado como monumento nacional. Nada similar havia ocorrido até então na história do patrimônio cultural no Brasil, e o caso tornou-se o foco de um intenso debate entre defensores e adversários daquela decisão .Estes últimos questionavam como seria possível o “tombamento" de um espaço que abrigava algo vivo e em permanente mudança, um culto religioso popular com seus diversos rituais. O tombamento de um prédio, uma ruína, ou um objeto pressupõe sua permanência e imutabilidade. Mas como, perguntavam, poderia um terreiro de candomblé ser mantido de forma inalterada?"
(GONÇALVES, José Reginaldo Santos. A retórica da perda. Os discursos do patrimônio cultural no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ; Ministério da Cultura / IPHAN, 2002. p.76-77.)
Sobre o debate descrito por Golçalves no trecho acima citado, podemos afirmar que ele refletia
O trecho da obra de João Ubaldo Ribeiro se refere a manifestações da cultura negra no Brasil, um país construído a partir de dicotomias diversas entre a cultura dita “oficial" e culturas subalternas. A constituição de um patrimônio nacional brasileiro se deu, em diversos momentos da nossa história recente, por meio da disseminação da noção contraditória de que as diferenças são compartilhadas no bojo de uma cultura única e homogênea.
Sobre o processo de legitimação do patrimônio nacional e o reconhecimento da cultura produzida pela diáspora africana no Brasil, é possível afirmar o seguinte: