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Q2609339 Noções de Primeiros Socorros

Qual das seguintes ações é recomendada como parte dos primeiros socorros em casos de vazamento de combustível no trânsito?

Alternativas
Q2609180 Noções de Primeiros Socorros

No contexto das práticas de primeiros socorros, bandagem é o material empregado para manter um curativo no lugar. No entanto, há sinais que indicam que uma bandagem está muito apertada, como os descritos a seguir, salvo:

Alternativas
Q2609176 Noções de Primeiros Socorros

Acidentes em contextos escolares ocorrem por vários fatores e, por isso, é necessário que haja profissionais capacitados em primeiros socorros para assegurar a correta intervenção. Leia os enunciados posteriores e destaque o único que foi elaborado corretamente.

Alternativas
Q2608883 Enfermagem

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas Arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus. Assinale a alternativa correta em relação a dengue:

Alternativas
Q2608879 Enfermagem

Assinale a alternativa abaixo que apresenta o nome dado ao processo físico ou químico que destrói microrganismos patogênicos na forma vegetativa, microbactérias, a maioria dos vírus e dos fungos, de objetos inanimados e superfícies:

Alternativas
Q2608877 Enfermagem

A doença de Chagas pode apresentar sintomas distintos nas duas fases que se apresenta, que são a aguda e a crônica. Na fase aguda, os principais sintomas são, EXCETO:

Alternativas
Q2608876 Enfermagem

Em relação à tuberculose, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2608875 Enfermagem

Analise as afirmativas a seguir com relação a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (aids):

I - Uma pessoa HIV positivo sempre apresenta aids.

II - Na infecção aguda uma grande quantidade de vírus é produzida e, consequentemente, ocorre uma redução das células CD4 no organismo do paciente.

III - Na fase de latência, a pessoa não apresenta manifestações clínicas visíveis, com exceção dos gânglios linfáticos aumentados, que podem persistir.

IV - Na fase sintomática, podemos observar sintomas como febre baixa, sudorese noturna, diarréia crônica, infecções bacterianas e candidíase oral.

V - A aids é uma síndrome que se caracteriza pelo enfraquecimento do sistema imunológico como consequência da infecção pelo HIV.

Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2608874 Enfermagem

Assinale a alternativa correspondente a doença cuja a transmissão ocorre quando o indivíduo, hospedeiro definitivo, infectado elimina os ovos do verme por meio das fezes humanas:

Alternativas
Q2608873 Enfermagem

No campo das doenças infectocontagiosas, a importância epidemiológica da Rubéola está representada pela ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A respeito da rubéola, marque a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2608872 Enfermagem

Marque a alternativa que indica corretamente o nome da doença que se caracteriza pelo surgimento em torno de 3 a 5 dias da doença, o aparecimento de manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo restante do corpo e febre alta (acima de 38,5°):

Alternativas
Q2608871 Enfermagem

Segundo o Ministério da Saúde, a catapora (varicela) é uma doença infecciosa, altamente contagiosa, mas geralmente benigna. Com relação a transmissão da doença assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2608870 Enfermagem

A Escarlatina é uma doença infecciosa e contagiosa que costuma ocorrer em crianças em idade escolar, durante a primavera. Essa doença é causada por uma bactéria chamada de:

Alternativas
Q2608864 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.


A maternidade é para mim?


A pergunta correta é: você quer que seja?

Ana Fontes | 10.mai.2024


Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.

Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.

Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.

Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.

Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.

E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.

Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.


FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-fontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

Qual(is) é(são) o(s) núcleo(s) do sujeito do verbo “ser” em destaque no quinto parágrafo do texto?

Alternativas
Q2608863 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.


A maternidade é para mim?


A pergunta correta é: você quer que seja?

Ana Fontes | 10.mai.2024


Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.

Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.

Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.

Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.

Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.

E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.

Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.


FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-fontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

Os processos de formação de palavras que originaram, respectivamente, os vocábulos “maternar” e “mulheres-mães” são:

Alternativas
Q2608860 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.


A maternidade é para mim?


A pergunta correta é: você quer que seja?

Ana Fontes | 10.mai.2024


Mais um domingo de Dia das Mães chegando, campanhas publicitárias caríssimas de um lado, cartazes de "aqui está o presente da sua mãe" na prateleira de Tupperware do mercado do outro. A coluna de hoje é uma carta aberta às mães.

Se você me perguntar qual é o trabalho mais complexo do mundo, direi que é ser mãe. A verdade é que não há desafios em uma empresa que se comparem aos desafios da maternidade. Ser mãe envolve se desdobrar em desafios físicos, emocionais e, principalmente, sociais. No Brasil, as mulheres representam mais da metade da população (e são mães da outra metade). A maternidade deveria ser uma pauta essencial a ser discutida no trabalho, na política e na sociedade.

Apesar de este texto ser voltado para mães, percebo a maternidade como uma escolha livre para as mulheres. Ela não deve ser encarada como o único caminho para nós. Definitivamente, não estou entre aqueles que acreditam que a mulher nasceu para ser mãe; você nasceu e pode se tornar quem e o que quiser.

Observo mulheres enfrentando o dilema de quando ser mãe e como isso afetará suas carreiras. Essa situação, além de desafiadora, não deveria nos impor pressa ou medo na realização de nossos sonhos, nem nos obrigar a sacrificar outras áreas de nossas vidas. Mas a gente sabe que a realidade não é assim.

Sem querer romantizar, mas, [como] mulher e rodeada de outras, nós sabemos, mais do que ninguém, [como] fazer do limão uma limonada. Apesar de o mundo não ser feito para nós, ele é feito por nós. Diversos estudos mostram que as habilidades adquiridas na maternidade são valiosas no ambiente de trabalho. A capacidade de gerenciar tarefas, de tomar decisões e de resolver problemas de forma criativa é uma competência adquirida ao longo dessa jornada louca que é maternar.

E sim, para que isso aconteça, a gente precisa de mulheres e de mulheres-mães no poder para que licença maternidade não seja sinônimo de demissão quando esse período acabar. Que não precisemos passar por sufoco para conseguir creches e pré-escolas acessíveis e de qualidade, que as empresas enxerguem a flexibilidade de horários como algo normal na rotina de qualquer ser humano, que salários justos e oportunidades sejam iguais para homens e mulheres. Precisamos de nós tomando decisões por nós, já que sabemos onde o calo aperta.

Mas hoje vim falar sobre o respeito que parece que as mulheres não recebem por suas escolhas. Então, que, nos próximos dias das mães — cientes de que não será logo —, a gente enxergue a verdadeira contribuição delas para o mundo, que a maternidade não tenha gosto de culpa e muito menos de fim do mundo. Que a maternidade seja celebrada por quem decidiu vivenciá-la e respeitada por quem não quis. No final, sempre somos nós por nós.


FONTES, Ana. A maternidade é para mim? Folha de São Paulo, 10 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ana-fontes/2024/05/a-maternidade-e-para-mim.shtml. Acesso em: 11 mai. 2024. Adaptado.

Para a autora, a maternidade:

Alternativas
Q2608799 Noções de Primeiros Socorros

Um eletricista atuando como socorrista em um local de trabalho onde se realizam instalações elétricas de grande escala encontra um colega que acaba de sofrer um choque elétrico grave. É vital que o socorrista siga os procedimentos corretos para maximizar as chances de recuperação da vítima e minimizar danos adicionais. Complete as lacunas com as opções apropriadas:

Após garantir que a área está segura e a fonte de energia foi desligada, o socorrista deve __________ (1), seguido de __________ (2), se necessário.

Alternativas
Q2608798 Noções de Primeiros Socorros

Um eletricista atua como socorrista em um canteiro de obras onde há risco constante de acidentes elétricos devido à exposição a cabos de alta tensão e equipamentos energizados. Em um cenário onde um colega de trabalho sofre uma descarga elétrica, qual é a primeira ação que o socorrista deve executar?

Alternativas
Q2608310 Enfermagem

Transtorno caracterizado por emissão fecal repetida, involuntária ou voluntária, habitualmente de consistência normal ou quase normal, em locais inapropriados a este propósito, conforme o contexto sócio cultural do paciente. Pode ser uma persistência anormal da incontinência infantil normal, ou perda de continência após a aquisição do controle intestinal, ou ainda de emissão fecal deliberada em locais não apropriados a despeito de um controle esfincteriano normal. O transtorno em questão é denominado de:

Alternativas
Q2608309 Enfermagem

Adicionada à lista de doenças relacionadas ao trabalho, recentemente, trata-se de uma doença que ocasiona um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A doença aqui descrita é:

Alternativas
Respostas
19941: D
19942: D
19943: C
19944: C
19945: C
19946: B
19947: D
19948: D
19949: C
19950: B
19951: C
19952: A
19953: C
19954: E
19955: C
19956: D
19957: B
19958: D
19959: A
19960: D