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A frequência respiratória (FR) traduz-se no número de ciclos respiratórios completos, por minuto. Constitui um dos indicadores mais importantes da função respiratória e possui a vantagem de ser facilmente avaliada, sem a necessidade de instrumentos específicos. Permite a detecção e a intervenção apropriada nos estados de hiperventilação, hipoventilação, hipoxemia, hipóxia tissular e consequentes distúrbios do equilíbrio ácido-base.
Dessa forma, quanto à FR, é adequado afirmar que:
É importante o profissional da equipe de enfermagem conhecer os aspectos que necessita observar, em relação a um pós-episódio de Parada Cardiorrespiratória (PCR) em criança. Entre os vários componentes que existem na lista de verificação de cuidados pós-PCR pediátrica, alguns são relacionados à oxigenação/ventilação; à monitorização hemodinâmica; ao controle da temperatura; aos eletrólitos e à glicose.
Sob a supervisão do Enfermeiro, quais procedimentos o Técnico em Enfermagem deve realizar na assistência de uma criança pós-PCR?
A Pressão Arterial (PA) é um dos sinais vitais e para se fazer uma correta avaliação do paciente cirúrgico, é importante a PA ser aferida antes, durante e após os procedimentos clínicos ou cirúrgicos a ele destinados. Aparelhos eletrônicos para a mensuração de PA estão disponíveis para a sua aferição automática. Eles contam com um sensor eletrônico que detecta as vibrações do fluxo sanguíneo quando passa por uma artéria.
Seguindo as recomendações do enfermeiro e antes de o paciente ser encaminhado para algum procedimento cirúrgico, o Técnico em Enfermagem precisa avaliar todos os parâmetros vitais do paciente, incluindo os valores da PA.
Assim sendo, o Técnico em Enfermagem deve:
I. Explicar ao paciente a frequência e a extremidade anatômica onde a medição vai ser realizada e revisar como proceder à adequada seleção do tamanho da braçadeira do aparelho em relação ao tamanho apropriado do paciente.
II. Colocar a braçadeira sobre a roupa do paciente, desde que essa roupa seja de tecido fino, para não interferir na obtenção da PA.
III. Revisar a PA de rotina do paciente e relatar ao enfermeiro se houver alterações significativas e/ou anormalidades.
IV. Expor o membro que vai receber o manguito do equipamento, removendo a roupa que restringe o local para assegurar o seu adequado posicionamento.
Analisando essas quatro afirmativas em relação ao exposto, está correto o que se afirma em:
O profissional de saúde deve saber o que fazer, no momento em que se depara com uma Parada Cardiorrespiratória (PCR), mesmo fora do ambiente hospitalar. A PCR é um dos problemas mais graves de saúde e caracteriza-se pela ausência de atividade mecânica cardíaca efetiva, confirmada por ausência de pulso, juntamente com falha na mecânica ventilatória. Na Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar (PCREH), em relação ao suporte básico e avançado de vida para adultos, a American Heart Association (AHA) recomenda o seguimento de uma sequência de atitudes.
Qual é a cadeia de sobrevivência da AHA para PCREH para adultos?
Você é Técnico em Enfermagem de uma unidade hospitalar e precisa preparar e administrar a soroterapia em um paciente. A prescrição é de 1500 ml de soro glicofisiológico a 5% nas 24 horas, mas a unidade possui apenas soro fisiológico 0,9% em frascos de 500 ml e ampolas de 10 ml de glicose a 50%.
Considerando essa situação, o número total de ampolas de glicose necessárias para diluição, o número total de frascos de soro preparados nas 24 horas e o tempo de infusão de cada frasco, são, respectivamente:
Os cuidados de enfermagem são essenciais no período pré-operatório, transoperatório e, igualmente, na etapa pós-operatória. A admissão no setor de cuidados pós-anestésicos e de recuperação pressupõe que o paciente necessita ser muito bem avaliado, para evitar que vá ao seu quarto antecipadamente e corra o risco de apresentar complicações posteriores.
Nesse contexto, qual(quais) avaliação(ões) a seguir deve(m) ser realizada(s) de imediato?
I. A respiratória, que compreende a frequência, o ritmo, a ausculta do murmúrio respiratório e o nível de saturação do oxigênio.
II. O sistema cardiovascular, monitorando-se a frequência e o ritmo cardíaco.
III. A função neurológica, constatando se o paciente “acordou” da anestesia, está obedecendo aos comandos, está localizado e apresenta movimentos.
IV. A função renal, analisando-se a quantidade de líquidos recebida (soros, sangue) e a sua eliminação (por drenos e cateteres)
V. A função psíquica/espiritual, constatando se o paciente está cantando, sorrindo, verbalizando frases engraçadas e/ou chorando.
VI. O sítio cirúrgico, observando-se a presença e a cor de líquidos de drenagem de curativos.
Qual é a análise correta dessas afirmações?
A neurocirurgia é uma especialidade complexa, altamente técnica e desafiadora; acontece quando há situações de hematomas, aneurismas, traumatismos variados no crânio, hidrocefalias, epilepsias, alterações de nervos periféricos, entre outras situações. Procedimentos neurocirúrgicos exigem uma quantidade extensa de equipamentos e o Técnico em Enfermagem precisa conhecê-los durante a sua permanência dentro da sala de operações (SO) para auxiliar na cirurgia.
Há algumas técnicas minimamente invasivas que podem ser adotadas pelo neurocirurgião que são:
Microneurocirurgia – com o uso de microscópios cirúrgicos que proporcionam flexibilidade e precisão no acesso do neurocirurgião.
Neuroendoscopia- com a utilização de endoscópio que propicia iluminação e amplificação das estruturas e um ângulo de visualização estendido.
Procedimentos endovasculares – considerados importantes para os casos de aneurismas cervicais.
Radiocirurgia estereotáxica – que oblitera um alvo intracraniano com alta dose de radiação, poupando os tecidos adjacentes.
Nesses tipos de cirurgia minimamente invasiva, a função do Técnico em Enfermagem, dentro da SO, é:
I. Providenciar os instrumentos microcirúrgicos necessários para a realização desses procedimentos minimamente invasivos.
II. Seguir as instruções para o manuseio, a limpeza, a esterilização e o armazenamento dos instrumentos microcirúrgicos, que são delicados, para que não sejam danificados.
III. Durante os procedimentos cirúrgicos, atentar-se para que esses microinstrumentos sejam mantidos livres de sangue e de tecido, pois o microscópio também os amplia, e esse fato pode prejudicar a percepção do cirurgião.
IV. Posicionar corretamente a cabeça do paciente para que seja possível a realização do procedimento neurocirúrgico.
V. Providenciar auxílio para a introdução da placa óssea no crânio do paciente.
Diante do exposto, qual é a análise correta dessas afirmações?
Os pacientes que se submetem a uma cirurgia ocular podem apresentar algumas reações. Uma das principais preocupações é quanto ao sucesso do procedimento cirúrgico. Os pacientes variam de crianças com patologias congênitas até pacientes idosos, com alterações decorrentes do processo de envelhecimento. A enfermagem no atendimento perioperatório precisa estar atenta aos variados detalhes, pois, em geral, os procedimentos operatórios são realizados com microscópio cirúrgico e todos os acessórios devem estar adequadamente preparados. Em relação ao posicionamento do paciente, o Técnico em Enfermagem deve utilizar dispositivos adicionais para a estabilização da cabeça, proteção das proeminências ósseas e posição adequada do corpo/cabeça para evitar que aconteçam lesões neurovasculares periféricas.
Nesse tipo de cirurgia, alguns dos procedimentos a serem realizados pelo profissional Técnico em Enfermagem, dentro do ambiente cirúrgico, devem incluir:
I. O preparo do material para a assistência anestésica monitorada, usada na maioria das cirurgias oculares.
II. O preparo de música e vapor ambiental suave e relaxante para acalmar o paciente e a equipe de cirurgia/anestesia.
III. A organização de bandeja com solução fisiológica estéril, recipiente para irrigação, cubas, compressas de gazes, cotonetes, desinfetante cutâneo antimicrobiano.
IV. O preparo de campos cirúrgicos repelentes à água, sem fiapos e partículas de fibras.
V. O preparo do conjunto básico de instrumentos para cirurgias oculares que inclui: lâmina descartável, cabos de bisturi, pinça de córnea, pinça de sutura, pinça de pontos, porta-agulhas, tesoura de córnea, tesoura de pontos, cautério, entre outros.
VI. A verificação do funcionamento adequado do microscópio cirúrgico antes de seu uso.
Diante do exposto, qual é a análise correta dessas afirmações?
O posicionamento cirúrgico tem como principal finalidade promover o acesso ao sítio cirúrgico e deve ser realizado de forma correta e adequada. É essencial os procedimentos cirúrgicos serem seguros e bem sucedidos, prevenindo eventuais complicações. Um posicionamento cirúrgico realizado de forma inadequada pode favorecer a presença de alterações nos pacientes com lesões por pressão, síndrome compartimental e lesões de nervos periféricos, entre outras. O Técnico em Enfermagem deve se atentar para que não aconteçam problemas posteriores decorrentes de um posicionamento cirúrgico inadequado.
Isso posto, analise as afirmações na sequência:
I. O tipo de cirurgia a ser realizada pode apresentar impacto sobre o desenvolvimento de lesões por pressão; quanto mais demorado o procedimento, maior será o risco ao paciente. Cirurgias que envolvem perda sanguínea considerável, circulação extracorpórea e clampeamento de vasos importantes podem contribuir para a falta de fluxo sanguíneo no tecido sob pressão, favorecendo as lesões no local.
II. Antes do procedimento cirúrgico, é importante conversar com o paciente e saber dele qual é a melhor posição que ele gostaria de permanecer durante sua cirurgia, para evitar que aconteçam problemas posteriores.
III. Quando houver um posicionamento cirúrgico incorreto, pode ocorrer a síndrome compartimental, na qual a perfusão de um membro acaba sendo prejudicada. Faixas muito apertadas, pressão do peso de um braço ou perna contra a borda de algum suporte, pressão poplítea excessiva de um estribo de sustentação de joelho podem ser algumas das situações favorecedoras do surgimento dessa síndrome.
IV. Lesões relacionadas com estiramentos, compressões e lacerações podem acontecer durante procedimentos cirúrgicos induzidas pela posição.
Diante do exposto, qual a análise correta dessas afirmações?
O profissional de saúde precisa saber o que fazer, no momento em que se depara com uma Parada Cardiorrespiratória (PCR). Este é um dos problemas mais graves de saúde e caracteriza-se pela ausência de atividade mecânica cardíaca efetiva, confirmada por ausência de pulso, juntamente com falha na mecânica ventilatória. Na Parada Cardiorrespiratória Intra-Hospitalar (PCRIH), em relação ao suporte básico e avançado de vida para adultos, a American Heart Association (AHA), recomenda que deve ser seguida uma sequência de atitudes.
Diante do exposto, o que o profissional de saúde deve fazer na PCRIH?
Assinale os tipos de transdutores de ultrassom mais adequados para o enfermeiro avaliar a bexiga.
Em relação aos biomarcadores na insuficiência renal aguda (IRA), considere as seguintes afirmativas e assinale a opção CORRETA:
I. A creatinina sérica, embora amplamente utilizada, é um biomarcador pouco adequado para o diagnóstico precoce da IRA, devido à sua baixa sensibilidade e incapacidade de diferenciar diversas causas da doença.
II. Em casos de insulto agudo em pacientes com insuficiência renal crônica (IRC), a creatinina sérica pode apresentar pequena elevação, mesmo diante de uma queda significativa na filtração, assemelhando-se ao comportamento observado no infarto do miocárdio.
III. O biomarcador NGAL (neutrophil gelatinase-associated lipocalin) é considerado um dos marcadores mais precoces na IRA isquêmica e nefrotóxica, sendo uma proteína normalmente expressa em baixos níveis nos rins, pulmões, estômago e cólon.
IV. IL-18, uma citoquina pró-inflamatória, é induzida e clivada no túbulo proximal durante a insuficiência renal aguda, sendo um marcador útil para identificar a lesão renal.
V. Enzimas tubulares urinárias, como a alanina aminopeptidase (AAP) e a fosfatase alcalina (ALP), são liberadas das células epiteliais tubulares proximais, antes do aumento detectável na creatinina sérica.
Assinale a alternativa CORRETA:
Qual dos seguintes fatores de riscos NÃO está associado à síndrome pós-cuidados intensivos (PICS)?
Assinale a alternativa CORRETA em relação às consequências da administração de analgésicos e sedativos de forma contínua e às flutuações no nível de sedação.
Assinale a alternativa que apresenta o choque caracterizado pela perfusão inadequada de órgãos, geralmente causada pela perda aguda de volume do líquido extracelular, ou seja, intravascular, com diminuição das pressões e volumes de enchimento diastólico:
Conforme o texto, assinale o nível da escala de RASS que mantém os pacientes em seu nível ótimo, sem dor e com sedação consciente: