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Observe o caso clínico abaixo para responder à questão.
Caso Clínico:
Nome: João da Silva; Idade: 62 anos; Sexo: Masculino; Ocupação: Aposentado.
Histórico Médico: Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos; Hipertensão arterial sistêmica; Obesidade (IMC: 32); Tabagista até 2 anos atrás; Sedentarismo.
Primeiro Ponto de Atenção: Unidade Básica de Saúde (UBS)
Motivo da consulta: “Pé machucado que não sara direito”.
Avaliação: Durante consulta de rotina com o médico da equipe de Saúde da Família, Seu João relata uma ferida no pé direito há 15 dias, com secreção, dor e dificuldade de cicatrização. Exame físico mostra uma úlcera com sinais de infecção. Glicemia capilar no momento: 285 mg/dL.
Conduta na UBS: Curativo na ferida; encaminhamento imediato para avaliação no Ambulatório de Feridas do Centro de Especialidades; solicitação de exames laboratoriais (hemograma, HbA1c, função renal); agendamento com nutricionista e enfermagem para plano de cuidado; avaliação do pé diabético; encaminhamento para endocrinologista via regulação; início de antibiótico oral.
Segundo Ponto de Atenção: Centro de Especialidades (Ambulatório de Feridas)
Atenção Ambulatorial Especializada: O paciente é avaliado por enfermeiro especialista em feridas e médico da clínica médica.
Identificada infecção moderada e risco de evolução para amputação se não houver controle glicêmico e cuidados rigorosos.
Condutas: Curativos com técnica avançada; encaminhamento para angiologista para avaliação da circulação periférica; reforço da solicitação de endocrinologista; início de acompanhamento semanal.
Terceiro Ponto: Atenção Especializada – Endocrinologia e Angiologia
Endocrinologista: Início de insulinoterapia intensiva; revisão de todos os medicamentos; reforço da importância do controle glicêmico rigoroso.
Angiologista: Exame de Doppler: presença de insuficiência vascular periférica moderada; encaminhamento para avaliação com cirurgia vascular, caso não haja melhora clínica.
Quarto Ponto: Apoio Matricial e Multi
Nutricionista: Plano alimentar específico para diabetes e obesidade
Quinto Ponto: Hospital (Atenção Hospitalar – Caso Necessário)
Durante o acompanhamento, a ferida apresenta piora e o paciente é internado em hospital de média complexidade para tratamento com antibióticos venosos, controle metabólico intensivo e avaliação para desbridamento cirúrgico da ferida.
Último Ponto: Atenção Domiciliar (Melhoria e Retorno à UBS) Após alta hospitalar, Seu João retorna para cuidados domiciliares e é acompanhado pela equipe de Atenção Domiciliar vinculada à UBS.
Ações: Atendimento domiciliar da enfermagem; monitoramento da glicemia; continuidade dos curativos; suporte para adesão ao tratamento e autocuidado.
Observe o caso clínico abaixo para responder à questão.
Caso Clínico:
Nome: João da Silva; Idade: 62 anos; Sexo: Masculino; Ocupação: Aposentado.
Histórico Médico: Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos; Hipertensão arterial sistêmica; Obesidade (IMC: 32); Tabagista até 2 anos atrás; Sedentarismo.
Primeiro Ponto de Atenção: Unidade Básica de Saúde (UBS)
Motivo da consulta: “Pé machucado que não sara direito”.
Avaliação: Durante consulta de rotina com o médico da equipe de Saúde da Família, Seu João relata uma ferida no pé direito há 15 dias, com secreção, dor e dificuldade de cicatrização. Exame físico mostra uma úlcera com sinais de infecção. Glicemia capilar no momento: 285 mg/dL.
Conduta na UBS: Curativo na ferida; encaminhamento imediato para avaliação no Ambulatório de Feridas do Centro de Especialidades; solicitação de exames laboratoriais (hemograma, HbA1c, função renal); agendamento com nutricionista e enfermagem para plano de cuidado; avaliação do pé diabético; encaminhamento para endocrinologista via regulação; início de antibiótico oral.
Segundo Ponto de Atenção: Centro de Especialidades (Ambulatório de Feridas)
Atenção Ambulatorial Especializada: O paciente é avaliado por enfermeiro especialista em feridas e médico da clínica médica.
Identificada infecção moderada e risco de evolução para amputação se não houver controle glicêmico e cuidados rigorosos.
Condutas: Curativos com técnica avançada; encaminhamento para angiologista para avaliação da circulação periférica; reforço da solicitação de endocrinologista; início de acompanhamento semanal.
Terceiro Ponto: Atenção Especializada – Endocrinologia e Angiologia
Endocrinologista: Início de insulinoterapia intensiva; revisão de todos os medicamentos; reforço da importância do controle glicêmico rigoroso.
Angiologista: Exame de Doppler: presença de insuficiência vascular periférica moderada; encaminhamento para avaliação com cirurgia vascular, caso não haja melhora clínica.
Quarto Ponto: Apoio Matricial e Multi
Nutricionista: Plano alimentar específico para diabetes e obesidade
Quinto Ponto: Hospital (Atenção Hospitalar – Caso Necessário)
Durante o acompanhamento, a ferida apresenta piora e o paciente é internado em hospital de média complexidade para tratamento com antibióticos venosos, controle metabólico intensivo e avaliação para desbridamento cirúrgico da ferida.
Último Ponto: Atenção Domiciliar (Melhoria e Retorno à UBS) Após alta hospitalar, Seu João retorna para cuidados domiciliares e é acompanhado pela equipe de Atenção Domiciliar vinculada à UBS.
Ações: Atendimento domiciliar da enfermagem; monitoramento da glicemia; continuidade dos curativos; suporte para adesão ao tratamento e autocuidado.
I. Menarca precoce, nuliparidade e não ter amamentado são fatores de risco para desenvolver a doença.
II. A chance de desenvolver a doença aumenta principalmente após os 40 anos.
III. A mamografia de rastreamento é recomendada pelo Ministério da Saúde para mulheres de 45 a 59 anos, como forma de detecção precoce.
IV. Os homens não podem desenvolver a doença.
V. O tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia, dependendo do caso.
São FALSAS as afirmativas:
I. O botulismo é um agravo de notificação compulsória imediata, devendo ser notificado às Secretarias Municipal de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e ao Ministério da Saúde.
II. A esquistossomose não é uma doença de notificação compulsória.
III. A tuberculose é uma doença de notificação compulsória cuja periodicidade de notificação é semanal.
IV. A criptococose foi incluída na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública em 2025, devido o aumento exponencial de casos e à sua importância crescente como problema de saúde pública no Brasil.
São CORRETAS as afirmativas:
I. Infusão lenta.
II. Infusão rápida.
III. Infusão contínua.
IV. Administração intermitente.
( ) É a administração intravenosa realizada entre 1 e 30 minutos.
( ) Administração realizada em tempo maior que 60 minutos ininterruptamente.
( ) Não contínua, por exemplo, de 6 em 6 horas.
( ) O medicamento deve ser administrado conforme recomendado ou 1 mL por minuto, caso não exista informação disponível.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
I. A vacina contra febre amarela é aplicada exclusivamente por via subcutânea e deve ser administrado um reforço a cada dez anos.
II. A vacina contra hepatite B possui idade de vacinação universal, podendo ser aplicada a partir do nascimento.
III. A vacina inativada poliomielite 1,2,3 – VIP é recomendada para crianças entre 2 meses e 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade.
IV. A vacina Tríplice Viral (SCR) está disponível nas salas de vacinação da rede pública para a faixa etária entre 12 meses e 59 anos de idade.
V. A vacina DPT (Difteria, Tétano e Pertussis) deve ser aplicada via intramuscular, em crianças menores de 6 anos, apenas no músculo vasto lateral da coxa.
De acordo com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação de 2025, são VERDADEIRAS as alternativas: