Questões de Concurso

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Q3898254 Enfermagem

A Resolução COFEN (Conselho Federal de Enfermagem) nº 737, de 02 de fevereiro de 2024 (alterada pela resolução COFEN nº 786/2025), normatiza a atuação do Enfermeiro Obstétrico e Obstetriz na assistência à mulher, recém-nascido e família no Parto Domiciliar Planejado (COFEN, 2025).



A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.



I- Os procedimentos previstos da norma técnica supracitada devem ser desenvolvidos no ato da assistência em cumprimento às etapas do Processo de Enfermagem, cabendo-lhe a prescrição, administração e procedimentos acerca da assistência ao Parto Domiciliar Planejado, com base em protocolos assistenciais.


II- No âmbito da equipe de Enfermagem, a atuação no Parto Domiciliar Planejado é privativa do enfermeiro com formação generalista, observadas as disposições legais da profissão.


III- Toda equipe de Parto Domiciliar Planejado deve ter uma responsável técnica registrada no COREN (Conselho Regional de Enfermagem) com jurisdição na área onde ocorre o exercício da equipe.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898253 Enfermagem

O Centro de Parto Normal intra-hospitalar CPNi e Centro de Parto Normal peri-hospitalar – CPNp são pontos de atenção do – componente parto e nascimento regulamentados pela Rede Alyne. O CPNi e o CPNp são unidades de saúde destinadas à assistência ao parto de risco habitual, pertencentes ou vinculadas, respectivamente, a um estabelecimento hospitalar, localizadas em suas dependências internas ou imediações (Brasil, 2024).


Fonte: BRASIL. Rede Alyne: cuidado integral de gestantes e bebês. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/apresentacoes/2024/apresentacao-rede-alyne/view.


A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.



I- No caso de CPNi tipo I, deve possuir quartos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), área de deambulação, posto de enfermagem e sala de serviço, podendo compartilhar os demais ambientes com o restante da maternidade.


II- No caso de CPNi tipo II, deve possuir ambientes com fins exclusivos da unidade, tais como recepção, sala de exames, quartos PPP, área de deambulação, posto de enfermagem e sala de serviço, podendo compartilhar os ambientes de apoio.


III- No caso do CPNp, garantir a transferência da gestante ou puérpera e do recém-nascido com transporte seguro e adequado nos casos de urgência e emergência nas 24 (vinte e quatro) horas do dia e nos 7 (sete) dias da semana para o estabelecimento hospitalar de referência.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898252 Enfermagem

A Portaria GM/MS nº 5.350, de 12 de setembro de 2024, altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 3, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre a Rede Alyne. O Art. 7º afirma que o componente pré-natal será organizado em diferentes níveis de atenção à saúde.


A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.



I- Realização de pré-natal na Unidade Básica de Saúde (UBS), com captação oportuna (até 12 semanas) da gestante.


II- Realização de, no mínimo, sete consultas intercaladas entre enfermeiros e médicos.


III- Vinculação da gestante, desde o pré-natal, ao local em que será realizado o parto e o atendimento das eventuais intercorrências na gestação.



É CORRETO o que afirma em:

Alternativas
Q3898251 Enfermagem

A prevenção da pré-eclâmpsia pode ser feita a partir de métodos comportamentais e farmacológicos. É importante orientar que a alimentação seja balanceada e constituída principalmente por frutas, legumes, verduras e proteínas. A atividade física regular também é ponto fundamental na prevenção e a única medicação recomendada para a redução de risco de desenvolver pré-eclâmpsia é o Ácido Acetilsalicílico (AAS) (Korkes et al., 2025, p. 20).


Fonte: KORKES, H.A.; RAMOS, J.G.L.; OLIVEIRA, L.G.; SASS, N.; PERAÇOLI, J.C.; CAVALLI, R.C.; MARTINS-COSTA, S.H.; SOUSA, F.L.P.; CUNHA FILHO, E.V.; MESQUITA, M.R.S.; CORRÊA JR., M.D.; ARAÚJO, A.C.P.F.; ZACONETA, A.C.M.; FREIRE, C.H.E.; ROCHA FILHO, E.A.P.; COSTA, M.L. Pré eclâmpsia- Protocolo 2025. Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (RBEHG), 2025. Disponível em: https://rbehg.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Protocolo-RBEHG-2025-PDF-2.pdf.


Considerando o texto apresentado, avalie as proposições a seguir.



I- O AAS deve ser mantido até 36 semanas de idade gestacional e então suspenso, pelo risco de maior sangramento.


II- Se a paciente desenvolve pré-eclâmpsia, recomenda-se suspender a ingestão do AAS, pois sua manutenção nestes casos não confere benefícios e pode relacionar-se com maiores riscos de sangramento intraparto.


III- Em caso de alergia ao AAS, existem outras medicações (Ex. dipiridamol e enoxaparina) que podem ser utilizadas com a finalidade de prevenir a pré-eclâmpsia.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898248 Enfermagem

O desenvolvimento da sintomatologia do Descolamento Prematuro da Placenta é gradual e ocorre em algumas horas, acompanhando, juntamente, o aumento da área placentária descolada e a intensidade da hemorragia oculta, e pode ser classificada em graus.


Considerando o texto apresentado, avalie as proposições a seguir.



I- Grau 0 – assintomático: o diagnóstico é retrospectivo, pelo exame da placenta, que mostra o hematoma retroplacentário.


II- Grau 1 – leve: há sangramento vaginal, mas a paciente não relata dor ou age com discrição; mãe e feto estáveis.


III- Grau 2 – intermediário: caracterizado por sangramento vaginal, dor abdominal intensa, hipertonia uterina; feto em sofrimento, mas vivo.


IV- Grau 3 – grave: pode ser subdividido em 3A com coagulopatia e 3B sem coagulopatia, associado ao sofrimento fetal, mas vivo.


V- Grau 4 – grave: associado ao óbito fetal.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898246 Enfermagem
É CORRETO afirmar que é um o que está descrito em: achado clínico de probabilidade da gravidez 
Alternativas
Q3898244 Enfermagem

Segundo o Guia Prático de Cuidado à Mulher em Situação de Violência (Brasil, 2025), as orientações de organização dos serviços para o efetivo acolhimento para atender mulheres em situação de violência devem estar em conformidade com a Lei n.º 14.847/2024, que prevê salas de acolhimento, atendimento adequado e proteção à integridade física das vítimas em serviços do Sistema Único de Saúde e da rede conveniada.


Fonte: BRASIL. Guia Prático de Cuidado à Mulher em Situação de Violência . Brasília: Ministério da Saúde, 2025. 



Sobre o efetivo acolhimento e atendimento às mulheres em situação de violência, analise as assertivas a seguir.



I- O serviço público de saúde dispõe de duas modalidades de contracepção de emergência: a pílula de levonorgestrel (“Pílula do Dia Seguinte”) e o DIU de cobre. Ambos podem ser ofertados em até 120h (cinco dias) após a ocorrência da violência sexual, mediante orientação adequada para escolha autônoma da sobrevivente de violência e para o seguimento do cuidado.


II- Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde vigentes e atualizados devem ser adotados na oferta da testagem rápida, preconizando o devido aconselhamento antes e depois da testagem, com orientações para o seguimento do rastreamento de acordo com a janela imunológica.


III- Situações de violência sexual demandam a profilaxia contra Infecções Sexualmente Transmissíveis quando ocorridas em até 72h (violência sexual aguda).



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898243 Enfermagem

A inserção e retirada do Dispositivo Intrauterino (DIU) deve ser realizada pelo enfermeiro, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), na Atenção Primária e Especializada à Saúde, em ambiente institucional, inserido na rede de atenção à saúde, seguindo protocolos assistenciais, normas e rotinas e Procedimentos Operacionais Padrão (POP), e buscando a garantia do acesso e integralidade da assistência no campo do Planejamento Familiar e Reprodutivo (Resolução COFEN, 690/2022).


A partir deste contexto e da importância da capacitação do enfermeiro para a inserção, revisão e retirada do DIU, analise as assertivas a seguir.



I- O enfermeiro deve ter curso de capacitação, presencial ou online, em Inserção, revisão e retirada de DIU, com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas.


II- O enfermeiro deve manter-se atualizado técnica e cientificamente, de acordo com as revisões de protocolos assistenciais, normas e rotinas, Procedimentos Operacionais Padrão (POP), com base nas melhores práticas assistenciais baseadas em evidências científicas.


III- Do total da carga horária da capacitação para inserção, revisão e retirada do DIU, 50% devem ser teóricas e teórico-práticas e 50% de forma prática, com no mínimo 20 (vinte) inserções supervisionadas durante consulta de Enfermagem nos serviços de saúde.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898242 Enfermagem

O trauma perineal é uma lesão ocorrida no períneo, durante o parto vaginal, podendo comprometer outras estruturas anatômicas do Assoalho Pélvico (AP). Pode ser produzido por laceração perineal, representando ruptura espontânea do tecido durante a passagem do polo cefálico do recém-nato e/ou por episiotomia, incisão cirúrgica praticada pelo profissional, durante parto vaginal.


Considerando o contexto supracitado e entendendo que o enfermeiro precisa do conhecimento sobre anatomia do trato genital feminino na assistência ao parto vaginal, analise as assertivas a seguir.



I- O trauma perineal de segundo grau atinge apenas pele e mucosas.


II- O trauma perineal de terceiro grau causa lesão dos músculos perineais, sem atingir o esfíncter anal.


III- O trauma perineal de quarto grau causa lesão do períneo, envolvendo o complexo do esfíncter anal (esfíncter anal interno e externo) e o epitélio anal.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898240 Enfermagem

Situação hipotética: Priscila, nascida em 08/01/1996, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de rotina em 08/01/2026. Relata ter iniciado atividade sexual aos 18 anos e informa que realizou exame citopatológico do colo do útero em 2015 e, posteriormente, apenas em 2024 e 2025, ambos com resultados negativos para lesão intraepitelial ou malignidade. Encontra-se assintomática. Durante a consulta, questiona quando deverá repetir o exame preventivo; se, mesmo com resultados sempre normais, ainda existe risco de desenvolver câncer do colo do útero no futuro; se a presença de sêmen ou pequeno sangramento pode prejudicar a qualidade da coleta; e se não seria prudente a realização do teste molecular para detecção do HPV.


Considerando as recomendações atuais sobre o rastreamento do câncer do colo do útero, avalie as proposições a seguir.



I- Priscila não se enquadrava na faixa etária recomendada para o rastreamento de rotina do câncer do colo do útero em 2015, uma vez que o exame citopatológico é indicado prioritariamente para mulheres de 25 a 64 anos.


II- Priscila deverá repetir o exame citopatológico apenas em 2028, uma vez que, já inserida na faixa etária de rastreamento, apresentou dois exames anuais consecutivos (2024 e 2025) com resultados negativos para lesão intraepitelial ou malignidade.


III- Priscila deve ser informada de que, por nunca ter apresentado exame citopatológico alterado, a evolução para câncer do colo do útero só ocorreria após progressão sequencial, passando por todas as etapas de lesão intraepitelial cervical, desde NIC 1 até NIC 3.


IV- Priscila deve ser orientada de que o teste molecular para detecção do HPV substituiu o exame citopatológico, sendo atualmente o único método indicado para o rastreamento do câncer do colo do útero em mulheres jovens, assintomáticas e com exames anteriores normais.


V- Priscila deve ser orientada de que a presença de espermatozoides não compromete a qualidade da amostra citopatológica e que, idealmente, a coleta deve ser realizada pelo menos cinco dias após o término da menstruação.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3898239 Enfermagem

Situação hipotética: M.L., 28 anos, primípara, deu à luz há 5 dias por parto vaginal sem complicações. Durante consulta de enfermagem, relata tristeza, labilidade emocional, choro fácil, fadiga, insônia, irritabilidade, ansiedade e sensação de sobrecarga, mantendo sua funcionalidade. De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.



I- A equipe de enfermagem considera que M.L. apresenta sintomas compatíveis com blues puerperal, quadro bastante comum no puerpério, que, embora seja angustiante para a puérpera, não constitui uma psicopatologia segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e geralmente não causa prejuízo funcional significativo.



PORQUE



II- O blues puerperal é geralmente transitório e autolimitado, não requer tratamento medicamentoso e tende a resolver-se espontaneamente em até duas semanas, embora o acompanhamento seja recomendado, pois até 20% das mulheres podem evoluir para depressão pós-parto.



A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3898236 Enfermagem

Situação hipotética: G.L., 24 anos, G1P1, com 12 horas pós-parto vaginal, sem intercorrências obstétricas durante o trabalho de parto. Ao exame físico, apresenta-se afebril, pressão arterial dentro da normalidade. À palpação abdominal, observa-se útero aumentado, de consistência amolecida, com fundo uterino acima da cicatriz umbilical. A paciente não apresenta exteriorização de lóquios e refere leve desconforto abdominal, sem sangramento vaginal visível.


Com base no caso apresentado, analise os itens abaixo.



I- G.L. encontra-se no puerpério imediato. Dessa forma, é esperado um leve desconforto abdominal e que o útero se apresente aumentado e com consistência amolecida.


II- G.L. está com 12 horas de pós-parto. Logo, a altura do fundo uterino mede aproximadamente 12 cm e deve atingir a altura da sínfise púbica.


III- G.L. apresenta lóquios retidos à avaliação loquiométrica, situação clínica indesejável, que predispõe a infecção puerperal.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3898235 Enfermagem

Situação hipotética: J. A., 26 anos, há 96 horas procura uma Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando ter tido relação sexual vaginal , com uso de preservativo masculino. Porém, refere que o método apresentou falha durante o ato. Afirma não desejar engravidar no momento. Não faz uso regular de método contraceptivo hormonal, não apresenta contraindicações conhecidas e encontra-se fora do período menstrual. O dia da ovulação não pode ser estimado.



Diante dessa situação, é afirmar que, para a contracepção de emergência: CORRETO 

Alternativas
Q3898234 Enfermagem

Durante a avaliação obstétrica em maternidade de referência, uma gestante de 39 semanas e 4 dias, primigesta, é admitida para definição de conduta frente à indicação de interrupção da gestação. Ao exame obstétrico, observou-se colo uterino centralizado, com dilatação de 4 cm, esvaecimento de 50%, consistência firme e apresentação fetal situada a –2 de De Lee. Com base nesses achados, foi calculado o Índice de Bishop para subsidiar a decisão clínica.



Considerando os parâmetros descritos, assinale a alternativa que corresponde CORRETAMENTE ao valor do Índice de Bishop e ao seu significado clínico.

Alternativas
Q3898233 Enfermagem

Leia o caso clínico extraído de Tesser C.D. et al. (2015).  


Adelir, 29 anos, G3P2C2A0, casada, em abril de 2014 estava no final da gestação e desejava parto normal. Fez o pré-natal no centro de saúde, mas abandonou o seguimento com 39 semanas por medo de ser induzida a uma cesariana. Com 41 semanas de gestação, foi ao hospital para uma avaliação de vitalidade fetal e iniciando o trabalho de parto. Foi realizado um ultrassom, que mostrou perfeitas condições de vitalidade fetal e feto pélvico. A médica no hospital indicou cesariana, por duas cirurgias anteriores e feto pélvico. Adelir recusou, assinou termo de responsabilidade e voltou para casa, para aguardar o avanço de seu trabalho de parto. Foi surpreendida às 01:30h por policiais que a obrigaram a ir ao hospital realizar a cesariana, enviados por um juiz, acionado por um promotor, requisitado pelo hospital onde havia sido atendida. No hospital, o marido é impedido de acompanhar a cesariana. Não houve intercorrências e o bebê nasceu com boa vitalidade.


Fonte: TESSER, C.D.; KNOBEL, R.; ANDREZZO, H.F.A., DINIZ, S.D. Violência obstétrica e prevenção quaternária: o que é e o que fazer. Rev Bras Med Fam Comunidade,v. 10, n. 35,p. 1-12, 2015.



Com base nas boas práticas de assistência obstétrica, sobre o caso em análise, é CORRETO afirmar que:.

Alternativas
Q3898231 Enfermagem

Situação hipotética: G.S., 29 anos, G2P0A1, Rh negativo e não sensibilizada, com gestação de 9 semanas, datada por ultrassonografia precoce, procura atendimento obstétrico referindo cessação dos sintomas gravídicos. Antecedentes pessoais incluem etilismo e tabagismo ativos, não interrompidos após o diagnóstico da gestação. Encontra-se em acompanhamento em CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial - Álcool e outras Drogas). Nega dor abdominal, sangramento vaginal ou perda de líquido. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, afebril e hemodinamicamente estável. Ao exame ginecológico, observa-se útero de tamanho inferior ao esperado para a idade gestacional e colo uterino com orifício interno fechado. A ultrassonografia transvaginal evidencia embrião único intrauterino, com comprimento cabeça-nádega de 16 mm, sem atividade cardíaca. Diante do quadro, foi instituído tratamento clínico com misoprostol, evoluindo com eliminação de conteúdo uterino após 48 horas, sem intercorrências imediatas. Não foi realizado exame anatomopatológico do produto do abortamento e foi orientado seguimento clínico com dosagem de hCG. A paciente demonstra interesse em realizar inserção de dispositivo intrauterino para evitar nova gestação.



Sobre o caso em questão, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3898229 Enfermagem
Situação hipotética: A paciente L.F., 36 anos, gestante de 28 semanas, feto único, comparece ao serviço de saúde para avaliação. É negra, diabética tipo 2 em uso de metformina e portadora de hipertensão arterial crônica há 5 anos, controlada durante a gestação. Apresenta índice de massa corporal (imc) de 32 kg/m², e o último parto ocorreu há 12 anos. Na ocasião da consulta, refere cefaleia intensa, cansaço e edema progressivo em pés e tornozelos. Queixa-se de visão turva nos últimos dois dias e sensação de inchaço facial. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 160/105 mmHg, confirmada após intervalo de 15 minutos, aferida com técnica adequada. Observa-se edema significativo em membros inferiores e face, além de proteinúria +++ em amostra isolada de urina, não detectada previamente nesta gestação. Os batimentos cardíacos fetais estão normais e o crescimento fetal é adequado para a idade gestacional.
Diante do quadro clínico, dos achados objetivos maternos e do histórico clínico-obstétrico apresentado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3898228 Enfermagem

Situação hipotética: A gestante M.S., 32 anos, encontra-se com 26 semanas de gestação e comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de pré-natal. Em seu cartão vacinal, constam registros de que, na gestação anterior, recebeu uma dose de DTPa e uma dose de COVID-19, e, na gestação atual, quando estava com 8 semanas, recebeu uma dose de dT e uma dose de Hepatite B. Não há nenhum outro registro vacinal e a gestante não é residente ou viajante para área de risco epidemiológico para febre amarela.



Considerando o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante (2025) e a idade gestacional atual de M.S., a conduta e CORRETA completa da equipe de enfermagem é administrar nesta ocasião:

Alternativas
Q3898227 Enfermagem

Situação hipotética: A.J.F., 43 anos, obesa e diabética, após parto vaginal, evoluiu com hemorragia secundária à atonia uterina, refratária às medidas clínicas e conservadoras. Diante da gravidade do quadro, foi submetida a histerectomia supracervical, sem ooforectomia, por via laparotômica.



Considerando o caso apresentado, quanto às orientações e aos cuidados ginecológicos no seguimento de A.J.F., é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3898147 Noções de Primeiros Socorros
No ambiente da creche, situações inesperadas podem ocorrer, exigindo do Auxiliar de Creche conhecimento básico sobre primeiros socorros e cuidados imediatos com a saúde infantil. A atuação correta não substitui o atendimento especializado, mas pode minimizar riscos e garantir a proteção da criança até a chegada de ajuda adequada. Diante desse contexto, é CORRETO afirmar que o Auxiliar de Creche deve: 
Alternativas
Respostas
2301: D
2302: D
2303: A
2304: C
2305: D
2306: A
2307: A
2308: D
2309: D
2310: E
2311: B
2312: E
2313: D
2314: C
2315: C
2316: A
2317: B
2318: D
2319: E
2320: A