Questões de Concurso
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Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
O autor utiliza, no segundo parágrafo, os ditados populares “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher” e “roupa suja se lava em casa”, cujos respectivos sentidos se opõem aos comportamentos de
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, o pronome destacado em “Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos” pode ser corretamente substituído por:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
(E) evidenciam. 5. Considerando o contexto em que se insere, o trecho destacado em “corrigidos os dados, constatamos que ‘apenas’ 26% pensam desta maneira” (1º parágrafo) pode ser assim reescrito
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Pelo sentido assumido pelo verbo “explicitam” no contexto do último período do primeiro parágrafo, poder-se-ia empregar em seu lugar a forma:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, está correta a seguinte afirmação sobre o primeiro período do texto:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Considerando a progressão das ideias do texto, seria coerente iniciar o segundo período do primeiro parágrafo (“Respiramos aliviados [...]”) com:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
A respeito das ideias do primeiro parágrafo, é correto afirmar que o autor do texto
Considere as afirmações abaixo sobre gestão de riscos.
I - Tolerância ao risco serve como um alerta para evitar que a empresa chegue ao nível estabelecido por sua capacidade, o que colocaria em perigo a continuidade de seus negócios.
II - A diferença entre o risco inerente e o risco residual gera o resultado da eficácia dos controles.
III - Apetite ao risco é a quantidade de risco que a empresa deseja assumir para conseguir atingir seus objetivos.
Quais estão corretas, segundo Brasiliano Ramos (2016)?
Segundo Chiavenato (2014), o Balanced Scorecard (BSC) é um método de administração focado no equilíbrio organizacional.
Assinale a alternativa que apresenta as quatro perspectivas básicas do BSC.
Os indicadores de desempenho são os sinais vitais de uma organização, pois permitem mostrar o que está sendo feito e quais são os resultados das ações. Considere as ações abaixo.
I - Avaliar o desempenho e indicar as ações corretivas necessárias.
II - Apoiar a melhoria do desempenho.
III - Manter a convergência de propostas e a coerência de esforços na organização, por meio da integração de estratégias, ações e medições.
De acordo com Chiavenato (2014), quais integram as principais vantagens de um sistema de medição de desempenho?
No que se refere à gestão de riscos, segundo Brasiliano Ramos (2016), assinale as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) A gestão de riscos corporativos passa a atuar como uma área de inteligência em riscos, ou seja, de interpretação das informações e utilização de ferramentas estratégicas.
( ) Incertezas representam riscos e oportunidades, com potencial para destruir ou agregar valor.
( ) Benchmarking consiste em realizar ações de marketing voltadas para seu público interno, com a finalidade de promover a integração entre os variados departamentos da organização.
( ) O risco de crédito pode ser definido como uma medida numérica da incerteza relacionada aos retornos esperados de um investimento, em decorrência de variações em fatores como taxas de juros, taxas de câmbio, preços de ações e commodities.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Sem prejuízos com a comida
01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa
02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que
03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações
04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto
05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas
06. residências para evitar a perda de alimentos estão
07. agora disponíveis em uma página da internet,
08. patrocinada pela instituição.
09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende
10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com
11. diversas opções de preparos, salientando que as
12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.
Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.
Considere a última frase do texto:
Além de orientar sobre cuidados, a página pretende estimular o aumento do consumo de vegetais, com diversas opções de preparos, salientando que as hortaliças não devem servir apenas para saladas.
Nessa frase, o vocábulo que está sendo usado com o valor de
Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Sem prejuízos com a comida
01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa
02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que
03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações
04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto
05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas
06. residências para evitar a perda de alimentos estão
07. agora disponíveis em uma página da internet,
08. patrocinada pela instituição.
09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende
10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com
11. diversas opções de preparos, salientando que as
12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.
Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.
No trecho salientando que as hortaliças não devem servir apenas para saladas (l. 11-12), a oração que inicia com que as hortaliças é classificada como
Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Sem prejuízos com a comida
01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa
02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que
03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações
04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto
05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas
06. residências para evitar a perda de alimentos estão
07. agora disponíveis em uma página da internet,
08. patrocinada pela instituição.
09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende
10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com
11. diversas opções de preparos, salientando que as
12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.
Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.
A expressão além de, no trecho Além de orientar (l. 09), pode ser substituída, sem alteração do seu sentido no texto, por
Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Sem prejuízos com a comida
01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa
02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que
03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações
04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto
05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas
06. residências para evitar a perda de alimentos estão
07. agora disponíveis em uma página da internet,
08. patrocinada pela instituição.
09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende
10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com
11. diversas opções de preparos, salientando que as
12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.
Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.
O segmento os atributos (l. 04) poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido com que está usado no texto, por
Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Sem prejuízos com a comida
01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa
02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que
03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações
04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto
05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas
06. residências para evitar a perda de alimentos estão
07. agora disponíveis em uma página da internet,
08. patrocinada pela instituição.
09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende
10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com
11. diversas opções de preparos, salientando que as
12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.
Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto acima (l. 03-05).
Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
Como se fosse a primeira vez
01. Aos 82 anos, o maestro Isaac Karabtchevsky
02. declarou que “um músico tem que trabalhar até o último
03. instante”, que é “nessa vivência que ele começa ____
04. redescobrir partituras que já regeu ou tocou ____ tantos
05. anos, experimentando-as de maneira totalmente
06. diferente, como se fosse a primeira vez”. Não estamos
07. falando aqui de trabalho, mas da vida, pois nunca é
08. tarde para encará-la com o frescor desse velho homem.
09. O passado não é recuperável, não há feitiço do tempo
10. que nos ajude a voltar atrás para desfazer perdas e
11. reparar falhas. Viver é uma comédia de erros e
12. ponto. Quanto maior a vida, os arrependimentos e as
13. saudades têm maiores oportunidades de comparecer.
14. O que levamos conosco corre o risco de virar um baú de
15. velharias que carregamos só para remoer. No entanto,
16. possuir uma memória fértil, honrar a própria história,
17. não nos obriga ____ andar de costas. No divã, as
18. memórias são sempre convocadas e falando delas
19. acabam ganhando novos sentidos. Não se trata de voltar
20. atrás para consertar, pois as lembranças ressurgem
21. quando estão a serviço do presente. Elas são revisadas
22. porque somos feitos delas, porque nossa identidade foi
23. construída a partir do que vivemos. “Como se fosse a
24. primeira vez” é apenas um modo lúdico de manter viva
25. ____ curiosidade. A amnésia não torna ninguém mais
26. jovem nem renova oportunidades. A boa notícia é que
27. somente para os músicos o tempo de uma vida pode
28. ser fértil até o fim. Ele pode assemelhar-se ____ das
29. viagens, no qual um dia leva vários para acabar. Por
30. que ocorre essa sensação de lactação temporal? Porque
31. viajando estamos abertos ____ novo, deixando-nos
32. surpreender a cada momento. Karabtchevsky nos lembra
33. que isso pode ocorrer até com as velhas sinfonias. Mesmo
34. que existam melodias repetidas, interprete-as como
35. se fosse a primeira vez.
Adaptado de: CORSO, Diana. Como se fosse a primeira vez.
Disponível em http://vidasimples.uol.com.r/canal/pensar/.
Acessado em 08 de janeiro de 2018.
A seguir são apresentadas substituições de algumas expressões do texto.
I - pois (l. 07) por no entanto.
II - No entanto (l. 15) por a não ser que.
III - a partir (l. 23) por a começar.
IV - nem (l. 26) por e não.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
Como se fosse a primeira vez
01. Aos 82 anos, o maestro Isaac Karabtchevsky
02. declarou que “um músico tem que trabalhar até o último
03. instante”, que é “nessa vivência que ele começa ____
04. redescobrir partituras que já regeu ou tocou ____ tantos
05. anos, experimentando-as de maneira totalmente
06. diferente, como se fosse a primeira vez”. Não estamos
07. falando aqui de trabalho, mas da vida, pois nunca é
08. tarde para encará-la com o frescor desse velho homem.
09. O passado não é recuperável, não há feitiço do tempo
10. que nos ajude a voltar atrás para desfazer perdas e
11. reparar falhas. Viver é uma comédia de erros e
12. ponto. Quanto maior a vida, os arrependimentos e as
13. saudades têm maiores oportunidades de comparecer.
14. O que levamos conosco corre o risco de virar um baú de
15. velharias que carregamos só para remoer. No entanto,
16. possuir uma memória fértil, honrar a própria história,
17. não nos obriga ____ andar de costas. No divã, as
18. memórias são sempre convocadas e falando delas
19. acabam ganhando novos sentidos. Não se trata de voltar
20. atrás para consertar, pois as lembranças ressurgem
21. quando estão a serviço do presente. Elas são revisadas
22. porque somos feitos delas, porque nossa identidade foi
23. construída a partir do que vivemos. “Como se fosse a
24. primeira vez” é apenas um modo lúdico de manter viva
25. ____ curiosidade. A amnésia não torna ninguém mais
26. jovem nem renova oportunidades. A boa notícia é que
27. somente para os músicos o tempo de uma vida pode
28. ser fértil até o fim. Ele pode assemelhar-se ____ das
29. viagens, no qual um dia leva vários para acabar. Por
30. que ocorre essa sensação de lactação temporal? Porque
31. viajando estamos abertos ____ novo, deixando-nos
32. surpreender a cada momento. Karabtchevsky nos lembra
33. que isso pode ocorrer até com as velhas sinfonias. Mesmo
34. que existam melodias repetidas, interprete-as como
35. se fosse a primeira vez.
Adaptado de: CORSO, Diana. Como se fosse a primeira vez.
Disponível em http://vidasimples.uol.com.r/canal/pensar/.
Acessado em 08 de janeiro de 2018.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para a associação entre o pronome e o elemento a que se refere.
( ) experimentando-as (l. 05) – partituras (l. 04)
( ) encará-la (l. 08) – vida (l. 07)
( ) assemelhar-se (l. 28) – músicos (l. 27)
( ) interprete-as (l. 34) melodias (l. 34)
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
Como se fosse a primeira vez
01. Aos 82 anos, o maestro Isaac Karabtchevsky
02. declarou que “um músico tem que trabalhar até o último
03. instante”, que é “nessa vivência que ele começa ____
04. redescobrir partituras que já regeu ou tocou ____ tantos
05. anos, experimentando-as de maneira totalmente
06. diferente, como se fosse a primeira vez”. Não estamos
07. falando aqui de trabalho, mas da vida, pois nunca é
08. tarde para encará-la com o frescor desse velho homem.
09. O passado não é recuperável, não há feitiço do tempo
10. que nos ajude a voltar atrás para desfazer perdas e
11. reparar falhas. Viver é uma comédia de erros e
12. ponto. Quanto maior a vida, os arrependimentos e as
13. saudades têm maiores oportunidades de comparecer.
14. O que levamos conosco corre o risco de virar um baú de
15. velharias que carregamos só para remoer. No entanto,
16. possuir uma memória fértil, honrar a própria história,
17. não nos obriga ____ andar de costas. No divã, as
18. memórias são sempre convocadas e falando delas
19. acabam ganhando novos sentidos. Não se trata de voltar
20. atrás para consertar, pois as lembranças ressurgem
21. quando estão a serviço do presente. Elas são revisadas
22. porque somos feitos delas, porque nossa identidade foi
23. construída a partir do que vivemos. “Como se fosse a
24. primeira vez” é apenas um modo lúdico de manter viva
25. ____ curiosidade. A amnésia não torna ninguém mais
26. jovem nem renova oportunidades. A boa notícia é que
27. somente para os músicos o tempo de uma vida pode
28. ser fértil até o fim. Ele pode assemelhar-se ____ das
29. viagens, no qual um dia leva vários para acabar. Por
30. que ocorre essa sensação de lactação temporal? Porque
31. viajando estamos abertos ____ novo, deixando-nos
32. surpreender a cada momento. Karabtchevsky nos lembra
33. que isso pode ocorrer até com as velhas sinfonias. Mesmo
34. que existam melodias repetidas, interprete-as como
35. se fosse a primeira vez.
Adaptado de: CORSO, Diana. Como se fosse a primeira vez.
Disponível em http://vidasimples.uol.com.r/canal/pensar/.
Acessado em 08 de janeiro de 2018.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 25, 28 e 31.
Instrução: As questões 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
Como se fosse a primeira vez
01. Aos 82 anos, o maestro Isaac Karabtchevsky
02. declarou que “um músico tem que trabalhar até o último
03. instante”, que é “nessa vivência que ele começa ____
04. redescobrir partituras que já regeu ou tocou ____ tantos
05. anos, experimentando-as de maneira totalmente
06. diferente, como se fosse a primeira vez”. Não estamos
07. falando aqui de trabalho, mas da vida, pois nunca é
08. tarde para encará-la com o frescor desse velho homem.
09. O passado não é recuperável, não há feitiço do tempo
10. que nos ajude a voltar atrás para desfazer perdas e
11. reparar falhas. Viver é uma comédia de erros e
12. ponto. Quanto maior a vida, os arrependimentos e as
13. saudades têm maiores oportunidades de comparecer.
14. O que levamos conosco corre o risco de virar um baú de
15. velharias que carregamos só para remoer. No entanto,
16. possuir uma memória fértil, honrar a própria história,
17. não nos obriga ____ andar de costas. No divã, as
18. memórias são sempre convocadas e falando delas
19. acabam ganhando novos sentidos. Não se trata de voltar
20. atrás para consertar, pois as lembranças ressurgem
21. quando estão a serviço do presente. Elas são revisadas
22. porque somos feitos delas, porque nossa identidade foi
23. construída a partir do que vivemos. “Como se fosse a
24. primeira vez” é apenas um modo lúdico de manter viva
25. ____ curiosidade. A amnésia não torna ninguém mais
26. jovem nem renova oportunidades. A boa notícia é que
27. somente para os músicos o tempo de uma vida pode
28. ser fértil até o fim. Ele pode assemelhar-se ____ das
29. viagens, no qual um dia leva vários para acabar. Por
30. que ocorre essa sensação de lactação temporal? Porque
31. viajando estamos abertos ____ novo, deixando-nos
32. surpreender a cada momento. Karabtchevsky nos lembra
33. que isso pode ocorrer até com as velhas sinfonias. Mesmo
34. que existam melodias repetidas, interprete-as como
35. se fosse a primeira vez.
Adaptado de: CORSO, Diana. Como se fosse a primeira vez.
Disponível em http://vidasimples.uol.com.r/canal/pensar/.
Acessado em 08 de janeiro de 2018.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 03, 04 e 17.