Questões de Concurso
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Em relação às informações no texto, analise as assertivas que seguem:
I. Para Jaron Lanier, de um modo geral, as redes sociais trazem mais malefícios do que benefícios para as pessoas.
II. De acordo com Jaron Lanier, o melhor a se fazer é não utilizar mais as redes, visto que elas nos manipulam e nos prejudicam a cada acesso.
III. Segundo Jaron Lanier, o que as pessoas acessam na web podem trazer consequências até para seus empregos futuros.
Quais estão INCORRETAS?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
A primeira palavra do texto, ‘Apesar’ (l.01), introduz uma ideia de _________, classifica-se como ____________________ e tem o mesmo sentido de ____________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Analise as seguintes assertivas a respeito da linguagem do texto e assinale C, se as frases contiverem linguagem conotativa, ou D, se apresentarem somente linguagem denotativa.
( ) Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. (l.01-02).
( ) As redes sociais, em especial o Facebook, pretendem guardar registro de todas as nossas ações (l.09-10).
( ) Também podem acabar influenciando em futuros trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no Facebook e no Google. (l.27-29).
( ) as notícias aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos (l.34-35).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Assim como a palavra ‘antivacinas’ (l.31), todos os vocábulos a seguir não necessitam do uso de hífen, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
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- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Analise as seguintes propostas de alteração de expressões no texto:
I. ‘tomam a decisão’ (l.02) por ‘decidem’.
II. ‘cita’ (l.20) por ‘menciona’.
III. ‘grátis’ (l.44) por ‘gratuito’.
Quais alterações acarretam INCORREÇÃO sintática?
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Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Analise as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As vírgulas da linha 04 são empregadas para separar um aposto.
( ) A vírgula da linha 05 é empregada para marcar um adjunto adverbial deslocado.
( ) A vírgula da linha 10 e a primeira da linha 11 são empregadas para separar orações de mesmo valor sintático.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Considerando o contexto, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra ‘díspares’ (l.22).
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 01, 15 e 34, considerando a necessidade do uso da crase.
Com base em Medeiros e Hernandes (2010), a respeito de protocolo, são feitas as seguintes afirmações:
I. É a denominação atribuída a setores encarregados do recebimento, registro, distribuição e movimentação de documentos.
II. É o próprio número de registro dado a um documento.
III. É a denominação que abarca livro de registro de documentos recebidos ou expedidos.
Quais estão corretas?
Segundo Kaspary (2007), para que a redação oficial alcance melhor seu objetivo, para que cumpra sua tarefa de comunicação eficiente, é necessário que ela possua certas qualidades básicas. Nesse sentido, segundo o autor, dentre as qualidades da redação oficial NÃO está a:
O inventário de bens patrimoniais consiste na verificação in loco das existências físicas de bens permanentes em almoxarifado e em uso. Também se incluem nesse contexto os bens de consumo em almoxarifado (JUND IN: QUINTANA et al., 2011). Nesse sentido, segundo os mencionados autores, o inventário físico na Administração Pública pode ser classificado nos seguintes tipos, EXCETO em inventário:
A acuracidade do inventário, como indicador de eficácia, é o resultado obtido pela aplicação da seguinte fórmula:
De acordo com o Art. 44 da Constituição Federal de 1988, o Poder Legislativo no Brasil é exercido pelo(a):
A Lei nº 9.784/1999 regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública. Segundo as disposições do Art. 69-A da referida Lei, terão prioridade na tramitação, em qualquer órgão ou instância, os procedimentos administrativos em que figurar como parte ou interessado, a pessoa:
I. Com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.
II. Portadora de deficiência, física ou mental.
III. Portadora de tuberculose ativa, esclerose múltipla, neoplasia maligna, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome de imunodeficiência adquirida, ou outra doença grave, com base em conclusão da medicina especializada, mesmo que a doença tenha sido contraída após o início do processo.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
A palavra ‘que’ da linha 06 apresenta a mesma classificação da ocorrência da linha:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Analise as seguintes assertivas sobre pronomes no texto:
I. O pronome ‘-la’ (l.01) retoma a grande pergunta: qual o limite das nossas capacidades intelectuais.
II. O pronome ‘sua’ (l.06) faz referência direta ao leitor do texto.
III. O pronome ‘o’ (l.34) retoma ‘um limite’ (l.33).
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Analise as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A vírgula da linha 02 é usada pelo mesmo motivo que a da linha 17: separar termos justapostos assindéticos.
( ) As vírgulas da linha 04 poderiam ser substituídas por travessão sem acarretar incorreção à frase.
( ) A vírgula da linha 37 é empregada incorretamente, pois separa o mesmo sujeito.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Em relação a propostas de alteração de vocábulos do texto, analise as seguintes assertivas:
I. Substituição de ‘predisposição’ (l.19) por ‘tendência’.
II. Substituição de ‘vertente’ (l.26) por ‘gama’.
III. Substituição de ‘iletradas’ (l.29) por ‘analfabetas’.
Quais NÃO alteram o sentido da frase em que estão inseridos?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Em relação à acentuação de palavras do texto, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra ‘três’ é acentuada pela mesma regra que ‘você’.
II. As palavras ‘além’ e ‘também’ são acentuadas em função de regras diferentes.
III. Os vocábulos ‘é’ e ‘até’ são classificados, respectivamente, como verbo e preposição, e, se retirássemos os acentos gráficos, assumiriam outras classes gramaticais.
Quais estão corretas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Se a palavra ‘alguém’ (l.15) fosse substituída por ‘uma pessoa’, quantas outras alterações seriam necessárias para fins de concordância do parágrafo?