Questões de Concurso
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A crise política na Venezuela se agrava a passos largos desde que houve a autoproclamação de um presidente interino do país, em 23 de janeiro desse ano (2019), que não reconhece a legitimidade da reeleição do atual presidente. (Fonte: g1.globo.com, 24/01/19). Qual o nome do atual presidente da Assembleia Nacional, oposicionista e autoproclamado presidente interino da Venezuela?
Apesar de ainda não existir um calendário oficial sobre as cores dos meses, as campanhas de prevenção à saúde são cada vez mais conhecidas, divulgadas e abraçadas pelas pessoas ao redor do mundo. Em relação à saúde do homem, o tema é sempre intensificado em _____________, mês que busca lembrar a importância dos cuidados preventivos em relação à(ao) ________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Em 2017, foi proposto à Assembleia Legislativa do RS, pelo deputado Missionário Volnei, o Projeto de Lei nº 63/2017, que declara o município de Palmeira das Missões o Berço
Qual o ano de fundação do Município de Palmeira das Missões?
Lista de símbolos:
⇒ Condicional
⇔ Bicondicional
∧ Conector “e”
∨ Conector “ou”
∨ Conector “ou” exclusivo
¬ Negação da proposição
A negação da proposição “Se faz frio em Palmeiras das Missões, então é inverno” é:
Lista de símbolos:
⇒ Condicional
⇔ Bicondicional
∧ Conector “e”
∨ Conector “ou”
∨ Conector “ou” exclusivo
¬ Negação da proposição
No diagrama a seguir, “S” representa pessoas que moram em Palmeiras das Missões e “M”, pessoas que gostam de estudar matemática.
A região hachurada no diagrama acima representa:
Lista de símbolos:
⇒ Condicional
⇔ Bicondicional
∧ Conector “e”
∨ Conector “ou”
∨ Conector “ou” exclusivo
¬ Negação da proposição
Se o raio de um círculo aumenta 20%, então sua área:
Um dos mais importantes tratados de direitos humanos e que serviu de diretriz para a elaboração de políticas inclusivas tem como propósito “promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente”. O texto foi elaborado a partir da ótica e das necessidades das próprias pessoas com deficiência, que são as que sabem o que é melhor para elas e por isso devem ser ouvidas em todas as ações que as envolvam. Assinale a alternativa que indica a qual documento o texto se refere.
O jornal El país publicou entrevista sobre o avanço do câncer, feita com a pesquisadora Teresa Macarulla (disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/02/ciencia/1564748316_920745.html). A seguir é apresentado um trecho dessa entrevista. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas da coluna da esquerda.
1. O câncer corre mais que vocês, os pesquisadores? |
( ) Pela primeira vez encontramos um tratamento personalizado para um câncer que até agora só se tratava com quimioterapia. Os pacientes com uma mutação BRCA1 e BRCA2 pela primeira vez contam com um fármaco para eles que, além disso, tem menos efeitos secundários que a químio. |
2. Porque a pesquisa de que você participou é importante? |
( ) Acho que não. Se o câncer avança, não o podemos parar, então o que tentamos com cada paciente é nos antecipar com os tratamentos e freá-lo, pará-lo. |
3. A Sociedade Europeia de Oncologia Médica defende o pagamento dos fármacos segundo os resultados obtidos no paciente. O que você pensa disso? |
( ) É uma boa opção tentar intercalar essas medidas que tornam o sistema mais sustentável. E isso envolve a indústria farmacêutica também. O que queremos, afinal, é que todos os nossos pacientes tenham disponibilidade de fármacos. |
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 06.
O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?
Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ________ ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica ? que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal - se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.
(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)
O termo “paradoxo” (final do primeiro parágrafo) foi empregado para:
1. contrapor dois comportamentos da vida moderna.
2. desqualificar as ligações telefônicas.
3. recriminar o comportamento das pessoas no século XXI.
Assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 06.
O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?
Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ________ ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica ? que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal - se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.
(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)
O trecho “Essa curiosidade metajornalística” refere-se:
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 06.
O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?
Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ________ ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica ? que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal - se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.
(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)
De acordo com o texto, “ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone”, porque as chamadas telefônicas:
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 06.
O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?
Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ________ ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica ? que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal - se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.
(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna na segunda linha do segundo parágrafo.
De acordo com as regras de pontuação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Gosto de sorvete, mas, prefiro, bolo.
( ) Quando dançar com ele, cuide dos pés.
( ) O que você fez?
Com relação à flexão dos adjetivos sublinhados, analisar os itens abaixo:
I. Essas atividades são muito fácis.
II. Eles são um bando de bobalhões.
Tendo em vista a flexão de gênero, assinalar a alternativa que relaciona INCORRETAMENTE masculino e feminino:
Considerando-se a divisão silábica, assinalar a alternativa CORRETA:
Esta vida
Um sábio me dizia: “Esta existência
Não vale a angústia de viver. A ciência,
Se fôssemos eternos, num transporte
De desespero inventaria a morte!
Uma _______ orgânica aparece
No infinito do tempo: e vibra, e cresce,
E se desdobra, e estala num segundo...
Homem, eis o que somos neste mundo!”
Falou-me assim o sábio e eu comecei a ver,
Dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Guilherme de Almeida - adaptado.
Em relação a algumas palavras do texto, assinalar a alternativa que apresenta uma palavra dissílaba:
Esta vida
Um sábio me dizia: “Esta existência
Não vale a angústia de viver. A ciência,
Se fôssemos eternos, num transporte
De desespero inventaria a morte!
Uma _______ orgânica aparece
No infinito do tempo: e vibra, e cresce,
E se desdobra, e estala num segundo...
Homem, eis o que somos neste mundo!”
Falou-me assim o sábio e eu comecei a ver,
Dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Guilherme de Almeida - adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra sublinhada em “Não vale a angústia de viver”:
Esta vida
Um sábio me dizia: “Esta existência
Não vale a angústia de viver. A ciência,
Se fôssemos eternos, num transporte
De desespero inventaria a morte!
Uma _______ orgânica aparece
No infinito do tempo: e vibra, e cresce,
E se desdobra, e estala num segundo...
Homem, eis o que somos neste mundo!”
Falou-me assim o sábio e eu comecei a ver,
Dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Guilherme de Almeida - adaptado.
Considerando-se os modos verbais, assinalar a alternativa que apresenta um trecho do texto no qual o verbo sublinhado está no subjuntivo: