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Q3902275 Direito Ambiental
A Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) (Lei Federal n° 12.305/2010) prevê uma série de medidas objetivando o melhor manejo dos resíduos sólidos gerados no país. Uma prefeitura, ao elaborar seu plano dos resíduos sólidos, deve se atentar a todos os resíduos gerados no município, entre eles, os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU).

A partir dessa situação, considere as afirmativas a seguir.

I. Os municípios devem incentivar práticas de reciclagem e compostagem, a fim de aumentar a destinação e reduzir a massa de resíduos que será disposta no aterro sanitário, aumentando a vida útil dos aterros e reduzindo os passivos ambientais.

II. As lâmpadas, pilhas e baterias encontradas nos RSU podem ser classificadas como resíduos classe IIA, não perigosos e não inertes, segundo a NBR 10.004/04. Os resíduos recicláveis, como papel, plástico e papelão, são considerados resíduos IIB, não perigosos e inertes.

III. Toda massa de RSU coletada deve ser incinerada sem aproveitamento energético. Essa prática, apesar da emissão de gases tóxicos, reduz a massa de resíduos e evita o problema das grandes áreas ocupadas pelos aterros sanitários.

IV. O aterro sanitário é uma alternativa ambientalmente correta para a disposição final dos rejeitos, pois promove o confinamento estanque e estável da massa de resíduos, evitando a percolação de lixiviados e controlando a emissão dos gases gerados.

Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3902274 Direito Ambiental
A gestão e o gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos ainda é um grande desafio para a maioria dos municípios brasileiros. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) apontam que, no ano de2022, apenas 32,2% dos municípios participantes da pesquisa apresentaram alguma iniciativa de coleta seletiva, equivalendo a uma taxa nacional de recuperação de materiais recicláveis de apenas 2,37% (IN031). Por fim, mais de 1/4 da massa de resíduos coletada foi disposta de forma inadequada em lixões ou aterros controlados.

Diante desse cenário e com base na Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), estabelecida pela Lei Federal n° 12.305/2010, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902271 Engenharia Ambiental e Sanitária
Imagine que você seja o responsável técnico pelo projeto e implantação do sistema de abastecimento de água de uma determinada comunidade que dispõe para captação, de um manancial superficial que se enquadra na Classe 3, de acordo com a Resolução CONAMA nº 357/2005, complementada e alterada pela resolução nº 430/2011.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o sistema de tratamento de água adequado para a condição do manancial apresentado.
Alternativas
Q3902270 Engenharia Ambiental e Sanitária
A respeito dos processos de tratamento de água para consumo humano em uma Estação de Tratamento de Água (ETA), atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

(    ) A floculação é a operação unitária responsável pela desestabilização química das partículas coloidais presentes na água bruta, preparando-as para o processo de coagulação, que é o processo físico no qual as partículas coloidais são postas em contato umas com as outras, de modo a viabilizar o aumento de seu tamanho físico.

(    ) O objetivo do sistema de tratamento de água é adequar a água bruta de um manancial aos níveis de potabilidade exigidos pela portaria n° 888/2021 do Ministério da Saúde e em consonância com a resolução CONAMA n° 357/2005.

(   ) O pH é um parâmetro químico de grande importância para uma estação de tratamento de água. Nos processos de coagulação e desinfecção por cloro, este parâmetro deve ser controlado, a fim de aumentar a eficiência destes processos.

(    ) Os processos de filtração e desinfecção são as duas barreiras sanitárias de uma estação de tratamento de água.

(    ) Em um filtro, quanto maior a granulometria do meio filtrante, menor será a taxa de filtração, maior a perda de carga e maior a eficiência.

Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Alternativas
Q3902269 Direito Ambiental
A Lei Federal n°11.445/2007 estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a Política Federal de Saneamento Básico, e foi atualizada pela Lei Federal n° 14.026/2020, conhecida como Novo Marco Legal do Saneamento.

Em relação a essas duas leis, considere as afirmativas a seguir.

I. A redação do Novo Marco Legal do Saneamento estabelece que os contratos de prestação dos serviços públicos de saneamento básico deverão definir metas de universalização que garantam atendimento de 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.

II. É facultativo, aos titulares dos serviços de saneamento, elaborar os planos de saneamento básico, estabelecer metas e indicadores de desempenho e definir os parâmetros a serem adotados para a garantia do atendimento à população.

III. A partir do Novo Marco Legal, a atuação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), nas competências de regulação dos serviços públicos de saneamento básico, passou a ser mais restrita, se comparada ao texto original da Lei Federal nº 11.445/2007.

IV. São considerados serviços básicos de saneamento o conjunto de serviços públicos, infraestruturas e instalações operacionais de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e a drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902260 Noções de Informática
Em relação à manipulação de arquivos e pastas do Windows 10, considere as afirmativas a seguir.

I. Para excluir uma pasta do Windows é necessário antes excluir os arquivos contidos nela.

II. Dentro de uma mesma pasta do Windows, é possível haver dois arquivos com o mesmo nome, desde que possuam extensões diferentes.

III. Selecionar um arquivo e, em seguida, clicar na tecla Delete enquanto a tecla Shift é mantida pressionada, permite excluir esse arquivo permanentemente, ou seja, sem enviá-lo para a Lixeira.

IV. A ação “Pressionar a tecla Ctrl, em seguida clicar com o botão esquerdo do mouse sobre um arquivo em determinada pasta e arrastar este arquivo para outra pasta, enquanto a tecla Ctrl é mantida pressionada”, irá criar uma cópia desse arquivo na pasta destino, preservando o arquivo na pasta de origem.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902259 Noções de Informática
Com relação ao Google Chrome, relacione as  teclas de atalho, na coluna da esquerda, com as respectivas funções, na coluna da direita.

(I) Ctrl + T
(II) Ctrl + N
(III) Ctrl + W
(IV) Alt + F4


(A) Abrir uma nova janela do navegador.
(B) Abrir uma nova guia na janela atual.
(C) Fechar a guia que está em foco.
(D) Fechar a janela atual.

Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Alternativas
Q3902258 Noções de Informática
 Sobre as opções das Guias do Microsoft Word, considere as afirmativas a seguir.

I. A opção “Notas de Rodapé” está na Guia Revisão.

II. A opção “Configurar Página” está na Guia Design.

III. A opção “Parágrafo” está na Guia Página Inicial.

IV. A opção “Tabelas” está na Guia Inserir.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902256 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Areia movediça


Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísif



Salvo raras exceções, a população se beneficia com alterações da paisagem natural e apoia a construção de usinas de energia ou pontes e viadutos rodoviários. Quando se trata de alargar praias com toneladas de areia, nem preservacionistas criticam tais iniciativas– embora elas figurem entre os usos pouco sustentáveis de dinheiro público.


Levantamento da Folha detectou 24 megaprojetos para engordar praias, do Ceará a Santa Catarina, alguns já concluídos, outros em planejamento ou execução. Tudo somado, desde 2018, está uma montanha de 24,5 milhões de m3 de sílica, o suficiente para encher 12 estádios do Maracanã.


Comparado com o volume total dos mares da Terra (1,3 bilhão de Km3), e considerando que 1Kmequivale a 1 bilhão de m3, a areia mobilizada nos empreendimentos balneários de fato não se qualifica nem como a proverbial gota no oceano. Já os recursos investidos, de R$ 1,8 bilhão, fazem diferença para os 21 municípios envolvidos.


Pode-se argumentar que o benefício em qualidade de vida compensa os custos, diluídos entre centenas de milhares de cidadãos. Ocorre que esse gênero de intervenção contém apenas temporariamente a contínua erosão marinha. Mesmo com obras complementares de enrocamento, exige-se reposição de areia. Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré. Isso sem mencionar os casos em que se acelera o processo erosivo, como o da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), em que uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão.


O problema da erosão marinha é generalizado no litoral brasileiro, e o enfrentamento fica a cargo de prefeituras ou governos estaduais, que não orçam recursos necessários para manutenção. Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal.


Uma estratégia nessa direção se esboça com o prometido acréscimo da erosão costeira no Plano Nacional de Mudança do Clima, ora em revisão pelo Planalto. É um dos temas candentes no capítulo de adaptação para preparar a infraestrutura e o poder público para o aumento da temperatura e dos eventos extremos que ele acarreta, como ressacas portentosas. Mais que apenas alargar praias, governantes necessitam prevenir a possibilidade de que algumas delas terminem riscadas do mapa.


(Folha de S. Paulo. 07 de janeiro de 2024. Editorial. A2. Opinião)

Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o trecho que tem como função introduzir uma exemplificação acerca da ideia expressa no enunciado.
Alternativas
Q3902255 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Areia movediça


Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísif



Salvo raras exceções, a população se beneficia com alterações da paisagem natural e apoia a construção de usinas de energia ou pontes e viadutos rodoviários. Quando se trata de alargar praias com toneladas de areia, nem preservacionistas criticam tais iniciativas– embora elas figurem entre os usos pouco sustentáveis de dinheiro público.


Levantamento da Folha detectou 24 megaprojetos para engordar praias, do Ceará a Santa Catarina, alguns já concluídos, outros em planejamento ou execução. Tudo somado, desde 2018, está uma montanha de 24,5 milhões de m3 de sílica, o suficiente para encher 12 estádios do Maracanã.


Comparado com o volume total dos mares da Terra (1,3 bilhão de Km3), e considerando que 1Kmequivale a 1 bilhão de m3, a areia mobilizada nos empreendimentos balneários de fato não se qualifica nem como a proverbial gota no oceano. Já os recursos investidos, de R$ 1,8 bilhão, fazem diferença para os 21 municípios envolvidos.


Pode-se argumentar que o benefício em qualidade de vida compensa os custos, diluídos entre centenas de milhares de cidadãos. Ocorre que esse gênero de intervenção contém apenas temporariamente a contínua erosão marinha. Mesmo com obras complementares de enrocamento, exige-se reposição de areia. Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré. Isso sem mencionar os casos em que se acelera o processo erosivo, como o da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), em que uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão.


O problema da erosão marinha é generalizado no litoral brasileiro, e o enfrentamento fica a cargo de prefeituras ou governos estaduais, que não orçam recursos necessários para manutenção. Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal.


Uma estratégia nessa direção se esboça com o prometido acréscimo da erosão costeira no Plano Nacional de Mudança do Clima, ora em revisão pelo Planalto. É um dos temas candentes no capítulo de adaptação para preparar a infraestrutura e o poder público para o aumento da temperatura e dos eventos extremos que ele acarreta, como ressacas portentosas. Mais que apenas alargar praias, governantes necessitam prevenir a possibilidade de que algumas delas terminem riscadas do mapa.


(Folha de S. Paulo. 07 de janeiro de 2024. Editorial. A2. Opinião)

Considerando o trecho “Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal”, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, sua reescrita, sem alteração de sentido.
Alternativas
Q3902254 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Areia movediça


Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísif



Salvo raras exceções, a população se beneficia com alterações da paisagem natural e apoia a construção de usinas de energia ou pontes e viadutos rodoviários. Quando se trata de alargar praias com toneladas de areia, nem preservacionistas criticam tais iniciativas– embora elas figurem entre os usos pouco sustentáveis de dinheiro público.


Levantamento da Folha detectou 24 megaprojetos para engordar praias, do Ceará a Santa Catarina, alguns já concluídos, outros em planejamento ou execução. Tudo somado, desde 2018, está uma montanha de 24,5 milhões de m3 de sílica, o suficiente para encher 12 estádios do Maracanã.


Comparado com o volume total dos mares da Terra (1,3 bilhão de Km3), e considerando que 1Kmequivale a 1 bilhão de m3, a areia mobilizada nos empreendimentos balneários de fato não se qualifica nem como a proverbial gota no oceano. Já os recursos investidos, de R$ 1,8 bilhão, fazem diferença para os 21 municípios envolvidos.


Pode-se argumentar que o benefício em qualidade de vida compensa os custos, diluídos entre centenas de milhares de cidadãos. Ocorre que esse gênero de intervenção contém apenas temporariamente a contínua erosão marinha. Mesmo com obras complementares de enrocamento, exige-se reposição de areia. Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré. Isso sem mencionar os casos em que se acelera o processo erosivo, como o da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), em que uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão.


O problema da erosão marinha é generalizado no litoral brasileiro, e o enfrentamento fica a cargo de prefeituras ou governos estaduais, que não orçam recursos necessários para manutenção. Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal.


Uma estratégia nessa direção se esboça com o prometido acréscimo da erosão costeira no Plano Nacional de Mudança do Clima, ora em revisão pelo Planalto. É um dos temas candentes no capítulo de adaptação para preparar a infraestrutura e o poder público para o aumento da temperatura e dos eventos extremos que ele acarreta, como ressacas portentosas. Mais que apenas alargar praias, governantes necessitam prevenir a possibilidade de que algumas delas terminem riscadas do mapa.


(Folha de S. Paulo. 07 de janeiro de 2024. Editorial. A2. Opinião)

Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o fato principal citado no texto como empecilho ao sucesso do assunto em questão.
Alternativas
Q3902253 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Areia movediça


Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísif



Salvo raras exceções, a população se beneficia com alterações da paisagem natural e apoia a construção de usinas de energia ou pontes e viadutos rodoviários. Quando se trata de alargar praias com toneladas de areia, nem preservacionistas criticam tais iniciativas– embora elas figurem entre os usos pouco sustentáveis de dinheiro público.


Levantamento da Folha detectou 24 megaprojetos para engordar praias, do Ceará a Santa Catarina, alguns já concluídos, outros em planejamento ou execução. Tudo somado, desde 2018, está uma montanha de 24,5 milhões de m3 de sílica, o suficiente para encher 12 estádios do Maracanã.


Comparado com o volume total dos mares da Terra (1,3 bilhão de Km3), e considerando que 1Kmequivale a 1 bilhão de m3, a areia mobilizada nos empreendimentos balneários de fato não se qualifica nem como a proverbial gota no oceano. Já os recursos investidos, de R$ 1,8 bilhão, fazem diferença para os 21 municípios envolvidos.


Pode-se argumentar que o benefício em qualidade de vida compensa os custos, diluídos entre centenas de milhares de cidadãos. Ocorre que esse gênero de intervenção contém apenas temporariamente a contínua erosão marinha. Mesmo com obras complementares de enrocamento, exige-se reposição de areia. Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré. Isso sem mencionar os casos em que se acelera o processo erosivo, como o da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), em que uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão.


O problema da erosão marinha é generalizado no litoral brasileiro, e o enfrentamento fica a cargo de prefeituras ou governos estaduais, que não orçam recursos necessários para manutenção. Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal.


Uma estratégia nessa direção se esboça com o prometido acréscimo da erosão costeira no Plano Nacional de Mudança do Clima, ora em revisão pelo Planalto. É um dos temas candentes no capítulo de adaptação para preparar a infraestrutura e o poder público para o aumento da temperatura e dos eventos extremos que ele acarreta, como ressacas portentosas. Mais que apenas alargar praias, governantes necessitam prevenir a possibilidade de que algumas delas terminem riscadas do mapa.


(Folha de S. Paulo. 07 de janeiro de 2024. Editorial. A2. Opinião)

Acerca das palavras empregadas no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. O texto apresenta alguns neologismos, ou seja, emprego de palavras novas ou com sentidos novos, por exemplo, “enrocamento”, “candentes” e “portentosas”.

II. Os termos “mega projetos ” e “infraestrutura” são substantivos formados a partir da junção de prefixos às palavras.

III. As palavras “enrocamento” e “enfrentamento” apresentam o mesmo processo de formação em sua constituição.

IV. Os termos “portentosas” e “proverbial” são usados no texto como adjetivos e são formados de modo semelhante, isto é, com acréscimo de sufixo.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902252 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Areia movediça


Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísif



Salvo raras exceções, a população se beneficia com alterações da paisagem natural e apoia a construção de usinas de energia ou pontes e viadutos rodoviários. Quando se trata de alargar praias com toneladas de areia, nem preservacionistas criticam tais iniciativas– embora elas figurem entre os usos pouco sustentáveis de dinheiro público.


Levantamento da Folha detectou 24 megaprojetos para engordar praias, do Ceará a Santa Catarina, alguns já concluídos, outros em planejamento ou execução. Tudo somado, desde 2018, está uma montanha de 24,5 milhões de m3 de sílica, o suficiente para encher 12 estádios do Maracanã.


Comparado com o volume total dos mares da Terra (1,3 bilhão de Km3), e considerando que 1Kmequivale a 1 bilhão de m3, a areia mobilizada nos empreendimentos balneários de fato não se qualifica nem como a proverbial gota no oceano. Já os recursos investidos, de R$ 1,8 bilhão, fazem diferença para os 21 municípios envolvidos.


Pode-se argumentar que o benefício em qualidade de vida compensa os custos, diluídos entre centenas de milhares de cidadãos. Ocorre que esse gênero de intervenção contém apenas temporariamente a contínua erosão marinha. Mesmo com obras complementares de enrocamento, exige-se reposição de areia. Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré. Isso sem mencionar os casos em que se acelera o processo erosivo, como o da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), em que uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão.


O problema da erosão marinha é generalizado no litoral brasileiro, e o enfrentamento fica a cargo de prefeituras ou governos estaduais, que não orçam recursos necessários para manutenção. Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal.


Uma estratégia nessa direção se esboça com o prometido acréscimo da erosão costeira no Plano Nacional de Mudança do Clima, ora em revisão pelo Planalto. É um dos temas candentes no capítulo de adaptação para preparar a infraestrutura e o poder público para o aumento da temperatura e dos eventos extremos que ele acarreta, como ressacas portentosas. Mais que apenas alargar praias, governantes necessitam prevenir a possibilidade de que algumas delas terminem riscadas do mapa.


(Folha de S. Paulo. 07 de janeiro de 2024. Editorial. A2. Opinião)

Acerca do trecho “Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísifo”, considere as afirmativas a seguir.

I. O termo “mas” pode ser substituído pelo conectivo “e”, uma vez que a ideia sugerida na oração é de adição de informações.

II. A palavra “para” é uma preposição usada para indicar a causa do trabalho e contribuir para a progressão textual.

III. O termo “para” pode ser substituído pela expressão “a fim de”, uma vez que ambos indicam a finalidade da ação.

IV. A conjunção “mas” introduz uma relação de oposição entre as ideias sugeridas pelos termos “alargar praias” e “trabalho de Sísifo”.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902251 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Areia movediça


Alargar praias para conter erosão costeira é defensável, mas pode revelar-se trabalho de Sísif



Salvo raras exceções, a população se beneficia com alterações da paisagem natural e apoia a construção de usinas de energia ou pontes e viadutos rodoviários. Quando se trata de alargar praias com toneladas de areia, nem preservacionistas criticam tais iniciativas– embora elas figurem entre os usos pouco sustentáveis de dinheiro público.


Levantamento da Folha detectou 24 megaprojetos para engordar praias, do Ceará a Santa Catarina, alguns já concluídos, outros em planejamento ou execução. Tudo somado, desde 2018, está uma montanha de 24,5 milhões de m3 de sílica, o suficiente para encher 12 estádios do Maracanã.


Comparado com o volume total dos mares da Terra (1,3 bilhão de Km3), e considerando que 1Kmequivale a 1 bilhão de m3, a areia mobilizada nos empreendimentos balneários de fato não se qualifica nem como a proverbial gota no oceano. Já os recursos investidos, de R$ 1,8 bilhão, fazem diferença para os 21 municípios envolvidos.


Pode-se argumentar que o benefício em qualidade de vida compensa os custos, diluídos entre centenas de milhares de cidadãos. Ocorre que esse gênero de intervenção contém apenas temporariamente a contínua erosão marinha. Mesmo com obras complementares de enrocamento, exige-se reposição de areia. Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré. Isso sem mencionar os casos em que se acelera o processo erosivo, como o da praia de Ponta Negra, em Natal (RN), em que uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão.


O problema da erosão marinha é generalizado no litoral brasileiro, e o enfrentamento fica a cargo de prefeituras ou governos estaduais, que não orçam recursos necessários para manutenção. Tendo em vista que os dados só vão piorar com a elevação do nível do mar, a questão demanda coordenação em nível federal.


Uma estratégia nessa direção se esboça com o prometido acréscimo da erosão costeira no Plano Nacional de Mudança do Clima, ora em revisão pelo Planalto. É um dos temas candentes no capítulo de adaptação para preparar a infraestrutura e o poder público para o aumento da temperatura e dos eventos extremos que ele acarreta, como ressacas portentosas. Mais que apenas alargar praias, governantes necessitam prevenir a possibilidade de que algumas delas terminem riscadas do mapa.


(Folha de S. Paulo. 07 de janeiro de 2024. Editorial. A2. Opinião)

Acerca das informações veiculadas no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. Ao citar Sísifo, o texto recorre à linguagem metafórica para concluir a ideia de que alargar praias é um trabalho interminável e desgastante.

II. Ao recorrer ao provérbio “gota no oceano”, o texto estabelece uma relação contraditória diante do volume total de mares citado anteriormente.

III. O trecho “Mais dinheiro público se esvai com as ondas e a maré” exemplifica a linguagem denotativa presente no texto.

IV. O fragmento “uma obra incompleta solapou a tentativa de proteger o calçadão” apresenta linguagem formal condizente com o assunto em questão.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902250 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Pessoas negras e indígenas são os grupos sociais que menos têm acesso ao saneamento básico no Brasil, segundo dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa, realizada em 2022, levou em conta a proporção dos moradores em domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário por rede coletora, pluvial ou fossa séptica. Nacionalmente, a maior proporção de atendimento por serviços públicos de saneamento ocorre para as pessoas amarelas, seguidas das brancas.


Considerando as 18 cidades mais populosas do país, pessoas brancas ou amarelas também são as que mais têm acesso a este tipo de política pública. O destaque negativo ocorre na cidade de Maceió. A capital alagoana registra os piores índices para quase todos os grupos sociais, exceto indígenas. No município, entre os amarelos 40,4% das pessoas não têm acesso ao saneamento; entre os pretos, o número é de 35,9%; pardos são 34,9%, e brancos são 28%.


Já em relação aos indígenas, a cidade com os piores índices é Manaus. Na capital do Amazonas, 39,9% desse grupo não têm acesso ao saneamento. Por outro lado, o melhor atendimento em saneamento básico, para todos os grupos sociais, ocorre na cidade de Curitiba. No município, 99,6% dos amarelos são atendidos pela política. Entre a população branca na capital paranaense, 98,9%; pretos 97,9%; pardos 97,7%; e indígenas 97,2%.


Dos 18 municípios analisados, em 17 deles as populações negra (que inclui pretos e pardos) e indígena são o grupo social com menos acesso às políticas de saneamento. “Isso não é algo novo. O que está sendo colocado agora em números é, na verdade, o retrato de um processo histórico”, diz Victor de Jesus, um dos coordenadores do Núcleo Capixaba de Estudos da Experiência Humana em Meio Urbano. Segundo ele, este é um processo antigo. Desde o século XIX, quando passou a ser desenvolvido o planejamento urbano das cidades brasileiras, a população negra não foi integrada aos espaços.


“Essa população não participa do processo decisório, não constrói políticas públicas e não é reconhecida como sujeito de direito. Com isso, o setor institui uma política capitalista, que vê saneamento como mercadoria e, portanto, só quem pode ter acesso é quem pode pagar, o que exclui mais uma vez”.


Em 2022, o Brasil ainda registrava o equivalente a 49 milhões de habitantes sem atendimento adequado de esgoto e 4,8 milhões de pessoas sem água encanada, apesar do crescimento desses serviços.


(Adaptado de: RIBEIRO, Tayguara. População negra e indígena têm menor acesso à rede de esgoto. Folha de S. Paulo. 24 de fevereiro de 2024. B2. Cotidiano).

Sobre os recursos linguístico-semânticos utilizados no texto, considere as afirmativas a seguir.



I. No trecho “Segundo ele, este é um processo antigo”, o pronome destacado foi usado para evitar a repetição do nome de Victor de Jesus.



II. No fragmento “que vê saneamento como mercadoria e, portanto, só quem pode ter acesso é quem pode pagar”, o conectivo em destaque tem sentido conclusivo.



III. No trecho “Desde o século XIX, quando passou a ser desenvolvido o planejamento urbano das cidades brasileiras”, o termo destacado introduz uma noção de condicionalidade.



IV. Em “4,8 milhões de pessoas sem água encanada, apesar do crescimento desses serviços”, a expressão em destaque indica a consequência do fato informado.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3902249 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Pessoas negras e indígenas são os grupos sociais que menos têm acesso ao saneamento básico no Brasil, segundo dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa, realizada em 2022, levou em conta a proporção dos moradores em domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário por rede coletora, pluvial ou fossa séptica. Nacionalmente, a maior proporção de atendimento por serviços públicos de saneamento ocorre para as pessoas amarelas, seguidas das brancas.


Considerando as 18 cidades mais populosas do país, pessoas brancas ou amarelas também são as que mais têm acesso a este tipo de política pública. O destaque negativo ocorre na cidade de Maceió. A capital alagoana registra os piores índices para quase todos os grupos sociais, exceto indígenas. No município, entre os amarelos 40,4% das pessoas não têm acesso ao saneamento; entre os pretos, o número é de 35,9%; pardos são 34,9%, e brancos são 28%.


Já em relação aos indígenas, a cidade com os piores índices é Manaus. Na capital do Amazonas, 39,9% desse grupo não têm acesso ao saneamento. Por outro lado, o melhor atendimento em saneamento básico, para todos os grupos sociais, ocorre na cidade de Curitiba. No município, 99,6% dos amarelos são atendidos pela política. Entre a população branca na capital paranaense, 98,9%; pretos 97,9%; pardos 97,7%; e indígenas 97,2%.


Dos 18 municípios analisados, em 17 deles as populações negra (que inclui pretos e pardos) e indígena são o grupo social com menos acesso às políticas de saneamento. “Isso não é algo novo. O que está sendo colocado agora em números é, na verdade, o retrato de um processo histórico”, diz Victor de Jesus, um dos coordenadores do Núcleo Capixaba de Estudos da Experiência Humana em Meio Urbano. Segundo ele, este é um processo antigo. Desde o século XIX, quando passou a ser desenvolvido o planejamento urbano das cidades brasileiras, a população negra não foi integrada aos espaços.


“Essa população não participa do processo decisório, não constrói políticas públicas e não é reconhecida como sujeito de direito. Com isso, o setor institui uma política capitalista, que vê saneamento como mercadoria e, portanto, só quem pode ter acesso é quem pode pagar, o que exclui mais uma vez”.


Em 2022, o Brasil ainda registrava o equivalente a 49 milhões de habitantes sem atendimento adequado de esgoto e 4,8 milhões de pessoas sem água encanada, apesar do crescimento desses serviços.


(Adaptado de: RIBEIRO, Tayguara. População negra e indígena têm menor acesso à rede de esgoto. Folha de S. Paulo. 24 de fevereiro de 2024. B2. Cotidiano).

Sobre o vocabulário empregado no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902248 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Pessoas negras e indígenas são os grupos sociais que menos têm acesso ao saneamento básico no Brasil, segundo dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa, realizada em 2022, levou em conta a proporção dos moradores em domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário por rede coletora, pluvial ou fossa séptica. Nacionalmente, a maior proporção de atendimento por serviços públicos de saneamento ocorre para as pessoas amarelas, seguidas das brancas.


Considerando as 18 cidades mais populosas do país, pessoas brancas ou amarelas também são as que mais têm acesso a este tipo de política pública. O destaque negativo ocorre na cidade de Maceió. A capital alagoana registra os piores índices para quase todos os grupos sociais, exceto indígenas. No município, entre os amarelos 40,4% das pessoas não têm acesso ao saneamento; entre os pretos, o número é de 35,9%; pardos são 34,9%, e brancos são 28%.


Já em relação aos indígenas, a cidade com os piores índices é Manaus. Na capital do Amazonas, 39,9% desse grupo não têm acesso ao saneamento. Por outro lado, o melhor atendimento em saneamento básico, para todos os grupos sociais, ocorre na cidade de Curitiba. No município, 99,6% dos amarelos são atendidos pela política. Entre a população branca na capital paranaense, 98,9%; pretos 97,9%; pardos 97,7%; e indígenas 97,2%.


Dos 18 municípios analisados, em 17 deles as populações negra (que inclui pretos e pardos) e indígena são o grupo social com menos acesso às políticas de saneamento. “Isso não é algo novo. O que está sendo colocado agora em números é, na verdade, o retrato de um processo histórico”, diz Victor de Jesus, um dos coordenadores do Núcleo Capixaba de Estudos da Experiência Humana em Meio Urbano. Segundo ele, este é um processo antigo. Desde o século XIX, quando passou a ser desenvolvido o planejamento urbano das cidades brasileiras, a população negra não foi integrada aos espaços.


“Essa população não participa do processo decisório, não constrói políticas públicas e não é reconhecida como sujeito de direito. Com isso, o setor institui uma política capitalista, que vê saneamento como mercadoria e, portanto, só quem pode ter acesso é quem pode pagar, o que exclui mais uma vez”.


Em 2022, o Brasil ainda registrava o equivalente a 49 milhões de habitantes sem atendimento adequado de esgoto e 4,8 milhões de pessoas sem água encanada, apesar do crescimento desses serviços.


(Adaptado de: RIBEIRO, Tayguara. População negra e indígena têm menor acesso à rede de esgoto. Folha de S. Paulo. 24 de fevereiro de 2024. B2. Cotidiano).

Acerca dos recursos de linguagem empregados no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. Os dados estatísticos funcionam como estratégia argumentativa para aumentar o caráter persuasivo do texto.

II. Os números apresentados enaltecem o progresso do serviço público e reiteram o final do texto, que trata do crescimento desses serviços.

III. Ao empregar o argumento por comparação, o texto revela informações de senso comum.

IV. O uso do argumento de autoridade reforça a ideia apresentada pelo texto e garante a argumentação.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902247 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



Pessoas negras e indígenas são os grupos sociais que menos têm acesso ao saneamento básico no Brasil, segundo dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa, realizada em 2022, levou em conta a proporção dos moradores em domicílios particulares permanentes com esgotamento sanitário por rede coletora, pluvial ou fossa séptica. Nacionalmente, a maior proporção de atendimento por serviços públicos de saneamento ocorre para as pessoas amarelas, seguidas das brancas.


Considerando as 18 cidades mais populosas do país, pessoas brancas ou amarelas também são as que mais têm acesso a este tipo de política pública. O destaque negativo ocorre na cidade de Maceió. A capital alagoana registra os piores índices para quase todos os grupos sociais, exceto indígenas. No município, entre os amarelos 40,4% das pessoas não têm acesso ao saneamento; entre os pretos, o número é de 35,9%; pardos são 34,9%, e brancos são 28%.


Já em relação aos indígenas, a cidade com os piores índices é Manaus. Na capital do Amazonas, 39,9% desse grupo não têm acesso ao saneamento. Por outro lado, o melhor atendimento em saneamento básico, para todos os grupos sociais, ocorre na cidade de Curitiba. No município, 99,6% dos amarelos são atendidos pela política. Entre a população branca na capital paranaense, 98,9%; pretos 97,9%; pardos 97,7%; e indígenas 97,2%.


Dos 18 municípios analisados, em 17 deles as populações negra (que inclui pretos e pardos) e indígena são o grupo social com menos acesso às políticas de saneamento. “Isso não é algo novo. O que está sendo colocado agora em números é, na verdade, o retrato de um processo histórico”, diz Victor de Jesus, um dos coordenadores do Núcleo Capixaba de Estudos da Experiência Humana em Meio Urbano. Segundo ele, este é um processo antigo. Desde o século XIX, quando passou a ser desenvolvido o planejamento urbano das cidades brasileiras, a população negra não foi integrada aos espaços.


“Essa população não participa do processo decisório, não constrói políticas públicas e não é reconhecida como sujeito de direito. Com isso, o setor institui uma política capitalista, que vê saneamento como mercadoria e, portanto, só quem pode ter acesso é quem pode pagar, o que exclui mais uma vez”.


Em 2022, o Brasil ainda registrava o equivalente a 49 milhões de habitantes sem atendimento adequado de esgoto e 4,8 milhões de pessoas sem água encanada, apesar do crescimento desses serviços.


(Adaptado de: RIBEIRO, Tayguara. População negra e indígena têm menor acesso à rede de esgoto. Folha de S. Paulo. 24 de fevereiro de 2024. B2. Cotidiano).

De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o sentido existente na relação entre as citações diretas e os dados da pesquisa do IBGE.
Alternativas
Q3902246 Comunicação Social
Habilidade catalogada no ambiente profissional, a comunicação interpessoal propicia relações sólidas e objetivos compartilhados, fundamental para o sucesso nas interações profissionais.
Sobre comunicação interpessoal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3902244 Direito Administrativo
A principiologia, no Direito Administrativo, abrange o conjunto de princípios que orientam e fundamentam a atuação da Administração Pública, delineando parâmetros éticos e normativos das ações de agentes.

Sobre os princípios do Direito Administrativo, relacione o seu tipo na coluna da esquerda, com sua respectiva característica, na coluna da direita.

(I) Legalidade
(II) Impessoalidade
(III) Moralidade
(IV) Publicidade
(V) Eficiência

(A) O agente administrativo deve distinguir a atitude honesta da desonesta.
(B) A Administração não pode atuar para prejudicar ou beneficiar determinadas pessoas.
(C) Propicia conhecimento e controle pelos interessados diretos e pelo povo.
(D) O aparelho de Estado deverá se revelar apto a gerar mais benefícios à sociedade.
(E) O Administrador Público está sujeito aos mandamentos da lei.

Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: D
4: C
5: B
6: E
7: D
8: C
9: D
10: C
11: D
12: E
13: C
14: B
15: A
16: E
17: B
18: A
19: D
20: C