Questões Discursivas

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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1225984 Português
Texto II A BUSCA PELO SUCESSO NÃO PODE VIRAR OBSESSÃO  Felicidade não depende de bons resultados no trabalho; é o contrário  Márcio Ferrari
A relação entre trabalho e felicidade costuma ser encarada como causa e consequência, mas talvez não seja tão simples assim. Vide o livro, recém-lançado nos Estados Unidos, The Happiness Track (“O caminho da felicidade”), de Emma Seppala, pesquisadora da Universidade Stanford. A autora argumenta que o caminho é outro: a felicidade abre portas para o sucesso profissional e não o oposto. Em outras palavras, costumamos buscar felicidade no trabalho, quando, para trabalhar bem, o melhor é já ser feliz.  Satisfação no trabalho é possível e desejável, claro. O problema, segundo Seppala, não é ser “workaholic”, mas “successaholic”, o que leva à procura incessante de uma conquista atrás da outra, na esperança de que na próxima finalmente chegue a felicidade. A autora detecta nisso um círculo perverso que acaba resultando em exaustão e, como um tiro pela culatra, em desempenho medíocre no trabalho. Para piorar, esse é um comportamento incentivado socialmente. O vício em trabalho, diferentemente de outros vícios, é enaltecido em nossa cultura, não só pela admiração dos pares, mas também por meio de recompensas.  Além do reforço do ambiente, no entanto, há um mecanismo biológico que “recompensa” igualmente a corrida pelo sucesso no trabalho – e funciona de modo semelhante a todo vício. Uma conquista de qualquer tipo dispara uma carga do neurotransmissor dopamina no cérebro, provocando sensação de prazer. Até enviar um e-mail importante ou “ticar” uma tarefa concluída são ações que podem acionar esse mecanismo. E nossa época, com celulares de trabalho que soam mesmo nos horários de descanso, não ajuda nada. Em algum momento, a necessidade constante de realizar uma tarefa a mais tem consequências que afetam a saúde e o funcionamento da mente. O resultado costuma ser estresse emocional, tensão nos relacionamentos e até cinismo. No trabalho, as consequências vão de queda na produtividade à perda da capacidade de atenção. Esse estado de coisas não é irremediável. A mudança necessária precisa se dar no âmbito individual e pode ser resumida a estar presente em todos os momentos. Em vez de fazer várias coisas ao mesmo tempo, Seppala recomenda que as coisas sejam feitas uma por vez. Os dividendos serão, depois de algum tempo, maior satisfação e produtividade. E há também as pequenas providências, como silenciar o celular, evitar as redes sociais e estabelecer para si mesmo períodos de tempo para focar apenas numa tarefa, sem nenhuma distração. Obsessão: o problema não é ser um “workaholic”, mas sim um “successaholic”. Isso resulta em exaustão e desempenho medíocre no trabalho.  Publicado em: 31/05/2016 Texto adaptado. Disponível em: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/ noticia/2016/05/busca-pelo-sucesso-nao-pode-virar-obsessao.html Acesso em: 01/02/2018
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1223135 Português
Texto I “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS  Julinho Bittencourt 
O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.  Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.
Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias. 
Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer ingênuo iniciante.
Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças. 
Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores.  Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante. 
Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.
Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música. 
No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.
Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018
Sobre o Texto I, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1223017 Português
Texto I “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS  Julinho Bittencourt 
O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.  Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.
Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias. 
Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer ingênuo iniciante.
Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças. 
Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores.  Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante. 
Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.
Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música. 
No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.
Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018
O Texto I pertence a qual gênero textual? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101642 Estatística

Imagem associada para resolução da questão


Para a Tabela de frequências do número de filhos dada na questão anterior, n°49, as medidas separatrizes: quartil 1, quartil 2 e quartil 3 são, respectivamente:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101641 Estatística

Uma amostra de tamanho n=50 de famílias de uma região foi selecionada com o objetivo de estimar o número de filhos por família, e a tabela a seguir apresenta a distribuição de frequências dos dados observados:

Imagem associada para resolução da questão

Nesse caso, a média, a mediana e a moda do número de filhos são, respectivamente:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101640 Estatística
O Box plot é um diagrama construído com as informações contidas no esquema de cinco números. Uma caixa é construída com o nível superior dado pelo terceiro quartil (q3) e o nível inferior pelo primeiro quartil (q1). A mediana (q2) é representada por um traço no interior da caixa, e segmentos de reta são colocados da caixa até os valores máximo e mínimo, que não sejam observações discrepantes. As observações discrepantes são valores que excedem a
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101639 Estatística
A utilização correta das técnicas de análise exploratória de dados depende da natureza de mensuração das variáveis de interesse. Selecione entre as seguintes técnicas aquela na qual “as variáveis são medidas em classes, mas não é possível estabelecer ordem”.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101638 Matemática

A seguinte série temporal representa o patrimônio líquido (em bilhões de reais) de uma empresa de 2002 a 2014. Supondo que o modelo linear seja apropriado para descrever a tendência da série.

Imagem associada para resolução da questão


Selecione a seguir os estimadores dos parâmetros da linha de tendência estimada para essa série.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101637 Estatística
Na análise de dados multivariados, geralmente é necessário calcular distâncias estatísticas entre dois vetores. Tais distâncias estatísticas são conhecidas por distâncias de Mahalanobis. A respeito da distância de Mahalanobis, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101636 Estatística

Uma empresa de prestação de serviços de coleta de entulhos resolveu estudar a distribuição de quebras de seus caminhões na primeira semana do mês de julho. Foram observadas 35 quebras no total, distribuídas conforme tabela a seguir:

Imagem associada para resolução da questão


O diretor da empresa acreditava que a frequência de quebras era similar nos dias da semana. Selecione a alternativa correta quanto à conclusão do teste de hipóteses sobre a crença do diretor da empresa.

Dados: Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101635 Estatística
A central de atendimento aos consumidores de uma grande loja inicia o atendimento às 8:00h. As chamadas chegam conforme um processo de Poisson, com uma taxa de 1200 chamadas por hora. Às 8h:01min já haviam chegado 30 chamadas. Qual é o tempo médio entre chamadas?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101634 Estatística
Um Laboratório de Controle de Qualidade em Saúde desenvolve suas atividades através da realização de análises em amostras de alimentos e água, nas áreas de Microbiologia, Microscopia, Físico-química, Aditivos e Contaminantes, identificando possíveis riscos à saúde pública no contexto da segurança alimentar. Suponha que um desses laboratórios esteja realizando um projeto que visa controlar a qualidade da água consumida em uma cidade e que uma das características pesquisadas seja o pH. O pH em águas não contaminadas deve ocorrer entre 4 e 9,5. As amostras de água foram selecionadas seguindo um protocolo pré-estabelecido no projeto, sendo coletadas um total de 6 amostras em cada um dos 50 diferentes pontos de coletas no mês de janeiro de 2015. De cada amostra, foram calculados a média e o desvio padrão amostral. As análises, nos 50 pontos de coletas, resultaram em: Imagem associada para resolução da questão Supondo que a distribuição do pH seja a distribuição normal, obtenha os limites de controle para os gráficos de controleImagem associada para resolução da questão Dados: (A=1,225; A2=0,483; A3=1,287; B3=0,030, B4=1,97, B5=0,029 ; B6= 1,874)
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101633 Estatística
Um pesquisador suspeita que existe uma correlação entre o número de promessas que um candidato político faz e o número de promessas que são cumpridas uma vez que o candidato é eleito. Ele acompanha vários políticos proeminentes e registra as promessas feitas (X) e as promessas mantidas (Y). Utilizando os seguintes dados sumarizados, calcule o coeficiente de correlação entre as promessas feitas e as promessas mantidas e assinale a alternativa correta. Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101632 Estatística
Em um modelo de regressão linear simples, pela análise dos resíduos, é possível verificar a validade do ajuste. Uma informação importante é a estimativa da variância residual. Nesse caso, o estimador da variância residual é dado por
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101631 Estatística
A técnica de amostragem utilizada quando a população divide-se em subpopulações razoavelmente homogêneas é a
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101630 Estatística
Suponha que seja de interesse comum estimar a porcentagem de crianças que frequentam creches em um município. Se em uma amostra aleatória simples (piloto) de tamanho 30 de crianças desse município, 10 frequentam creches, o tamanho da amostra para que o erro da estimativa não exceda a 0,02 com probabilidade 95% é, aproximadamente, Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101629 Estatística
A secretaria de educação de um município está preocupada com a composição da merenda escolar. Considerando os recursos disponíveis, pretende-se proporcionar uma refeição que cubra pelo menos parte das necessidades nutricionais diárias dos alunos a um custo razoável. Vamos supor que as porções diárias devem apresentar pelo menos 9 gramas de proteínas e 0,8 de Cálcio por refeição. Na Tabela a seguir, encontram-se as três substâncias referidas, a quantidade de cada uma nos alimentos listados e os respectivos custos dos alimentos a cada 100 gramas. Imagem associada para resolução da questão

Escolha entre os seguintes modelos de programação linear o que fornecerá a solução para o problema apresentado.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101628 Estatística

Considere o sistema abaixo, em queImagem associada para resolução da questão

Imagem associada para resolução da questão

Tais sistemas são resolvidos por substituições retroativas. Com relação à solução do sistema em pauta, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1 . Imagem associada para resolução da questão

2 . Imagem associada para resolução da questão

3. Imagem associada para resolução da questão

4.Imagem associada para resolução da questão

( ) O sistema é incompatível.

( ) O sistema é compatível e determinado.

( ) Equações para as substituições retroativas.

( ) O sistema é compatível e indeterminado.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101627 Estatística
Suponha que em um povoado não haja movimentos migratórios. Nesse povoado, no ano de 2012, a população era de 10600 habitantes e, em 2016, era de 15352 habitantes. Considerando as informações, é correto afirmar que a taxa de crescimento anual nesse período é de aproximadamente
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Estatístico |
Q1101626 Matemática

Considere as seguintes funções Imagem associada para resolução da questãoe determine o limite do quociente entre f(x) e g(x) para x tendendo para um (1), ou seja, determine o seguinte limite Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: E
4: B
5: E
6: D
7: B
8: A
9: A
10: D
11: E
12: B
13: C
14: B
15: E
16: A
17: C
18: D
19: C
20: A