Questões de Concurso Para instituto unifil

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Q4322304 Não definido
O Diretor de um grande hospital, referência no atendimento da Covid 19, planejou montar grupos de trabalho para atender a demanda de pacientes que procuravam atendimento no hospital. Para conseguir cobrir as 24 horas de atendimento, o diretor contava com um efetivo de 20 técnicos de enfermagem, 6 enfermeiros e 3 médicos especialistas no tratamento da Covid 19. Com base nas informações oferecidas, assinale a alternativa que representa a quantidade de grupos de trabalho que o diretor irá conseguir montar, considerando que cada grupo deverá ter no mínimo 3 técnicos de enfermagem, 1 enfermeiro e a cada 2 grupos terá 1 médico para atender.
Alternativas
Q4322303 Não definido
Analise os conjuntos e assinale uma alternativa que representa o resultado de: (A ∪ B ∪ C) ∩ C ∩ D

A={homem, mulher, menino, menina} B={carro, bicicleta, patinete} C={homem, carro, calça, saia, bermuda, blusa} D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
B={carro, bicicleta, patinete} C={homem, carro, calça, saia, bermuda, blusa} D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
C={homem, carro, calça, saia, bermuda, blusa} D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
D={homem, menino, carro, bicicleta, calça, bermuda}
Alternativas
Q4322302 Não definido
Trabalhando com a planilha eletrônica do pacote Microsoft Office, MS-Excel 2016, (versão em português e em sua configuração padrão), assinale a alternativa que descreve o resultado da fórmula: =PROCV( ) 
Alternativas
Q4322301 Não definido
Considerando o MS-Word 2016, em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa correta.
I. Se o usuário, usando o Word 2016, clicar na guia “Referências”, na opção Pesquisar, o painel de busca será aberto do lado direito da tela com todos resultados da pesquisa na internet, conforme o tipo de conteúdo que estiver selecionado no texto.

II. No Word 2016, o usuário poderá facilmente adicionar citações ao escrever um documento em que precise citar suas fontes, como um artigo de pesquisa. Para encontrar esse recurso, clique na guia “Inserir” na barra de ferramentas do Word 2016 e depois em Inserir citação. Um pequeno menu aparecerá com duas opções: Adicionar Nova Fonte Bibliográfica e Adicionar Novo Espaço Reservado.

III. No Word 2016, uma referência cruzada permite criar vínculos com outras partes do mesmo documento. Por exemplo, você pode usar uma referência cruzada para criar vínculo com um gráfico que aparece em algum lugar no documento. A referência cruzada aparece como um link que leva o leitor até o item referenciado.

IV. Se o usuário estiver fazendo um documento no Word 2016 e precisar inserir uma fórmula matemática, poderá contar com a ferramenta Equação que o Word 2016 oferece na guia “inserir”. O usuário terá a possibilidade de escolher entre diferentes modelos de fórmulas para inserir no seu documento conforme a sua necessidade.
Alternativas
Q4322300 Não definido
Usando como referência o Windows 10 e seus aplicativos, instalação padrão, português do Brasil, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4322299 Não definido
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Analise: “Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4322298 Não definido
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Analise: “Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas” e assinale uma alternativa que classifica o vocábulo em destaque.
Alternativas
Q4322297 Não definido
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram utilizadas para sequenciar itens.
Alternativas
Q4322296 Não definido
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Assinale uma alternativa que apresenta uma explicação para o uso de advérbios de lugar no texto. 
Alternativas
Q4322295 Não definido
Leia o texto para responder à questão.


A nova era nuclear
Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão
desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos
1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E
os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e
um torpedo capaz de provocar tsunamis.


Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.


    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta.

    

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/  
Assinale uma alternativa incorreta de acordo com o texto.
Alternativas
Q4321783 Não definido
As células epiteliais desempenham um papel ativo na defesa inata do hospedeiro, participando ativamente na resposta à infecção, na sinalização de outras reações do hospedeiro e na integração das respostas imunes inata e adquirida. Para compreender as respostas de defesa inata epitelial e o papel do epitélio na saúde e na doença gengival, é importante conhecer sua função e estrutura básicas. Em relação às células que compõem o epitélio gengival, o principal tipo celular é
Alternativas
Q4321782 Não definido
Dentes afetados pela perda óssea induzida pelo biofilme na periodontite podem ter destruição óssea e mobilidades aumentadas quando o trauma oclusal está presente. Assim, a avaliação oclusal é essencial para o plano de tratamento. Sobre este assunto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4321781 Não definido
A boca apresenta uma das mais complexas microbiotas do corpo humano, com mais de 700 espécies bacterianas diferentes. A ocorrência de doenças resulta da perturbação do equilíbrio desse ecossistema. Sobre as principais bactérias periodontopatogênicas e o tratamento para periodontites, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4321780 Não definido
Algumas espécies bacterianas estão relacionadas com maior gravidade da doença periodontal. Uma delas, relacionada com as formas adultas da periodontite destrutiva, tem a propriedade de invadir as células epiteliais da gengiva humana, células endoteliais vasculares e células epiteliais bucais. Por este motivo, quando esta bactéria está envolvida no desenvolvimento da periodontite, está indicada a prescrição de antibióticos em associação com a raspagem e alisamento coronorradicular. Assinale a alternativa que apresenta a bactéria e o(s) antibiótico(s) bactericida(s) mais bem indicados para o tratamento desta condição.
Alternativas
Q4321779 Não definido
A perda óssea por idade (PO/idade) pode ocorrer de forma fisiológica ou patológica, ocasionando um quadro inflamatório e, consequentemente, uma remodelação óssea. Este parâmetro é importante para fazer a classificação do grau de doença periodontal e pode ser obtido através de fórmulas. Em um paciente de 32 anos, não fumante, sem comorbidades, após obter a radiografia periapical do elemento 36, elemento com a pior perda óssea, obteve-se as seguintes medidas: distância entre a JCE e a crista óssea = 4, comprimento total da raiz = 9. Neste caso, qual o índice de perda óssea e como é considerado o grau de progressão da doença neste paciente?
Alternativas
Q4321778 Não definido
Para determinar a complexidade da periodontite, vários parâmetros devem ser avaliados. Para verificar o grau de mobilidade dentária deve-se utilizar o cabo de espelho e o cabo da sonda periodontal, exercendo leve pressão no elemento a ser avaliado. É considerado como Grau I quando há ____ a ____ mm de mobilidade na direção horizontal; Grau II quando houver mais do que ____ mm na direção horizontal e Grau III quando houver mobilidade na direção horizontal e vertical. Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas.
Alternativas
Q4321777 Não definido
A opção de tratamento para aumento de coroa clínica em caso de invasão do espaço biológico e por métodos cirúrgicos é a cirurgia a retalho com osteotomia que preconiza a remoção de tecido ósseo para se chegar aos 3 mm entre a crista óssea alveolar e o limite denterestauração. Em média, quanto tempo após essa cirurgia pode-se realizar o procedimento protético / restaurador?
Alternativas
Q4321776 Não definido
Quando ocorre a invasão do espaço biológico está indicado o aumento da coroa clínica do dente e existem várias técnicas para essa finalidade, tanto cirúrgicas quanto não cirúrgicas. Sobre este assunto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4321775 Não definido
A endocardite infecciosa é uma doença rara, mas que continua a ser caracterizada por aumento da mortalidade e da morbidade, sendo considerada como a terceira ou quarta síndrome de infecção com risco de vida mais comum. Recentemente, a AHA alterou suas recomendações de profilaxia antibiótica contra a endocardite, diminuindo o número de indicações e restringindo-as a pacientes com condições cardíacas de alto risco e a alguns procedimentos dentários e invasivos do trato respiratório. Assim, a profilaxia antibiótica está indicada na manipulação de gengivas, na manipulação periapical dos dentes e em perfuração de mucosas. Para um paciente com histórico de alergia grave às penicilinas, a melhor opção é
Alternativas
Q4321774 Não definido
Atualmente, com a Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC), pode-se observar em detalhes as estruturas periodontais, tornando possível a identificação de pequenas alterações periodontais e periapicais. Por meio das imagens obtidas por esta técnica, pode-se avaliar a distância marginal até a junção cemento-esmalte, a espessura da gengiva vestibular, além da espessura da mucosa palatina. Assinale a alternativa que indique a adaptação técnica durante a aquisição da imagem que possibilita a avaliação pormenorizada das estruturas anteriormente citadas.
Alternativas
Respostas
14221: C
14222: A
14223: A
14224: B
14225: E
14226: D
14227: E
14228: A
14229: C
14230: A
14231: A
14232: E
14233: B
14234: B
14235: A
14236: E
14237: D
14238: D
14239: C
14240: E