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Q4324908 Não definido
O Windows Explorer (Explorador do Windows) é um gerenciador de arquivos e pastas do sistema Windows. Assinale a alternativa que não faz parte de ações disponíveis no Windows Explorer.
Alternativas
Q4324907 Não definido
Considerando o MS-Excel 2016 (em português e em sua configuração padrão), analise as alternativas e assinale a que apresenta corretamente a fórmula que foi usada, na tabela abaixo, que justifica o valor calculado na célula D6.

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Alternativas
Q4324906 Não definido
No MS-Word 2016 (em português e em sua configuração padrão), na guia Página Inicial, o usuário pode formatar seus textos acionando um dos ícones disponíveis. Considerando esses recursos de formatação do Word, analise as alternativas e assinale a que não corresponde a uma definição correta da aplicação do ícone apresentado.
Alternativas
Q4324905 Não definido
Considerando o pacote Microsoft Office, MS-Excel 2016, versão em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa que não representa corretamente as funcionalidades das teclas de função e sua respectiva aplicação. (Obs.: o sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).
Alternativas
Q4324904 Não definido
Considerando as ferramentas do pacote Microsoft Office 2016, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4324903 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Analise: “Eu deveria ter uns cinco anos.” E assinale a alternativa que apresenta em qual tempo o verbo principal está conjugado.
Alternativas
Q4324902 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Analise: “Prefiro realidade à fantasia.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4324901 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Assinale a alternativa que apresenta um sufixo.
Alternativas
Q4324900 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Analise: “Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4324899 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


Baseado em fatos reais

Por Mentor Neto


Eu deveria ter uns cinco anos.

Assistia uma dessas séries japonesas dos anos 70, na TV preto e branco na casa dos meus avôs.

Ultraman, talvez, mas não tenho certeza.

A certa altura, um monstro gigantesco se aproxima de uma cidade que para um adulto seria evidentemente uma maquete, mas para uma criança era tão real quanto o bairro vizinho.

Meu coração batia forte, daquele jeito que arregala os olhos e entreabre a boca.

Um monstro emerge do oceano e entra pelo porto.

Afunda navios com petelecos e joga longe os contêineres como se fossem caixas de fósforos.

A criatura caminha inabalável em direção ao centro da cidade que eu jurava que estava a umas poucas quadras da minha casa.

Pisa numa ponte e faz os carros voarem em todas as direções.

Ato contínuo, o episódio é interrompido pelo logo da emissora.

Edição Extraordinária.

O apresentador, em tom sombrio, informa – por uma dessas coincidências impossíveis – que uma ponte havia acabado de desabar.

Pense no efeito dessa notícia nesta pobre criança.

Era a prova que eu precisava de que o monstro estava a ponto de destruir minha existência.

Fiz o que qualquer Super-homem faria: desliguei a TV e me enfiei debaixo do sofá, que como todos sabem, é o único refúgio seguro em caso de cataclisma global.

Mas não foi dessa vez.

Cresci e o trauma deve ter ficado em algum canto do cérebro.

Talvez por isso nunca gostei de histórias distópicas, essas tipo Jogos Vorazes, ou mesmo as sagas dos heróis da Marvel.

Prefiro realidade à fantasia.

No máximo uma comediazinha romântica com Tom Hanks.

Mas os fantasmas do passado sempre voltam.

E esse ano, quem diria, meu Godzila voltou.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland, onde a salvação só aparece nas últimas cenas.

Em nossa Gothan City não há Batman para nossos vilões.

Ao invés de um lagarto gigante, um vírus letal, como em Os 12 Macacos.

Ainda não me acostumei a sair nas ruas e ver tantos mascarados, como se fossem ladrões de banco em um western.

As cidades viraram cenários de Blade Runner.

A quarentena e a distância social, tão importantes, fazem lembrar os filmes da segunda guerra, Pearl Harbor com suas sirenes alertando sobre um ataque aéreo iminente.

No nosso caso, a tragédia é tão constante, nos noticiários, nas contagens de mortos, que nem são necessárias sirenes para nos recolhermos a nossos bunkers domésticos.

E nossa (su)realidade vai mais longe.

Como no Anjo Exterminador de Buñuel, estamos aprisionados a lideranças políticas que não poderiam ser criadas pelo mais criativo roteirista.

Nosso Poderoso Chefão nega a Ciência, nega as evidências com frequência diária.

Como em Ensaio Sobre Cegueira, deixamos de enxergar.

Viramos uns Mad Max tentando sobreviver ao Apocalipse.

E quando achamos que talvez o pior tenha passado, repetindo o clichê dos filmes em que o vilão ressuscita na cena final, voltam a circular notícias alertando que os casos de covid-19 começam a crescer novamente.

Esse vírus é um Twister, um Tsunami devastador, com direito a primeira e a segunda onda.

Na semana passada, a ultraviolência saiu da tela de Laranja Mecânica e revelou um assassinato ao vivo, nos celulares e jornais de TV.

Da noite para o dia viramos figurantes em uma dessas sagas pós-apocalípticas, tipo Zombieland.

Vimos e repetimos o vídeo.

Os socos.

Os gritos.

A violência corriqueira não abala como antes.

Vírus e violência parecem não relacionados.

Mas suspeito que no roteiro do nosso destino não existam coincidências.

Estamos apáticos e complacentes.

Tudo está relacionado, como costurado por Hitchcock.

As máscaras são nossa Janela Indiscreta.

Revelam nossas lágrimas e ocultam nossos sorrisos.


Disponível em https://istoe.com.br/baseado-em-fatos-reais/
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q4324878 Não definido
Trata-se de um corpo sólido, cuja resistividade se encontra entre os valores de 0,0001 até milhares de milhões de ohm.cm e que apresenta, pelo menos em certo trecho, um coeficiente de temperatura da resistência com valor negativo, cujo valor pode ser reduzido sensivelmente pela presença de impurezas ou de defeitos na estrutura da matéria. Qual o tipo de material descrito? 
Alternativas
Q4324877 Não definido
Considere o circuito abaixo, em que V1 = 10 V, V2 = 20 V, R1 = 1 ohm, R2 = 2 ohm, R3 = 3 ohm, R4 = 4 ohm, R5 = 5 ohm e R6 = 7 ohm.

Q29.png (442×242)

Assinale a alternativa que apresenta a corrente em módulo que passa em R1.
Alternativas
Q4324876 Não definido
Em uma instalação residencial será instalado um chuveiro na tensão de 220V. O chuveiro possui a potência de 7500 W e esse chuveiro vai ser instalado com fio de isolação em PVC e que vai operar em uma temperatura ambiente de 60° C, com fator de temperatura de 0,5 e fator de agrupamento de 0.80. Qual a corrente nominal corrigida desse chuveiro?
Alternativas
Q4324875 Não definido
Em uma empresa, há um transformador trifásico ligado em estrela alimentando motores trifásicos com uma potência trifásica total de 75 kVA nominal. Sabe-se que a tensão de linha é de 220 V. Assinale a alternativa que apresenta a corrente medida por um amperímetro alicate no transformador, quando em operação nominal.
Alternativas
Q4324874 Não definido
As máquinas de relutância variável, conhecidas como MRV, são robustas nas suas aplicações possuindo algumas características e assinale a alternativa que apresenta apenas as corretas a respeito das máquinas de relutância variável.

I. As máquinas de relutância variável possuem apenas um enrolamento no rotor.
II. As máquinas de relutância variável de rotor saliente tem um conjugado maior que a máquina de relutância variável de polo duplamente saliente, tendo as mesmas características elétricas.
III. As máquinas de relutância variável possuem a limitação de não poderem ser ligadas diretamente na rede elétrica, necessitando de um circuito eletrônico para fazer o seu acionamento.
Alternativas
Q4324873 Não definido
A transformada de Laplace é uma ferramenta que pode ser utilizada na avaliação de circuitos elétricos. Considere o circuito RLC em série da figura em que a tensão de saída é obtida dos terminais do capacitor. 

Q25.png (417×182)

Considerando R = 10 ohm, L = 0,01 H e C = 0,04 F, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O circuito RLC da figura é um filtro passa alta e sua frequência de corte é de 50 radianos/segundo.
II. O circuito RLC apresentado é um amplificador de altas frequências, a partir de 2 kHz.
III. O circuito RLC da figura é um filtro passa baixa e sua frequência de corte é de 50 radianos/segundo.
IV. O circuito RLC apresentado é um filtro passa faixa e sua largura de banda é de 368 Hz.
V. O circuito RLC apresentado é um filtro rejeita faixa e sua frequência de corte é de 368 Hz.
Alternativas
Q4324872 Não definido
Na manutenção de luminárias para iluminação pública, a NBR 5101 recomenda um programa de manutenção, que deve seguir os bons preceitos a seguir. Analise as assertivas acerca da NBR 5101 e assinale a alternativa correta.

I. Operação das fontes de luz, nos valores nominais de corrente ou de tensão.
II. Substituição das lâmpadas depreciadas, em períodos regulares.
III. Limpeza periódica das luminárias.
IV. O fator de manutenção das luminárias varia de acordo com o local de instalação, devendo ser realizada a manutenção quando a iluminância média atingir 50% do valor inicial.
Alternativas
Q4324871 Não definido
Utilizando dos requisitos da NBR 5410 em relação à quantificação dos pontos de iluminação e tomadas e da potência mínima, preencha a tabela a seguir, com a quantidade dos pontos de tomadas e a potência mínima de iluminação.

Q23.png (447×147)

Assinale a alternativa que apresenta os valores que substituem as letras de A à D.
Alternativas
Q4324870 Não definido
Os motores de indução monofásicos possuem algumas limitações quando comparados com os motores de indução trifásicos. Diante disso, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Em indústrias que possuem um ambiente com gases explosivos não se usa motores de indução monofásicos.
II. Ao atingir a velocidade nominal, o enrolamento auxiliar é desconectado e pode causar um centelhamento no platinado.
Alternativas
Q4324869 Não definido
Os materiais ferromagnético são de grande importância na engenharia. À respeito dos materiais ferromagnéticos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
14021: B
14022: C
14023: D
14024: D
14025: A
14026: A
14027: A
14028: A
14029: C
14030: C
14031: D
14032: B
14033: E
14034: D
14035: A
14036: A
14037: B
14038: C
14039: B
14040: C