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I. Qualidade vocal agradável.
II. Ressonância oral e nasal equilibradas.
III. Intensidade adequada.
IV. Nível de frequência fundamental adequado para a idade e sexo.
V. Velocidade de fala.
I. Localização sonora, discriminação sonora.
II. Reconhecimento auditivo.
III. Aspectos temporais da audição.
IV. Desempenho auditivo com sinais acústicos em competição.
V. Desempenho auditivo em situações acústicas desfavoráveis.
1. Nódulos.
2. Cistos.
3. Úlcera de contato.
( ) Estão em bandas ventriculares, raramente são muito grandes ou obstrutivos, sendo o principal sintoma a disfonia.
( ) Disfonia, sensação de pigarro na garganta, sensação de corpo estranho e dor de garganta.
( ) Disfonia persistente, lesões brancas e brilhantes, com base larga, situadas na junção dos terços anterior e médio das cordas vocais e simétricas.
A avaliação das respostas baseia-se em alguns padrões principais. Acerca desses padrões, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O formato das curvas.
II. A presença ou não de cada onda nas várias intensidades.
III. O período de latência.
IV. Valor de amplitude de cada onda.
V. A correlação entre os dados dos estímulos unilaterais e bilaterais.
1. Elaboração e programação da atividade muscular durante a deglutição.
2. Ativação da musculatura envolvida na deglutição.
3. Recebe informações sensoriais de estruturas do trato deglutofonador relacionadas com a deglutição.
4. Modulação da atividade motora prédeterminada pelos centros elaboradores.
5. Envolvimento com os aspectos emocionais.
( ) Córtex sensorial.
( ) Córtex motor primário, córtex pré motor e núcleos bulbares.
( ) Córtex pré‐frontal e área motora suplementar.
( ) Núcleos da base, cerebelo e ínsula.
( ) Sistema límbico.
( ) Na fissura labiopalatina bilateral, se observa desvio do septo cartilaginoso.
( ) As fístulas assintomáticas com menos de 5 mm provocam o escape de líquidos, mas não afetam a voz; as maiores que 5 mm, consideradas sintomáticas, provocam escape de líquidos, de alimentos e escape nasal durante a emissão fonoarticulatória.
( ) A terapia fonoaudiológica após correção cirúrgica da IVF ( insuficiência velo faríngea) deve ser iniciada após a correção cirúrgica, quando cede o edema, com 45 dias aproximadamente, utilizando‐se as mesmas técnicas de direcionamento do fluxo do ar pela cavidade oral, usando pistas visuais, cinestésicas e táteis.
( ) Sugerem‐se provas terapêuticas durante a avaliação nasolaringoscópica. Na presença de distúrbios articulatórios compensatórios, eles devem ser corrigidos antes depois da intervenção cirúrgica.
( ) Define como recém-nascido pré-termo, ou prematuro aquele nascido com idade gestacional abaixo de 37 semanas e, como criança de baixo peso, toda aquela nascida viva com peso menor de 2.500 gramas no momento do nascimento.
( ) Define como recém-nascido pré-termo, ou prematuro aquele nascido com idade gestacional abaixo de 36 semanas e, como criança de baixo peso, toda aquela nascida viva com peso menor de 1.500 gramas no momento do nascimento.
( ) Os bebês prematuros estão sob maior risco para déficit de desenvolvimento e condições de incapacidade que os bebês nascidos a termo.
( ) Embora grande parte dos recém-nascidos prematuros não desenvolva alterações neurológicas graves, estes estão mais propensos a apresentarem alterações e/ou desvios em suas aquisições e desenvolvimento.
( ) O distúrbio motor quando presente irá interferir na maturidade global da criança, em função da qualidade da exploração ambiental e das possibilidades interativas que norteiam o desenvolvimento dos processos de socialização, autocuidados, cognição e linguagem.
I. Trabalho em equipe para a promoção da saúde e da qualidade de vida de gestantes, nutrizes e de crianças de 0 a 24 meses.
II. Contribuição para o estabelecimento de dados epidemiológicos quanto ao desenvolvimento neuropsicomotor, com ênfase no desenvolvimento da linguagem e da audição de crianças de 0 a 24 meses.
III. Construção e monitoramento de indicadores de desenvolvimento miofuncional, da linguagem e da audição.
IV. Capacitação de profissionais da rede para identificação e monitoramento de casos de risco para alterações comunicativas, de audição e linguagem.
V. Contribuição para construção da linha de cuidado o desenvolvimento para crianças de 0 a 24 meses, tendo como referência a protocolização da avaliação, o diagnóstico e a intervenção a tempo.