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I. O pH vaginal encontra-se acima de 5.
II. A positividade do exame a fresco com hidróxido de potássio a 10% dispensa a continuidade da investigação.
III. A bacterioscopia do conteúdo vaginal releva aumento excessivo de Lactobacillus, raros leucócitos, núcleos desnudos e restos celulares devido à lise das células epiteliais.
IV. Em episódios não complicados, o tratamento pode ser por via vaginal ou sistêmica.
Uma paciente em estado grave da Unidade de Terapia Intensiva apresenta o traçado eletrocardiográfico a seguir. Assinale a alternativa que apresenta o distúrbio hidroeletrolítico mais provável dessa paciente.

I. Inflamação difusa comprometendo todas as camadas da parede intestinal.
II. As lesões são do tipo “lesões descontínuas”, segmentadas no trato gastrintestinal, com duas áreas afetadas separadas por uma porção de intestino normal.
III. A inflamação é inespecífica, confinada à mucosa e submucosa da parede do trato gastrointestinal, restrita ao cólon e reto, sendo a transição entre tecido acometido e tecido normal nítida e bem demarcada.
IV. A doença perianal, com formação de fístulas, é comum.
I. QRS alargados com duração ≥ 120 ms.
II. Ondas S alargadas com espessamentos e/ou entalhes em V1 e V2.
III. Ondas R alargadas e com entalhes e/ou empastamentos médio-terminais em D1, aVL, V5 e V6.
IV. Onda “r” com crescimento lento de V1 a V3, podendo ocorrer QS.
Assim, pode-se observar a origem ou a inserção desses grupos musculares nas diferentes regiões do cotovelo, exceto:
“É definida como um estreitamento do canal espinal ou foraminal, as causas mais comuns desse estreitamento são alterações degenerativas, como osteoartrose facetária, hérnia discal extrusa e hipertrofia do ligamento flavum (ligamento amarelo). A apresentação clínica é caracterizada por dor ou desconforto durante a marcha, associada ou não à claudicação (claudicação neurogênica), ou períodos prolongados em ortostase. Os sintomas podem irradiar para uma ou ambas as pernas e são aliviados com repouso e/ou flexão lombar e, o diagnóstico é feito com base na combinação de achados clínicos e radiológicos.”
I. Entre as alterações morfofisiológicas características do processo de envelhecimento, as musculares possuem relevância do ponto de vista funcional, pois o envelhecimento causa um quadro de perda de massa muscular importante, caracterizando uma condição denominada sarcopenia. Deste modo, o processo de envelhecimento cursa com déficits de massa muscular e essa redução, é decorrente de alterações na microarquitetura das fibras musculares, maior deposição de tecido adiposo e conjuntivo e progressiva redução dos neurônios motores, o que leva a um quadro de denervação das fibras musculares, além de redução na resposta aos fatores de crescimento endotelial vascular, que predispõem a isquemia e a perfusão inadequada das fibras musculares, afetando negativamente o metabolismo do sistema muscular.
II. Em relação aos efeitos sobre a funcionalidade do idoso, a sarcopenia pode resultar em menor qualidade da contração muscular, associada a menos força e coordenação dos movimentos, resultando em perda da mobilidade, e consequentemente, redução da independência na realização de atividades da vida diária (AVDs), impactando negativamente na qualidade de vida, além ainda, a maior lentidão nos movimentos eleva a probabilidade de acidentes, como quedas.
III. O tecido articular é o tecido menos prejudicado pelo processo de envelhecimento fisiológico, o que justifica a grande prevalência de doenças articulares em pacientes idosos, isso se deve ao fato de o tecido articular ser fisiologicamente, em condições normais, um tecido que apresenta baixo metabolismo e muita vascularização, o que o torna uma estrutura com capacidade de reparação limitada e quando se considera o processo de envelhecimento, esta capacidade de reparação se estreita ainda mais. As alterações fisiológicas que o envelhecimento promove sobre o tecido articular predispõem o idoso a disfunções de instabilidade nas articulações, uma vez que comprometem a dinâmica articular, influenciam negativamente na amplitude de movimento (ADM), ao mesmo tempo em que diminuem o contato das superfícies ósseas, comprometendo o funcionamento adequado desses tecidos, além disso, essas alterações morfológicas evidenciadas com o envelhecimento podem induzir a um afinamento da cartilagem, com presença de rachaduras e fendas na superfície articular, comprometendo ainda mais o funcionamento desse tecido.
IV. O processo de remodelamento ósseo acontece fisiologicamente e permite a integridade do tecido ósseo, na fase da vida adulta se adquire um certo desequilíbrio entre a produção e a reabsorção de tecido ósseo, determinando a densidade óssea máxima. Fisiologicamente, após essa fase, inicia-se um processo caracterizado por um equilíbrio no processo de modelagem e remodelagem óssea em consequência do envelhecimento, que pode acontecer por diminuição da atividade dos osteoclastos, por aumento das atividades dos osteoblastos ou, pela combinação de ambas as situações, essa condição resulta em perda gradual de massa óssea, caracterizada pelo aumento da densidade mineral óssea denominada osteopenia.
V. As alterações na composição corporal, associadas às alterações do sistema musculoesquelético, resultam em quadros de fraqueza muscular, fadiga, rigidez e dor articular, o que predispõe o idoso a quedas, limitações funcionais, imobilidade e fraturas, além disso, afetam a postura e a marcha dos idosos. Acerca da postura, observa-se uma redução da estatura, que costuma ser de aproximadamente 1 ou 2 cm por década, resultante da diminuição da altura dos discos intervertebrais e do achatamento das vértebras e, associadas à redução da estatura, as alterações de composição corporal e no sistema musculoesquelético causam, ainda, modificações posturais, criando uma postura típica de idosos, com anteriorização de cabeça, redução da lordose lombar, aumento da cifose torácica, aumento da retroversão pélvica e da angulação de joelhos.