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Questões de Concurso Comentadas para instituto unifil

Foram encontradas 7.364 questões

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Q3728647 Atualidades
Sobre o início das ações da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS), considerando as ações da Campanha em Mato Grosso do Sul, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A campanha será realizada apenas na capital, Campo Grande.
( ) A coleta pode ser feita com uso de cotonete na boca do familiar.
( ) Até agora, ninguém foi identificado a partir das amostras em MS.
( ) A campanha ocorrerá entre 5 e 15 de agosto de 2025.
( ) A ação visa ampliar o Banco Nacional de Perfis Genéticos.
Alternativas
Q3728646 Pedagogia
De acordo com legislação municipal aprovada em junho de 2025, qual política foi instituída para as escolas da rede pública de educação infantil e ensino fundamental de Mundo Novo/MS?
Alternativas
Q3728644 Segurança da Informação
Considere o seguinte cenário: uma empresa identificou o vazamento de informações sigilosas, mas nenhuma digitação de senha foi capturada e nenhum arquivo foi acessado diretamente. Após uma análise, descobriu-se que imagens da tela estavam sendo enviadas para um servidor externo. Com base nesse cenário, assinale a alternativa com o tipo de ameaça que está sendo utilizada para capturar as informações da tela dos usuários.
Alternativas
Q3728643 Noções de Informática
Considere o seguinte cenário: Marcelo excluiu um arquivo de vídeo com mais de 20 GB durante uma limpeza em seu computador com Windows 10. Ao tentar recuperá-lo posteriormente, notou que o arquivo havia desaparecido do computador. Com base nesse cenário, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Arquivos muito grandes que excedem o tamanho máximo configurado para a Lixeira são excluídos permanentemente sem passar por ela.
( ) A Lixeira possui um limite de armazenamento definido por unidade de disco e esse limite pode ser alterado pelo usuário.
( ) Todo e qualquer arquivo excluído do computador, independentemente do tamanho, será armazenado na Lixeira por 30 dias.
( ) É possível configurar a Lixeira para não armazenar arquivos excluídos, fazendo com que o sistema os remova diretamente e de forma irreversível.
Alternativas
Q3728642 Noções de Informática
Considere o seguinte cenário: Maria está utilizando o Microsoft Word 365 para digitar um trabalho escolar. Ela começou centralizando e aplicando negrito no título, depois digitou o corpo do texto com fonte Arial, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5. Ao finalizar, ela deseja imprimir o documento diretamente pelo teclado sem usar o mouse. Com base nesse cenário, assinale a alternativa que apresenta corretamente os atalhos que Maria deve utilizar para aplicar o negrito ao título e imprimir o texto. (O sinal de + representa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).
Alternativas
Q3728640 Matemática
Uma caixa d’água em formato de paralelepípedo mede 1,5 m de comprimento, 1,2 m de largura e 1,0 m de altura. Sabendo que 1 m³ corresponde a 1000 litros. Quantos litros de água ela comporta quando totalmente cheia?
Alternativas
Q3728638 Matemática
Considere a função f(x) = 3x² + 2 . O valor de f(5) - f(4) é igual a:
Alternativas
Q3728637 Matemática
Um produto custava R$ 380,00 e sofreu um desconto de 15% na primeira semana do mês e outro desconto de 10% na segunda semana. Qual o novo valor do produto após a segunda semana?
Alternativas
Q3728636 Matemática
Considere os números complexos z1 = 5 + 3i e z2 = 4 - 2i, o produto de z1 . z2 é igual a:
Alternativas
Q3728635 Português
Leia o texto para responder às questões.

O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado

Por Rosiane Prates


         A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
         Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.

         Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
         A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
         Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
         Para construir essas conexões, o planejamento docente exige  escuta  do território,  das  vivências,  das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor  de  conhecimentos  e  passa  a  atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
         Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica  da  realidade,  e  D’Ambrósio,  que  propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
[...]

Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/22402/aprendizagenssignificativas-matematica-afetividade 
Considere o trecho: “Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos.” As vírgulas que isolam a expressão “quando contextualizados” são empregadas para
Alternativas
Q3728634 Português
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado

Por Rosiane Prates


         A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
         Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.

         Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
         A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
         Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
         Para construir essas conexões, o planejamento docente exige  escuta  do território,  das  vivências,  das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor  de  conhecimentos  e  passa  a  atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
         Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica  da  realidade,  e  D’Ambrósio,  que  propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
[...]

Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/22402/aprendizagenssignificativas-matematica-afetividade 
No quarto parágrafo do texto, a autora utiliza exemplos como a discussão sobre porcentagem a partir do aumento do preço do gás, a estatística a partir das ausências na escola e a geometria a partir das construções da comunidade. Qual o principal objetivo desses exemplos no desenvolvimento da argumentação?
Alternativas
Q3728633 Português
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado

Por Rosiane Prates


         A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
         Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.

         Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
         A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
         Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
         Para construir essas conexões, o planejamento docente exige  escuta  do território,  das  vivências,  das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor  de  conhecimentos  e  passa  a  atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
         Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica  da  realidade,  e  D’Ambrósio,  que  propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/22402/aprendizagenssignificativas-matematica-afetividade 
No fragmento “A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado.”, a palavra destacada exerce a função de
Alternativas
Q3728632 Português
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado

Por Rosiane Prates


         A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
         Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.

         Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
         A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
         Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
         Para construir essas conexões, o planejamento docente exige  escuta  do território,  das  vivências,  das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor  de  conhecimentos  e  passa  a  atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
         Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica  da  realidade,  e  D’Ambrósio,  que  propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/22402/aprendizagenssignificativas-matematica-afetividade 
Analise: “Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.” Em relação à sua estrutura sintática, a oração “Quando o ato de ensinar tem esse olhar” classifica-se como:
Alternativas
Q3728631 Português
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O sentido da Matemática e o papel do afeto na aprendizagem Tornar as aulas significativas exige empatia, acolhimento, escuta ativa, diálogo com a realidade dos alunos e tratar o erro como algo comum e esperado

Por Rosiane Prates


         A cada dia, quando entramos em sala de aula, levamos mais que um conteúdo estruturado por objetivos e habilidades aos nossos alunos. Levamos também nossas angústias, esperanças, a memória das aulas que deram certo e também daquelas que nos deixaram dúvidas. No chão da escola, o fazer pedagógico se realiza por meio de vários aspectos – da escuta ativa, da adaptação e do compromisso com os alunos que estão à nossa frente.
         Neste texto, compartilho reflexão sobre a Matemática e questões socioemocionais, como autoestima e confiança, a percepção do erro e o significado da aprendizagem.

         Qual o sentido da Matemática que ensinamos?
         A Matemática é, muitas vezes, vista como um saber técnico, exato, mas a maneira como a ensinamos pode ir além de apenas encontrar um resultado. Ou seja, em cada conteúdo apresentado podem ser consideradas indagações como: ensinar para quê? Para quem? Qual a relação com a realidade dos alunos? Essas perguntas permitem aproximar o conhecimento matemático da vida cotidiana dos estudantes.
         Dar sentido à Matemática, por exemplo, é reconhecer que porcentagem pode ser discutida a partir do aumento do preço do gás, que estatística pode surgir das ausências na escola e que geometria pode se revelar nas construções da comunidade. Quando o ato de ensinar tem esse olhar, fica perceptível que o plano de aula demanda disposição para aprimorar os métodos e materiais utilizados, dialogando com a realidade dos alunos.
         Para construir essas conexões, o planejamento docente exige  escuta  do território,  das  vivências,  das referências culturais e das linguagens dos estudantes. O plano de aula, assim, não se reduz à sequência de atividades, mas se torna uma proposta em sintonia com o contexto escolar. Ao ensinar com olhar ampliado, o professor deixa de ser apenas transmissor  de  conhecimentos  e  passa  a  atuar como mediador de experiências significativas. A Matemática deixa de ser vista como um conteúdo “desconectado” e assume o lugar de linguagem capaz de interpretar fenômenos sociais, econômicos e políticos.
         Compreender a Matemática como linguagem política é reconhecer sua capacidade de formar cidadãos críticos. Os números, quando contextualizados, podem revelar desigualdades, evidenciar disparidades de investimentos públicos, problematizar discursos e fortalecer argumentos. Ao analisar gráficos de acesso à Educação e à saúde e tabelas de distribuição de renda ou indicadores de saneamento básico, o aluno desenvolve competências matemáticas aliadas à consciência social. Quando relacionamos com a proposta da Matemática Crítica, temos o pensamento de Skovsmose, que considera que o ensino de Matemática precisa incluir a leitura crítica  da  realidade,  e  D’Ambrósio,  que  propõe uma etnomatemática que valoriza saberes produzidos nas comunidades, reconhecendo diferentes modos de pensar.
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Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/22402/aprendizagenssignificativas-matematica-afetividade 
Assinale a alternativa que apresenta a principal tese defendida pelo texto.
Alternativas
Q3720842 Arquitetura
Assinale a alternativa correta sobre as soluções de conforto térmico e acústico aplicadas ao projeto.
Alternativas
Q3720841 Meio Ambiente
Assinale a alternativa correta a respeito do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do, Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). 
Alternativas
Q3720840 Arquitetura
Assinale a alternativa incorreta em relação aos conceitos de perspectiva e suas utilizações.  
Alternativas
Q3720839 Arquitetura
De acordo com a Norma de Desempenho em Edificações NBR 15575:2021, relacione o conceito com a sua respectiva descrição e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Critérios de Desempenho.
2. Falha.
3. Manutenabilidade.
4. Manutenção.
( ) Ocorrência que prejudica a utilização do sistema ou do elemento, resultando em desempenho inferior ao requerido.
( ) Grau de facilidade de um sistema, elemento ou componente a ser mantido ou recolocado no estado no qual possa executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sob condições determinadas, procedimentos e meios prescritos.
( ) Especificações quantitativas dos requisitos de desempenho, expressos em termos de quantidades mensuráveis, a fim de que possam ser objetivamente determinados.
( ) Conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e seus sistemas constituintes, a fim de atender às necessidades e à segurança dos seus usuários. 
Alternativas
Q3720838 Arquitetura
Assinale a alternativa incorreta referente às fases do projeto de arquitetura dentro da Norma de Desempenho em Edificações NBR 15575:2021.  
Alternativas
Q3720837 Arquitetura
Com base na NBR ISO/CIE 8995-1:2013 de iluminação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1161: A
1162: B
1163: C
1164: B
1165: A
1166: B
1167: A
1168: D
1169: E
1170: C
1171: D
1172: C
1173: D
1174: B
1175: C
1176: B
1177: A
1178: B
1179: C
1180: C