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Em um dia de trabalho, uma confeitaria usa exatamente 1/4 de litro de leite para fazer um lote de cupcakes. Se a confeitaria começa o dia com dez litros de leite, quantos lotes completos de cupcakes ela pode fazer até o leite acabar?
Um corredor percorre uma distância de dez quilômetros e meio em uma pista de corrida. Se ele mantém uma velocidade constante de 2,1 km/h, quanto tempo ele leva para completar o percurso?
Três lâmpadas piscam em intervalos regulares. A primeira pisca a cada 4 segundos, a segunda a cada 6 segundos e a terceira a cada 8 segundos. Se todas piscarem juntas agora, após quantos minutos piscarão juntas novamente?
Um chef está preparando um molho especial e precisa de exatamente dois litros para atender a demanda do jantar. Ele tem uma jarra medidora que mostra apenas frações de litros. Se ele usar a jarra para adicionar 1/4 de litro de azeite, 3/8 de litro de vinagre balsâmico e 5/8 de litro de um caldo de legumes, qual é a quantidade de água que ele precisará adicionar para atingir a quantidade exata de dois litros de molho?
Uma receita para uma torta exige que 3/5 do recheio seja de chocolate. Se 900 gramas do recheio são usados, quantos gramas de chocolate são necessários?
Em um projeto de jardinagem, um retângulo de grama medindo 6 metros de largura precisa ser ampliado para que sua área total seja de 192 metros quadrados. Mantendo-se a mesma largura, qual deve ser o novo comprimento de grama?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Na sentença “Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles.”, quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Ao longo do artigo, foram destacados quatro vocábulos por meio de números sobrescritos. Qual desses vocábulos pertence à classe dos verbos no texto?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em qual tempo e modo verbal se encontram conjugados, respectivamente, os verbos grifados nos trechos “E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos [...]” (2º parágrafo) e “Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo.” (8º parágrafo)?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Quais são, respectivamente, os sentidos veiculados pelos prefixos das palavras “prenunciavam” (3º parágrafo) e “sobrevivência” (5º parágrafo)?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Qual é o tipo de predicado que estrutura a oração “Considero lindo e verdadeiro esse poema!” (1º parágrafo)
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
A classificação morfológica de um vocábulo varia conforme seu emprego nos enunciados. É o caso, por exemplo, do pronome indefinido “nada” nos trechos a seguir. Analise-os.
I. “[...] pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho [...]” (5º parágrafo)
II. “Não nos preparamos para o nada.” (5º parágrafo)
III. “Não sabemos lidar com o nada.” (5º parágrafo)
IV. “Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles.” (7º parágrafo)
Em qual(is) dos trechos a palavra “nada” foi empregada em um contexto de substantivo?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em qual grau se encontra empregado o adjetivo “mau” grifado na frase “Para mim, esse é o pior cenário.” (5º parágrafo)?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Ao longo do texto, foram inseridos pares de palavras escritos com letras maiúsculas. Analise a grafia dos vocábulos que compõem esses pares e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a escrita correta de cada um deles, segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
De acordo com a autora do artigo,
Analise as informações a seguir:
I. Sabendo que 1/4 de um capital aplicado a juros simples com taxa mensal de 2% durante 5 meses rende R$ 2.000,00, concluímos que o capital todo aplicado nas mesmas condições irá render juros de R$ 8.000,00.
II. Uma taxa de 10%, aplicada a juros compostos mensais, por três meses é equivalente a uma taxa trimestral de 33,1%.
III. Um valor de R$ 20.000,00 aplicado a juros simples, com taxa de 10% ao mês, em um trimestre, rende R$ 6.000,00 de juros.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as informações a seguir:
I. Um círculo está inscrito em um quadrado de lado medindo 20 cm. Podemos afirmar que a área deste círculo representa 85% da área do referido quadrado que o circunscreve.
II. O preço de um objeto aumentou 20% no mês passado. Este mês ele terá o preço reduzido em 20% do valor atual. Desta forma, podemos afirmar que este mês o objeto voltará a custar o mesmo que custava no mês passado.
III. Em uma determinada empresa o salário do diretor é 80% do salário do gerente geral, o salário do supervisor é 80% do salário do diretor e o salário do encarregado é 80% do salário do supervisor. Sabendo que o encarregado tem um salário de R$ 3.072,00, podemos afirmar que o salário do gerente geral é de R$ 6.000,00.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as informações a seguir:
I. São Bento do Una também é conhecida como a cidade que tem a tradicional corrida das galinhas e a criação desta ave é bem forte na cidade. Segundo o IBGE, o rebanho chegou a 4.200.000 cabeças em 2020, 4.550.000 em 2021 e, em 2022, o rebanho tinha 4.010.000 cabeças. Sendo assim, podemos afirmar que no período indicado a média de cabeças do rebanho foi superior a 4.250.00.
II. Os números 18, 25, 20, 25, 17 e mais quatro números, todos menores que 17, formam uma sequência de 9 números. Podemos afirmar que a mediana desta sequência é o número 17.
III. A turma X de uma olimpíada de matemática tirou média 8,2 e a turma Y, que tem o dobro de estudantes, tirou média 9,6. Ao juntarmos as duas turmas, podemos afirmar que a média geral foi de 8,9.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as informações a seguir:
I. Tenho 3 pedaços de fio de cobre medindo 120 cm cada um deles e desejo construir 3 polígonos, cada um com 120 cm de perímetro. Com o primeiro pedaço pretendo fazer um triângulo equilátero, com o segundo, um quadrado e com o terceiro, um hexágono regular. Assim as três figuras planas construídas terão a mesma área.
II. João tem um terreno retangular medindo 20 m de comprimento e 18,2 m de largura. 42% da área deste terreno será de área construída. Podemos afirmar que João ficará com 152,88 m² de área não construída.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as informações a seguir:
I. Um parafuso de 1/4 de polegada mede aproximadamente 6,35 mm. Podemos afirmar que das medidas 6,49 mm, 5,984 mm 6,51 mm e 6,002 mm a que mais se aproxima de 1/4 de polegada (não importa se ultrapassa ou não a medida de 6,35 mm) é a medida de 6,51 mm.
II. No Brasil uma maneira de calcular o número que uma pessoa calça é medir o tamanho do pé (em centímetros), multiplicar este valor por 1,25 e depois somar 7 ao resultado. Lembre-se de arredondar o valor para um número natural (caso necessite). Nestas condições, uma pessoa que tem o pé medindo 28 cm deve comprar um calçado número 42.
Marque a alternativa CORRETA: