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Q2646041 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica, à luz da Lei 10.216/2001: internação voluntária, internação involuntária e internação compulsória.

II. A pessoa que solicita voluntariamente sua internação, ou que a consente, deve assinar, no momento da admissão, uma declaração de que optou por esse regime de tratamento. O término da internação voluntária dar-se-á por solicitação escrita do paciente ou por determinação do médico assistente.

III. A internação psiquiátrica involuntária deverá, no prazo máximo de vinte e quatro horas, ser comunicada ao Ministério Público Estadual pelo responsável técnico do estabelecimento no qual tenha ocorrido, devendo esse mesmo procedimento ser adotado quando da respectiva alta.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646040 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. É direito da pessoa com transtorno mental ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade, bem como é direito ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração.

II. É direito da pessoa com transtorno mental a internação em instituições com características asilares, considerandose que serviços médicos, de assistência social, psicológicos, ocupacionais e de lazer não são necessários a todos os pacientes com transtorno mental, é preciso considerar as particularidades de cada caso.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646039 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. Em caso de interrupção do trabalho do psicólogo, por quaisquer motivos, ele deverá zelar pelo destino dos seus arquivos confidenciais. Em caso de demissão ou exoneração, o psicólogo deverá repassar todo o material ao psicólogo que vier a substituí-lo, ou lacrá-lo para posterior utilização pelo psicólogo substituto.

II. Constitui dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional. Não há exceção para que o psicólogo quebre o sigilo.

III. Para realizar atendimento não eventual de criança, adolescente ou interdito, o psicólogo deverá obter autorização de ao menos um de seus responsáveis. No caso de não se apresentar um responsável legal, o atendimento deverá ser efetuado e comunicado às autoridades competentes


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646038 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. Concernente à ética profissional, é direito do psicólogo, apesar de não recomendado, utilizar ou favorecer o uso de conhecimento e a utilização de práticas psicológicas como instrumentos de castigo, tortura ou qualquer forma de violência.

II. É vedado ao psicólogo, segundo o código de ética profissional, pleitear ou receber comissões, empréstimos, doações ou vantagens outras de qualquer espécie, além dos honorários contratados, assim como intermediar transações financeiras.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646037 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. O laudo psicológico resulta de um processo de avaliação psicológica e objetiva subsidiar decisões relacionadas ao contexto em que surgiu a demanda. A linguagem deve ser didática, precisa, harmônica e acessível ao destinatário.

II. O laudo psicológico deve fornecer apenas as informações necessárias e relacionadas à demanda, relatando o encaminhamento, as intervenções, o diagnóstico, o prognóstico, a hipótese diagnóstica, a evolução do caso, orientação, mas não pode ter sugestão de projeto terapêutico.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646036 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. A constituição do sujeito psicótico sempre é percebida antes de um surto psicótico, ou seja, quando o inconsciente retorna pelo Real ao indivíduo e os recursos psíquicos que ele possui são a alucinação ou o delírio.

II. A fala do psicótico não é contada de forma a historicizálo. Ademais, opera com signos e não faz metáforas nem atos falhos - recursos neuróticos do retorno do recalcado.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646035 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. Na abordagem da psicologia analítica junguiana, os arquétipos Animus e Anima são conceitos populares. O Animus é a energia feminina que existe no homem.

II. Animas é referente à energia masculina existente na mulher. É o conceito de yang e também está associado à figura paterna e com a racionalidade.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2646034 Psicologia

Analise as informações a seguir:


I. A abordagem psicoterapêutica com base na Fenomenologia e no Existencialismo busca o desenvolvimento pessoal, baseado na potencialidade humana de autorregulação e autogestão visando à plena realização do ser.

II. A Gestalterapia aborda a existência da pessoa atendida ao relacionar os acontecimentos de sua vida com o modo como ela vivencia e se relaciona com esses fatos, dentro de sua visão, ou melhor, que significados esses fatos têm para a própria pessoa e como ela pode entender a si mesma.

III. A abordagem humanista Centrada na Pessoa possui uma visão de sujeito capaz de autorrealizar-se e autoatualizar-se, com capacidade para atuar seguindo convicções e princípios pessoais, que em si mesmo, são geradores de subjetivação, e não expressão de forças ocultas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2636181 Matemática

Em um grupo de cinco amigos, as idades são 17, 19, 22, 20 e 18 anos. Qual é a soma entre a média e mediana das idades?

Alternativas
Q2636180 Matemática

Um pacote de arroz tem sua massa reduzida em 20% devido à desidratação durante o armazenamento. Se um pacote após o armazenamento pesa 0,8 kg, qual era a sua massa antes da desidratação?

Alternativas
Q2636179 Matemática

Uma praça circular na cidade de Belo Horizonte possui um diâmetro de quarenta metros e está precisando de reformas. O cálculo para essa reforma será equivalente a R$10,00 por metro quadrado de praça. Porém, se ao invés da prefeitura gastar essa verba com a reforma ela realizar um investimento que rende 5% ao mês em juros simples, qual será o valor total desse investimento após um ano? (Considere 𝜋 = 3)

Alternativas
Q2636178 Matemática

Em um dia de trabalho, uma confeitaria usa exatamente 1/4  de litro de leite para fazer um lote de cupcakes. Se a confeitaria começa o dia com dez litros de leite, quantos lotes completos de cupcakes ela pode fazer até o leite acabar?

Alternativas
Q2636177 Matemática

Um corredor percorre uma distância de dez quilômetros e meio em uma pista de corrida. Se ele mantém uma velocidade constante de 2,1 km/h, quanto tempo ele leva para completar o percurso?

Alternativas
Q2636176 Matemática

Três lâmpadas piscam em intervalos regulares. A primeira pisca a cada 4 segundos, a segunda a cada 6 segundos e a terceira a cada 8 segundos. Se todas piscarem juntas agora, após quantos minutos piscarão juntas novamente?

Alternativas
Q2636175 Matemática

Um chef está preparando um molho especial e precisa de exatamente dois litros para atender a demanda do jantar. Ele tem uma jarra medidora que mostra apenas frações de litros. Se ele usar a jarra para adicionar 1/4  de litro de azeite, 3/8 de litro de vinagre balsâmico e 5/8  de litro de um caldo de legumes, qual é a quantidade de água que ele precisará adicionar para atingir a quantidade exata de dois litros de molho?

Alternativas
Q2636171 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Na sentença “Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles.”, quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque?

Alternativas
Q2636170 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Ao longo do artigo, foram destacados quatro vocábulos por meio de números sobrescritos. Qual desses vocábulos pertence à classe dos verbos no texto?

Alternativas
Q2636169 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Em qual tempo e modo verbal se encontram conjugados, respectivamente, os verbos grifados nos trechos “E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos [...]” (2º parágrafo) e “Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo.” (8º parágrafo)?

Alternativas
Q2636168 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Quais são, respectivamente, os sentidos veiculados pelos prefixos das palavras “prenunciavam” (3º parágrafo) e “sobrevivência” (5º parágrafo)?

Alternativas
Q2636166 Português

TEXTO: Quanto custa um sonho?


Quanto custa um sonho?

Alguma coisa ele sempre custa.

Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros

sonhos ele custa.

Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos

enredos.

Não importa.

Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!

Elisa Lucinda – A Conta do Sonho

Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.

E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.

Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.

De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.

Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.

E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.

Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.

Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.

SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

A classificação morfológica de um vocábulo varia conforme seu emprego nos enunciados. É o caso, por exemplo, do pronome indefinido “nada” nos trechos a seguir. Analise-os.


I. “[...] pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho [...]” (5º parágrafo)

II. “Não nos preparamos para o nada.” (5º parágrafo)

III. “Não sabemos lidar com o nada.” (5º parágrafo)

IV. “Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles.” (7º parágrafo)


Em qual(is) dos trechos a palavra “nada” foi empregada em um contexto de substantivo?

Alternativas
Respostas
7461: D
7462: B
7463: D
7464: C
7465: B
7466: C
7467: D
7468: C
7469: D
7470: C
7471: A
7472: B
7473: B
7474: A
7475: A
7476: D
7477: C
7478: B
7479: D
7480: D