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Q3642793 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Instituído pela Lei 8.069 no dia 13 de julho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) surgiu a partir da necessidade de acabar os resquícios de autoritarismo do Regime Militar e representou uma parte importante do esforço da nação brasileira, recém-saída de uma ditadura, para se alinhar com a comunidade internacional em termos de Direitos Humanos. Destacando o valor da criança e do adolescente como sujeitos de direitos, o ECA prevê que eles devem receber o máximo de dedicação, devido à sua condição peculiar de pessoas em desenvolvimento físico, psicológico e social. E que, portanto, têm necessidades a serem supridas nas três esferas. Para que isso seja alcançado, um dos princípios fundamentais em que o ECA se sustenta é:
Alternativas
Q3642792 Pedagogia
Arlete é mãe de Ana Clara, atualmente com 2 anos e 3 meses que ainda não está matriculada na escola em virtude de mudanças de residência recorrentes da família. Dessa vez, Arlete pretende matriculá-la e deve, conforme a idade da filha, procurar a seguinte etapa da educação básica:
Alternativas
Q3642791 Pedagogia
Para a distribuição dos recursos que compõem o Novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos profissionais da Educação (Fundeb), é considerado o número de alunos matriculados em quais níveis e modalidades de ensino? Leia as afirmações a seguir:

I. Nas etapas de educação infantil (creche e pré-escola) e do ensino fundamental.
II. Nas modalidades de ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos e ensino profissional integrado.
III. Nas escolas localizadas somente na zona rural.
IV. Nos turnos com regime de atendimento em tempo integral.

Estão CORRETOS os alunos atendidos nas afirmações contidas em:
Alternativas
Q3642790 Pedagogia
A relação entre cultura escolar e currículo se faz extremamente importante na sociedade, já que ela interfere diretamente em todo o processo educativo, construindo novas representações e práticas. Sobre essa relação, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3642789 Pedagogia
Amanda estudou em uma instituição de ensino em que o essencial eram as formas de descoberta e aplicação dos conteúdos. A educação era encarada como um instrumento de promoção do desenvolvimento econômico pela qualificação da mão de obra, pela redistribuição da renda, pela maximização da produção e, ao mesmo tempo, pelo desenvolvimento da 'consciência política' indispensável à manutenção do Estado autoritário". Pelas características, essa escola era adepta a uma concepção de ensino: 
Alternativas
Q3642788 Pedagogia
Uma inovação da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, é a valorização da flexibilidade e ampliação do conceito do educativo, que valoriza não apenas o saber sistematizado da educação formal, mas busca o desenvolvimento de uma cultura pedagógica que destaque o patrimônio cultural que o alunosujeito constrói fora e dentro da escola através de sua vivência social mais ampla. Trata-se do princípio de:
Alternativas
Q3642787 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, referenciais que sugeriram uma renovação da proposta curricular, para que a melhoria da qualidade da educação resultasse da corresponsabilidade entre todos os educadores, trouxeram os conteúdos programáticos abordados em três grandes categorias. Uma dessas categorias, enfatiza que é necessário:
“fazer com que os alunos construam instrumentos para analisar, por si mesmos, os resultados que obtêm e os processos que colocam em ação para atingir as metas a que se propõem. Por exemplo: para realizar uma pesquisa, o aluno pode copiar um trecho da enciclopédia, embora esse não seja o procedimento mais adequado. [...] É preciso que o aluno aprenda a pesquisar em mais de uma fonte, registrar o que for relevante, relacionar as informações obtidas para produzir um texto de pesquisa. Dependendo do assunto a ser pesquisado, é possível orientá-lo para fazer entrevistas e organizar os dados obtidos, procurar referências em diferentes jornais, em filmes, comparar as informações obtidas para apresentálas num seminário, produzir um texto.” (BRASIL, 1997, p.52)
A essa categoria de conteúdos dá-se o nome de:
Alternativas
Q3641270 Português

E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.” Quanto ao termo destacado, temos:

Alternativas
Q3641269 Português

Atente para os conceitos a seguir.



I. Frase é todo enunciado com sentido completo, podendo esta ser nominal ou verbal;


II. Oração é todo enunciado em torno de um verbo, podendo ou não ter sentido;


III. Período é toda frase verbal contendo uma ou mais orações, podendo este ser simples ou composto.



Analisando o texto “Vazio”, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3641266 Português

Leia o texto a seguir.


Vazio


    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.


Carolina Nunes

O tema global do conto é:

Alternativas
Q3641265 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Ao fazer referência a “Sabino em busca daquele menino no espelho”: 

Alternativas
Q3641264 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O último parágrafo é marcado por um desfecho em que o narrador se demonstra:

Alternativas
Q3641262 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Pode-se afirmar que o “trem da vida”, o qual se repete no texto: 

Alternativas
Q3641260 Engenharia Civil

Todo trabalho em altura deve ser planejado e organizado. No planejamento do trabalho em altura devem ser adotadas medidas que obedeçam determinada hierarquia. Enumere abaixo como deve ser tal hierarquia e em seguida assinale a alternativa com a sequência CORRETA:



( ) Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma.


( ) Medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução.


( ) Medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado. 

Alternativas
Q3641259 Engenharia Civil

Conforme a NBR 9050, ao longo de rotas acessíveis, deve ser atendido, dentre outros, o seguinte critério:

Alternativas
Q3641258 Engenharia Civil

Nas obras rodoviárias, a maioria das estruturas construídas envolve obras com betão, que, se não forem construídas adequadamente, poderão afetar negativamente a vida útil da estrada. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de betão que se caracteriza por uma densidade relativamente alta, é composto por agregado de pedra, tem uma elevada resistência e é geralmente armado e projetado para fins de suporte de carga:

Alternativas
Q3641257 Engenharia de Transportes e Trânsito

Em um projeto de via permanente, o termo bitola, refere-se a(ao): 

Alternativas
Q3641256 Engenharia Civil

Talude é o termo que caracteriza a face de um terreno que possui certa inclinação. No que diz respeito à movimentação de taludes, a heterogeneidade é determinante para o desenvolvimento de

Alternativas
Q3641255 Engenharia Ambiental e Sanitária

Nos sistemas de tratamento de efluentes, a filtração é utilizada quando se pretende a remoção de sólidos em suspensão, cor, ferro trivalente e até mesmo DBO. Os processos de tratamento por membranas se aplicam à remoção de sólidos suspensos, cujo tamanho das partículas são superiores a 0,001 µm. A remoção de sólidos coloidais, sólidos em suspensão, óleos e graxas, silicatos e proteínas, bem como alguns microorganismos como coliformes, bactérias, vírus e algas, é realizada por meio do seguinte processo:

Alternativas
Q3641254 Engenharia Civil

O reconhecimento do solo é um procedimento essencial para o projeto e a execução de obras de diferentes portes, visto que todas as obras de engenharia se assentam sobre o terreno. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de solo descrito abaixo:


Apresenta grãos finos, pouca ou nenhuma plasticidade e baixa resistência quando seco. Por causa destas características, as estradas construídas com este tipo de solo formam “barro” na época de chuva e geram muito pó no período seco. Cortes feitos nesse tipo de terrenos não tem estabilidade prolongada, sujeitos à erosão e à desagregação natural, se tornando inviáveis em alguns casos por exigirem maiores cuidados para se manter.

Alternativas
Respostas
1901: C
1902: A
1903: B
1904: A
1905: D
1906: D
1907: B
1908: C
1909: D
1910: B
1911: A
1912: C
1913: A
1914: D
1915: D
1916: B
1917: A
1918: C
1919: A
1920: D