Questões de Concurso Para ibam

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Q2030852 Pedagogia
No nosso cotidiano sempre estamos, planejando, e não seria diferente no ambiente escolar. Nele definimos metas e estratégias para desenvolver as competências é habilidades dos estudantes. Um planejamento que acontece na escola constitui-se numa estratégia de trabalho, em que todos, com seu saber próprio, com sua consciência, com sua adesão específica, organizam seus problemas, suas ideias, seus ideais, seu conhecimento da realidade, suas propostas e suas ações. Todos crescem juntos, transformam e criam a realidade em proveito de todos e com o trabalho coordenado. Todos dentro da escola e no entorno dela cooperam. Estamos falando do seguinte tipo de planejamento: 
Alternativas
Q2030851 Pedagogia
O propósito da avaliação é garantir o sucesso do processo; ela é a parceira no sentido de encontrar o melhor resultado do curso de uma ação. Atualmente, a avaliação é inclusiva e seus resultados nos permitem tomar decisões em relação  à caminhada no processo ensino-aprendizagem. Das alternativas abaixo, aquela que apresenta os três tipos de funções da avaliação do processo ensino-aprendizagem é:  
Alternativas
Q2030850 Pedagogia
Durante o crescimento da criança vários desenvolvimentos acontecem. Um deles representa la evolução da criança no processamento das informações no cérebro, À medida que cresce, ela vai se tornando mais capaz de adquirir, fixar e utilizar conhecimentos nas situações do seu dia a dia O desenvolvimento descrito é o: 
Alternativas
Q2030849 Pedagogia
Às teorias de aprendizagem são apresentadas aos professores durante a sua formação. De acordo com uma dessas teorias, as diferentes estruturas mentais são modificadas e combinadas por meio das experiências, da adaptação ao ambiente e da organização da nossa mente. A adaptação se dá por meio de um processo de assimilação, que modifica a realidade externa, e de um processo de acomodação, que é o que modifica nossas estruturas mentais. O texto nos remete ao seguinte autor: 
Alternativas
Q2029497 Português
A FATIA ESTRANGEIRA DO IDIOMA

     Está o português ameaçado? Está nosso idioma em decadência? Está corrompendo-se, desagregando-se? Essas inquietações não são novas, elas ocorreram em muitas épocas da nossa história. Quais são as ameaças à língua, segundo esse discurso? São duas: de um lado, os falares populares e, de outro, os empréstimos de palavras estrangeiras, os chamados estrangeirismos.
   Segundo os que temem a decadência do idioma, os falares populares ameaçam, porque neles, dentre outros aspectos, não se observam as normas-padrão gramaticais que regem o chamado falar culto. Por exemplo, diz-se “eu amo ela” em lugar de “eu a amo”; “haviam muitas senhoras na sala” em lugar de “havia muitas senhoras na sala”: “a menina que os olhos dela são azuis esteve aqui” em lugar de “a menina cujos olhos são azuis esteve aqui"; “eu lhe adoro” em lugar de “eu a adoro”; “entre eu e ela não há mais nada” em lugar de “entre mim e ela não há mais nada”; “por favor, pegue esse livro pra mim ler” em lugar de “por favor, pegue esse livro para eu ler”.
   Já os empréstimos estrangeiros ameaçariam a língua porque poderiam descaracterizá-la, imaginam os que temem a desagregação do idioma. Segundo eles, os estrangeirismos, principalmente provenientes da língua inglesa atualmente, são desnecessários porque existem correspondentes perfeitos em português. Não é verdade. Quando um estrangeirismo vem para a língua, ele entra no sistema lexical (o conjunto de palavras de um idioma) e inscreve-se numa rede de correlações de sentido que dá a ele um valor específico. Assim, delivery não é igual a “entrega em domicílio”, pois aquela palavra é a entrega em domicílio daqueles produtos que, tradicionalmente, não eram entregues em casa, como, por exemplo, comida pronta. Brother não é “irmão”, mas “amigo”; book não traduz “livro”, mas um álbum de fotografias que modelos divulgam nas agências. Destaque-se, também, que certos estrangeirismos podem acabar conferindo status a quem os utiliza.
      Apesar do que dizem os que têm medo da decadência do idioma, é preciso dizer que o português vai muito bem, não está decaindo, não está ameaçado de desagregação nem está corrompendo-se. Por quê? Uma língua viva não é estática. Ao contrário, ela varia de região para região, de uma faixa etária para outra, de um grupo social para outro, de uma situação de comunicação para outra. Dificilmente, um texto do século XIII será compreendido por um falante comum.
    A língua do século XI será diferente da do século XXI, e isso ocorre porque a comunidade linguística vai tendo novas necessidades de comunicação. E, como se vê com a questão dos estrangeirismos, uma língua pode sofrer influência de outras línguas. A língua é edificada por seus usuários, que procuram expressar sua maneira particular de ver O mundo, e é construída entre forças de manutenção e transgressão. A primeira tenta assegurar a compreensão mútua; a segunda busca exprimir novas realidades e criar novas identidades. Isso é o que torna a língua viva. Isso não quer dizer que tudo valha em termos de linguagem. A questão do erro é um pouco mais complicada do que querem fazer crer os catastrofistas que acham que o português está em vias de descaracterizar-se ou mesmo de desaparecer.

JOSÉ LUÍS FIORIN
Adaptado de Revista da Língua Portuguesa, nº 27, 2007.
Uma palavra do texto empregada em sentido metafórico no texto é: 
Alternativas
Respostas
36: C
37: B
38: A
39: D
40: A