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Q3725392 Matemática
No sistema de numeração decimal existem exatamente x números pares formados por três algarismos distintos. A soma dos algarismos de x é:  
Alternativas
Q3725391 Matemática
A circunferência que passa pelos pontos (0, 0), (4,0) e (0, -2) tem raio igual a:
Alternativas
Q3725390 Matemática
O raio do círculo inscrito em um triângulo retângulo cuja hipotenusa mede 20 cm é igual a 4 cm. A área desse triângulo, em cm², vale:  
Alternativas
Q3725389 Matemática
A soma das raízes da equação Imagem associada para resolução da questãoé igual a:
Alternativas
Q3725388 Matemática
A soma de quatro números em progressão aritmética é igual a 72. Se o quarto termo da progressão é igual a 3/2 do segundo termo, a soma dos três primeiros termos corresponde a:  
Alternativas
Q3725387 Matemática
Sejam x e y números positivos de modo que xy = yx e x4 = y3. Então, o valor de x é:  
Alternativas
Q3725386 Matemática
Considere o triângulo retângulo cujos catetos medem 6 cm e 8 cm. A medida da bissetriz, do maior ângulo agudo desse triângulo, em cm, é:  
Alternativas
Q3725385 Matemática
Dividindo-se dois números naturais m e n por 5 e 6, respectivamente, obtém-se o mesmo quociente e resto zero em ambas as divisões. Se o produto do MMC pelo MDC desses dois números é igual a 5.070, a soma dos algarismos de (m + n) é:  
Alternativas
Q3725384 Matemática
Um professor de Matemática escreveu as 200 primeiras casas decimais do resultado da divisão de 61 por 495. A soma dos 200 algarismos escritos pelo professor é igual a: 
Alternativas
Q3725383 Matemática
Considere o conjunto A, cujos elementos são todos os números de cinco algarismos distintos, que podem ser formados com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6. Retirando-se ao acaso um número do conjunto A, a probabilidade de que seja um número maior do que 30.000 é:  
Alternativas
Q3725382 Matemática
A média harmônica das raízes da equação x³ + 2x² + x + m = 0 é igual a 6. O número real m é igual a:
Alternativas
Q3725381 Matemática
Uma lista contém cinco números distintos. Somando-se a cada um deles a mediana desses cinco números, obtém-se os números 12, 14, 18, 19 e 23. A média aritmética dos cinco números da lista inicial é igual a: 
Alternativas
Q3725380 Matemática
Um polígono regular tem 100 diagonais que passam pelo seu centro. Logo, a diferença, em graus, entre a medida de um ângulo interno e de um ângulo externo do polígono é:
Alternativas
Q3725379 Matemática
Considere o paralelepípedo retângulo ABCDEFGH representado na figura a seguir e P e Q como pontos pertencentes, respectivamente, às arestas EH e FG de modo que o segmento PQ seja paralelo à aresta HG.
Imagem associada para resolução da questão
Dados:
med(AB) = 3 cm med(EH) = 6 cm med(CG) = (x + 2) cm med(EP) = x cm
Se o volume do sólido ABFEPQ corresponde a 20% do volume do paralelepípedo, então a área total desse paralelepípedo, em cm², é:  
Alternativas
Q3725378 Matemática
Se S é a soma de todos os divisores positivos de 105 que não são primos e P é a soma de todos os divisores positivos de 105 que são primos, a diferença S – P é igual a: 
Alternativas
Q3725377 Matemática

Considere a igualdade a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


 Se √6 = m, tem-se que F é igual a:

Alternativas
Q3725376 Matemática
Se a área da secção meridiana de um cone equilátero é igual a M, a área lateral desse cone é: 
Alternativas
Q3725355 Português

Texto 2: A Linguística e o Ensino da Língua Portuguesa no Brasil: Uma Visão Crítica

 

O ensino da Língua Portuguesa, é praticamente um consenso no meio educacional brasileiro, apresenta-se, em geral, insatisfatório, improdutivo, não propiciando a formação de leitores e produtores textuais proficientes, afinal, o seu objetivo central. Que interesse, que estímulo pode ter, então, tal ensino para professores e alunos? A não ser para professores que se rejubilem, se sintam realizados, só porque suas turmas estão classificando com acerto, por exemplo, as orações coordenadas, numa prática, não obstante, frequentemente mecânica. A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa.

Trata-se, evidentemente, de uma análise que, se bem que seja útil como meio de comprovação, mostra-se insuficiente, redutora, muitas vezes, na apreensão do sentido da oração na frase em que ocorre. Procedendo deste modo, teríamos análises idênticas para a oração coordenada em frases como “Ele agrediu o vizinho, mas foi por justa causa” e “Foi por justa causa, mas ele agrediu o vizinho”, quando, na verdade, a estruturação semântica das duas é oposta, porque os pontos de vista argumentativos são opostos. Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas.

Convive-se, desta maneira, com um ensino que, em geral, não cultua a prática reflexiva da língua, o seu domínio, em suas variedades e em seus modos diversos de dizer, que não motiva, assim, o gosto pelo seu estudo, pela leitura compreensiva de seus textos e pela produção constante destes, compartimentado em aulas de redação, aulas de exercícios de gramática normativa, ou descritiva, e aulas de leitura, que parece longe, cada vez mais, de contribuir, por exemplo, para o florescer do sentimento poético dos estudantes, tão fundamental na formação de uma cidadania integral.

Lamentável tal situação, quando se tem a compreensão de a linguagem ser imprescindível para a definição do homem. Possuidor da palavra é que o homem torna-se senhor do mundo da natureza e do mundo dos espíritos, como enfatiza o instigante linguista italiano Antonino Pagliaro, ou, como assevera Coseriu, a linguagem é o primeiro fenômeno da liberdade do homem (...). O homem vive em um mundo linguístico que ele mesmo criou como ser histórico. Pode-se ter objeto mais fascinante de estudo?

Ao fazer, já ao final do curso de graduação, indagações aos alunos sobre aspectos básicos do fenômeno linguístico, tinha, frequentemente, surpresas desagradáveis (por exemplo, a gíria ser identificada como linguagem desleixada, ou com a fala de quem não tem bom domínio da língua). Como é profundamente constrangedor, já ressaltei em outro texto, ouvir um professor de português opinar sobre assuntos linguísticos correntes como se leigo fosse, através, por exemplo, de julgamentos como “o português é uma língua complexa e de aquisição difícil”.

CARLOS EDUARDO FALCÃO UCHÔA

Adaptado de revistaconfluencia.org.br.
Critérios mórficos, sintáticos e semânticos devem ser considerados na classificação gramatical das palavras.
A palavra “como”, por exemplo, usada quatro vezes no último parágrafo, assume valor adverbial em: 
Alternativas
Q3725354 Português

Texto 2: A Linguística e o Ensino da Língua Portuguesa no Brasil: Uma Visão Crítica

 

O ensino da Língua Portuguesa, é praticamente um consenso no meio educacional brasileiro, apresenta-se, em geral, insatisfatório, improdutivo, não propiciando a formação de leitores e produtores textuais proficientes, afinal, o seu objetivo central. Que interesse, que estímulo pode ter, então, tal ensino para professores e alunos? A não ser para professores que se rejubilem, se sintam realizados, só porque suas turmas estão classificando com acerto, por exemplo, as orações coordenadas, numa prática, não obstante, frequentemente mecânica. A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa.

Trata-se, evidentemente, de uma análise que, se bem que seja útil como meio de comprovação, mostra-se insuficiente, redutora, muitas vezes, na apreensão do sentido da oração na frase em que ocorre. Procedendo deste modo, teríamos análises idênticas para a oração coordenada em frases como “Ele agrediu o vizinho, mas foi por justa causa” e “Foi por justa causa, mas ele agrediu o vizinho”, quando, na verdade, a estruturação semântica das duas é oposta, porque os pontos de vista argumentativos são opostos. Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas.

Convive-se, desta maneira, com um ensino que, em geral, não cultua a prática reflexiva da língua, o seu domínio, em suas variedades e em seus modos diversos de dizer, que não motiva, assim, o gosto pelo seu estudo, pela leitura compreensiva de seus textos e pela produção constante destes, compartimentado em aulas de redação, aulas de exercícios de gramática normativa, ou descritiva, e aulas de leitura, que parece longe, cada vez mais, de contribuir, por exemplo, para o florescer do sentimento poético dos estudantes, tão fundamental na formação de uma cidadania integral.

Lamentável tal situação, quando se tem a compreensão de a linguagem ser imprescindível para a definição do homem. Possuidor da palavra é que o homem torna-se senhor do mundo da natureza e do mundo dos espíritos, como enfatiza o instigante linguista italiano Antonino Pagliaro, ou, como assevera Coseriu, a linguagem é o primeiro fenômeno da liberdade do homem (...). O homem vive em um mundo linguístico que ele mesmo criou como ser histórico. Pode-se ter objeto mais fascinante de estudo?

Ao fazer, já ao final do curso de graduação, indagações aos alunos sobre aspectos básicos do fenômeno linguístico, tinha, frequentemente, surpresas desagradáveis (por exemplo, a gíria ser identificada como linguagem desleixada, ou com a fala de quem não tem bom domínio da língua). Como é profundamente constrangedor, já ressaltei em outro texto, ouvir um professor de português opinar sobre assuntos linguísticos correntes como se leigo fosse, através, por exemplo, de julgamentos como “o português é uma língua complexa e de aquisição difícil”.

CARLOS EDUARDO FALCÃO UCHÔA

Adaptado de revistaconfluencia.org.br.
No último parágrafo, o autor critica dois tipos de declarações ouvidas de professores, que evidenciam desconhecimento sobre a língua, seu objeto de especialização.
Campos de estudos que se confrontam com tais declarações são, respectivamente:  
Alternativas
Q3725353 Português

Texto 2: A Linguística e o Ensino da Língua Portuguesa no Brasil: Uma Visão Crítica

 

O ensino da Língua Portuguesa, é praticamente um consenso no meio educacional brasileiro, apresenta-se, em geral, insatisfatório, improdutivo, não propiciando a formação de leitores e produtores textuais proficientes, afinal, o seu objetivo central. Que interesse, que estímulo pode ter, então, tal ensino para professores e alunos? A não ser para professores que se rejubilem, se sintam realizados, só porque suas turmas estão classificando com acerto, por exemplo, as orações coordenadas, numa prática, não obstante, frequentemente mecânica. A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa.

Trata-se, evidentemente, de uma análise que, se bem que seja útil como meio de comprovação, mostra-se insuficiente, redutora, muitas vezes, na apreensão do sentido da oração na frase em que ocorre. Procedendo deste modo, teríamos análises idênticas para a oração coordenada em frases como “Ele agrediu o vizinho, mas foi por justa causa” e “Foi por justa causa, mas ele agrediu o vizinho”, quando, na verdade, a estruturação semântica das duas é oposta, porque os pontos de vista argumentativos são opostos. Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas.

Convive-se, desta maneira, com um ensino que, em geral, não cultua a prática reflexiva da língua, o seu domínio, em suas variedades e em seus modos diversos de dizer, que não motiva, assim, o gosto pelo seu estudo, pela leitura compreensiva de seus textos e pela produção constante destes, compartimentado em aulas de redação, aulas de exercícios de gramática normativa, ou descritiva, e aulas de leitura, que parece longe, cada vez mais, de contribuir, por exemplo, para o florescer do sentimento poético dos estudantes, tão fundamental na formação de uma cidadania integral.

Lamentável tal situação, quando se tem a compreensão de a linguagem ser imprescindível para a definição do homem. Possuidor da palavra é que o homem torna-se senhor do mundo da natureza e do mundo dos espíritos, como enfatiza o instigante linguista italiano Antonino Pagliaro, ou, como assevera Coseriu, a linguagem é o primeiro fenômeno da liberdade do homem (...). O homem vive em um mundo linguístico que ele mesmo criou como ser histórico. Pode-se ter objeto mais fascinante de estudo?

Ao fazer, já ao final do curso de graduação, indagações aos alunos sobre aspectos básicos do fenômeno linguístico, tinha, frequentemente, surpresas desagradáveis (por exemplo, a gíria ser identificada como linguagem desleixada, ou com a fala de quem não tem bom domínio da língua). Como é profundamente constrangedor, já ressaltei em outro texto, ouvir um professor de português opinar sobre assuntos linguísticos correntes como se leigo fosse, através, por exemplo, de julgamentos como “o português é uma língua complexa e de aquisição difícil”.

CARLOS EDUARDO FALCÃO UCHÔA

Adaptado de revistaconfluencia.org.br.
Assim como no exemplo das adversativas, também é comum a ausência de enfoque nos valores argumentativos dos tipos de sujeito. O sujeito indeterminado, por exemplo, muitas vezes representa o apagamento de uma informação importante.
No texto, pode-se considerar que isso ocorre em:
Alternativas
Respostas
2641: C
2642: A
2643: A
2644: B
2645: B
2646: D
2647: D
2648: C
2649: C
2650: C
2651: B
2652: A
2653: A
2654: C
2655: B
2656: B
2657: C
2658: B
2659: A
2660: C