Questões de Concurso Para ibam

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Q3743791 Artes Visuais
Na performance “The Artist is Present”, a artista permaneceu imóvel por oito horas durante vários dias no átrio central de um museu, enquanto o público se revezava para sentar-se à sua frente e olhar silenciosamente em seus olhos. Para a artista, a performance é um laboratório de experimentação social, uma ferramenta com a qual ela testa as regras da arte e da vida até o seu colapso. Os resultados podem ser inesperadamente comoventes — ou profundamente angustiantes, como em [Rhythm 0] (/collection/works/126441). Em 1974, em Nápoles, Itália, a artista reuniu 72 objetos “para o prazer e para a dor” (entre eles batom, uma faca e uma arma carregada) e convidou o público a usá-los em seu corpo inerte. “Eu sou o objeto”, declarou. O texto se refere à:
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Q3743790 Educação Artística
A Escolinha de Arte do Brasil alterou o panorama do ensino artístico de sua época, multiplicando as experiências na área de arte e educação em diversas regiões do país. Sua criação está na base do Movimento Escolinhas de Arte – MEA, que congrega diversas escolinhas de arte, nos anos 1950, 1960 e 1970: a do Rio de Janeiro, a da Bahia e a do Recife, por exemplo. Conforme Ana Mae Barbosa, três mulheres fizeram das Escolinhas a grande escola modernista do ensino da arte no Brasil. São elas: 
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Q3743789 Educação Artística
Em 1929, Nereo Sampaio, professor de desenho da Escola Normal do Rio de Janeiro, defendeu sua tese de cátedra, intitulada “Desenho espontâneo das crianças: considerações sobre sua metodologia”, onde enunciava o chamado método espontâneo-reflexivo para o ensino da arte. O método consistia em deixar a criança se expressar livremente, desenhando de memória, e depois fazê-la analisar visualmente o objeto desenhado para, em seguida, executar um segundo desenho integrando, neste último, elementos observados do objeto real. O autor apresenta em sua tese o referido método, tendo como pressuposto teórico as ideias de: 
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Q3743788 Educação Artística
Os cursos de licenciatura em Educação Artística com duração de dois anos (licenciatura curta) foram instituídos com o objetivo de formação de professores “polivalentes”. Após este curso, o professor mantinha seus estudos em direção à licenciatura plena, com habilitação específica em Artes Plásticas, Desenho, Artes Cênicas ou Música. Estes cursos de licenciatura curta foram instituídos a partir de: 
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Q3743787 Educação Artística
O ensino da arte concebido como ensino do desenho geométrico como preparação para o design, ou seja, com aplicação na indústria, foi defendido e colocado em prática no Brasil:
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Q3743786 Artes Plásticas
São considerados artistas modernistas brasileiros:
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Q3743785 Artes Visuais
Uma geração de artistas conceitualistas se empenhou na criação de obras experimentalistas e altamente críticas à situação sociopolítica vivenciada pelo Brasil à época, imerso na Ditadura Civil-Empresarial-Militar (1964-1985), em seu momento mais sangrento (vigência do Ato Institucional nº 5, 1968-1978), quando institucionalizou a tortura aos presos políticos no Brasil, entre outras medidas repressivas. Para se referir a um conjunto de obras desses artistas, o crítico de arte Frederico Morais, tomando de empréstimo uma expressão do poeta e ensaísta Décio Pignatari, cunhou o seguinte conceito: 
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Q3743784 Artes Plásticas
Nos anos de 1970, considerando a função social da arte e objetivando uma consciência maior do público em relação ao seu tempo e sociedade, demonstrando que a força da indústria, ao contrário, se baseia no maior coeficiente possível de alienação, um artista desenvolveu o projeto “Inserções em circuitos ideológicos – Projeto Coca-Cola” que consistia em gravar nas garrafas do refrigerante (embalagens de retorno) informações e opiniões críticas e, posteriormente, devolvê-las à circulação. O nome desse artista está apresentado na seguinte alternativa:
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Q3743783 Artes Visuais
“Há um autorretrato (...), datado de 1949, que pode ser tomado como uma metáfora visual da situação em que se encontrava a então chamada fotografia artística nas passagens das décadas de 1940-1950 no Brasil. A imagem nos apresenta o busto de um homem mergulhado na penumbra com uma tarja de luz projetada sobre os olhos, (...).” (Helouise Costa, A fotografia no Brasil nas décadas de 1940-1950: a reinvenção das vanguardas).

O texto se refere ao fotógrafo:
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Q3743538 História
O início da ocupação da região onde se situa hoje o Município de Cachoeiras de Macacu ocorreu na segunda parte do século:
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Q3743524 Português

Texto: Escrever para quê?


Itamar Vieira Jr.



    Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.

    Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.

    Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.

    Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.

    Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.

    A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.

    Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.

    Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.

    Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los.

    A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.

    Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?

    Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.



Adaptada de:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam

ar-vieira-junior/2024/02/escrever-paraque.shtml

Conforme a leitura global do texto, os que sempre tiveram voz (2º parágrafo) refere-se:
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Q3743522 Inglês
When teachers focus on activities that guide learners toward identifying how texts are organized, especially regarding textual coherence and functional intent, they are engaging with higher-order reading instruction. In a reading comprehension task, if the teacher’s objective is to help learners identify how the writer organizes and signals meaning relationships within the text — for example, by recognizing connectives like however, therefore, or for example — the specific reading sub-skill which is being targeted is:  
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Q3743521 Inglês
The definition that best characterizes the reading sub-skill known as skimming, as applied in language teaching and receptive skills development is:  
Alternativas
Q3743520 Inglês
In language pedagogy, materials used in reading and listening instruction play a crucial role in how learners interact with receptive skills. One of the central debates in ELT concerns the nature of the input: whether it should be simplified to aid comprehension or remain unmodified to reflect real-world language use.
When teachers use naturally occurring language samples — such as news articles, interviews, podcasts, or informal conversations — without altering the grammar, lexis, or structure for pedagogical purposes, the materials are said to promote exposure to language as it is genuinely used in context. This practice is often contrasted with the use of contrived or pedagogically engineered texts, which aim to isolate specific forms or vocabulary items. The term that best describes materials used in the classroom specifically to develop listening or reading skills through exposure to unmodified language input is:  
Alternativas
Q3743519 Inglês
“A legacy of innovation lies in how communities share knowledge. Some inventors produce tools, others refine ideas, but all benefit from collective feedback. When criticism arises, they often eventually find ways to improve those tools and refine those ideas into something truly impactful.” In the sentence: “When criticism arises, they often eventually find ways to improve those tools…”, the pronoun they refers to: 
Alternativas
Q3743518 Inglês
The prepositions at and in frequently overlap in locative expressions. However, their selection is governed by specific spatial and functional constraints: “In” tends to imply enclosure or inclusion within a boundary (physical or abstract).
“At” generally denotes a specific point, especially in directional or functional contexts. Considering the standard usage of these prepositions in British and international varieties of English, the sentence below which demonstrates the most appropriate and contextually precise usage is:  
Alternativas
Q3743517 Inglês
In restrictive (defining) relative clauses, omission of the relative pronoun is syntactically possible under specific conditions. The sentence in which the relative pronoun could be grammatically omitted without altering the structure of the sentence is: 
Alternativas
Q3743516 Inglês
In academic discourse, cohesion plays a crucial role in structuring logical relationships between ideas, particularly in argumentative writing. Among the excerpts below one of them best demonstrates the use of concessive and referential cohesive devices that are typically employed to build contrast and support claims in argumentative texts.
The appropriate option is:
Alternativas
Q3743515 Inglês
Some verbs, due to their stative nature, are generally not used in Continuous (Progressive) Tenses, as they describe mental states, emotions, or possession rather than dynamic actions. The option in which both verbs are typically considered stative and not commonly used in continuous forms is: 
Alternativas
Q3743514 Inglês
Connectors such as "despite" and "in spite of" are used to express contrast between two ideas. However, they differ in the grammatical structures that can follow them. Analyze the options below and choose the sentence in which the connector is used in a grammatically acceptable and contextually natural way: 
Alternativas
Respostas
2501: D
2502: A
2503: C
2504: D
2505: A
2506: B
2507: B
2508: C
2509: D
2510: B
2511: B
2512: C
2513: B
2514: A
2515: A
2516: B
2517: A
2518: B
2519: C
2520: D