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( ) As compras, sempre que possível, deverão atender ao princípio da padronização, que imponha compatibilidade de especificações técnicas e de desempenho, observadas, quando for o caso, as condições de manutenção, assistência técnica e garantia oferecidas.
( ) As compras devem ser sempre realizadas em sua totalidade não devendo ser subdivididas, visando assim uma maior economicidade, independentemente das peculiaridades do mercado.
( ) As compras realizadas pela Administração Pública em hipótese alguma devem submeter-se às condições de aquisição e pagamento semelhantes às do setor privado.
( ) As compras devem ser processadas através de sistema de registro de preços, sempre que possível.
( ) As compras devem balizar-se, na medida do possível, pelos preços praticados no âmbito dos órgãos e entidades da Administração Pública.
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
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Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862
Texto 02
Festa junina à maranhense: conheça a tradição
do bumba meu boi
Murilo Busolin, São Luís
22 de maio de 2018 | 04h00
Esqueça a paçoca em formato de rolha e a quadrilha com casamento do noivo e da noiva. Substitua o emblemático “olha a cobra/ é mentira” por “foi em uma noite estrelada de São João / que eu encontrei meu boizinho encantado”. Pronto: você chegou à festa junina de São Luís, que este ano ocorre, oficialmente, de 15 de junho a 1.º de julho. A capital maranhense não segue exatamente o roteiro das celebrações que estamos acostumados por aqui. Começando pelo básico: a estrela, ali, é o boi.
Não qualquer boi: o bumba meu boi, cuja lenda, estima-se, venha lá do século 18, repleta de folclore indígena e negro. Conta-se que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi – causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes. [...]
In: https://viagem.estadao.com.br/noticias/geral,festa-junina
a-maranhense-conheca-a-tradicao-do-bumba-meuboi,70002317862