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I-História familiar positiva para HAS é geralmente encontrada em pacientes hipertensos. Sua ausência, especialmente em pacientes jovens, é um alerta para o diagnóstico de HAS secundária.
II-A aferição da PA por esfigmomanômetro convencional requer a ausculta de sons gerados pelo início e pelo fim da turbulência do fluxo sanguíneo decorrente da compressão vascular pelo manguito (fases I e V dos sons de Korotkoff).
III-Além de diagnosticar e classificar a hipertensão arterial e obesidade, o exame físico busca identificar achados de hipertrofia miocárdica, reconhecida pela característica impulsiva do ictus cordis e pela presença de quarta bulha e de hiperfonese da segunda bulha.
IV-A palpação dos rins e a ausculta de sopros em área renal objetivam detectar hipertensão secundária a rins policísticos e obstrução de artérias renais.
V-Dentre os medicamentos inibidores da enzima conversora de angiotensina utilizados no tratamento farmacológico da HAS, podem-se citar o captopril, enalapril, lisinopril, fosinopril, verapamil, ramipril e perindopril.
É correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência
Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde.
O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década.
Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018.
Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora.
Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações.
Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais.
Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.
"A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos).
Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12.
Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/23/cortar-complet amente-carne-e-laticinios-faz-bem-a-saude-o-que-diz-a-ciencia.ghtml. Acesso em 26.10.2023
I.Na sentença "Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente." (5º parágrafo) - as palavras sublinhadas retomam a palavra PREOCUPAÇÕES (4º parágrafo).
II.Também no quarto parágrafo, a expressão ESSA VITAMINA - "Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso [...]" - refere-se à vitamina B12.
III.No trecho "Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca [...]." (9º parágrafo), o pronome ELES refere-se aos pesquisadores do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência
Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde.
O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década.
Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018.
Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora.
Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações.
Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais.
Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.
"A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos).
Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12.
Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/23/cortar-complet amente-carne-e-laticinios-faz-bem-a-saude-o-que-diz-a-ciencia.ghtml. Acesso em 26.10.2023
I.Em "Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.", temos um período composto por subordinação, sendo a segunda oração subordinada substantiva objetiva direta.
II.Em "Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.", temos um período composto por subordinação, sendo a segunda oração subordinada objetiva direta e a terceira oração subordinada adjetiva restritiva
III.Em "Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto.", temos um período composto por subordinação, sendo a segunda oração subordinada adverbial comparativa.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência
Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde.
O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década.
Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018.
Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora.
Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações.
Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais.
Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.
"A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos).
Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12.
Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/23/cortar-complet amente-carne-e-laticinios-faz-bem-a-saude-o-que-diz-a-ciencia.ghtml. Acesso em 26.10.2023
Fonte: /4776033/pdf/11900075 journals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/download/47603/pdf/119075
(__) Moduladores alostéricos se ligam a locais no receptor diferentes do local de ligação do agonista e conseguem modificar a atividade do agonista.
(__) De acordo com o modelo dos dois estados, a eficácia reflete a afinidade relativa do composto pelos estados de repouso e ativado do receptor. Os agonistas mostram seletividade pelo estado ativado; os antagonistas não exibem seletividade. Esse modelo, embora útil, não é capaz de explicar a complexidade da ação dos agonistas.
(__) Os agonistas inversos não apresentam seletividade pelo estado de repouso do receptor. Esse fato é importante apenas em situações incomuns nas quais os receptores mostram uma atividade constitutiva.
(__) A potência dos antagonistas depende de dois parâmetros: afinidade (a tendência do agonista de se ligar a receptores) e eficácia (a capacidade de, uma vez ligado a um receptor, dar início a alterações que provocam efeitos).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Fonte: oloogaa__esmmoo_ltiasee_renal_TSRRS_220603323.pdf ocolos_resumos/nefrologia_resumo_litiase_renal_TSRS_20160323.pdf
Antígeno Prostático Específico (PSA) é uma proteína produzida pela próstata e excretada no fluido seminal, presente em concentrações muito baixas na circulação do homem saudável. O exame de PSA possui alta sensibilidade e baixa especificidade, sendo indicada a realização do toque retal em paralelo. Alguns procedimentos também são responsáveis pela elevação do PSA. Assinale a alternativa que se refere a um desse fatores e o tempo médio necessário para que o PSA retorne aos valores iniciais:
< 35 Kg − 1 g (em jejum), em dose única.
35 Kg − 2 g (primeira escolha).