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TERRA ARRASADA Desmatamento em Rondônia. O estado é um dos que mais perderam área de floresta em 2017 (Foto: Rodrigo Balela/Folhapress) “Ao longo de 2017, pequenos agricultores ouviram a história de uma terra prometida em Buritis, Rondônia. Como na passagem bíblica, era uma terra boa e larga (mais de 500 hectares) que manava leite e mel. Para ter acesso a essa terra,eles pagaram até R$ 1.000 por lote e pegaram emprestado equipamentos para derrubar a floresta, com a promessa de que poderiam construir casas, fazer um roçado ou criar gado. Mas a terra prometida tem dono – o governo. Trata se do Parque Estadual Guajará-Mirim, uma importante Unidade de Conservação do estado. Em três operações no ano passado, o governo e a Polícia Civil conseguiram evitar o loteamento do local, o desmatamento dos 500 hectares e prender os mandantes do desmate. Isso foi possível graças a uma mudança de abordagem: os agentes consideraram a operação como uma ação contra o crime organizado.[...]” (Revista Época, 17/01/2018)
O atual modelo econômico de ocupação e uso dos recursos naturais é um dos principais fatores que causamo aumento do desmatamento em Rondônia. Avalie se as seguintes afirmativas acerca das causas do desmatamento em Rondônia são falsas (F) ou verdadeiras (V):
✓ A persistência de padrões convencionais caracterizados pela exploração predatória de madeira, a pecuária extensiva e a concentração fundiária, com reflexos no crescimento desordenado das cidades e o aumento da violência, têm contribuído para a intensificação de pressões sobre as unidades de conservação, terras indígenas e outras áreas protegidas no estado. ✓ Rondônia tem um dos mais elevados índices de desmatamento da Amazônia Legal, com acúmulo,até o ano de 2007, de quase 9 milhões de hectares,o que representa 44% da área originalmente coberta por florestas. Os dados mais recentes mostram que,entre agosto de 2007 e abril de 2008, o aumento da área desmatada foi de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior e os municípios de Porto Velho e Nova Mamoré se classificaram entre os mais desmatados de toda a Amazônia. ✓ Expectativas econômicas geradas por empreendimentos como as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, e a pavimentação da BR-319 têm contribuído para a intensificação do desmatamento.
As afirmativas são respectivamente:
I. povoamento da região pelos nordestinos. II. genocídio de povos indígenas. III. anexação do Acre ao Brasil. IV. desenvolvimento dos transportes fluviais na Amazônia.
Estão corretos:
✓ Situa-se ao norte da linha do Equador. ✓ Possui 52 municípios, ocupa uma área de 237.590km² e é o estado mais populoso da Região Norte. ✓ Sua capital é Porto Velho, situada nas margens do Rio Madeira.
As afirmativas são respectivamente:
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
A crítica presente nesse primeiro segmento do texto se dirige:
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).
TEXTO
Entrevista de Carlos Heitor Cony
“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock
que estourou em 1995, morta em um acidente
de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre
a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai
faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista
naquela época, havia um certo elitismo. O livro era
considerado um objeto, quase um totem, uma coisa
sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil.
É um homem que vende milhões de exemplares, faz
o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir
em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda
Viva, da TV Cultura).