Questões de Concurso Para fundep (gestão de concursos)

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Q1105826 Raciocínio Lógico
Quatro amigos, Ari, Rui, Ivo e Eva, resolvem ir juntos ao cinema. Durante a entrada, em função do aglomerado de pessoas na fila, um dos amigos entrou sem pagar. O responsável pela conferência dos ingressos percebeu o ocorrido, mas, sem saber qual deles havia entrado sem pagar, chamou os quatro e perguntou: “Qual de vocês entrou sem pagar?”. Os quatros amigos deram as seguintes respostas para o conferente: Ari: “Eu paguei ingresso.” Rui: “Ivo não pagou ingresso.” Ivo: “Eva pagou ingresso!” Eva: “Ari está dizendo a verdade!”. Se somente o amigo que não pagou ingresso está mentindo, esse amigo é
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Q1105825 Português
Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, a vírgula não pode ser utilizada entre o sujeito e o predicado da oração. Nesse sentido, assinale a alternativa em que isto ocorre.
Alternativas
Q1105824 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Aladdin é tudo o que se podia esperar do novo projeto de remakes da Disney. Até há alguns anos, a Disney evitava fazer novas versões de seus clássicos animados. Quando a intenção era arrecadar em cima de uma propriedade já conhecida, a estratégia era a de criar sequências ou prequelas, como Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010) e Malévola (Maleficient, 2014). No entanto, depois do sucesso comercial e de crítica primeiro com Cinderella (2015) e de forma incisiva com O Livro da Selva (The Jungle Book, 2016), ficou claro que era possível aproveitar ainda mais a nostalgia que já sustenta parques animados, livros, cadernos, mochilas e qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”

Disponível em: <https://falange.net/critica-aladdin-2019/>.
Acesso em: 6 jul. 2019 (Adaptação).
No trecho “[...] qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”, a expressão destacada substitui o nome do principal personagem da Disney: o camundongo Mickey. Essa substituição configura uma figura de linguagem, corretamente identificada como
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Q1105823 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Aladdin é tudo o que se podia esperar do novo projeto de remakes da Disney. Até há alguns anos, a Disney evitava fazer novas versões de seus clássicos animados. Quando a intenção era arrecadar em cima de uma propriedade já conhecida, a estratégia era a de criar sequências ou prequelas, como Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010) e Malévola (Maleficient, 2014). No entanto, depois do sucesso comercial e de crítica primeiro com Cinderella (2015) e de forma incisiva com O Livro da Selva (The Jungle Book, 2016), ficou claro que era possível aproveitar ainda mais a nostalgia que já sustenta parques animados, livros, cadernos, mochilas e qualquer coisa que o rato mais rico do mundo é capaz de conjurar com seu chapéu de feiticeiro.”

Disponível em: <https://falange.net/critica-aladdin-2019/>.
Acesso em: 6 jul. 2019 (Adaptação).
O texto anterior introduz uma resenha sobre o novo filme da Disney, Aladdin, e as duas ideias que ele veicula são unidas por uma conjunção. Assinale a alternativa em que essa conjunção está corretamente identificada e definida.
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Q1105822 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso

Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado, a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento social”: foi conferir como é o processo para conseguir a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas, impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações, como descobriu Mayara.
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência, escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi passada a uma comissão, que demora até seis meses para responder. No fim, ela recebeu uma negativa. “Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não tenho ‘maturidade’ para tomar?”
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá de controversa: independentemente da idade, mulheres casadas precisam de autorização do cônjuge para realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática, a lei não é seguida à risca.
Sem justificativas
A discussão é necessária: um número crescente de brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada à maternidade.
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar, a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto, um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil de 2015, realizado pelo 
IBGE, o número de mulheres que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo período.
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher ‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa. Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há motivo para culpa”. 
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável pela futura mão de obra – eram necessários braços para a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento da pílula anticoncepcional e do movimento feminista, as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada, pois muitos queriam continuar acreditando que toda mulher é uma mãe potencial.”
[...]
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/era-
uma-vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-se-
explicar-sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.
A respeito do título do texto “Porque não.”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1105821 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso

Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado, a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento social”: foi conferir como é o processo para conseguir a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas, impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações, como descobriu Mayara.
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência, escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi passada a uma comissão, que demora até seis meses para responder. No fim, ela recebeu uma negativa. “Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não tenho ‘maturidade’ para tomar?”
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá de controversa: independentemente da idade, mulheres casadas precisam de autorização do cônjuge para realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática, a lei não é seguida à risca.
Sem justificativas
A discussão é necessária: um número crescente de brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada à maternidade.
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar, a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto, um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil de 2015, realizado pelo 
IBGE, o número de mulheres que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo período.
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher ‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa. Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há motivo para culpa”. 
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável pela futura mão de obra – eram necessários braços para a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento da pílula anticoncepcional e do movimento feminista, as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada, pois muitos queriam continuar acreditando que toda mulher é uma mãe potencial.”
[...]
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/era-
uma-vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-se-
explicar-sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.
Assinale a alternativa que apresenta o trecho em que a idealização da figura da mulher como mãe é justificada por aspectos sociais e históricos.
Alternativas
Q1105820 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso

Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado, a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento social”: foi conferir como é o processo para conseguir a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas, impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações, como descobriu Mayara.
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência, escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi passada a uma comissão, que demora até seis meses para responder. No fim, ela recebeu uma negativa. “Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não tenho ‘maturidade’ para tomar?”
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá de controversa: independentemente da idade, mulheres casadas precisam de autorização do cônjuge para realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática, a lei não é seguida à risca.
Sem justificativas
A discussão é necessária: um número crescente de brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada à maternidade.
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar, a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto, um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil de 2015, realizado pelo 
IBGE, o número de mulheres que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo período.
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher ‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa. Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há motivo para culpa”. 
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável pela futura mão de obra – eram necessários braços para a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento da pílula anticoncepcional e do movimento feminista, as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada, pois muitos queriam continuar acreditando que toda mulher é uma mãe potencial.”
[...]
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/era-
uma-vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-se-
explicar-sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.
Assinale a alternativa em que a ideia central do texto está corretamente expressa.
Alternativas
Q1105819 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso

Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado, a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento social”: foi conferir como é o processo para conseguir a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas, impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações, como descobriu Mayara.
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência, escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi passada a uma comissão, que demora até seis meses para responder. No fim, ela recebeu uma negativa. “Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não tenho ‘maturidade’ para tomar?”
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá de controversa: independentemente da idade, mulheres casadas precisam de autorização do cônjuge para realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática, a lei não é seguida à risca.
Sem justificativas
A discussão é necessária: um número crescente de brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada à maternidade.
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar, a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto, um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil de 2015, realizado pelo 
IBGE, o número de mulheres que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo período.
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher ‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa. Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há motivo para culpa”. 
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável pela futura mão de obra – eram necessários braços para a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento da pílula anticoncepcional e do movimento feminista, as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada, pois muitos queriam continuar acreditando que toda mulher é uma mãe potencial.”
[...]
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/era-
uma-vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-se-
explicar-sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.
Leia o subtítulo do texto, transcrito a seguir.
“Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso”
A respeito desse trecho, analise as seguintes afirmativas.
I. O subtítulo faz referência ao estilo de escrita dos contos de fadas para introduzir o assunto que será tratado. II. Há uma relação semântica implícita entre esse subtítulo e o título do texto, “Porque não.”. III. O subtítulo confirma que o texto em questão é a narrativa de uma personagem que não deseja ter filhos.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q1105818 Português
Analise o trecho a seguir. “Eu quero que risque o meu nome da sua agenda Esqueça o meu telefone, não me ligue mais Porque já estou cansado de ser o remédio Pra curar o seu tédio, quando seus amores não lhe satisfaz” Telefone Mudo – João Batista De Oliveira / Manoel Pereira.
O trecho em questão apresenta um desvio da norma-padrão da língua portuguesa, corretamente identificado em
Alternativas
Q1105817 Português

Leia o texto a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

A imagem anterior recebeu grande circulação nas redes sociais, tornando-se um meme.

Sobre o gênero textual nela representado, analise as afirmativas a seguir.

I. Devido aos desvios ortográficos presentes no texto, como “paes” e “bilete”, não se pode considerar que o texto pertença ao gênero textual bilhete.

II. O efeito de humor do texto se dá, entre outros, pela última frase (“é verdade esse bilete”), que sinaliza que se trata de um bilhete falso.

III. O vocativo “Senhores”, utilizado no início do texto, está em acordo com a estrutura do gênero textual bilhete.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q1105816 Português

Analise o texto a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

A respeito do público-alvo e da mensagem desse anúncio, é correto afirmar:

Alternativas
Q1105635 Saúde Pública

O desafio do combate às endemias é evitar a proliferação de doenças por meio das ações que devem ser desenvolvidas com a participação da população.

Sobre a área do conhecimento dos agentes de combate às endemias, analise as afirmativas a seguir.

I. A endemia transforma-se em pandemia quando uma doença ultrapassa as fronteiras de uma nação, podendo se espalhar por mais continentes ou por todo mundo, causando inúmeras mortes.

II. Doenças reemergentes são aquelas que estavam controladas ou eliminadas de uma determinada região e que voltaram a acometer a população.

III. A vigilância sanitária é um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.

IV. Risco ambiental é quando o esgoto, o lixo e a água usada em locais públicos não têm um destino adequado, com a presença de vetores como ratos, baratas e insetos.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1105634 Saúde Pública

Atenção Básica e Vigilância em Saúde devem se unir para a adequada identificação de problemas de saúde nos territórios e o planejamento de estratégias de intervenção clínica e sanitária mais efetivas e eficazes.

É atribuição dos agentes de combate às endemias na Atenção Básica

Alternativas
Q1105633 Saúde Pública

A execução das ações, das atividades e das estratégias de vigilância, prevenção e controle de zoonoses são relevantes para a saúde pública.

São exemplos de zoonoses monitoradas por programas nacionais de vigilância e controle do Ministério da Saúde, exceto:

Alternativas
Q1105632 Saúde Pública
A participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) só ocorreu
Alternativas
Q1105631 Saúde Pública

Com relação aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) A universalidade de acesso aos serviços de saúde deve ocorrer em todos os níveis de assistência.

( ) É vedada à iniciativa privada sua participação na prestação de serviços do SUS.

( ) No SUS, as pessoas mais vulneráveis e de baixa renda têm prioridade no atendimento.

( ) A integralidade da assistência é o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços.

Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q1102937 Administração Geral
A comunicação e a qualidade são dois temas inseparáveis. Com relação à qualidade da prestação dos serviços públicos e à comunicação organizacional, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1102936 Administração Financeira e Orçamentária

Analise as afirmativas a seguir, referentes aos temas: orçamento e classificações orçamentárias.


I. A categoria de classificação projeto é descrita como um instrumento de programação para atingir os objetivos de um programa, abrangendo um conjunto de operações limitadas no tempo, das quais resulta um produto final que concorre para a expansão ou melhoria da ação do governo.

II. A categoria de classificação atividade é descrita como um recurso de programação para se atingir os objetivos de um programa, envolvendo uma soma de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, necessárias à manutenção da ação do governo.

III. O programa, ao evidenciar os objetivos a serem alcançados com a execução do orçamentária, é a categoria mais importante.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q1102935 Administração Financeira e Orçamentária

Leia o trecho a seguir


“Envolve questões técnicas e éticas. Desde os primeiros diagnósticos e levantamentos com vistas na elaboração da proposta orçamentária, deve existir grande preocupação com a realidade e com a efetiva capacidade do setor público de nela intervir de forma positiva por intermédio do orçamento. A regra deve ser observada não apenas pelos setores encarregados da política orçamentária, mas também por todos os órgãos executivos que solicitam recursos para a implementação de programas e projetos. A difundida prática de superdimensionamento da solicitação de recursos baseada na inevitabilidade dos cortes configura clara violência a esse princípio, artificializando a elaboração do orçamento”.

(Giacomoni, James. 2007)


O autor se refere ao princípio orçamentário da

Alternativas
Q1102934 Administração Financeira e Orçamentária
O orçamento público e institucional sofre impactos que em muitas circunstâncias levarão ao crescimento de gastos. São causas do crescimento dos gastos públicos, exceto:
Alternativas
Respostas
16761: B
16762: A
16763: D
16764: A
16765: C
16766: B
16767: C
16768: B
16769: B
16770: C
16771: C
16772: D
16773: B
16774: D
16775: C
16776: A
16777: B
16778: D
16779: B
16780: C