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Q3120377 Português
TEXTO II


Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país



O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado como de categoria 5 – a mais grave. Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões, dos Estados Unidos).


O presidente americano disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu que moradores da Flórida que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade deixem suas casas imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o presidente americano.


Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?


Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões aconteçam por aqui são mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.


“Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.


A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo, explicou que um dos principais “combustíveis” para a formação de um furacão são as águas quentes do mar – que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.


“A umidade e a água quente do oceano é que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”, acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento – como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes.


Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil. Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


[...]


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa em que há ocorrência de verbo na voz passiva.
Alternativas
Q3120376 Português
TEXTO II


Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país



O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado como de categoria 5 – a mais grave. Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões, dos Estados Unidos).


O presidente americano disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu que moradores da Flórida que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade deixem suas casas imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o presidente americano.


Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?


Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões aconteçam por aqui são mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.


“Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.


A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo, explicou que um dos principais “combustíveis” para a formação de um furacão são as águas quentes do mar – que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.


“A umidade e a água quente do oceano é que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”, acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento – como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes.


Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil. Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


[...]


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
Leia este período do texto II.

O presidente americano disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu que moradores da Flórida que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade deixem suas casas imediatamente.

Assinale a alternativa em que a palavra “que” é analisada corretamente, considerando a sua ordem de ocorrência no período.
Alternativas
Q3120375 Português
TEXTO II


Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?


A explicação é que a formação deles depende de uma
série de fatores que só foi registrada uma vez no país



O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos, foi classificado como de categoria 5 – a mais grave. Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e há um risco elevado de danos a construções e bloqueios em rodovias. A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da Flórida, segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões, dos Estados Unidos).


O presidente americano disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem anos nos Estados Unidos e pediu que moradores da Flórida que vivem na rota traçada como a mais provável da tempestade deixem suas casas imediatamente. “É uma questão de vida ou morte”, disse o presidente americano.


Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros países periodicamente atingidos por fenômenos climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar tanto com isso?


Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil, as chances de que furacões aconteçam por aqui são mínimas – a explicação é que a formação de um fenômeno desses depende de uma série de fatores que só foi registrada uma vez no país.


“Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também tenham alguma influência”, diz Michael Pantera, meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergência de São Paulo.


A meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo, explicou que um dos principais “combustíveis” para a formação de um furacão são as águas quentes do mar – que precisam estar acima de 27°C. “No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C”, diz.


“A umidade e a água quente do oceano é que dão força a um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força”, acrescenta Pantera. Outro fator necessário para a formação de um furacão é o cisalhamento ou tesoura de vento – como são chamadas as mudanças de velocidade ou direção das correntes.


Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos países localizados na linha do Equador, como o Brasil. Meteorologistas afirmam que esse é um fator que também inviabiliza que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente a força ao se aproximar da linha do Equador.


[...]


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
cotidiano/2024/10/por-que-e-tao-dificil-um-furacao-atingiro-brasil.shtml. Acesso em: 9 out. 2024 (adaptado).
Em relação à tipologia, o texto II é predominantemente 
Alternativas
Q3120374 Português
TEXTO I


Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade



Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.



Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.


Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.


O que é análise sensorial


Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.


Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.


[...]


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa em que a conjugação do verbo em destaque está corretamente analisada nos parênteses.
Alternativas
Q3120373 Português
TEXTO I


Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade



Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.



Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.


Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.


O que é análise sensorial


Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.


Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.


[...]


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa em que o referente do pronome em destaque está corretamente apontado nos parênteses.
Alternativas
Q3120372 Português
TEXTO I


Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade



Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.



Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.


Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.


O que é análise sensorial


Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.


Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.


[...]


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).

Assinale a alternativa em que o verbo entre parênteses é um antônimo do verbo em destaque, considerando o contexto em que este se insere.
Alternativas
Q3120371 Português
TEXTO I


Azeite de oliva extravirgem, virgem ou falso? Entenda
como são os testes de autenticidade



Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” que descobrem, pelo cheiro e o gosto, se o produto é de qualidade. Eles vão ajudar na fiscalização que, em 2021, suspendeu 24 marcas.



Notas de alecrim, casca de banana e até de grama cortada: o assunto é... azeite. Produtos de alta qualidade podem levar paladares e olfatos treinados a perceberem sabores quase inimagináveis para quem está acostumado a apenas temperar uma salada.


Mais do que atestar se é bom ou ruim, esses especialistas conseguem dizer se o azeite é ou não o famoso extravirgem, classificação máxima do óleo, que, às vezes, é colocada indevidamente nos rótulos de produtos encontrados em lojas. É para coibir esse tipo de infração que o governo passará, antes da Páscoa, a contar com esses “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto — que levou à suspensão de 24 marcas das prateleiras no ano passado.


O que é análise sensorial


Atualmente, os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem são feitos por métodos químicos. Mas a chamada análise sensorial, difundida em todo o mundo, é ainda mais precisa. Ela permite detectar as principais qualidades do azeite de oliva, como aroma e gosto de frutado, amargo e picante, típicos da azeitona. E detecta defeitos como acidez e fermentado que, quando são leves, podem indicar que o azeite é apenas virgem, mas que, quando intensos, podem desmascarar um lampante,azeite da pior qualidade e que nem pode ser consumido.


Só pessoas treinadas em provar e cheirar azeite conseguem fazer essas classificações. “Nenhuma máquina ainda foi capaz de substituí-las”, ressalta o auditor fiscal Paulo Gustavo Celso, do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDARS). Ele faz parte do Painel de Análise Sensorial do azeite de oliva do Ministério da Agricultura, uma equipe formada por 20 pessoas que se prepara há mais de dois anos para participar das fiscalizações.


[...]


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2022/02/23/azeite-de-oliva-extravirgem-virgemou-falso-entenda-como-sao-os-testes-de-autenticidade.
ghtml. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).

De acordo com o texto I, analise as afirmativas a seguir.


I. Especialistas com paladares e olfatos treinados conseguem dizer se o azeite é ou não extravirgem.

II. O Ministério da Agricultura passará a contar com “sommeliers” de azeite na fiscalização do produto, antes da Páscoa.

III. Os testes do governo para saber se um azeite é extravirgem vêm sendo feitos por métodos químicos.

IV. Difundida em todo o mundo, a análise sensorial é mais precisa porque permite identificar defeitos e qualidades do azeite.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3120290 Direito Constitucional
A Constituição de 1988 permite a propositura de um projeto de lei, no âmbito federal, de iniciativa popular.

Para ser aprovado, esse tipo de projeto de lei
Alternativas
Q3120289 Atualidades
Em dezembro de 2023, foi criado, pela Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, o protocolo “Não é Não”.
O objetivo desse protocolo é
Alternativas
Q3120288 Atualidades
Em novembro de 2022, a Prefeitura de Manhuaçu participou da campanha Novembro Azul, mês mundial de combate ao câncer de próstata.
Sobre a realidade dessa doença no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3120287 Atualidades

Novo edital para inscrições de projetos na

Lei Paulo Gustavo


A Prefeitura de Manhuaçu, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, publicou no Diário Oficial do Município, edição nº 2.699, de 14 de março de 2024, um novo edital contemplando a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022, chamada de Lei Paulo Gustavo. As inscrições acontecem entre os dias 18 de março e 06 de abril.


Prefeitura Municipal de Manhuaçu.


A quem se destina a Lei Paulo Gustavo?

Alternativas
Q3120286 História e Geografia de Estados e Municípios
Patrimônio natural

O território de Minas abriga quatro biomas: Cerrado, Mata Atlântica, _______________ e Campos Rupestres de Altitude.

Atualmente, o Cerrado ocupa cerca de 60% do território do Estado e está ameaçado pelas intervenções depredatórias. A _______________, que até o início do século XX dominava a faixa leste do Estado, hoje possui poucos remanescentes.

Minas Gerais, das matas e montanhas gerais, são, também, das águas gerais. Abrigamos o grande _______________, um dos rios míticos do sertão de Guimarães Rosa, que nasce na _______________, corta o território mineiro e adentra a Bahia. Caminho natural e histórico de integração nacional e de circulação de pessoas e mercadorias. Há também o _______________, que, ao longo de seus cerca de mil quilômetros, apresenta uma variedade de ricas culturas ribeirinhas.


MINAS GERAIS. Assembleia Legislativa de Minas Gerais. 300 anos de Minas Gerais.


Os nomes que completam, correta e respectivamente, as lacunas do texto são:
Alternativas
Q3120285 Geografia
Os satélites artificiais podem ser classificados de acordo com a finalidade para a qual foram construídos. Entre eles, estão os que compõem o Sistema de Posicionamento Global.
Esse sistema é popularmente conhecido no Brasil como
Alternativas
Q3120284 Direito Constitucional
Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:

I. descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
II. atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;
III. participação da comunidade.

BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Constituição da República de 1988.


Esse artigo da Constituição Federal de 1988 fundamentou a criação
Alternativas
Q3120275 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Leia este período inicial do texto II.

Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano [...], a natação existe há milênios.

A vírgula é empregada nesse período para separar
Alternativas
Q3120274 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa em que o termo dos parênteses equivale ao antecedente do pronome relativo em destaque. 
Alternativas
Q3120273 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque expressa uma ação começada e acabada no passado, ou seja, em que o verbo está no pretérito perfeito do indicativo.
Alternativas
Q3120272 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Assinale a alternativa em que a relação expressa pelo vocábulo em destaque está corretamente analisada nos parênteses.
Alternativas
Q3120271 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
De acordo com o texto II, analise as afirmativas a seguir.


I. A natação existe há milênios, embora não seja um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr.

II. A primeira forma do nado de costas foi criada pelo francês M. Thevenal no século XVII.

III. O nado de costas tornou-se bem parecido com o que é praticado atualmente a partir do início do século XX.

IV. O nado de peito foi transformado por um nadador norte-americano no nado borboleta, em meados do século passado.


Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3120270 Português
TEXTO II


História da Natação



Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história.


Um dos primeiros registros data de 1696, quando o francês M. Thevenal descreveu uma maneira singular de nadar, semelhante ao nado de peito praticado atualmente, que consistia em movimentos de pernas e braços parecidos com os de uma rã. O nado de costas teve sua primeira forma criada em 1794, pelo italiano Bernardi. Ele sugeriu um movimento com os dois braços sendo jogados para trás simultaneamente, que, a partir de 1912, foi aperfeiçoado, tornando-se bem parecido com o nado de costas praticado atualmente.


Em 1873, o inglês John Trudgen desenvolveu uma nova técnica, que consistia em rotações laterais do corpo, tendo a movimentação dos dois braços sobre a água como principal fonte de deslocamento. Essa técnica, batizada de Trudgen ou “over‑arm‑stroke”, foi aperfeiçoada pelo australiano Richard Cavill e, posteriormente, transfonou-se no nado crawl (livre) que conhecemos hoje.


Finalmente, na década de 1930, nadadores norte-americanos, já durante competições, atentaram para o fato de que as regras do nado de peito não impediam que o movimento dos braços fosse realizado sobre a superfície da água, o que permitia um deslocamento mais rápido. Essa manobra conviveu com a técnica do nado peito por quase 20 anos até que, em 1948, um nadador húngaro a transformou no nado borboleta, reconhecido oficialmente pela Federação Internacional em 1953 como um estilo da natação.

[...]


Disponível em: http://rededoesporte.gov.br/pt-br/megaeventos/
olimpiadas/modalidades/natacao. Acesso em: 3 out. 2024 (adaptado).
Em relação à tipologia, o texto II é predominantemente 
Alternativas
Respostas
1721: C
1722: A
1723: C
1724: A
1725: D
1726: B
1727: D
1728: A
1729: A
1730: C
1731: D
1732: B
1733: A
1734: B
1735: B
1736: A
1737: B
1738: C
1739: B
1740: A