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Sobre a seleção de medicamentos no âmbito da assistência farmacêutica municipal, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A seleção de medicamentos é parte integrante das ações que compõem o ciclo da assistência farmacêutica de um sistema municipal de saúde.
( ) A seleção de medicamentos deve ser fundamentada na farmacoterapia baseada em evidências, para ser válida e confiável cientificamente.
( ) Eficácia, segurança e custo comparativamente favoráveis são critérios para seleção de medicamentos em um sistema municipal de saúde.
Assinale a sequência correta.
Considere um paciente, sexo feminino, 12 anos de idade, com resultado de exame parasitológico de fezes indicando presença de ovos de Taenia sp.
Nesse caso, o tratamento desse paciente deverá ser realizado com o seguinte medicamento:
A razão normatizada internacional é indicada para monitorização da farmacoterapia com antagonistas da vitamina K.
Assinale a alternativa que apresenta um fármaco antagonista da vitamina K.
Sobre medicamentos prescritos na Atenção Primária, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando o medicamento disponível no Sistema Único de Saúde ao respectivo Programa de Saúde.
COLUNA I
1. Antimoniato de meglumina
2. Clofazimina
3. Etambutol
4. Glicazida
5. Levonorgestrel
COLUNA II
( ) Diabetes
( ) Hanseníase
( ) Leishmaniose
( ) Saúde da mulher
( ) Tuberculose
Assinale a sequência correta.
Sobre a gestão clínica do medicamento, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) A gestão clínica do medicamento tem abordagem integral e contribui para aumentar tanto a eficiência como a resolutividade da assistência farmacêutica.
( ) A gestão clínica do medicamento abrange atividades especializadas orientadas à promoção da adesão ao tratamento e de sua compreensão.
( ) A gestão clínica do medicamento tem como foco o acesso à prescrição e à dispensação de maneira oportuna e eficiente.
Assinale a sequência correta.
INSTRUÇÃO:Leia o fragmento a seguir, retirado da obra Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire, para responder à questão.
Ensinar exige reconhecer que a educação é
ideológica
O progresso científico e tecnológico que não responde fundamentalmente aos interesses humanos, às necessidades de nossa existência, perde, para mim, sua significação. A todo avanço tecnológico haveria de corresponder o empenho real de resposta imediata a qualquer desafio que pusesse em risco a alegria de viver dos homens e das mulheres. A um avanço tecnológico que ameaça a milhares de mulheres e de homens de perder seu trabalho deveria corresponder outro avanço tecnológico que estivesse a serviço do atendimento das vítimas do progresso anterior. Como se vê, esta é uma questão ética e política, e não tecnológica. O problema me parece muito claro. Assim como não posso usar minha liberdade de fazer coisas, de indagar, de caminhar, de agir, de criticar para esmagar a liberdade dos outros de fazer e de ser, assim também não poderia ser livre para usar os avanços científicos e tecnológicos que levam milhares de pessoas à desesperança. Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro.
Disponível em: <encurtador.com.br/nyHMX>.
Acesso em: 28 out. 2019.
INSTRUÇÃO:Leia o fragmento a seguir, retirado da obra Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire, para responder à questão.
Ensinar exige reconhecer que a educação é
ideológica
O progresso científico e tecnológico que não responde fundamentalmente aos interesses humanos, às necessidades de nossa existência, perde, para mim, sua significação. A todo avanço tecnológico haveria de corresponder o empenho real de resposta imediata a qualquer desafio que pusesse em risco a alegria de viver dos homens e das mulheres. A um avanço tecnológico que ameaça a milhares de mulheres e de homens de perder seu trabalho deveria corresponder outro avanço tecnológico que estivesse a serviço do atendimento das vítimas do progresso anterior. Como se vê, esta é uma questão ética e política, e não tecnológica. O problema me parece muito claro. Assim como não posso usar minha liberdade de fazer coisas, de indagar, de caminhar, de agir, de criticar para esmagar a liberdade dos outros de fazer e de ser, assim também não poderia ser livre para usar os avanços científicos e tecnológicos que levam milhares de pessoas à desesperança. Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro.
Disponível em: <encurtador.com.br/nyHMX>.
Acesso em: 28 out. 2019.
Leia a seguinte citação, atribuída ao dramaturgo alemão Bertolt Brecht.
“Há muitas maneiras de matar uma pessoa. Cravando um punhal, tirando o pão, não tratando sua doença, condenando à miséria, fazendo trabalhar até arrebentar, impelindo ao suicídio, enviando para a guerra etc. Só a primeira é proibida por nosso Estado.”
Paulo Freire endossa o pensamento de Bertolt Brecht ao sugerir que
INSTRUÇÃO:Leia o fragmento a seguir, retirado da obra Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire, para responder à questão.
Ensinar exige reconhecer que a educação é
ideológica
O progresso científico e tecnológico que não responde fundamentalmente aos interesses humanos, às necessidades de nossa existência, perde, para mim, sua significação. A todo avanço tecnológico haveria de corresponder o empenho real de resposta imediata a qualquer desafio que pusesse em risco a alegria de viver dos homens e das mulheres. A um avanço tecnológico que ameaça a milhares de mulheres e de homens de perder seu trabalho deveria corresponder outro avanço tecnológico que estivesse a serviço do atendimento das vítimas do progresso anterior. Como se vê, esta é uma questão ética e política, e não tecnológica. O problema me parece muito claro. Assim como não posso usar minha liberdade de fazer coisas, de indagar, de caminhar, de agir, de criticar para esmagar a liberdade dos outros de fazer e de ser, assim também não poderia ser livre para usar os avanços científicos e tecnológicos que levam milhares de pessoas à desesperança. Não se trata, acrescentemos, de inibir a pesquisa e frear os avanços, mas de pô-los a serviço dos seres humanos. A aplicação de avanços tecnológicos com o sacrifício de milhares de pessoas é um exemplo a mais de quanto podemos ser transgressores da ética universal do ser humano e o fazemos em favor de uma ética pequena, a do mercado, a do lucro.
Disponível em: <encurtador.com.br/nyHMX>.
Acesso em: 28 out. 2019.
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir, que se encontra na obra Portos de passagem, de João Wanderley Geraldi, em que se discute, a propósito das concepções de leitura, o estatuto do texto nas aulas de língua portuguesa, para responder à questão.
“A questão já não é ‘corrigir’ leituras com base numa leitura privilegiada e apresentada como única; mas também não é admitir qualquer leitura como legitimável (ou legítima), como se o texto não fosse condição necessária à leitura e como se neste o autor não mobilizasse os recursos expressivos em busca de uma leitura possível. Trata-se agora de reconstruir, em face de uma leitura de um texto, a caminhada interpretativa do leitor: descobrir por que este sentido foi construído a partir das ‘pistas’ fornecidas pelo texto. Isto significa se perguntar, no mínimo, que variáveis sociais, culturais e linguísticas foram acionadas pelo aluno para produzir a leitura que produziu. Isto significa dar atenção ao fato de que a compreensão é uma forma de diálogo.”
(GERALDI, 2013, p. 112-113.)
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento a seguir, que se encontra na obra Portos de passagem, de João Wanderley Geraldi, em que se discute, a propósito das concepções de leitura, o estatuto do texto nas aulas de língua portuguesa, para responder à questão.
“A questão já não é ‘corrigir’ leituras com base numa leitura privilegiada e apresentada como única; mas também não é admitir qualquer leitura como legitimável (ou legítima), como se o texto não fosse condição necessária à leitura e como se neste o autor não mobilizasse os recursos expressivos em busca de uma leitura possível. Trata-se agora de reconstruir, em face de uma leitura de um texto, a caminhada interpretativa do leitor: descobrir por que este sentido foi construído a partir das ‘pistas’ fornecidas pelo texto. Isto significa se perguntar, no mínimo, que variáveis sociais, culturais e linguísticas foram acionadas pelo aluno para produzir a leitura que produziu. Isto significa dar atenção ao fato de que a compreensão é uma forma de diálogo.”
(GERALDI, 2013, p. 112-113.)
Luciano Oliveira, na obra Coisas que todo professor de português precisa saber, discute a utilidade da literatura e apresenta a perspectiva de um escritor:
“Stephen Koch (2008, 52-53) nos conta a razão pela qual o premiado escritor norte-americano Phillip Roth lê e escreve textos literários: para se libertar da sua ‘própria perspectiva de vida estreita e sufocante’ e para deixar-se ‘fisgar pela afinidade imaginativa com um ponto de vista narrativo plenamente desenvolvido que não seja dele’”.
(OLIVEIRA, 2010, p. 191.)
Considerando que Luciano Oliveira (2010, p. 126), na obra Coisas que todo professor de português precisa saber, discute a atividade de escrita como um processo e sugere uma sequência de etapas para a produção textual, indique a ordem em que essas etapas devem acontecer, segundo esse autor.
( ) Organização da sequência de informações.
( ) Definição do leitor do texto.
( ) Redação do primeiro rascunho do texto.
( ) Editoração e reescrita do texto.
( ) Revisão e redação da versão final do texto.
( ) Escolha do tema do texto e do objetivo que se pretende atingir com ele.
( ) Ativação dos conhecimentos prévios e / ou construção de novos conhecimentos acerca do tema.
( ) Escolha das informações que vão constar no texto.
Assinale a sequência correta.
Luciano Oliveira, na obra Coisas que todo professor de português precisa saber, discute a utilidade da literatura e apresenta a perspectiva de um escritor:
“Stephen Koch (2008, 52-53) nos conta a razão pela qual o premiado escritor norte-americano Phillip Roth lê e escreve textos literários: para se libertar da sua ‘própria perspectiva de vida estreita e sufocante’ e para deixar-se ‘fisgar pela afinidade imaginativa com um ponto de vista narrativo plenamente desenvolvido que não seja dele’”.
(OLIVEIRA, 2010, p. 191.)
Luciano Oliveira, na obra Coisas que todo professor de português precisa saber, discute a utilidade da literatura e apresenta a perspectiva de um escritor:
“Stephen Koch (2008, 52-53) nos conta a razão pela qual o premiado escritor norte-americano Phillip Roth lê e escreve textos literários: para se libertar da sua ‘própria perspectiva de vida estreita e sufocante’ e para deixar-se ‘fisgar pela afinidade imaginativa com um ponto de vista narrativo plenamente desenvolvido que não seja dele’”.
(OLIVEIRA, 2010, p. 191.)
Assinale a habilidade propostas pela BNCC que corrobora a visão que o referido escritor tem da literatura.
Leia, a seguir, uma das habilidades propostas pela Base Nacional Curricular Comum (BNCC), relacionada ao campo artístico-literário.
“Ler em voz alta textos literários diversos – como contos de amor, de humor, de suspense, de terror; crônicas líricas, humorísticas, críticas; bem como leituras orais capituladas (compartilhadas ou não com o professor) de livros de maior extensão, como romances, narrativas de enigma, narrativas de aventura, literatura infanto-juvenil, – contar / recontar histórias tanto da tradição oral (causos, contos de esperteza, contos de animais, contos de amor, contos de encantamento, piadas, dentre outros) quanto da tradição literária escrita, expressando a compreensão e interpretação do texto por meio de uma leitura ou fala expressiva e fluente, que respeite o ritmo, as pausas, as hesitações, a entonação indicados tanto pela pontuação quanto por outros recursos gráfico-editoriais, como negritos, itálicos, caixa-alta, ilustrações etc., gravando essa leitura ou esse conto / reconto, seja para análise posterior, seja para produção de audiobooks de textos literários diversos ou de podcasts de leituras dramáticas com ou sem efeitos especiais e ler e / ou declamar poemas diversos, tanto de forma livre quanto de forma fixa (como quadras, sonetos, liras, haicais etc.), empregando os recursos linguísticos, paralinguísticos e cinésicos necessários aos efeitos de sentido pretendidos, como o ritmo e a entonação, o emprego de pausas e prolongamentos, o tom e o timbre vocais, bem como eventuais recursos de gestualidade e pantomima que convenham ao gênero poético e à situação de compartilhamento em questão.”
Disponível em: <http://baseacionalcomum.mec.gov.br>.
Acesso em: 23 jul. 2019.
Tendo em vista essa habilidade, analise as seguintes inferências.
I. O professor deve trabalhar com seus alunos gêneros literários orais, mas deve dar prioridade aos gêneros literários escritos.
II. Quando indicar romances da literatura clássica, o professor deve preferir obras adaptadas, de menor extensão, para que os estudantes se engajem na leitura.
III. É recomendável que o professor, em suas aulas de literatura, mobilize recursos tecnológicos atuais, bem como explore novos gêneros e suportes textuais.
IV. Vez ou outra, é interessante que o professor associe à leitura efeitos de linguagem não verbal, utilizando o próprio corpo.
Nesse contexto, estão corretas as inferências