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Q2344486 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
No trecho “O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica.”, as vírgulas separam
Alternativas
Q2344485 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses é antônima da palavra destacada nos trechos
Alternativas
Q2344484 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
O termo destacado no excerto “como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade” refere-se aos comentários feitos por
Alternativas
Q2344483 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Com base na multiplicidade de textos das bibliotecas monásticas e nos diferentes núcleos de leitura, é correto afirmar que
Alternativas
Q2344482 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Quanto à característica comum entre a biblioteca monástica e as demais bibliotecas, a informação comprovada pelo texto é a de que ambas
Alternativas
Q2344481 Português
TEXTO I


O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da circulação da informação no universo monástico requer uma observação histórica, já que tais práticas sempre foram centrais entre monges, seja no Medievo até a contemporaneidade, ainda que caracterizadas por momentos de menor ou maior predominância.

A leitura fomenta a cultura monástica desde as suas origens, pois por meio dessa prática são realizadas orações, estudos e o contato direto com as Sagradas Escrituras.

Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.

A biblioteca monástica possui uma característica comum às bibliotecas: é um espaço mediador na medida em que, por meio de uma intervenção intencional, busca promover o contato entre aquilo que está separado: as pessoas e os registros do conhecimento. [...]

Com base na multiplicidade de textos que passaram a compor as bibliotecas monásticas e levando em conta a sua relação com os objetivos institucionais e as atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente à lectio divina, constituída sobre os textos que se dirigem especificamente à celebração do ofício divino e à formação espiritual, como são os textos bíblicos, os comentários patrísticos, as obras dos mestres de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental, que atende ao estudo como objeto e ocupa um lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa, deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva, que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada, pois só a condescendência relativamente a ela permite explicar a existência de textos que reputaríamos, de alguma maneira, marginais, por não corresponderem à finalidade específica da instituição monástica ou por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos, e que, por não serem clandestinos, teremos de considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais estranho que pareça, este último tipo de leitura não era inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente, buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros, como em instituições universitárias.


ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro: UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia. edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_ CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_ card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
Em relação aos argumentos defendidos pelo autor do texto, é correto afirmar que a leitura monástica se encontra em um sistema
Alternativas
Q2344470 Pedagogia
A partir de Freire (1967), no que se refere ao processo de alfabetização pela conscientização, assinale a alternativa que constitui a primeira fase de elaboração e de execução prática do método.
Alternativas
Q2344469 Pedagogia
Tendo como referência o artigo “Bibliotecas escolares e salas de leitura importam para o aprendizado dos estudantes?” (Miranda; Braga; Cavalcanti, 2022), e, considerando a importância da prática da leitura para o melhor desempenho dos estudantes, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2344467 Pedagogia
Segundo Frade (2005), os métodos de alfabetização, considerados historicamente, agrupam-se em métodos sintéticos e métodos analíticos.

Em relação ao método analítico global de contos, é correto afirmar que
Alternativas
Q2344466 Pedagogia
De acordo com a BNCC, as habilidades expressam as aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas aos alunos nos diferentes contextos escolares. Na elaboração das sequências didáticas, é necessário estabelecer o objetivo, a metodologia de trabalho e processo de avaliação em consonância com as habilidades previstas para cada campo, área e ano escolar.

Nesse contexto, é uma habilidade prevista para o 1º ano em Ciências na unidade temática Vida e Evolução:
Alternativas
Q2344465 Pedagogia
Em uma aula de Língua Portuguesa, na turma de alfabetização, a professora propôs a seguinte atividade:

“Agora vamos brincar de achar palavras com sons semelhantes: CRIANÇAS, DIGAM UMA PALAVRA PARECIDA COM A PALAVRA QUE VAI SER FALADA.
PÃO
BONECA
CADEIRA”

Ao propor a atividade, a professora teve como objetivo avaliar
Alternativas
Q2344464 Pedagogia
Analise as competências específicas de Matemática para o Ensino Fundamental a seguir, estabelecidas pela BNCC.

I. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.

II. Desenvolver e / ou discutir projetos que abordem prioritariamente a memorização dos conceitos matemáticos para uso na sala de aula, valorizando a compreensão das relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática (Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade), de modo a melhorar o ensino.

III. Interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente no planejamento e no desenvolvimento de pesquisas para responder a questionamentos e na busca de soluções para problemas, de modo a identificar aspectos consensuais ou não na discussão de uma determinada questão, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles.

IV. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados.

Estão corretas as competências
Alternativas
Q2344463 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) servem para orientar o trabalho docente e atenuar as desigualdades no âmbito do processo educativo. Sua observância na preparação das aulas e intervenção junto aos estudantes deve fazer parte da rotina escolar.

Tendo como referência as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2344462 Pedagogia
O trabalho da professora não está limitado ao exercício na sala de aula; sua relação com as famílias e também com a gestão escolar, inclusive cumprindo os trabalhos burocráticos, como elaboração de relatórios, manutenção do diário de classe e busca ativa dos estudantes, também circunscreve sua condição docente.

Tendo como referência Paro (2016), em relação à gestão democrática da escola pública, é correto afirmar que
Alternativas
Q2344461 Pedagogia
No trabalho em sala de aula, devemos pautar nossa prática pedagógica nas legislações educacionais, e a principal delas é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – (LDB). De acordo com a LDB, são incumbências docentes, exceto:
Alternativas
Q2344460 Educação Artística
“A Arte pode também ser um verdadeiro testemunho histórico ao retratar situações sociais. O artista pode, ainda, apenas trabalhar com elementos pictóricos – cor e composição, por exemplo – sugerindo diferentes impressões e sensações a quem contempla sua obra” (Proença, 2010, p. 7).
Nesse contexto, a respeito dos movimentos artísticos e a pintura, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os movimentos artísticos às definições apresentadas por Graça Proença, em seu livro “História da Arte”.

COLUNA I
1. Barroco 2. Impressionismo 3. Expressionismo 4. Fauvismo

COLUNA II
(   ) A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz solar num determinado momento, pois as cores da natureza se modificam constantemente, dependendo da incidência da luz do Sol.

(   ) As figuras são apenas sugeridas e não representadas realisticamente pelo pintor. As cores são empregadas de forma pura, arbitrária e sem gradação de tons.

(   ) Na pintura, os elementos são dispostos, quase sempre, na forma diagonal e com acentuado contraste de claro-escuro. O tema é voltado para a religiosidade, a vida da nobreza e do povo simples.

(   ) A pintura foge às regras tradicionais de equilíbrio da composição, da regularidade da forma e da harmonia das cores. Por isso, é considerada por alguns como uma pintura feia.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2344459 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que perpassam as artes visuais, a dança, a música e o teatro e as aprendizagens dos alunos em cada contexto social e cultural.
A partir dessas dimensões, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando as dimensões destacadas com a sua respectiva descrição.

COLUNA I
1. Crítica 2. Expressão 3. Fruição

COLUNA II

(   ) Emerge da experiência artística com os elementos constitutivos de cada linguagem, dos seus vocabulários específicos e das suas materialidades.

(   ) Articula ação e pensamento propositivos, envolvendo aspectos estéticos, políticos, históricos, filosóficos, sociais, econômicos e culturais.

(   ) Implica disponibilidade dos sujeitos para a relação continuada com produções artísticas e culturais oriundas das mais diversas épocas, lugares e grupos sociais.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2344458 Pedagogia
A Arte na perspectiva da inclusão aborda várias diretrizes e princípios que devem ser observados conforme destacado por Schambeck e Silva, no livro “Professores de Arte em Contexto Inclusivo: intervenções estéticas para a mudança de práticas curriculares” (2016).

A respeito dessas diretrizes e princípios, analise as afirmativas a seguir.

I. O professor deve romper a indústria cultural consumidora para construir laços com espaços culturais acessíveis para pessoas com deficiência.

II. A diferença, dependendo da situação, é um impeditivo para a aprendizagem, situação em que não caberá a mediação por um processo inclusivo.

III. A inclusão só tem razão de ser se for feita junto aos seus pares, sendo proibidas intervenções muito específicas, como no caso do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

IV. Não se trata de incluir ou não alunos com deficiência em uma sala de aula de artes, mas como fazê-lo de forma efetiva.

V. A trajetória individual de cada professor tem uma importância no processo da apropriação e criação de materiais didáticos e objetos pedagógicos para trabalhar na perspectiva de inclusão.

São diretrizes ou princípios a serem observados nas afirmativas
Alternativas
Q2344457 Pedagogia
“A Abordagem Triangular não é uma metodologia, como às vezes é chamada. Os três eixos de aprendizagem artística que a compõem delimitam claramente conjuntos possíveis de ações complementares e interconectadas. Ações que podem se manifestar em redes intermináveis de relações.”

MACHADO, Regina Stela. Sobre mapas e bússolas: apontamentos a respeito da Abordagem Triangular. In: BARBOSA, Ana Mae; CUNHA, Fernanda Pereira. Abordagem Triangular no ensino das artes e culturas visuais. Editora Cortez, 2010. p. 64.


Com relação à Abordagem Triangular para o ensino e a aprendizagem da Arte, formulada por Ana Mae Barbosa, assinale a alternativa que contempla os três eixos.
Alternativas
Q2344456 Pedagogia
A Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016, alterou o § 6º do artigo 26 da Lei nº 9.394 (LDB), de 20 de dezembro de 1996, ao fixar as Diretrizes e Bases da Educação Nacional no que se refere ao ensino da Arte.


Com relação às mudanças promovidas pela Lei nº 13.278 na LDB, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
4861: B
4862: D
4863: C
4864: C
4865: D
4866: A
4867: D
4868: B
4869: C
4870: A
4871: B
4872: D
4873: C
4874: D
4875: B
4876: A
4877: D
4878: B
4879: B
4880: A