Questões de Concurso Para inaz do pará

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Q2739613 Matemática

Um comerciante possui um pacote contendo 120 moedas de 0,25 centavos e 160 moedas de 0,10 centavos. Ao trocar no banco, obtém o seguinte valor em papel moeda:

Alternativas
Q2739612 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

A personagem da tirinha usada no interior desse texto não concorda com algo que está implícito em sua fala. Para subsidiar sua discordância, qual dos tipos de argumentação a seguir ele se vale para ratificar seu posicionamento?

Alternativas
Q2739611 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

A palavra auditório utilizada no último parágrafo significa

Alternativas
Q2739610 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

Que função de linguagem predomina no título do texto?

Alternativas
Q2739609 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

Por duas vezes o autor usou a expressão enfim, no sexto parágrafo. Respectivamente, seus usos operam noção de:

Alternativas
Q2739608 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

Em: “... com o que nos foi exposto”, o vocábulo o é:

Alternativas
Q2739607 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

Em: “orientar-lhes o pensamento...”, o lhes está funcionando como:

Alternativas
Q2739606 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

Em relação ao uso do verbo chamar, no último período do mesmo parágrafo, é correto dizer:

Alternativas
Q2739605 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

A relação semântica existente entre as expressões com certeza e provavelmente é de:

Alternativas
Q2739604 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

A expressão em função de, no mesmo parágrafo, não poderia ser substituída, sem alterar o sentido, por:

Alternativas
Q2739603 Português

Texto para as questões 01 a 10


SOMOS SERES RETÓRICOS


Se você fosse uma velha senhora e descobrisse que, por um terrível engano, jogara cinquenta mil dólares no lixo, processaria um vizinho desempregado que, repentinamente e na mesma época da perda, enriquecera com um dinheiro achado também no lixo?

Se você fosse esse homem desempregado, como argumentaria a seu favor?

Se você fosse um vizinho e o chamassem para opinar sobre o caso, daria a um ou a outro? Por quê?

Se você fosse o advogado do homem que encontrara o dinheiro no lixo, aceitaria que seu cliente fosse processado por "fraude"?

Com certeza, várias serão as respostas para essas questões e, cada personagem, em função de sua posição nessa história, apresentará um discurso diferente. Todos defenderão com ardor as "suas" opiniões e irão valer-se da língua como um lugar de confronto das subjetividades. Provavelmente, chamarão seus pontos de vista de "razão" e suas "razões" de "verdade".

Enfim, somos seres retóricos. Por termos crenças, valores e opiniões, valemo-nos da palavra como um instrumento revelador de nossas impressões sobre o mundo, de nossos sentimentos, convicções, dúvidas, paixões e aspirações. Pela palavra, tentamos influenciar as pessoas, orientar-lhes o pensamento, excitar ou acalmar as emoções para, enfim, guiar suas ações, casar interesses e estabelecer acordos que nos permitam conviver em harmonia:



Fonte: Estado de S. Paulo, 26 mar. 2005.


Somos também, pela palavra, construtores sociais, sujeitos ativos que, de um modo ou de outro, se revelam no convívio com as pessoas. No texto, lugar de interação e de comunicação entre interlocutores, buscamos construir sentidos que, depois, serão interpretados e constituirão nosso discurso e o do outro.

Agimos retoricamente quando nos valemos do discurso para descrever, explicar e justificar nossa opinião com o objetivo de levar o outro a aceitar nossa posição. Como oradores, somos influenciadores e demonstramos a realidade sob certos ângulos, justificamos nossa posição em termos aceitáveis para conquistar a adesão de nosso interlocutor, para propor uma nova visão da realidade, para ajustar nossos interesses à sensibilidade e interesses de quem nos ouve. Como auditório, aceitamos se a construção retórica é ou não interessante, justa, bela, útil ou agradável suficientemente para que concordemos com o que nos foi exposto.


FERREIRA, Luiz Antonio. Leitura e Persuasão. São Paulo: Contexto, 2015.

Sobre a expressão com certeza, que inicia o 5º. parágrafo, é incorreto afirmar:

Alternativas
Q2739544 Biblioteconomia

A automação tem como principal objetivo colocar ao alcance do usuário uma base de dados com informações internas de documentos e materiais bibliográficos gerados ou adquiridos pela empresa, de forma a facilitar seu acesso. Com relação ao planejamento de automação de bibliotecas, marque a alternativa incorreta, que traz uma etapa necessária que deve constar no planejamento de automação de bibliotecas:

Alternativas
Q2739543 Biblioteconomia

As bases de dados gráficos apresentam na sua estrutura fórmulas químicas, imagens, logotipos, marcas comerciais patenteadas, dentre outras tipologias informacionais. É um exemplo de base de dados gráfico:

Alternativas
Q2739542 Biblioteconomia

Segundo Guinchat e Menou (1994), esse tipo de catálogo é constituído por fichas que oferecem de uma só vez um conjunto de informações. A ficha com a descrição bibliográfica traz em seu bordo superior as várias entradas que correspondem às informações contidas no documento (número de classificação, assunto e data, entre outros), simbolizadas por códigos ou por cores. As fichas são ordenadas por autor, título, ou cronologicamente. As outras informações da ficha são visíveis simultaneamente. Trata-se do catálogo:

Alternativas
Q2739541 Biblioteconomia
De acordo com Lancaster (2004), o tipo de indexação atribui pesos aos termos, a fim de identificá-los como mais importantes em relação aos outros termos. Esse tipo se refere à indexação:
Alternativas
Q2739540 Biblioteconomia
Marque a alternativa que representa um exemplo de Rede Nacional de Sistemas de Informação:
Alternativas
Q2739538 Biblioteconomia

Com relação ao formato US MARC (MARC 21), o campo, Nota de Público Alvo contém uma nota que identifica o público específico ou nível intelectual para o qual o conteúdo do item descrito é apropriado. É utilizado principalmente quando conteúdo do documento é considerado como apropriado para um público ou para um nível intelectual determinado, por exemplo, alunos de escolas elementares. Marque a alternativa que identifica o campo descrito acima:

Alternativas
Q2739537 Biblioteconomia

O processo de planejamento é cíclico, uma vez após realizar o acompanhamento (avaliação), há necessidade de, periodicamente, refazer/revisar o diagnóstico e realizar as melhorias necessárias que poderão impactar as demais etapas (SOUTO, 2010). Diante desse escopo, temos o planejamento do serviço de Disseminação Seletiva da Informação (DSI), que compreende cinco etapas que são as seguintes:

Alternativas
Q2739535 Biblioteconomia

As tabelas auxiliares da Classificação Decimal Universal (CDU) são compostas de dezenove auxiliares entre comuns e especiais. Os auxiliares comuns indicam características geralmente repetitivas, aplicáveis em todas as tabelas principais; e os auxiliares especiais indicam características que se repetem apenas em determinadas classes das tabelas principais. Com relação aos auxiliares comuns, marque a alternativa que identifica os três grupos aos quais esses auxiliares pertencem:

Alternativas
Q2739534 Biblioteconomia

Com relação à NBR 6027 - Sumário, marque a alternativa incorreta:

Alternativas
Respostas
8261: C
8262: D
8263: E
8264: D
8265: C
8266: C
8267: A
8268: B
8269: B
8270: B
8271: E
8272: E
8273: A
8274: B
8275: D
8276: D
8277: B
8278: C
8279: B
8280: E