Questões de Concurso Para inaz do pará

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Q2037192 Português
MEU VALOR

    Como todo homem tem seu preço e a corrupção é o que mais dá dinheiro no Brasil, hoje, decidi calcular o meu valor para o caso de quererem me comprar. É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado, pois – para usar a fraselema do Brasil dos nossos dias – nunca se sabe. 
    Nossa autoavaliação deve ser objetiva. Costumamos nos dar mais valor do que realmente temos e há o perigo de, por uma questão de amor próprio, nos colocarmos fora do mercado. Também tendemos a valorizar coisas que, no mundo eminentemente prático da corrupção, não valem muito, como bons hábitos de higiene e a capacidade de mexer as orelhas. O que vale é o que podemos oferecer para o lucro imediato de quem nos comprar. 
    As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve à pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.
    Quem me comprar pode não lucrar com minhas conexões no governo ou com o conteúdo, inclusive, dos meus bolsos. Mas e o casco? Quanto me dão pelo vasilhame? Pagando agora eu garanto a entrega do corpo na hora da minha morte, com os sapatos de brinde. Tenho muitos anos de uso mas todos os sistemas em razoável estado de conservação, precisando apenas de alguns ajustes das partes que se deterioraram com o tempo. Meus cabelos são poucos mas os que ficaram são da melhor qualidade, do contrário não teriam ficado. Não dão para uma peruca inteira, mas ainda dão para um bom bigode.
   Meu cérebro, vendido à ciência, daria para alimentar vários ratos de laboratório durante semanas. Prejudicaria um pouco seu desempenho no labirinto, mas em compensação eles saberiam toda a letra do bolero No Sé Tú. Minhas entranhas dariam um bom preço em qualquer feira de órgãos usados, dependendo, claro, do poder de persuasão do leiloeiro (“Leve um sistema cardiovascular e eu incluo uma caixa de Isordil!”). Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado.
    Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar. Vai que aparece um corruptor em potencial e eu descubra que não só não valho nada como estou lhe devendo.

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/meu-valor-cronica-de-luis-fernando-verissimo
Na frase “É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado”, o autor produz um efeito linguístico:
Alternativas
Q2037191 Português
MEU VALOR

    Como todo homem tem seu preço e a corrupção é o que mais dá dinheiro no Brasil, hoje, decidi calcular o meu valor para o caso de quererem me comprar. É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado, pois – para usar a fraselema do Brasil dos nossos dias – nunca se sabe. 
    Nossa autoavaliação deve ser objetiva. Costumamos nos dar mais valor do que realmente temos e há o perigo de, por uma questão de amor próprio, nos colocarmos fora do mercado. Também tendemos a valorizar coisas que, no mundo eminentemente prático da corrupção, não valem muito, como bons hábitos de higiene e a capacidade de mexer as orelhas. O que vale é o que podemos oferecer para o lucro imediato de quem nos comprar. 
    As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve à pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.
    Quem me comprar pode não lucrar com minhas conexões no governo ou com o conteúdo, inclusive, dos meus bolsos. Mas e o casco? Quanto me dão pelo vasilhame? Pagando agora eu garanto a entrega do corpo na hora da minha morte, com os sapatos de brinde. Tenho muitos anos de uso mas todos os sistemas em razoável estado de conservação, precisando apenas de alguns ajustes das partes que se deterioraram com o tempo. Meus cabelos são poucos mas os que ficaram são da melhor qualidade, do contrário não teriam ficado. Não dão para uma peruca inteira, mas ainda dão para um bom bigode.
   Meu cérebro, vendido à ciência, daria para alimentar vários ratos de laboratório durante semanas. Prejudicaria um pouco seu desempenho no labirinto, mas em compensação eles saberiam toda a letra do bolero No Sé Tú. Minhas entranhas dariam um bom preço em qualquer feira de órgãos usados, dependendo, claro, do poder de persuasão do leiloeiro (“Leve um sistema cardiovascular e eu incluo uma caixa de Isordil!”). Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado.
    Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar. Vai que aparece um corruptor em potencial e eu descubra que não só não valho nada como estou lhe devendo.

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/meu-valor-cronica-de-luis-fernando-verissimo
Em “Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar.”, a utilização de reticências se deu para:
Alternativas
Q2037190 Português
MEU VALOR

    Como todo homem tem seu preço e a corrupção é o que mais dá dinheiro no Brasil, hoje, decidi calcular o meu valor para o caso de quererem me comprar. É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado, pois – para usar a fraselema do Brasil dos nossos dias – nunca se sabe. 
    Nossa autoavaliação deve ser objetiva. Costumamos nos dar mais valor do que realmente temos e há o perigo de, por uma questão de amor próprio, nos colocarmos fora do mercado. Também tendemos a valorizar coisas que, no mundo eminentemente prático da corrupção, não valem muito, como bons hábitos de higiene e a capacidade de mexer as orelhas. O que vale é o que podemos oferecer para o lucro imediato de quem nos comprar. 
    As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve à pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.
    Quem me comprar pode não lucrar com minhas conexões no governo ou com o conteúdo, inclusive, dos meus bolsos. Mas e o casco? Quanto me dão pelo vasilhame? Pagando agora eu garanto a entrega do corpo na hora da minha morte, com os sapatos de brinde. Tenho muitos anos de uso mas todos os sistemas em razoável estado de conservação, precisando apenas de alguns ajustes das partes que se deterioraram com o tempo. Meus cabelos são poucos mas os que ficaram são da melhor qualidade, do contrário não teriam ficado. Não dão para uma peruca inteira, mas ainda dão para um bom bigode.
   Meu cérebro, vendido à ciência, daria para alimentar vários ratos de laboratório durante semanas. Prejudicaria um pouco seu desempenho no labirinto, mas em compensação eles saberiam toda a letra do bolero No Sé Tú. Minhas entranhas dariam um bom preço em qualquer feira de órgãos usados, dependendo, claro, do poder de persuasão do leiloeiro (“Leve um sistema cardiovascular e eu incluo uma caixa de Isordil!”). Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado.
    Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar. Vai que aparece um corruptor em potencial e eu descubra que não só não valho nada como estou lhe devendo.

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/meu-valor-cronica-de-luis-fernando-verissimo
Sobre a utilização de uma próclise na frase “As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil”, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q2037189 Português
MEU VALOR

    Como todo homem tem seu preço e a corrupção é o que mais dá dinheiro no Brasil, hoje, decidi calcular o meu valor para o caso de quererem me comprar. É bom ter o nosso preço na ponta da língua e sempre atualizado, pois – para usar a fraselema do Brasil dos nossos dias – nunca se sabe. 
    Nossa autoavaliação deve ser objetiva. Costumamos nos dar mais valor do que realmente temos e há o perigo de, por uma questão de amor próprio, nos colocarmos fora do mercado. Também tendemos a valorizar coisas que, no mundo eminentemente prático da corrupção, não valem muito, como bons hábitos de higiene e a capacidade de mexer as orelhas. O que vale é o que podemos oferecer para o lucro imediato de quem nos comprar. 
    As pessoas se queixam da falta de ética no Brasil e não se dão conta de que isso se deve à pouca oportunidade que o brasileiro comum tem de escolher ser ético ou não. Eu tenho tanto direito a ser corrupto quanto qualquer outro cidadão, mas não tenho oportunidade de sequer ouvir uma proposta para decidir se aceito. A corrupção continua ao alcance apenas de uns poucos privilegiados. Por que só uma pequena casta pode decidir se vai ter um comportamento ético enquanto a maioria permanece condenada à ética compulsória, por falta de alternativas? Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.
    Quem me comprar pode não lucrar com minhas conexões no governo ou com o conteúdo, inclusive, dos meus bolsos. Mas e o casco? Quanto me dão pelo vasilhame? Pagando agora eu garanto a entrega do corpo na hora da minha morte, com os sapatos de brinde. Tenho muitos anos de uso mas todos os sistemas em razoável estado de conservação, precisando apenas de alguns ajustes das partes que se deterioraram com o tempo. Meus cabelos são poucos mas os que ficaram são da melhor qualidade, do contrário não teriam ficado. Não dão para uma peruca inteira, mas ainda dão para um bom bigode.
   Meu cérebro, vendido à ciência, daria para alimentar vários ratos de laboratório durante semanas. Prejudicaria um pouco seu desempenho no labirinto, mas em compensação eles saberiam toda a letra do bolero No Sé Tú. Minhas entranhas dariam um bom preço em qualquer feira de órgãos usados, dependendo, claro, do poder de persuasão do leiloeiro (“Leve um sistema cardiovascular e eu incluo uma caixa de Isordil!”). Meu apêndice, por exemplo, nunca foi usado.
    Tudo calculado, descontada a depreciação, devo estar valendo aí uns, deixa ver… Mas é melhor não me anunciar. Vai que aparece um corruptor em potencial e eu descubra que não só não valho nada como estou lhe devendo.

Luis Fernando Veríssimo
Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/meu-valor-cronica-de-luis-fernando-verissimo
O trecho “Quando me perguntam se sou ético, a única resposta que posso dar é a mesma que dou quando me perguntam se gosto do vinho Chateau Petrus: não sei. Nunca provei.”, permite inferir que o autor da crônica: 
Alternativas
Q1246969 Arquitetura de Computadores
“Também conhecida como "motherboard" ou "mainboard", a placa-mãe é, basicamente, a responsável pela interconexão de todas as peças que formam o computador.”
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.infowester.com/motherboard.php Acesso em: 18/06/2018.
Identifique na figura, de acordo com as letras, os respectivos dispositivos. Qual alternativa relaciona as letras e nomes dos dispositivos corretamente?
Alternativas
Q1246968 Arquitetura de Computadores
“Em Informática é muito importante considerar a capacidade de armazenamento, já que quando se faz algo no computador, trabalha-se com arquivos que podem ser guardados para uso posterior. Evidentemente, quando se armazena algo, isto ocupa um certo espaço de armazenamento. Assim como a água é medida em litros ou o açúcar é medido em quilos, os dados de um computador são medidos em bits e bytes. Cada valor do código binário foi denominado "bit" (binary digit), que é a menor unidade de informação. Cada conjunto de 8 bits forma o byte, o qual corresponde a um caracter, seguindo o código binário. Com esse raciocínio agora podemos entender a seguinte tabela:”
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:https://www.algosobre.com.br/informatica/unidades-de-medida-do-computador.html Acesso em: 19/06/2018
Com base no texto e na tabela, podemos afirmar que um Pen Drive com capacidade de 5GB possui o equivalente a:
Alternativas
Q1246967 Sistemas Operacionais
Para realizar o scandisk pelo prompt de comando, clica-se com o botão direito no logotipo do Windows e seleciona-se a opção Prompt de Comando (administrador). Digita-se o comando CHKDSK C: e pressiona-se a tecla Enter. Se, além de examinar o disco, o usuário quiser corrigir erros, este executa qual comando?
Alternativas
Q1246966 Arquitetura de Computadores
“FAT 16 e FAT 32 são nomes de sistemas de arquivos (file systems) utilizados por padrão em versões antigas do sistema operacional Windows.” Disponível em: https://www.infowester.com/fat.php Acesso em: 17/06/2018.
Em relação a Fat 16 e a Fat 32, o que não se pode afirmar?
Alternativas
Q1246965 Arquitetura de Computadores
O que pode ser afirmado em relação a aterramento na instalação elétrica do equipamento?
Alternativas
Q1246964 Arquitetura de Computadores
O computador foi projetado para funcionar com a tomada 2P+T ao invés de tomadas comum. Qual o nome dos 3 terminais da tomada?
Alternativas
Q1246963 Redes de Computadores
Para que as placas de rede possam encontrar-se dentro da rede, cada placa possui um endereço de nó. Este endereço possui quantos Bits?
Alternativas
Q1246962 Redes de Computadores
Em relação a placas de rede, pode-se afirmar:
Alternativas
Q1246961 Arquitetura de Computadores
“ *Computador liga, não aparece imagem e fica bipando* A causa é decorrente de problemas de ______, quando está queimado(a) ou oxidado(a).” Disponível em: http://bloghardwaremicrocamp.com.br/faca-voce/aprenda-a-fazermanutencao-preventiva-e-corretiva/. Adaptado. Acesso em: 18/06/2018.
Qual a peça defeituosa o texto se refere?
Alternativas
Q1246960 Arquitetura de Computadores
“Quando o computador é inicializado, o BIOS executa o POST (PowerOn Self-Test).” Disponível em: http://homepages.dcc.ufmg.br/~cesarfmc/classes/manut2/.pdf Acesso em: 18/06/2018.
O que não se pode afirmar em relação as funções do programa POST?
Alternativas
Q1246959 Arquitetura de Computadores
“Sendo necessário executar o Format para formatar logicamente o disco rígido antes de poder utilizá-lo. A sintaxe do comando Format é "Format" seguido de um espaço e da letra da unidade a ser formatada. Para formatar a unidade C:, por exemplo, basta usar o comando "_________" Disponível em: www.deinfo.uepg.br/~arion/Montagem/MONTAGEM2.doc / Acesso em: 18/06/2018.
Qual o comando correto de acordo com o texto?
Alternativas
Q1246958 Arquitetura de Computadores
Para identificar a placa de vídeo do computador usa-se o atalho da Tecla do Windows + R para abrir a função “Executar”. Na janela aberta no monitor, digita-se o comando _______e tecla-se em Enter.
Qual alternativa completa corretamente o texto acima?
Alternativas
Q1246957 Arquitetura de Computadores
“Um computador precisa de vários componentes para funcionar, sendo que a memória Ram é um dos mais fundamentais para que a máquina opere apropriadamente. Ao longo dos anos, tivemos diversos padrões de memória.” Disponível em: https://www.tecmundo.com.br/hardware/. Acesso em: 20/06/2018.
Com base no texto, qual o padrão mais recente de memória abaixo?
Alternativas
Q1246956 Arquitetura de Computadores
Para medir a tensão de cada uma das saídas da fonte AtX com multímetro, qual a ligação correta do multímetro aos fios do conector da fonte?
Alternativas
Q1246955 Arquitetura de Computadores
Barramento é o caminho de dados que comunica o processador aos periféricos. Das opções abaixo, qual a tecnologia mais atual?
Alternativas
Q1246954 Sistemas Operacionais
“Na tela inicial da instalação do Windows 7, faça as seguintes configurações: 1 - No campo Idioma a instalar, selecione o idioma que você pretende instalar no Windows 7. Se o Windows 7 que você está instalando está em Português, essa será a única opção disponível. 2 - No campo Formato de hora e moeda, selecione o formato de hora e moeda que você pretende utilizar. Em nosso exemplo, iremos selecionar a opção Português (Brasil). 3 - No campo Teclado ou método de entrada, selecione o modelo do seu teclado. Em nosso exemplo, iremos selecionar Português (Brasil – ABNT). 6 - Clique no botão ________” Disponível em: http://files.duvidascomputacao.webnode.com.br/200000496- 5ecf75fc91/SO%20WINDOWS%207%20Ricardo.pdf Acesso em: 17/06/2018.
Em relação ao passo a passo da instalação do Windows 7 descrito, qual o nome do botão que completa o texto?
Alternativas
Respostas
6701: E
6702: B
6703: E
6704: D
6705: A
6706: D
6707: B
6708: B
6709: D
6710: C
6711: A
6712: D
6713: C
6714: A
6715: D
6716: B
6717: C
6718: A
6719: C
6720: D