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Q3863124 Medicina
Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral típica? 
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Q3863123 Medicina
Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia (fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?
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Q3863122 Medicina
 Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica, dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico, consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo mais provável da bronquiolite inicial?
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Q3863121 Medicina
Um lactente de 8 meses com diagnóstico prévio de Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 1 é internado com bronquiolite viral. Ele apresenta tosse fraca e ineficaz, e a aspiração de vias aéreas superiores revela secreções espessas e abundantes. O paciente está com desconforto respiratório moderado, sem instabilidade hemodinâmica. Um médico residente sugere iniciar VNI para reduzir o trabalho respiratório. Qual fator representa a principal contraindicação relativa-para-absoluta para o uso de VNI nesse paciente específico, tornando a terapia potencialmente perigosa?
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Q3863120 Medicina
Uma lactente de 6 meses com diagnóstico de cardiopatia congênita complexa (ventrículo único) e em uso contínuo de cateter venoso central há 3 meses para acesso vascular e administração de medicações apresenta início súbito de irritabilidade, taquipneia progressiva e recusa alimentar. Não há febre. A gasometria arterial mostra hipoxemia e discreta hipercapnia. Qual é o principal fator de risco subjacente para o desenvolvimento de TEP nessa lactente, que deve ser prontamente investigado e manejado?
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Q3863119 Medicina
Um adolescente de 16 anos com doença de Crohn em tratamento imunossupressor apresenta dor e edema no membro inferior direito há 3 dias. Procurou o pronto-socorro com início súbito de dispneia, taquicardia (FC 115 bpm) e tosse seca. Ele está hemodinamicamente estável. A ultrassonografia Doppler confirmou Trombose Venosa Profunda (TVP) extensa na perna direita. Diante da alta probabilidade clínica de tromboembolismo pulmonar (TEP) nesse adolescente, qual é o exame diagnóstico de imagem mais indicado para confirmar o TEP e guiar a conduta terapêutica?
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Q3863118 Medicina
Uma menina de 4 anos, previamente hígida, é internada com pneumonia grave, evoluindo rapidamente para derrame pleural extenso e necrose pulmonar multilobar, necessitando de drenagem torácica. A tomografia de tórax revela consolidação extensa com múltiplas cavitações e derrame pleural loculado. A cultura do líquido pleural e o PCR identificam Streptococcus pneumoniae. Qual é o principal fator de virulência de Streptococcus pneumoniae mais associado a formas graves e complicadas de pneumonia em crianças, como a destruição tecidual e o empiema observados nesse caso? 
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Q3863117 Medicina
Um adolescente de 14 anos com diagnóstico de asma persistente grave há 3 anos tem sido tratado com CI em dose alta, LAMA e LABA, além de doses frequentes de corticosteroide oral para exacerbações. Apresenta controle inadequado da asma, com VEF1 persistentemente abaixo do previsto e limitações importantes nas atividades diárias. O médico assistente suspeita de “asma grave”. Antes de considerar qualquer escalonamento terapêutico adicional ou tratamento biológico para essa “asma grave” em pediatria, qual é a ação inicial e mais crucial que o pediatra deve realizar? 
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Q3863116 Medicina
Uma menina de 10 anos de idade é acompanhada no ambulatório de Pneumologia Pediátrica por asma grave. Apesar do uso regular e correto de Corticosteroide Inalatório (CI) em dose alta combinado com agonista beta-2 de longa ação (LABA) e de um Antagonista do Receptor de Leucotrienos (ARL), ela continua apresentando sintomas diurnos frequentes, despertares noturnos semanais e necessita de cursos repetidos de corticosteroide oral (mais de 2 vezes no último ano) devido a exacerbações. A adesão à medicação foi confirmada, a técnica inalatória revisada e fatores ambientais controlados. Testes alérgicos demonstraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar e epitélio de gato. De acordo com as diretrizes da GINA 2025 e da SBP para manejo de asma grave em crianças, qual é a próxima etapa terapêutica a ser considerada para otimizar o controle da asma nessa paciente? 
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Q3863115 Medicina
Uma adolescente de 16 anos com diagnóstico de tuberculose extrapulmonar (linfonodal cervical) completa o esquema básico de tratamento de 6 meses (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol nos 2 primeiros meses, e rifampicina e isoniazida nos 4 meses seguintes). Após 2 meses do término do tratamento, apresenta-se sem sintomas e com linfonodomegalia cervical residual indolor. Qual é a conduta mais adequada para essa paciente após a conclusão do tratamento e ausência de sintomas de atividade da doença? 
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Q3863114 Medicina
Um recém-nascido é avaliado por taquipneia severa e sinais de insuficiência respiratória desde o nascimento. A radiografia de tórax revela uma área de hiperinsuflação em lobo superior esquerdo, com desvio mediastinal discreto para a direita. O ecocardiograma exclui doença cardíaca congênita. Qual é o diagnóstico mais provável desse recém-nascido, considerando os achados clínicos e radiológicos?
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Q3863113 Medicina
Um menino de 10 anos tem história de tosse crônica produtiva desde a primeira infância, seus exames de imagem mostram bronquiectasias difusas e ele tem swab nasofaríngeo positivo para Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA). Seus pais relatam que ele está abaixo do peso ideal para a idade. Além das bronquiectasias, qual das seguintes doenças deve ser investigada como a causa subjacente mais provável para esse quadro clínico em uma criança?
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Q3863112 Medicina
Uma adolescente de 13 anos, previamente hígida, é admitida com dor pleurítica súbita, dispneia e tosse seca. A radiografia de tórax revela um pneumotórax espontâneo de tamanho moderado (>2 cm do ápice à parede torácica). Ela não possui história de trauma ou doença pulmonar conhecida. Qual é a conduta inicial mais adequada para o tratamento desse pneumotórax espontâneo em uma adolescente, considerando que ela está hemodinamicamente estável?
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Q3863111 Medicina
Um recém-nascido é diagnosticado com Fibrose Cística (FC) através do teste do pezinho positivo, confirmado por dois testes do suor com cloreto >60 mEq/L. Os pais não têm histórico familiar conhecido de FC e desejam entender as implicações genéticas. Qual é o padrão de herança genética da FC e qual é a probabilidade de os pais, caso não manifestem a doença, serem portadores heterozigotos? 
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Q3863110 Medicina
Uma criança de 2 anos, imunocompetente, é diagnosticada com tuberculose pulmonar após investigação de tosse crônica e perda de peso. A radiografia de tórax mostra adenopatia hilar unilateral. A cultura de escarro induzido é positiva para Mycobacterium tuberculosis sensível a todos os fármacos de primeira linha. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, qual é o esquema terapêutico inicial recomendado para essa criança? 
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Q3863109 Medicina
Um lactente de 3 meses é admitido na emergência com quadro de bronquiolite viral grave, apresentando taquipneia (80 irpm), tiragem subcostal e intercostal intensa, gemência, cianose central e saturação de oxigênio de 82% em ar ambiente, apesar do uso de cateter nasal a 2 L/min. A gasometria arterial revela pH 7,20, PaCO2 75 mmHg, PaO2 45 mmHg e HCO3- 28 mEq/L. Diante desse quadro de insuficiência respiratória grave em bronquiolite, com sinais de falha ventilatória e hipoxemia refratária, qual é a conduta de suporte ventilatório mais apropriada e que deve ser prontamente instituída?
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Q3863108 Medicina
Um menino de 6 anos com histórico de hipertrofia adenotonsilar apresenta roncos noturnos intensos, sono agitado com pausas respiratórias observadas pelos pais, sonolência diurna, dificuldade de concentração na escola e irritabilidade. Não há comorbidades significativas além da hipertrofia. Diante da forte suspeita clínica de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), qual é o exame diagnóstico padrão-ouro para confirmar a condição e determinar sua gravidade?
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Q3863107 Medicina
Uma menina de 3 anos que frequenta creche apresenta tosse seca persistente há 6 semanas, principalmente diurna, sem febre ou outros sintomas respiratórios. Os pais relatam que ela não tem sibilância, engasgos ou dificuldade para respirar. A radiografia de tórax é normal. Não há histórico de atopia na família. Considerando a investigação da tosse crônica em crianças, qual é a causa mais provável para esse cenário clínico de acordo com as diretrizes pediátricas para tosse crônica inespecífica?
Alternativas
Q3863106 Medicina
 Um lactente de 6 meses é internado com pneumonia grave, evoluindo com piora da dispneia e febre persistente. A radiografia de tórax mostra consolidação em lobo inferior direito e um grande derrame pleural loculado. A punção torácica inicial drenou líquido turvo com pH de 6,9, glicose de 30 mg/dL e LDH de 1.500 U/L. Diante desse quadro de empiema pleural, qual é a conduta terapêutica invasiva mais apropriada para o manejo do derrame pleural em um lactente? 
Alternativas
Q3863105 Medicina
Uma menina de 4 anos, previamente hígida e vacinada para a idade, é levada à UBS por sua mãe. A criança é contactante domiciliar de sua avó, que foi recentemente diagnosticada com tuberculose pulmonar bacilífera. A criança apresenta teste tuberculínico (PPD) com enduração de 12 mm, a radiografia de tórax está normal e ela não possui sintomas de tuberculose ativa. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil para o controle da tuberculose em crianças, qual é a conduta mais adequada para essa paciente?
Alternativas
Respostas
11541: D
11542: E
11543: D
11544: C
11545: C
11546: D
11547: E
11548: E
11549: E
11550: B
11551: C
11552: A
11553: D
11554: B
11555: C
11556: D
11557: A
11558: C
11559: A
11560: E