Questões de Concurso
Para instituto legatus
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Imagina na campanha
Quem diria: o futebol, ópio do povo, virou, nesta Copa
no Brasil, combustível que alimenta o debate político. E
os xingamentos à presidente Dilma no Itaquerão, em
São Paulo, elevaram ainda mais a temperatura das
discussões.
Não pretendo voltar a isso, já exaustivamente comentado, com bom senso ou sem nenhum, mas tão somente dar, a partir deste fato, uma olhadinha em volta – no tal contexto em que tudo se insere.
Estamos a pouco mais de três meses das eleições e, como sinalizam desde 2013 as manifestações críticas à Copa, parece ter se esgotado entre nós a eficácia da consagrada fórmula “pão e circo”.
O comportamento dos torcedores, que na hora H festejam a seleção, os visitantes e o país, mas não seus mandatários, é a expressão, desrespeitosa ou não, dessa insubmissão. Jogo é jogo; urna é urna. É este cenário que também se reafirma a cada divulgação de pesquisas pré-eleitorais.
Com ou sem gol de Neymar, persistem a insatisfação da maioria com a economia e as políticas de educação, saúde, segurança; o desejo de mudança e a recusa de boa parte do eleitorado, enquanto o voto útil não vem, a se encaixar no velho maniqueísmo governo x oposição. O interessante é que os que estão no poder – e, portanto, têm muito a perder - insistem em recorrer a um modelo superado para interpretar a conjuntura atual. Só assim, com os olhos no passado, é possível entender a reação do comando petista, que optou por ressuscitar a pregação contra “a elite branca de São Paulo” – agora identificada como responsável pelas agressões verbais à presidente durante a abertura do Mundial.
Enfim, se a tal “elite branca” destilou ódio, o PT, como em outros episódios, não agiu muito diferente. E claro: culpou, como sempre, a imprensa, inclusive atacando nominalmente jornalistas. Isso apesar de a categoria ter, quase em bloco, defendido Dilma e condenado o VTC. Imagina na campanha.
(Mara Bergamaschi)
Imagina na campanha
Quem diria: o futebol, ópio do povo, virou, nesta Copa
no Brasil, combustível que alimenta o debate político. E
os xingamentos à presidente Dilma no Itaquerão, em
São Paulo, elevaram ainda mais a temperatura das
discussões.
Não pretendo voltar a isso, já exaustivamente comentado, com bom senso ou sem nenhum, mas tão somente dar, a partir deste fato, uma olhadinha em volta – no tal contexto em que tudo se insere.
Estamos a pouco mais de três meses das eleições e, como sinalizam desde 2013 as manifestações críticas à Copa, parece ter se esgotado entre nós a eficácia da consagrada fórmula “pão e circo”.
O comportamento dos torcedores, que na hora H festejam a seleção, os visitantes e o país, mas não seus mandatários, é a expressão, desrespeitosa ou não, dessa insubmissão. Jogo é jogo; urna é urna. É este cenário que também se reafirma a cada divulgação de pesquisas pré-eleitorais.
Com ou sem gol de Neymar, persistem a insatisfação da maioria com a economia e as políticas de educação, saúde, segurança; o desejo de mudança e a recusa de boa parte do eleitorado, enquanto o voto útil não vem, a se encaixar no velho maniqueísmo governo x oposição. O interessante é que os que estão no poder – e, portanto, têm muito a perder - insistem em recorrer a um modelo superado para interpretar a conjuntura atual. Só assim, com os olhos no passado, é possível entender a reação do comando petista, que optou por ressuscitar a pregação contra “a elite branca de São Paulo” – agora identificada como responsável pelas agressões verbais à presidente durante a abertura do Mundial.
Enfim, se a tal “elite branca” destilou ódio, o PT, como em outros episódios, não agiu muito diferente. E claro: culpou, como sempre, a imprensa, inclusive atacando nominalmente jornalistas. Isso apesar de a categoria ter, quase em bloco, defendido Dilma e condenado o VTC. Imagina na campanha.
(Mara Bergamaschi)
Imagina na campanha
Quem diria: o futebol, ópio do povo, virou, nesta Copa
no Brasil, combustível que alimenta o debate político. E
os xingamentos à presidente Dilma no Itaquerão, em
São Paulo, elevaram ainda mais a temperatura das
discussões.
Não pretendo voltar a isso, já exaustivamente comentado, com bom senso ou sem nenhum, mas tão somente dar, a partir deste fato, uma olhadinha em volta – no tal contexto em que tudo se insere.
Estamos a pouco mais de três meses das eleições e, como sinalizam desde 2013 as manifestações críticas à Copa, parece ter se esgotado entre nós a eficácia da consagrada fórmula “pão e circo”.
O comportamento dos torcedores, que na hora H festejam a seleção, os visitantes e o país, mas não seus mandatários, é a expressão, desrespeitosa ou não, dessa insubmissão. Jogo é jogo; urna é urna. É este cenário que também se reafirma a cada divulgação de pesquisas pré-eleitorais.
Com ou sem gol de Neymar, persistem a insatisfação da maioria com a economia e as políticas de educação, saúde, segurança; o desejo de mudança e a recusa de boa parte do eleitorado, enquanto o voto útil não vem, a se encaixar no velho maniqueísmo governo x oposição. O interessante é que os que estão no poder – e, portanto, têm muito a perder - insistem em recorrer a um modelo superado para interpretar a conjuntura atual. Só assim, com os olhos no passado, é possível entender a reação do comando petista, que optou por ressuscitar a pregação contra “a elite branca de São Paulo” – agora identificada como responsável pelas agressões verbais à presidente durante a abertura do Mundial.
Enfim, se a tal “elite branca” destilou ódio, o PT, como em outros episódios, não agiu muito diferente. E claro: culpou, como sempre, a imprensa, inclusive atacando nominalmente jornalistas. Isso apesar de a categoria ter, quase em bloco, defendido Dilma e condenado o VTC. Imagina na campanha.
(Mara Bergamaschi)
Imagina na campanha
Quem diria: o futebol, ópio do povo, virou, nesta Copa
no Brasil, combustível que alimenta o debate político. E
os xingamentos à presidente Dilma no Itaquerão, em
São Paulo, elevaram ainda mais a temperatura das
discussões.
Não pretendo voltar a isso, já exaustivamente comentado, com bom senso ou sem nenhum, mas tão somente dar, a partir deste fato, uma olhadinha em volta – no tal contexto em que tudo se insere.
Estamos a pouco mais de três meses das eleições e, como sinalizam desde 2013 as manifestações críticas à Copa, parece ter se esgotado entre nós a eficácia da consagrada fórmula “pão e circo”.
O comportamento dos torcedores, que na hora H festejam a seleção, os visitantes e o país, mas não seus mandatários, é a expressão, desrespeitosa ou não, dessa insubmissão. Jogo é jogo; urna é urna. É este cenário que também se reafirma a cada divulgação de pesquisas pré-eleitorais.
Com ou sem gol de Neymar, persistem a insatisfação da maioria com a economia e as políticas de educação, saúde, segurança; o desejo de mudança e a recusa de boa parte do eleitorado, enquanto o voto útil não vem, a se encaixar no velho maniqueísmo governo x oposição. O interessante é que os que estão no poder – e, portanto, têm muito a perder - insistem em recorrer a um modelo superado para interpretar a conjuntura atual. Só assim, com os olhos no passado, é possível entender a reação do comando petista, que optou por ressuscitar a pregação contra “a elite branca de São Paulo” – agora identificada como responsável pelas agressões verbais à presidente durante a abertura do Mundial.
Enfim, se a tal “elite branca” destilou ódio, o PT, como em outros episódios, não agiu muito diferente. E claro: culpou, como sempre, a imprensa, inclusive atacando nominalmente jornalistas. Isso apesar de a categoria ter, quase em bloco, defendido Dilma e condenado o VTC. Imagina na campanha.
(Mara Bergamaschi)
Aroazes é um torrão de encanto É um recanto, todo cercado de serra A linda margem do rio ________ que é muito bonito E enriquece a terra”
A palavra que completa corretamente a lacuna é:
I. O início do povoamento da área onde hoje está localizado o município de Aroazes-PI foi feita pelos jesuítas, com a finalidade de catequizar os habitantes da região.
II. A Cavalgada da Missão em Aroazes é uma manifestação cultural e religiosa que remonta ao período colonial e tem como propósito resgatar a história do primeiro aldeamento jesuítico na região, cuja origem remonta à missão do Padre Gabriel Malagrida. III. A Fazenda Serra Negra, fundada no século XVIII, é um marco histórico e cultural do Piauí, cuja área ocupa principalmente a divisa entre os municípios de Aroazes e Santa Cruz dos Milagres. O casarão colonial, com muros de pedra de larga espessura, vários cômodos e cobertura em carnaúba, permanece hoje como testemunho da arquitetura rural piauiense. A fazenda faz parte de um grande latifúndio, o qual tem cerca de 198 mil hectares de terras.
Está(ão) correta(s):
1 - Exaustão persistente, irritabilidade aumentada, despersonalização constituem sinais de alerta para esgotamento profissional. 2 - Intervenções relacionadas ao enfrentamento do suicídio e pensamento suicida são inerentes à equipe multiprofissional, mas ações de pósvenção são privativas do profissional médico. 3- Distimia é um sintoma comum de várias condições de saúde mental, como a depressão, caracterizado pela incapacidade de sentir prazer ou alegria em atividades que normalmente seriam consideradas agradáveis ou satisfatórias. 4 - O presenteísmo, no contexto do trabalho, pode ser definido como estar no trabalho mesmo percebendo limitações, físicas ou psíquicas, que podem reduzir a capacidade laborativa. 5 - A Síndrome de Burnout envolve nervosismo, sofrimentos psicológicos e problemas físicos, como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas. O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.
Escolha a alternativa que contempla os itens corretos.
( ) A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Bordetella pallidum.
( ) A sífilis terciária manifesta-se com erupções cutâneas, febre, dor de cabeça, fadiga e queda de cabelo. Essas lesões podem aparecer em várias partes do corpo, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés.
( ) A chamada razão de sexos — homens com sífilis para cada dez mulheres com sífilis — passou de 0,8 (seis homens com sífilis para cada dez mulheres) em 2012 para 0,6 (oito homens para cada dez mulheres com sífilis) em 2022.
() O diagnóstico da sífilis é feito através do VDRL e o FTA-Abs, que detectam a presença de antígenos da bactéria.
I. Grupo A: contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade, como medicamentos apreendidos, reagentes de laboratório, resíduos contendo metais pesados. II. Grupo B: engloba componentes com possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção. Exemplos: placas e lâminas de laboratório, carcaças, peças anatômicas (membros), bolsas transfusionais contendo sangue. III. Grupo C: quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear. IV. Grupo E: materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, espátulas e outros similares.
Estão corretas apenas as afirmativas: