Questões de Concurso Para instituto legatus

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Q3975470 Noções de Informática
Em relação ao uso do Windows Explorer, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3975469 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém dois itens com os quais é possível realizar backups de arquivos. 
Alternativas
Q3975468 Redes de Computadores
O Modem é definido como: 
Alternativas
Q3975467 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Assim como os adjetivos, as locuções adjetivas expressam atributos ou classes dos seres, coisas e entidades a que se referem restringindo a referência das expressões integradas por elas. Nem sempre, porém, a sequência preposição + substantivo é uma locução adjetiva, ademais nem sempre há uma correlação significativa perfeita entre o adjetivo e a locução adjetiva, é preciso analisar o contexto.
Assinale a alternativa cuja locução destacada pode ser substituída por um adjetivo correspondente (entre parênteses) sem alterar o sentido do texto. 
Alternativas
Q3975466 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Acerca da estrutura sintática presente no trecho da questão anterior é correto afirmar que:
Alternativas
Q3975465 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
A concordância verbal é um aspecto muito importante na produção de textos que exigem uma linguagem adequada à norma padrão da língua. Assinale a alternativa cuja reescritura do trecho abaixo segue a regra de concordância verbal:

Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo.
Alternativas
Q3975464 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, quer unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação.

A presença ou a ausência de vírgulas em um enunciado não é mera questão gramatical, mas também interfere diretamente no sentido do texto, no alcance do propósito comunicativo. No trecho acima, a ausência de vírgula depois de “nebulosa” dá-se pelo fato de que:
Alternativas
Q3975463 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, quer unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação.

A seleção lexical que fazemos em nosso texto revela muito da nossa opinião acerca do que estamos discutindo. Nesse trecho, a expressão cidadania nebulosa é sinônimo de:
Alternativas
Q3975462 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, quer unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação.


Nesse trecho, a expressão “assistir ao espetáculo da representação” revela:
Alternativas
Q3975461 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
As imagens também constituem textos, portanto são passíveis de interpretação, de compreensão e geração de sentidos, uma vez que transmitem informações, críticas, humor etc. A charge a seguir estabelece uma relação intertextual com o texto de Warat. Analise-a e assinale a alternativa cujo enunciado NÃO revela essa relação entre os textos. 



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Alternativas
Q3975460 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Um dos recursos de coesão textual é a associação semântica, que forma uma cadeia de nexos ou cadeia coesiva e garante uma continuidade de sentido. A partir do título o autor associa a justiça a um espetáculo. Assinale a alternativa cujas palavras apresentadas fazem parte dessa cadeia coesiva do texto.
Alternativas
Q3975459 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
Conforme a ideia apresentada no trecho “Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.”, o desencanto que enfrentamos com a justiça é provocado: 
Alternativas
Q3975458 Português
A JUSTIÇA COMO ESPETÁCULO


     Todos os dias na rua comprovamos que vai tomando corpo um sentimento sobre o fim da justiça. Os atos de justiça sendo devorados pelos meios de comunicação, esvaziados de conteúdos como espetáculo. Uma atitude que, ao melhor estilo publicitário, alterou a esfera jurídica, a ponto de chegar a fazer juízes ansiosos por converter-se em estrelas de um discursos público, propensos a trocar sua imagem de neutralidade pela de animador de mídia. Juízes que atuam como se fossem psicodélicos superheróis de televisão. Uma greve de justiça, como diria Baudrillard? Uma justiça que desencanta porque trivializa seus vínculos com a ética. Juízes muito mais preocupados em seduzir que em argumentar racionalmente.
    Como disse Baudrillard em uma passada por Buenos Aires: “são tão pequenos os atuais interesses humanos, que, na prática, supõem que dá no mesmo um regime democrático como um autoritário”. Uma indiferença que nos deixa à beira de uma ataque de totalitarismo.
    Hoje convivemos com a triste figura de uma cidadania nebulosa que não quer ser representada, unicamente escapar do político para assistir ao espetáculo de representação. E que tampouco se preocupa muito com a justiça, as denúncias de corrupção e as evidencias de violação da legalidade.
     Pertencemos a uma “cidadania que está muito longe dos compromissos participativos e mais pertos das atuações teatrais”. Próxima do grau zero da energia política. Trocada por um conjunto de incidente sem consequência e sucessos escandalosos, fomentados por administrações que reivindicam para si a gestão disciplinada de uma visão economicista (o programa no lugar da política). Administrações que usam o econômico para seus próprios interesses, um poder com valor de uso para si.


(Luís Aberto Warat. Epistemologia e ensino do direito: o sonho acabou. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2004. Pág. 37 – Adaptados para fins didáticos)
O texto acima, de modo geral, critica:
Alternativas
Q2781089 Atualidades

Julgue os itens abaixo em verdadeiro (V) ou falso (F), sobre as informações coletadas no último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, acerca do município de Passagem Franca do Piauí:


(_) O município possui área territorial inferior a 600 km².

(_) A maior parte da população reside na zona rural.

(_) A quantidade de homens residentes no município é superior a quantidade de mulheres.


A sequência correta, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2781087 Serviço Social

Às vezes são confundidos com o próprio planejamento. A distinção básica está no nível de agregação de suas decisões e detalhamento das operações de execução.


As características acima se referem à/ao:

Alternativas
Q2781081 Serviço Social

A assistência social ganhou “Status” de direito na Constituição Federal de 1988, ao compor o tripé da Seguridade Social juntamente com a política de Saúde e Previdência Social. No que se refere aos objetivos da assistência social, conforme a CF/1988, marque a alternativa que contempla um desses objetivos:

Alternativas
Q2781080 Serviço Social

Sobre a atuação em equipe interdisciplinar, marque a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2781077 Serviço Social

É concebido na esfera pública e privada e vem sendo entendido como a forma contemporânea de planificação. A afirmação acima se refere ao planejamento:

Alternativas
Q2781076 Serviço Social

Para uma avaliação de programas e políticas sociais é necessário observar a totalidade e a dinamicidade da realidade. Nesse sentido, são considerados aspectos para análise e avaliação das políticas sociais:


I. Configuração e abrangência dos direitos e benefícios.

II. Configuração do financiamento e gastos.

III. Gestão e controle social democrático.


Estão corretos os itens:

Alternativas
Q2781074 Serviço Social

A avaliação deve ser inerente a todas as etapas do processo do planejamento de programas e políticas sociais, perpassando os momentos da reflexão, decisão, ação e retomada da reflexão. No que se refere à avaliação de resultados, observe os indicadores abaixo:


1 – Indicadores de desempenho.

2 – Indicadores de Impacto.

3 – Indicadores de Efeitos.


(_) Refere-se a determinadas alterações, esperadas ou não, outras que não as especificamente pretendidas – provocadas pelo programa e que, mais do que o próprio grupo-alvo focalizado, afetam as instituições ou organizações participantes, os agentes que implementam o programa ou o meio social em que se realiza.

(_) Devem ser capazes de medir os efeitos líquidos do programa, sobre a população-alvo.

(_) Medem os graus, as quantidades e os níveis de qualidade com que as metas programáticas foram cumpridas.


Está correta a sequência:

Alternativas
Respostas
1021: A
1022: D
1023: C
1024: E
1025: D
1026: B
1027: A
1028: E
1029: A
1030: E
1031: A
1032: C
1033: B
1034: E
1035: B
1036: B
1037: A
1038: E
1039: D
1040: D