Questões de Concurso Para instituto legatus

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Q3249576 Matemática
Em doze dias, uma máquina escava um túnel de 20 metros, trabalhando 4 horas por dia. Em quantos dias quatro dessas máquinas escavarão um túnel de 80 metros se as horas diárias trabalhadas forem acrescidas em 2 horas:
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Q3249575 Matemática

Os valores dos ângulos m e n são, respectivamente:



Q12.png (192×105)

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Q3249574 Matemática
Três ônibus partem da mesma rodoviária:

• O primeiro parte de 6 em 6 dias;
• O segundo parte de 8 em 8 dias;
• O terceiro parte de 12 em 12 dias.

Se hoje eles partiram juntos, após quanto tempo os ônibus partirão juntos novamente?
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Q3249573 Linguística
Texto 2

Q10.png (344×132)
https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/?date= 2024-7-25&limit=, acesso em 08 de agosto de 2024.

Na última fala do personagem interlocutor, está centrado o humor da tirinha, que foi gerado por meio do recurso linguístico denominado, conforme a semântica da língua portuguesa, de
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Q3249572 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
No vocábulo marcado em “[...] o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.”, o hífen não deve ser empregado na escrita da palavra destacada, conforme o Novo Acordo Ortográfico. Conforme esse Acordo, está, também, corretamente grafado o vocábulo
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Q3249571 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
“Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete.” O uso da vírgula nesse excerto se justifica para
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Q3249570 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
O sujeito da oração destacada a seguir: “Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta”, é classificado como
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Q3249569 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
“[...] mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.” A expressão coesiva sequencial apresenta uma relação semântica, dentro do texto, de
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Q3249568 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob.” Nesta oração, o pronome pessoal oblíquo átono apresenta a função de
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Q3249567 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
O texto reforça que, com os estereótipos arraigados na sociedade, surgem consequências para toda a coletividade, dentre elas o(a)
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Q3249566 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
Pelo emprego do adjetivo “autorrealizável” em “profecia autorrealizável” depreende-se que
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Q3249565 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
O tipo de estereótipo específico a que a autora recorre, como exemplo, em sua argumentação, exemplifica o tipo
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Q3249564 Português
O poder dos estereótipos


    Os estereótipos são outro exemplo de uma profecia autorrealizável. São especialmente poderosos para moldar a realidade de um indivíduo, em particular quando um grande número de pessoas tem as mesmas expectativas. As pessoas se adaptam ao estereótipo do grupo porque a sociedade interage com um indivíduo de uma maneira coerente com a previsão baseada no estereótipo. Vejamos Tom e Rob, por exemplo. Ambos são alunos de uma escola primária em Washington, têm aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso, são alunos médios e estimados pelos colegas e professores. Tom é negro, Rob é branco. Inicialmente, Tom e Rob tinham habilidades físicas semelhantes. Rob corria na mesma velocidade que Tom, saltava na mesma altura e era igualmente propenso a acertar a bola na cesta. Todos, porém, tinham a expectativa de que Tom fosse um jogador de basquete melhor do que Rob simplesmente pela cor de sua pele. Por essa razão, Tom tinha mais chance do que Rob de ser escolhido pelos colegas para integrar o time de basquete. Seu treinador lhe dedicava atenção especial e fazia questão de corrigir seu jogo. Os pais de Tom o estimulavam a treinar na quadra da escola após a aula. Resultado: Tom se tornou melhor jogador de basquete do que Rob. Embora, para início de conversa, fosse falsa a crença de que Tom era melhor jogador do que Rob, o estereótipo se autorrealizou. Consequentemente, Tom é outro exemplo do estereótipo de que os negros são melhores no basquete, o que fortalece um preconceito que basicamente se autoalimenta.

    Os estereótipos nutrem a si mesmos não só porque afetam o modo no qual as pessoas agem em relação ao indivíduo estereotipado, mas também porque os indivíduos têm forte tendência a se adaptar rapidamente ao que se espera deles.


Tali Sharot, in: O viés otimista, 2016, editora Rocco.
Pela leitura mais geral do texto, levando em consideração a estratégia de focalização da temática, é correto afirmar que estereótipo significa
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Q3149842 História e Geografia de Estados e Municípios
“Em virtude das expedições realizadas por Garcia d'Ávila para o norte, ele construiu uma estrada que atravessava o rio São Francisco na região conhecida como Passagem do Juazeiro, nomeada assim devido a um frondoso juazeiro localizado em sua margem direita. A árvore proporcionava ampla sombra, tornando-se um ponto de descanso e local ideal para refeições dos viajantes. Por essa estrada, os habitantes das regiões que hoje compreendem os estados do Ceará, Goiás e Piauí, principalmente deste último, conduziam boiadas e mantinham contato com a metrópole.”

Qual era o ponto de origem das expedições realizadas por Garcia d'Ávila, fundamentais para o povoamento do hoje município de Juazeiro-BA, e que incluíam a construção de uma estrada que atravessava o rio São Francisco? 
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Q3149841 História e Geografia de Estados e Municípios
Uma região geográfica imediata é uma divisão territorial estabelecida pelo IBGE que agrupa municípios próximos entre si, com base nas suas interações econômicas e sociais, especialmente a oferta de serviços e infraestrutura. Devido a importância do município para a região, Juazeiro é considerado uma região geográfica imediata juntamente com outros oito municípios da região. Segundo o IBGE, qual dos municípios abaixo NÃO faz parte da região geográfica imediata de Juazeiro-BA?
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Q3149840 História e Geografia de Estados e Municípios
A construção da ferrovia em Juazeiro-BA, no final do século XIX, marcou um período significativo de transformações econômicas e sociais na região. Historicamente, o rio São Francisco desempenhava um papel vital no transporte de mercadorias, ligando as cidades ribeirinhas e facilitando as trocas comerciais. No entanto, com a chegada da ferrovia, algumas dinâmicas sofreram alterações. Dentre essas mudanças, é correto afirmar:
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Q3149839 Gestão de Pessoas
O Sistema de Informação de RH é um sistema planejado para colher, processar, armazenar e disseminar informações a respeito dos processos e atividades realizadas pela área, de modo a permitir a tomada de decisões pelos indivíduos envolvidos. A possibilita de ajustes e correções da informação, acontece na(o):
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Q3149838 Gestão de Pessoas
As organizações têm sido estruturadas de acordo com as funções exercidas pelos seus respectivos órgãos e do relacionamento hierárquico e funcional entre eles. Um dos princípios básicos da estrutura de linha e staff é:
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Q3149837 Direito do Trabalho
Segundo o artigo 129 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os empregados de uma empresa têm direito a férias de 30 dias após um período de 12 meses de trabalho. Porém, dependendo do número de faltas do colaborador durante esse período, as férias podem ser reduzidas proporcionalmente, como por exemplo:
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Q3149836 Administração Geral
A teoria das necessidades foi desenvolvida por Abraham Maslow onde procurou organizar em uma hierarquia as necessidades humanas básicas para as pessoas se sentirem motivadas. Conforme esta teoria, reconhecimento é um aspecto da seguinte necessidade:
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Respostas
681: E
682: D
683: A
684: C
685: D
686: D
687: E
688: A
689: E
690: C
691: B
692: D
693: A
694: C
695: D
696: B
697: D
698: C
699: E
700: A