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Leia o texto abaixo para responder à questão.
"Ilha de Marajó é como ficou conhecido um vasto arquipélago situado no estuário do rio Amazonas, mais precisamente no Estado do Pará, região Norte do Brasil. É considerado o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. O Marajó apresenta clima equatorial e relevo modesto, sendo recoberto por florestas, campos e também mangues, um tipo de vegetação característico de áreas estuarinas. Detentor de uma enorme biodiversidade, o Arquipélago do Marajó é reconhecido pela enorme população de búfalos que vive na ilha.
O Arquipélago do Marajó é dividido em 16 municípios, nos quais vivem cerca de 550 mil habitantes. Grande parte da população do arquipélago vive em áreas rurais e em cidades ribeirinhas, onde há baixa cobertura de infraestrutura social como aquela atrelada aos serviços de saneamento. Registra-se, além disso, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para a maior parte dos municípios da região. Uma das exceções é Soure, com IDH de 0,615, considerado médio.
O extrativismo vegetal, a agricultura e a pecuária bubalina são as principais atividades econômicas desenvolvidas no Marajó, além, é claro, do turismo."
Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/brasil/ilha-de-marajo.htm
Leia o texto abaixo para responder à questão.
"Ilha de Marajó é como ficou conhecido um vasto arquipélago situado no estuário do rio Amazonas, mais precisamente no Estado do Pará, região Norte do Brasil. É considerado o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. O Marajó apresenta clima equatorial e relevo modesto, sendo recoberto por florestas, campos e também mangues, um tipo de vegetação característico de áreas estuarinas. Detentor de uma enorme biodiversidade, o Arquipélago do Marajó é reconhecido pela enorme população de búfalos que vive na ilha.
O Arquipélago do Marajó é dividido em 16 municípios, nos quais vivem cerca de 550 mil habitantes. Grande parte da população do arquipélago vive em áreas rurais e em cidades ribeirinhas, onde há baixa cobertura de infraestrutura social como aquela atrelada aos serviços de saneamento. Registra-se, além disso, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para a maior parte dos municípios da região. Uma das exceções é Soure, com IDH de 0,615, considerado médio.
O extrativismo vegetal, a agricultura e a pecuária bubalina são as principais atividades econômicas desenvolvidas no Marajó, além, é claro, do turismo."
Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/brasil/ilha-de-marajo.htm
Documento I
No Brasil, a transição da década de 1970 para 1980 produziu um processo de reação às estruturas socioeducacionais que se cristalizavam. Esse momento foi marcado pela transição à democracia, decorrente da abertura política dos anos finais do regime civil-militar, implantado no Brasil a partir de 1964. Muitos ecos dessa transição estiveram ligados à educação, o “de maior repercussão defendia a escola como um instrumento fundamental de (re)democratização do país” (COELHO, 2009. p. 111). Nesse sentido, a década de 1980 produziu no Brasil uma crítica acerca das implantações ideológicas no campo da educação estabelecidas com o regime civil-militar.
FERREIRA, Rafael Elias de Queiroz. Da rima à raça: narrativa rap e consciência histórica na poesia de Pelé do Manifesto. Programa de Pós-Graduação em Ensino de História. Universidade Federal do Pará. Dissertação de Mestrado em Ensino de História, 2018.
Documento II
Charge de Daniel Azulay. Disponível em: pr.gov.br. Acesso em: 23 abr. 2024.
A partir da análise dos documentos, é possível constatar que a educação, no referido contexto, priorizava o(a)
NUNES, Francivaldo Alves. Colônias agrícolas na Amazônia. Belém: Editora Estudos Amazônicos, 2012.
A partir da análise da referida legislação, dois elementos são estabelecidos como centrais. São eles:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
A perspectiva historiográfica, apresentada pela historiadora Circe Bittencourt no fragmento acima, estruturou-se, fundamentalmente, por
LIDDINGTON, Jill. O que é História Pública? Os públicos e seus passados. In: ALMEIDA, Juniele Rabêlo de; DE OLIVEIRA ROVAI, Marta Gouveia. Introdução à História Pública. São Paulo: Letra e Voz, 2011.
Sobre a questão da História Pública, ela pode ser entendida como sendo
MIRANDA, Sonia R. Aprender e ensinar o tempo histórico em tempos de incertezas: reflexões e desafios para o professor de história. In: GONÇALVES, Marcia de A. et al. (org.). Qual o valor da história hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012.
As linhas do tempo são utilizadas frequentemente no processo de ensino e aprendizagem do componente curricular de História na Educação Básica. Certamente são muitos os seus fatores positivos, notadamente no Ensino Fundamental II. Entretanto, a crítica feita a esse procedimento metodológico, citado no fragmento acima, se sustenta pelo fato de essa metodologia privilegiar o
Documento I
“Epopeia Cabanagem”, tela de Benedicto Mello. Plenário Newton Miranda, da Assembleia Legislativa do Estado do Pará.
Documento II
É preciso compreender que se fazer cabano no Pará era uma opção difícil e que precisa ser analisada à luz de todo um modo de pensar e de estratégias de lutas, que, em certo modo, constituíam a vida cotidiana daqueles homens e mulheres de 1835 - 1837, porém que foram gestados muito tempo antes, entre pessoas concretas que vinham de inúmeros lugares, com línguas, tradições e trabalhos diferenciados dentro da realidade amazônica.
RICCI, Magda. “De la independencia a la revolución cabana: la Amazonia y el nacimiento de Brasil (1808-1840)”. In: PEREZ, José Manuel Santos & PETIT, Pere. La Amazonia Brasileña en perspectiva histórica. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca, 2006.
Os documentos apresentados acima produzem duas concepções sobre o movimento cabano, que podem ser identificadas,
respectivamente, em:
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: UnB, 1987.
No mundo grego antigo, notadamente na cidade de Atenas, a cidadania se relacionava diretamente ao direito de possuir
COELHO, Mauro César Coelho; COELHO, Wilma de Nazaré Baía. “Educação para as Relações Étnico-Raciais e a formação de professores de História nas novas diretrizes para a formação de professores!”. Educar em Revista, Curitiba, v. 37, e77098, 2021.
O fragmento apresentado acima revela a persistência, no campo do ensino de História, de um modelo educacional
A alegoria publicada no periódico “A vida paraense” está intimamente ligada ao Movimento
1. Amapá: Oiapoque-Calçoene. 2. Amapá: Mazagão. 3. Pará: Alenquer (Rio Curuá). 4. Pará: Óbidos (Rio Trombetas/Cuminá). 5. Pará: Alcobaça (hoje Tucuruí) / Cametá (Rio Tocantins). 6. Pará: Caxiú (Rio Moju/Capim). 7. Pará: Mocajuba (litoral Atlântico do Pará). 8. Pará: Gurupi (atual divisa entre Pará e Maranhão). 9. Maranhão: Turiaçú (Rio Maracassumé). 10. Maranhão: Turiaçú (Rio Turiaçú). 11. Pará: Anajás (Lago Mocambo, ilha do Marajó).
BARRIGA, Letícia Pereira. O quadrilátero cabano e as cabanagens nos sertões da Amazônia: guerra, índios, rios e matas (1790-1841). Universidade Federal do Pará. Programa de Pós-graduação em História Social da Amazônia. Tese de Doutorado. Belém, 2023.
Segundo o levantamento de Vicente Salles, o espaço Colonial Amazônico foi palco de diversos movimentos que podem ser definidos como
1. “Agatha Christie is one of the rare writers who has completely transcended pop culture...” 2. “[...] Christie is something else entirely...” 3. “[...] Christie injected a certain thrilling literary adventure into her writing...”
It is correct to affirm that:
(Source: https://brasilescola.uol.com.br/ingles/relative-pronouns.htm)
The pronoun “who” underlined in the first paragraph of Agatha Christie’s biography is:
LETTER – POSTMAN – SACK – ADDRESS – NUMBER – ZONE – MAILBOX – HAND – DAY
( ) One of the South African language policies guarantees that learners must choose their preferred language of learning on admission to a school, and if it is unavailable in the chosen school, they can apply to the provincial education department to provide instruction. ( ) South Africa is a multilingual country with twelve languages used among people, however, English is the only one necessary to be admitted to a school. ( ) South Africa is a multilingual country with eleven official languages, but language policies failed to promote their development all over the country. ( ) According to the Vice-Chancellor of the University of Cape Town (UCT), some researchers suggest that schools are not deciding on using indigenous African languages as languages of learning and teaching because of English influence. ( ) South African people do not have opportunities denied if they are fluent in six of the country’s languages and do not communicate and understand well in English.
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