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Q3383140 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.
O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.
À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.
Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.
A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.
Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.
Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.
Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.
O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.
Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?
"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.
Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.
"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.
"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."
Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.
Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.
Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.
"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.
Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.
Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "
A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.
Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.
E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.
"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.
Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.
Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.
"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.
"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.
" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.
"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.
"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."
Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.
"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.
"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".
Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.
Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.
É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.
"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.
"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é o principal perigo associado aos projetos de geoengenharia mencionados no texto?
Alternativas
Q3383139 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.
O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.
À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.
Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.
A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.
Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.
Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.
Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.
O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.
Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?
"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.
Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.
"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.
"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."
Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.
Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.
Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.
"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.
Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.
Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "
A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.
Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.
E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.
"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.
Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.
Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.
"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.
"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.
" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.
"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.
"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."
Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.
"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.
"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".
Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.
Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.
É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.
"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.
"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é o objetivo dos cientistas ao bombear água do mar sobre o gelo marinho?
Alternativas
Q3383078 Conhecimentos Gerais
O Mercosul é um bloco econômico e político que tem como membros alguns países da América do Sul. Desde sua criação, o Mercosul visa promover a integração econômica e política entre seus estados membros. Qual dos seguintes países é um membro fundador do Mercosul?
Alternativas
Q3383059 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)Eu tenho cinco maçãs na cesta.
(__)O terceiro colocado na competição recebeu uma medalha de bronze.
(__)Eu comi metade da pizza no jantar.
(__)Ele correu o dobro da distância que costuma correr todos os dias.
(__)Os elencos das equipes de futebol são compostos por dezenas de jogadores.
Coluna 02:
I.Cardinal.
II.Coletivo.
III.Fracionário.
IV.Multiplicativo.
V.Ordinal.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de numeral empregado nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3383055 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Mudança climática: o plano 'maluco' para salvar o gelo marinho do Ártico

Em meio ao gelo marinho na costa norte do Canadá, cientistas observam a água salgada ser bombeada sobre o oceano congelado.

O objetivo deles? Desacelerar o aquecimento global.

À medida que o gelo marinho desaparece, a superfície escura do oceano pode absorver mais energia do Sol, o que por consequência acelera ainda mais o aquecimento. Portanto, os pesquisadores querem engrossá-lo para impedir que derreta.

Trata-se de uma das mais malucas áreas de pesquisa da geoengenharia: intervir deliberadamente no sistema climático da Terra para tentar neutralizar os danos causados pela ação humana.

A geoengenharia engloba esforços mais consolidados para reter os gases que aquecem o planeta, como plantar mais árvores e enterrar carbono no subsolo.

Mas medidas experimentais pretendem ir um passo além, buscando reduzir a energia absorvida pela Terra.

Muitos cientistas se opõem fortemente ao método, alertando que tais tentativas desviam a atenção da medida mais necessária, que é a redução das emissões de carbono, e podem causar mais danos do que benefícios.

Mas um pequeno número de defensores afirma que a abordagem poderia ajudar o planeta.

O objetivo final da experiência no Ártico é engrossar o gelo marinho o suficiente para abrandar ou mesmo reverter o derretimento já observado, diz o Dr. Shaun Fitzgerald, cuja equipe do Centro de Reparação Climática da Universidade de Cambridge está por trás do projeto.

Funcionará ou será, como disse um cientista, "bastante maluco"?

"Na verdade, não sabemos o suficiente para determinar se esta é uma boa ou má ideia", admite Fitzgerald.

Os pesquisadores têm enfrentado condições adversas em Cambridge Bay, uma pequena vila canadense no Círculo Polar Ártico.

"Está muito frio", diz Andrea Ceccolini, da Real Ice, empresa britânica que lidera a viagem. Ela concedeu entrevista à BBC por Zoom, com uma conexão irregular de dentro de uma tenda branca.

"É cerca de -30ºC com vento forte, o que leva a sensação térmica para -45ºC."

Eles estão abrindo um buraco que se forma naturalmente no inverno no gelo marinho e bombeando cerca de 1.000 litros de água do mar por minuto pela superfície.

Exposta ao ar frio do inverno, a água do mar congela rapidamente, ajudando a engrossar o gelo na superfície. A água também compacta a neve.

Como a neve fresca atua como uma boa camada isolante, agora o gelo também pode se formar mais facilmente na parte inferior em contato com o oceano.

"A ideia é que quanto mais espesso for o gelo [no final do inverno], mais tempo ele sobreviverá quando entrarmos na estação do degelo", explica Ceccolini.

Quando concederam a entrevista no final da viagem, eles já haviam visto o gelo engrossar algumas dezenas de centímetros em toda a sua pequena área de estudo. O gelo será monitorado pelos moradores locais nos próximos meses.

Mas ainda é cedo demais para dizer se a sua abordagem pode realmente fazer a diferença no rápido declínio do gelo marinho do Ártico. "

A grande maioria dos cientistas polares pensa que isto nunca vai funcionar", adverte Martin Siegert, um experiente glaciologista da Universidade de Exeter, que não está envolvido no projeto.

Um problema é que o gelo mais salgado pode derreter mais rapidamente no verão.

E há ainda o enorme desafio logístico de ampliar o projeto até um nível significativo - uma estimativa sugere que seriam necessárias cerca de 10 milhões de bombas movidas a energia eólica para engrossar o gelo marinho em apenas um décimo do Ártico.

"Na minha opinião, é uma loucura que isto possa ser feito em escala para todo o Oceano Ártico", diz Julienne Stroeve, professora de observação polar e modelação na University College London.

Algumas das sugestões experimentais da geoengenharia incluem tentar tornar as nuvens mais refletivas ao gerar mais pulverização marítima e imitar erupções vulcânicas para refletir mais energia do Sol de volta ao espaço.

Vários cientistas - incluindo os órgãos climáticos e meteorológicos da ONU - alertaram que estas abordagens podem representar riscos graves, incluindo a perturbação dos padrões climáticos globais. Muitos pesquisadores querem vê-los totalmente banidos.

"As tecnologias de geoengenharia trazem enormes incertezas e criam novos riscos para os ecossistemas e as pessoas", explica Lili Fuhr, diretora do Programa de Economia Fóssil do Centro de Direito Ambiental Internacional.

"O Ártico é essencial para sustentar os nossos sistemas planetários: bombear água do mar para o gelo marinho em grande escala pode alterar a química dos oceanos e ameaçar a frágil teia da vida.

" E há uma preocupação mais fundamental e generalizada com este tipo de projetos.

"O perigo real é que proporciona uma distração, e as pessoas com interesses adquiridos usarão isso como desculpa para continuarem a queimar combustíveis fósseis", adverte o professor Siegert.

"Francamente, é uma loucura e precisa de ser travado. A forma de resolver esta crise é descarbonizar: é o nosso melhor e único caminho a seguir."

Os investigadores do Ártico estão perfeitamente conscientes destas preocupações. Eles enfatizam que estão simplesmente testando a tecnologia e que não a divulgariam de forma mais ampla até que os riscos fossem melhor conhecidos.

"Não estamos aqui promovendo isto como a solução para as alterações climáticas no Ártico", sublinha Fitzgerald.

"Estamos dizendo que poderia ser [parte disso], mas precisamos descobrir muito mais antes que a sociedade possa decidir se é uma coisa sensata ou não".

Os pesquisadores concordam que a geoengenharia não é uma solução mágica para combater as alterações climáticas e que cortes drásticos nos combustíveis fósseis e nas emissões de carbono são muito importantes para evitar as piores consequências do aquecimento.

Mas salientam que mesmo com uma ação rápida, o mundo ainda enfrenta um futuro difícil.

É provável que o Oceano Ártico esteja efetivamente livre de gelo marinho até o final do verão ao menos uma vez até 2050, e possivelmente até antes.

"Precisamos de outras soluções", argumenta o estudante de doutorado Jacob Pantling, pesquisador do Centro de Reparação Climática que enfrentou os ventos gelados na Baía de Cambridge.

"Temos que reduzir as emissões, mas mesmo que o façamos o mais rapidamente possível, o Ártico ainda vai derreter."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv2yv9xymwgo
Qual é a posição de muitos cientistas em relação às medidas experimentais mencionadas no texto?
Alternativas
Q3382981 Ética na Administração Pública
A ética no mercado de trabalho, especialmente em órgãos públicos, é fundamental. Qual das seguintes ações é considerada uma prática ética essencial para funcionários públicos?
Alternativas
Q3382980 Meio Ambiente
O efeito estufa é um processo natural que aquece a superfície terrestre e a atmosfera inferior, essencial para manter a temperatura do planeta em um nível que suporte a vida. No entanto, atividades humanas têm intensificado esse efeito, contribuindo para o aquecimento global. Qual dos seguintes gases é considerado um dos principais contribuintes para o efeito estufa antrópico?
Alternativas
Q3382960 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.A alegria e a felicidade irradiavam dos rostos das crianças enquanto brincavam no parque.
II.Apesar da multidão nervosa que lotava a estação de trem, ele permanecia calmo, concentrado em seu livro.
III.O idoso compartilhava suas histórias com um grupo de jovens, demonstrando a sabedoria dos anciãos.
IV.Ela olhou para ele com desprezo quando percebeu que ele estava mentindo, mas logo seu apreço pela honestidade prevaleceu.
V.O estudante respirou fundo antes da apresentação, tentando manter-se calmo diante da sala cheia de expectativa.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de antônimos?
Alternativas
Q3382958 Português
Leia com atenção a afirmativa de Nelson Rodrigues abaixo:
Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos.
As palavras destacadas acima pertencem a qual classe de palavras?
Alternativas
Q3382215 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.O cachorro correu pelo parque atrás da bola.


II.O livro "Dom Quixote" foi escrito por Miguel de Cervantes.


III.A árvore estava carregada de frutas maduras.


IV.A Torre Eiffel é um dos monumentos mais famosos do mundo.


V.O sol brilhava intensamente no céu azul.


Em quais das afirmativas lidas há a presença de um substantivo próprio?

Alternativas
Q3382211 Português
Assinale a alternativa que não possui o emprego de um adjetivo composto:
Alternativas
Q3382046 Português
 texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade


Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.
De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.
O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.
Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.
No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.
A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.
Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade

Qual das seguintes afirmações resume corretamente as recomendações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) para a quantidade de sono necessária para crianças em idade escolar e adolescentes?
Alternativas
Q3381935 Português
Leia com atenção as seguintes afirmativas:
I.Eu vi um carro vermelho estacionado em frente à casa.
II.Um pássaro pousou no galho da árvore e começou a cantar.
III.O cachorro correu até o portão para cumprimentar o dono.
IV.A lua brilhava intensamente no céu noturno.
V.As flores do jardim desabrocharam com a chegada da primavera.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um artigo indefinido?
Alternativas
Q3381929 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.

De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.

O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.

Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.

No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.

A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.

Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.

Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade
Qual das seguintes opções resume melhor a variação na quantidade de horas de sono entre adultos, crianças e bebês, conforme indicado no texto?
Alternativas
Q3381927 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.

De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.

O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.

Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.

No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.

A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.

Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.

Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade
Qual dos seguintes itens resume melhor a importância do sono, conforme indicado no texto?
Alternativas
Q3381825 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.

De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.

O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.

Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.

No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.

A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.

Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.

Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade
Qual dos seguintes benefícios é mencionado no texto como resultado de uma boa noite de sono?
Alternativas
Q3381822 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quantas horas de sono por dia são ideais para cada idade

O sono é importante para ajudar a manter a mente e o corpo saudáveis. A quantidade de horas, no entanto, é diferente para adultos, crianças e bebês. Em diretriz publicada em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu algumas recomendações a respeito.

De acordo com a OMS, bebês com idade entre 0 e 3 meses devem ter de 14 a 17 horas de sono de boa qualidade por dia, incluindo os cochilos. Já aqueles entre 4 e 11 meses de idade precisam dormir de 12 a 16 horas.

O número é menor para indivíduos de 1 a 2 anos de idade. Eles devem descansar de 11 a 14 horas por dia. A OMS enfatiza também a importância de estabelecer horários regulares para dormir e acordar. Por outro lado, crianças de 3 e 4 anos de idade devem ter entre 10 e 13 horas de sono.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), maior agência de saúde dos Estados Unidos, acrescentam que as crianças em idade escolar (6 a 12 anos) precisam de 9 a 12 horas de sono a cada noite e adolescentes (13 a 18 anos) precisam de 8 a 10 horas.

Adultos de 18 a 60 anos devem ter 7 ou mais horas de descanso por noite; indivíduos de 61 a 64 anos, entre 7 e 9 horas; e pessoas com mais de 65 anos de idade, cerca de 7 ou 8 horas, segundo os CDC.

No geral, uma boa noite de sono diminui a frequência de doenças, reduz o estresse, melhora o humor, permite que as pessoas se concentrem com facilidade, tenham um melhor desempenho na escola ou no trabalho e tomem melhores decisões.

A informação é do Office of Disease Prevention and Health Promotion (ODPHP), órgão ligado ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.

Entretanto, "dormir bem não se trata apenas de horas totais de sono. É importante também que o sono seja de boa qualidade e obedeça um horário consistente e regular", afirma o ODPHP.

Portanto, as pessoas com dificuldade para dormir ou que se sentem cansadas ao acordar devem procurar um médico para avaliar o quadro e receber orientações.

https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/04/quantas-horas-de-sono-por-dia-sao-ideais-para-cada-idade
Qual é uma das recomendações mencionadas no texto para garantir um sono adequado?
Alternativas
Q2557211 Banco de Dados
Das alternativas abaixo, qual NÃO corresponde a um exemplo de SGBD (Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados)?
Alternativas
Q2557210 Programação
Leia o trecho e assinale a alternativa que corresponda ao nome da técnica descrita abaixo:
"É uma das principais técnicas que define a programação orientada a objetos. Se trata de um dos elementos que adicionam segurança à aplicação em uma programação orientada a objetos pelo fato de esconder as propriedades, criando uma espécie de caixa preta". 
Alternativas
Q2557209 Segurança da Informação
Leia o trecho abaixo e responda.
"________________ é um software, na maioria das vezes malicioso, criado para esconder ou camuflar a existência de certos processos ou programas de métodos normais de detecção e permitir acesso exclusivo a um computador e suas informações".
Assinale a alternativa que preencha a lacuna corretamente.
Alternativas
Respostas
841: D
842: B
843: D
844: C
845: E
846: A
847: D
848: B
849: A
850: D
851: E
852: C
853: B
854: D
855: A
856: C
857: E
858: C
859: D
860: A