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Q3685384 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Analise o emprego do verbo haver nas seguintes frases:

1. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas.
2. O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA.
3. Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA.
4. alguns anos, nem se pensava na possibilidade de existir IA.

O verbo haver está empregado com o mesmo sentido em: 
Alternativas
Q3685383 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Analise as frases abaixo observando o emprego das vírgulas:

1. “No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”.
2. “Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.
3. “Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê.”
4. “Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação?”.

As vírgulas foram usadas com a mesma função: intercalar o adjunto adverbial, EXCETO em: 
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Q3685382 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Em: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”., o termo destacado é:
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Q3685381 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Os articuladores sintáticos podem ser corretamente substituídos pelos equivalentes em sentido, entre parênteses, EXCETO em: 
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Q3685380 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
Em: “Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê.”, este “porquê” é um(a)
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Q3685379 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
A principal preocupação da autora, após a interação com o IA, foi 
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Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
A conversa da autora com o GPT revelou que a IA pode confundir um texto bem escrito com um texto gerado por ela mesma.

Que característica a IA citou para justificar essa conclusão?
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Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
A principal razão pela qual a autora ficou surpresa com o resultado dos sites detectores de IA foi ela 
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Q3685376 Português
DE QUEM É ESTE TEXTO?

Rafaela Lôbo


    Outro dia descobri um site que tem a finalidade de verificar se o texto foi realizado por um humano ou pela Inteligência Artificial (IA). Então, resolvi enviar um artigo meu para verificação. O resultado? O site afirmou que 81% do texto havia sido realizado por IA. Tentei outro texto, e, segundo o site, 93% teriam sido escritos por uma IA. Mas como assim? Teria eu tido uma alucinação quando me sentei para escrever? Seria eu uma máquina?

    Resolvi conversar com outra IA, o GPT. Coloquei o primeiro texto e perguntei se era humano ou não; o chat respondeu que havia características humanas, como uma reflexão profunda e intimidade, mas, ao mesmo tempo, segundo o chat, “a falta de erros ou inconsistências maiores e a lógica clara ao longo do texto são típicas de IA bem treinada”.

    Continuei a conversa, escrevi ao chat que o texto era meu, 100% humano, mas que, antes daquele diálogo, eu o havia colocado em um site que detectava IA e o site havia identificado mais de 80% do texto como se fosse IA, e eu me perguntava o porquê. Foi então que o chat me deu a seguinte devolutiva: “Além da ausência de erros, o texto possui uma construção coerente do argumento com ligação clara entre os parágrafos, o que nem sempre ocorre em textos humanos”. Entendi que, para a IA, um texto bem-escrito tem grandes chances de não ser humano.

    Ao mesmo tempo, se a IA tem como aprender um estilo de escrita, ela pode emular esse estilo em um novo texto. Nova ideia, perguntei ao chat se, após ter acesso a vários textos de minha autoria, ele conseguiria criar um novo texto com o mesmo estilo. “Claro, quer que eu escreva um texto no seu estilo agora?” Melhor não, pensei, se um texto com minhas características de escrita pode não ser escrito por mim, onde vai parar a minha autoria? Se o estilo é meu, mas não o escrevi, o texto ainda seria meu de alguma forma? As questões ainda são complexas para mim, não estou pronta para o texto que ele me ofereceu, e encerrei a conversa.

    No Brasil, a Lei 9.610/1998 rege os direitos autorais e tem o objetivo de “proteger os direitos de autores de obras literárias, artísticas e científicas, incluindo direitos morais (como ser reconhecido como autor) e direitos patrimoniais”. Mas, se a IA pode criar, quem será o autor? E quem terá direito sobre a obra?

    Porém, a questão vai além dos textos escritos, ampliando-se para imagens e vídeos. Assim, aumentam os desafios jurídicos e éticos.

    Quem gosta de redes sociais viu tubarão de sapato, apresentadora de maiô e personagens históricos em vídeos como se fossem influencers. Os vídeos são feitos por IA, mas será que eles não têm dono? Alguém teve a ideia de fazer o tal tubarão andar, alguém escreveu o prompt inicial, não seria ele o autor? Os direitos patrimoniais deixam de existir quando alguém escreve um prompt para a IA usar? E se o estilo é meu, eu teria algum direito moral?

    Não tenho ainda uma opinião formada, mas me parece que quem teve a ideia tem autoria; ao mesmo tempo, seria uma cocriação? E este artigo, será mesmo meu ou sou uma IA e não estou sabendo?

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/rafaela-lobo/2025/6/11/de-quem-e-este-texto
Acesso em: 13 set. 2025 (adaptado)
O propósito do texto é: 
Alternativas
Q3343999 Farmácia

Observe a imagem a seguir: 



Imagem associada para resolução da questão


Assinale a CORRETA associação entre os nomes das vidrarias, uma de suas características e a sua finalidade de uso:

Alternativas
Q3343998 Farmácia
A Lei dos Genéricos (Lei nº 9.787/99) estabelece a criação do medicamento genérico e dispõe sobre a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos.
Sobre a definição de medicamento genérico, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3343997 Farmácia
Após uma consulta com o pediatra, a criança foi encaminhada ao setor de medicação do hospital, com prescrição de 135 mg de Keflex® (cefalexina). O fármaco foi prescrito na apresentação em gotas, na concentração de 100 mg/mL.

Sabendo-se que cada gota desta fórmula contém aproximadamente 4,5 mg de cefalexina, quantas gotas serão necessárias para a administração da dose prescrita?
Alternativas
Q3343996 Farmácia
A via de administração parenteral é a via através da qual os medicamentos são injetados por meio de uma agulha fina em diversos locais do organismo e em diferentes profundidades. As principais vias são: intravenosa/endovenosa, intramuscular, subcutânea e intradérmica, embora existam outras utilizadas com menor frequência.
Sobre as vias de administração parenteral, assinale a afirmativa CORRETA
Alternativas
Q3343995 Farmácia
A dispensação de medicamentos, em farmácias e drogarias, deve ser realizada por meio de observação criteriosa da prescrição médica.
São itens obrigatórios de uma prescrição médica, EXCETO
Alternativas
Q3343994 Farmácia
Suspensões são formas farmacêuticas líquidas que contêm um sólido insolúvel (dividido finamente) disperso em um veículo. O sólido é considerado a fase dispersa, ou interna, e o veículo, a fase dispersante, ou externa.

Sobre as características das suspensões, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3343993 Farmácia
A Resolução no 306/2004 da ANVISA estabelece a classificação dos resíduos de serviços de saúde (RSS) em cinco grupos: A, B, C, D e E. De acordo com esta classificação, “Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade” foram incluídos em qual grupo? 
Alternativas
Q3343992 Farmácia
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, aprovada pela Portaria nº 2.436/2017, as equipes de Atenção Básica (eAB) devem ser compostas minimamente por médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e ou técnicos de enfermagem. Também podem ser incluídos outros profissionais como dentistas, auxiliares de saúde bucal e ou técnicos de saúde bucal, agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. Cada profissional de uma eAB possui atribuições gerais e específicas. 
Uma das atribuições específicas dos profissionais médicos é: 
Alternativas
Q3343991 Farmácia
Considerando os Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) e suas respectivas classes terapêuticas, relacione adequadamente as colunas a seguir, numerando os parênteses:

1. Cetoconazol.  2. Ondasetrona.  3. Enalapril.  4. Gentamicina. 5. Loratadina.

( ) Antibiótico. ( ) Antifúngico. ( ) Antiemético. ( ) Anti-histamínico. ( ) Anti-hipertensivo.

A sequência está CORRETA em:
Alternativas
Q3343990 Farmácia
Medicamentos termolábeis são fármacos com alta sensibilidade a variações de temperatura. Insulinas e alguns tipos de soluções oftálmicas são exemplos de medicamentos termolábeis. Para manterem sua ação biológica preservada, os medicamentos termolábeis devem ser armazenados em uma temperatura específica.

De acordo com a definição de medicamentos termolábeis descrita na RDC nº 430/2020, a temperatura de armazenamento dos medicamentos termolábeis deve ser igual ou inferior a:
Alternativas
Q3343989 Radiologia
Na prática odontológica, uma técnica radiográfica comumente utilizada para avaliar os dentes e as estruturas adjacentes é a radiografia periapical.
Sobre esta técnica, analise as afirmações a seguir:

I. A radiografia periapical é utilizada para visualizar as regiões de coroa dentária e as estruturas periapicais, incluindo a raiz do dente, o osso alveolar e os tecidos periapicais.

II. Durante a realização de uma radiografia periapical, o filme radiográfico é posicionado perpendicularmente ao longo do eixo do dente de interesse, proporcionando uma visão detalhada da coroa e da raiz.

III. A técnica da radiografia periapical é particularmente útil na detecção de cáries dentárias, lesões periapicais, fraturas radiculares e outras alterações patológicas dos dentes e tecidos periapicais.

IV. Para obter uma radiografia periapical de qualidade, é essencial que o feixe de raios X seja direcionado perpendicularmente ao filme radiográfico e ao dente de interesse, com o uso adequado de dispositivos de posicionamento.

V. A radiografia periapical é frequentemente realizada com o paciente em posição supina, com o filme radiográfico posicionado dentro da boca, entre o dente de interesse e a parede bucal, utilizando um suporte de mordida.


Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: C
224: A
225: D
226: A
227: A
228: D
229: D
230: A
231: A
232: B
233: A
234: C
235: B
236: B
237: A
238: C
239: C
240: B