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Q1322554 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
“Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão”. Nesse trecho, o escritório é
Alternativas
Q1322553 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
“Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.” A MELHOR explicação para esse trecho é
Alternativas
Q1322552 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Na Índia e no Senegal, os agricultores e pescadores utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado. Nessa prática, o telefone celular ajuda a resolver o problema da pobreza, porque
Alternativas
Q1322551 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
No trecho: “Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza”, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q1322550 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Os trechos abaixo justificam as razões pelas quais se pode afirmar que o celular é o fim da pobreza, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1238552 Eletrônica
Os relés de estado sólido (SSR) e os relés eletromecânicos foram projetados para desempenhar funções similares. Uma característica construtiva que os diferencia é que
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1238310 Geografia
Analise as seguintes afirmativas com relação ao Sistema Universal Transverso de Mercartor (UTM). I. Apresenta a numeração dos fusos segundo o critério adotado para a Carta Internacional ao Milionésimo.
II. Para evitar valores negativos, as ordenadas são acrescidas, no hemisfério Sul, da constante 10.000.000 metros.
III. O cruzamento do Equador com o Meridiano Central marca a origem das coordenadas planas em cada sistema parcial.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1236323 Eletrônica
Na operação de um transformador real, a potência aparente de saída é menor do que a potência aparente de entrada, devido I. às perdas no ferro e no cobre  II. à excitação da unidade transformadora  III. às dispersões de fluxo magnético É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1227965 Eletricidade
As instalações elétricas de baixa tensão normalmente apresentam uma queda de tensão nominal no ponto de utilização, a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT. Conforme a NBR 5410, este valor NÃO pode ser maior que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1227932 Eletricidade
O documento do processo de Avaliação de Impacto Ambiental é o 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Pará de Minas - MG
Q1222787 Noções de Informática
O botão “Proteger Pasta de Trabalho”, acionado a partir do menu “Arquivo  Informações” no Microsoft Excel, versão português do Office 2013, disponibiliza as seguintes opções, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Pará de Minas - MG
Q1222521 Noções de Informática
Analise as seguintes afirmativas sobre as funções disponíveis no Microsoft Excel, versão português do Office 2013: I. A função ARRED arredonda um número para cima afastando-o de zero. II. A função ARRUMAR remove os espaços de um texto, com exceção dos espaços simples entre palavras. III. A função ÉFORMULA verifica se uma referência é uma célula que contém uma fórmula e retorna Verdadeiro ou Falso. Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1221334 Geologia
O projeto de fundações de uma estrutura deve considerar seu desempenho em longo prazo, pois as propriedades dos materiais rochosos se alteram em função do tempo diante de fatores como intemperismo, expansão ou contração decorrente da presença de argilominerais expansíveis, fluência resultante da aplicação de carga por longo intervalo de tempo e fadiga devida à aplicação periódica de carga.  Fonte: Wyllie, Duncan C. Foundations on rock. London : E&FN Spon, 1999, p. 83-85 (adaptado).   Sobre o tema, fazem-se as seguintes afirmações: I. A fluência (creep) depende da composição mineralógica e da estrutura dos materiais rochosos: às mesmas condições, materiais silicáticos de baixa porosidade exibem fluência na forma de microfraturas intra- e intergranulares, enquanto carbonatos se comportam mais plasticamente. 
II. A variação volumétrica (swell) em materiais rochosos é apenas observada em resposta a fatores mecânicos, como mudanças nas condições de aplicação de carga e alterações do nível freático que levam à variação da pressão hidrostática em poros ou descontinuidades. 
III. A ruptura por fadiga diante da aplicação cíclica de carga - por exemplo, associada à variação volumétrica anual em reservatórios - pode reduzir a resistência mecânica de maciços especialmente quando trabalha em sinergia com outros agentes físico-químicos de degradação das rochas
É CERTO afirmar que
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1213009 Noções de Informática
A plataforma SAP BI disponibiliza informações prontas para a avaliação dos usuários empresariais, permitindo uma melhor tomada de decisões. São interfaces que a plataforma SAP BI disponibiliza para seus usuários, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1211579 Geologia
Assinale a alternativa que comporta uma afirmativa INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1211023 Mecânica
Com relação ao processo de medição, numere a segunda coluna de acordo com a primeira: 1 Padrão                          ( ) A menor variação na variável medida que pode ser indicada pelo instrumento. 
2 Aferição                        ( ) A medida do desvio entre o valor medido e o valor verdadeiro (ou aceito como verdadeiro). 
3 Calibração                    ( ) Elemento ou instrumento de medida destinado a definir, conservar e reproduzir a unidade base de medida de uma determinada grandeza. 
4 Erro                                ( ) Característica de um instrumento de medição, determinada através de um processo estatístico de medições, que exprime o afastamento mútuo entre as diversas medidas obtidas de uma grandeza dada, em relação à medida aritmética dessas medidas. 
5 Exatidão                        ( ) Procedimento que consiste em ajustar o valor lido por um instrumento com o valor padrão de mesma natureza. Apresenta caráter ativo, pois o erro, além de determinado, é corrigido. 
6 Precisão                        ( ) Procedimento de comparação entre o valor lido por um instrumento e o valor padrão apropriado de mesma natureza. Apresenta caráter passivo, pois os erros são determinados, mas não corrigidos. 
7 Resolução                     ( ) Característica de um instrumento de medição que exprime o afastamento entre a medida nele efetuada e o valor de referência aceito como verdadeiro. A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1210605 Segurança e Saúde no Trabalho
Para a execução de trabalhos em eletricidade, é de extrema importância a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para proteger a vida do trabalhador. São EPIs recomendados para trabalho em eletricidade, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Pará de Minas - MG
Q1208657 Português
RAPIDINHO
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem agora podem ser realizadas em poucos anos, às vezes em poucos meses. Quando não em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis, os costumes, o modo de se vestir, os estilos artísticos tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, é claro, mas sempre muito devagar. [...]  Na utilização dos meios de comunicação, os mensageiros foram substituídos pelo telégrafo elétrico, que cedeu lugar ao telégrafo sem fio, ao telefone, à televisão, ao fax, ao e-mail e às maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo? Se podemos fazer depressa o que os nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XVIII: “Tempo é dinheiro”, time is money.[...] Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas (ah, a chamada fast food!), para depois voltarmos, correndo, para casa.  [...] Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos mais ou menos obrigados a viver, não estaremos, de qualquer maneira, pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Os ritmos que nos são impostos e que aguçam algumas das nossas faculdades não resultam, ao mesmo tempo, num empobrecimento de alguns aspectos importantes da nossa sensibilidade e da nossa inteligência? A necessidade de assimilar com urgência as informações essenciais para a ação imediata não acarreta uma grave incapacidade de digerir conhecimentos sutis e complexos, cheios de caroços e mediações que, embora careçam de serventia direta, são imprescindíveis ao aprofundamento da minha compreensão da condição humana?  Uma reflexão que se sabe condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?
(Leandro Konder. In: O Globo, 29/08/96)  https://pt.linkedin.com/pulse/%C3%A0-luz-do-fil%C3%B3sofo-karine-gomes-moura
São consequências de “Tempo é dinheiro”, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: CEMIG - MG
Q1198381 Meio Ambiente
O risco ambiental – é o risco que ocorre no meio ambiente, seja ambiente interno – no caso de uma indústria, por exemplo – ou externo. O risco ambiental pode ser classificado de acordo com o tipo de atividade (explosão, descarga contínua); exposição (instantânea, crônica); probabilidade de ocorrência; severidade, reversibilidade, visibilidade, duração e a ubiquidade de seus efeitos (SORS, 1982). No contexto da gestão governamental, o risco ambiental pode ser também classificado como: saúde pública, recursos naturais, desastres naturais e introdução de novos produtos.  Analise as classificações de risco, apresentadas na coluna 1, e as definições, apresentadas na coluna 2, e faça as vinculações correspondentes numerando os parênteses: 1 risco direto                                                ( ) podem ser controlados tanto na probabilidade de ocorrência quanto nas consequências  2 risco de acidentes de grande porte      ( ) decorrente de emissões de energia ou matéria em grandes concentrações, em um curto espaço de tempo.  3 risco com características crônicas      ( ) caso especial de risco direto em que a probabilidade de ocorrência do evento é baixa, mas suas consequências são muito prejudiciais.  4 risco agudo                                              ( ) probabilidade de que um determinado evento ocorra, multiplicada pelos danos causados por seus efeitos.  5 risco natural                                             ( ) apresenta uma ação contínua ao longo do período.  6 risco de caráter tecnológico                 ( ) somente podem ser controlados no que se refere a suas consequências. A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Pará de Minas - MG
Q1196574 Direito Administrativo
Constitui dever do servidor público:
Alternativas
Respostas
6061: C
6062: B
6063: C
6064: A
6065: C
6066: D
6067: D
6068: A
6069: C
6070: D
6071: A
6072: B
6073: B
6074: D
6075: C
6076: A
6077: D
6078: A
6079: D
6080: D