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Q2057582 Redação Oficial
Para a padronização dos documentos, são indispensáveis, EXCETO:
Alternativas
Q2057581 Redação Oficial
A redação oficial deve caracterizar-se, EXCETO:
Alternativas
Q2057580 Português
A crase foi empregada CORRETAMENTE em: 
Alternativas
Q2057579 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
O tempo dos verbos destacados está corretamente identificado entre parênteses, EXCETO em:
Alternativas
Q2057578 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
Há oração adjetiva, EXCETO em:
Alternativas
Q2057577 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em:
Alternativas
Q2057576 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
O objetivo do texto é
Alternativas
Q2057575 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
São sentimentos presentes no texto, EXCETO:
Alternativas
Q2057574 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
São constatações que podem ser feitas com base numa leitura global do texto, EXCETO:
Alternativas
Q2057573 Português
Mudar o mundo

Lya Luft

    Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados. Mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
    Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie. Os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, no entanto ainda é destrutiva demais.
    Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
    Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor. Se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado ou mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou "sou feliz porque sou prostituta". O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
    Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
    Abrir o jornal e ver o noticiário, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados.
    Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências, às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e, às vezes, de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
    A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.

Disponível em: http://www.gilbertogodoy.com.br/ler-post/mudar-o-mundo---lya-luft Acesso em: 10 ago. 2017.
O texto lido pertence ao gênero artigo de opinião, pois apresenta as seguintes características, EXCETO:
Alternativas
Q2003607 Inglês
TEXT 02

Journal of Occupational Medicine and Toxicology

The Journal of Occupational Medicine and Toxicology (JOMT) is a multidisciplinary journal focused on clinical and scientific aspects of occupational and environmental health. The field is devoted to the diagnosis, prevention, management and scientific analysis of occupational diseases, injuries and disability. It also covers the promotion of health of workers, their families, and communities, and ranges from rehabilitation to tropical medicine and public health aspects.

As an open access, peer-reviewed journal, JOMT offers a platform for both clinicians and researchers in the wide-ranging discipline of occupational medicine and toxicology.

All articles published by Journal of Occupational Medicine and Toxicology are made freely and permanently accessible online immediately upon publication, without subscription charges or registration barriers.

As authors of articles published in Journal of Occupational Medicine and Toxicology you are the copyright holders of your article and have granted to any third party, in advance and in perpetuity, the right to use, reproduce or disseminate your article, according to the BioMed Central license agreement. For those of you who are US government employees or are prevented from being copyright holders for similar reasons, BioMed Central can accommodate non-standard copyright lines. Please contact us if further information is needed.

Adapted from: https://occup-med.biomedcentral.com/about
The use of the modal verb can in “BioMed Central can accommodate nonstandard copyright lines” (paragraph 4) indicates that
Alternativas
Q2003606 Inglês
TEXT 02

Journal of Occupational Medicine and Toxicology

The Journal of Occupational Medicine and Toxicology (JOMT) is a multidisciplinary journal focused on clinical and scientific aspects of occupational and environmental health. The field is devoted to the diagnosis, prevention, management and scientific analysis of occupational diseases, injuries and disability. It also covers the promotion of health of workers, their families, and communities, and ranges from rehabilitation to tropical medicine and public health aspects.

As an open access, peer-reviewed journal, JOMT offers a platform for both clinicians and researchers in the wide-ranging discipline of occupational medicine and toxicology.

All articles published by Journal of Occupational Medicine and Toxicology are made freely and permanently accessible online immediately upon publication, without subscription charges or registration barriers.

As authors of articles published in Journal of Occupational Medicine and Toxicology you are the copyright holders of your article and have granted to any third party, in advance and in perpetuity, the right to use, reproduce or disseminate your article, according to the BioMed Central license agreement. For those of you who are US government employees or are prevented from being copyright holders for similar reasons, BioMed Central can accommodate non-standard copyright lines. Please contact us if further information is needed.

Adapted from: https://occup-med.biomedcentral.com/about
What do you have to do if you want to read the articles published by the Journal of Occupational Medicine and Toxicology?
Alternativas
Q2003605 Inglês
TEXT 02

Journal of Occupational Medicine and Toxicology

The Journal of Occupational Medicine and Toxicology (JOMT) is a multidisciplinary journal focused on clinical and scientific aspects of occupational and environmental health. The field is devoted to the diagnosis, prevention, management and scientific analysis of occupational diseases, injuries and disability. It also covers the promotion of health of workers, their families, and communities, and ranges from rehabilitation to tropical medicine and public health aspects.

As an open access, peer-reviewed journal, JOMT offers a platform for both clinicians and researchers in the wide-ranging discipline of occupational medicine and toxicology.

All articles published by Journal of Occupational Medicine and Toxicology are made freely and permanently accessible online immediately upon publication, without subscription charges or registration barriers.

As authors of articles published in Journal of Occupational Medicine and Toxicology you are the copyright holders of your article and have granted to any third party, in advance and in perpetuity, the right to use, reproduce or disseminate your article, according to the BioMed Central license agreement. For those of you who are US government employees or are prevented from being copyright holders for similar reasons, BioMed Central can accommodate non-standard copyright lines. Please contact us if further information is needed.

Adapted from: https://occup-med.biomedcentral.com/about
The word their in the sentence “It also covers the promotion of health of workers, their families, and communities, and ranges from rehabilitation to tropical medicine and public health aspects.” (paragraph 1) refers to
Alternativas
Q2003604 Inglês
TEXT 02

Journal of Occupational Medicine and Toxicology

The Journal of Occupational Medicine and Toxicology (JOMT) is a multidisciplinary journal focused on clinical and scientific aspects of occupational and environmental health. The field is devoted to the diagnosis, prevention, management and scientific analysis of occupational diseases, injuries and disability. It also covers the promotion of health of workers, their families, and communities, and ranges from rehabilitation to tropical medicine and public health aspects.

As an open access, peer-reviewed journal, JOMT offers a platform for both clinicians and researchers in the wide-ranging discipline of occupational medicine and toxicology.

All articles published by Journal of Occupational Medicine and Toxicology are made freely and permanently accessible online immediately upon publication, without subscription charges or registration barriers.

As authors of articles published in Journal of Occupational Medicine and Toxicology you are the copyright holders of your article and have granted to any third party, in advance and in perpetuity, the right to use, reproduce or disseminate your article, according to the BioMed Central license agreement. For those of you who are US government employees or are prevented from being copyright holders for similar reasons, BioMed Central can accommodate non-standard copyright lines. Please contact us if further information is needed.

Adapted from: https://occup-med.biomedcentral.com/about
Which of the sentences below is CORRECT, according to the text?
Alternativas
Q2003603 Inglês
READ THE FOLLOWING TEXTS AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THEM:

TEXT 01

What does an occupational and environmental physician do?
As highly trained specialists, OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers through preventive medicine, clinical care, disability management, research, and education. OEM professionals have expertise in determining the ability of employees to perform work; the arrangements of work, the physical, chemical, biological, and social environments of the workplace, and the health outcomes of environmental exposures.
They recognize that work and the environment in which it is performed can have favorable or adverse effects upon the health of workers as well as of other populations; that the nature of work can be arranged to protect worker health; and that health and well-being at the workplace are promoted when workers’ physical attributes or limitations are accommodated in job placement.
They are skilled at using the tools of preventive medicine ______ improve the health of workers and their families, and they are trained in the complex Returnto-Work process, an advanced system of health monitoring that optimizes the time in which ill or injured workers can safely return to work. The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels.
Perhaps most importantly, occupational health professionals occupy a critical position at the center of virtually all health-related transactional activities in the workplace. They are connected to all of the other parts of this complex infrastructure—senior management, benefits and human resources, legal, worker’s compensation, government regulatory agencies, labor and unions, hospitals and public health organizations. They are a fulcrum of workplace health—understanding the needs and challenges of each of these diverse groups. They provide a unique bridge between the clinical/scientific medical community and the businessbased employer community.

Adapted from: https://www.acoem.org/OccMed.aspx

“What is the main function of occupational health professions?
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Q2003602 Inglês
READ THE FOLLOWING TEXTS AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THEM:

TEXT 01

What does an occupational and environmental physician do?
As highly trained specialists, OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers through preventive medicine, clinical care, disability management, research, and education. OEM professionals have expertise in determining the ability of employees to perform work; the arrangements of work, the physical, chemical, biological, and social environments of the workplace, and the health outcomes of environmental exposures.
They recognize that work and the environment in which it is performed can have favorable or adverse effects upon the health of workers as well as of other populations; that the nature of work can be arranged to protect worker health; and that health and well-being at the workplace are promoted when workers’ physical attributes or limitations are accommodated in job placement.
They are skilled at using the tools of preventive medicine ______ improve the health of workers and their families, and they are trained in the complex Returnto-Work process, an advanced system of health monitoring that optimizes the time in which ill or injured workers can safely return to work. The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels.
Perhaps most importantly, occupational health professionals occupy a critical position at the center of virtually all health-related transactional activities in the workplace. They are connected to all of the other parts of this complex infrastructure—senior management, benefits and human resources, legal, worker’s compensation, government regulatory agencies, labor and unions, hospitals and public health organizations. They are a fulcrum of workplace health—understanding the needs and challenges of each of these diverse groups. They provide a unique bridge between the clinical/scientific medical community and the businessbased employer community.

Adapted from: https://www.acoem.org/OccMed.aspx

The use of the modal verb must in “The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels” conveys an idea of
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Q2003601 Inglês
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TEXT 01

What does an occupational and environmental physician do?
As highly trained specialists, OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers through preventive medicine, clinical care, disability management, research, and education. OEM professionals have expertise in determining the ability of employees to perform work; the arrangements of work, the physical, chemical, biological, and social environments of the workplace, and the health outcomes of environmental exposures.
They recognize that work and the environment in which it is performed can have favorable or adverse effects upon the health of workers as well as of other populations; that the nature of work can be arranged to protect worker health; and that health and well-being at the workplace are promoted when workers’ physical attributes or limitations are accommodated in job placement.
They are skilled at using the tools of preventive medicine ______ improve the health of workers and their families, and they are trained in the complex Returnto-Work process, an advanced system of health monitoring that optimizes the time in which ill or injured workers can safely return to work. The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels.
Perhaps most importantly, occupational health professionals occupy a critical position at the center of virtually all health-related transactional activities in the workplace. They are connected to all of the other parts of this complex infrastructure—senior management, benefits and human resources, legal, worker’s compensation, government regulatory agencies, labor and unions, hospitals and public health organizations. They are a fulcrum of workplace health—understanding the needs and challenges of each of these diverse groups. They provide a unique bridge between the clinical/scientific medical community and the businessbased employer community.

Adapted from: https://www.acoem.org/OccMed.aspx

Complete the following sentence in the text using a word indicating finality. “They are skilled at using the tools of preventive medicine ____ improve the health of workers and their families,”
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Q2003600 Inglês
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TEXT 01

What does an occupational and environmental physician do?
As highly trained specialists, OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers through preventive medicine, clinical care, disability management, research, and education. OEM professionals have expertise in determining the ability of employees to perform work; the arrangements of work, the physical, chemical, biological, and social environments of the workplace, and the health outcomes of environmental exposures.
They recognize that work and the environment in which it is performed can have favorable or adverse effects upon the health of workers as well as of other populations; that the nature of work can be arranged to protect worker health; and that health and well-being at the workplace are promoted when workers’ physical attributes or limitations are accommodated in job placement.
They are skilled at using the tools of preventive medicine ______ improve the health of workers and their families, and they are trained in the complex Returnto-Work process, an advanced system of health monitoring that optimizes the time in which ill or injured workers can safely return to work. The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels.
Perhaps most importantly, occupational health professionals occupy a critical position at the center of virtually all health-related transactional activities in the workplace. They are connected to all of the other parts of this complex infrastructure—senior management, benefits and human resources, legal, worker’s compensation, government regulatory agencies, labor and unions, hospitals and public health organizations. They are a fulcrum of workplace health—understanding the needs and challenges of each of these diverse groups. They provide a unique bridge between the clinical/scientific medical community and the businessbased employer community.

Adapted from: https://www.acoem.org/OccMed.aspx

What do the words as well as in “… as well as of other populations” (paragraph 2) indicate? 
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Q2003599 Inglês
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TEXT 01

What does an occupational and environmental physician do?
As highly trained specialists, OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers through preventive medicine, clinical care, disability management, research, and education. OEM professionals have expertise in determining the ability of employees to perform work; the arrangements of work, the physical, chemical, biological, and social environments of the workplace, and the health outcomes of environmental exposures.
They recognize that work and the environment in which it is performed can have favorable or adverse effects upon the health of workers as well as of other populations; that the nature of work can be arranged to protect worker health; and that health and well-being at the workplace are promoted when workers’ physical attributes or limitations are accommodated in job placement.
They are skilled at using the tools of preventive medicine ______ improve the health of workers and their families, and they are trained in the complex Returnto-Work process, an advanced system of health monitoring that optimizes the time in which ill or injured workers can safely return to work. The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels.
Perhaps most importantly, occupational health professionals occupy a critical position at the center of virtually all health-related transactional activities in the workplace. They are connected to all of the other parts of this complex infrastructure—senior management, benefits and human resources, legal, worker’s compensation, government regulatory agencies, labor and unions, hospitals and public health organizations. They are a fulcrum of workplace health—understanding the needs and challenges of each of these diverse groups. They provide a unique bridge between the clinical/scientific medical community and the businessbased employer community.

Adapted from: https://www.acoem.org/OccMed.aspx

What should OEM professionals be able to do?
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Q2003598 Inglês
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TEXT 01

What does an occupational and environmental physician do?
As highly trained specialists, OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers through preventive medicine, clinical care, disability management, research, and education. OEM professionals have expertise in determining the ability of employees to perform work; the arrangements of work, the physical, chemical, biological, and social environments of the workplace, and the health outcomes of environmental exposures.
They recognize that work and the environment in which it is performed can have favorable or adverse effects upon the health of workers as well as of other populations; that the nature of work can be arranged to protect worker health; and that health and well-being at the workplace are promoted when workers’ physical attributes or limitations are accommodated in job placement.
They are skilled at using the tools of preventive medicine ______ improve the health of workers and their families, and they are trained in the complex Returnto-Work process, an advanced system of health monitoring that optimizes the time in which ill or injured workers can safely return to work. The occupational and environmental physician must communicate with and inspire confidence in people on all levels.
Perhaps most importantly, occupational health professionals occupy a critical position at the center of virtually all health-related transactional activities in the workplace. They are connected to all of the other parts of this complex infrastructure—senior management, benefits and human resources, legal, worker’s compensation, government regulatory agencies, labor and unions, hospitals and public health organizations. They are a fulcrum of workplace health—understanding the needs and challenges of each of these diverse groups. They provide a unique bridge between the clinical/scientific medical community and the businessbased employer community.

Adapted from: https://www.acoem.org/OccMed.aspx

The word enhance in “OEM physicians and other health professionals enhance the health of workers” could be replaced by
Alternativas
Respostas
5701: C
5702: D
5703: D
5704: A
5705: D
5706: B
5707: A
5708: C
5709: B
5710: B
5711: D
5712: C
5713: D
5714: C
5715: A
5716: A
5717: D
5718: A
5719: B
5720: B